Strip Tease
São
Paulo, Boca do Lixo. Espaço maldito e decadente que
a cidade procura esconder. Ou faz de conta que não
vê. Num cenário de sujas ruas e edifícios,
marginais, prostitutas e desocupados são os personagens
mais comuns que por ali desfilam. É nesse espaço
geográfico que se concentram os cinemas com filmes
de sexo explícito, cuja programação dupla
é entremeada de strip-teases ao vivo, diante da tela.
Ficha T�cnica
T�tulo Original: Strip Tease
G�nero:
Dura��o: 13 min.
Lan�amento (Brasil): 1988
Dire��o: Ivo Branco
Assistente de direção: Eliane Dias Alves
Roteiro: Ivo Branco, Eliane Dias Alves e Francisco
Pimentel
Produ��o: Etcétera Cine & Vídeo
Ltda e Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo
Direção de produção: Nilson
Villas Boas
Produção executiva: Isabel Scisci, Jurema
Carvalho, Telso Freire, Rebeca McMello, Custódio Gomes
e Ivan Novais
Fotografia: Antônio Meliande e José
Roberto Sadek
Câmera: Antônio Meliande e José
Roberto Sadek
Assistentes de Câmera: Dionisio Tardoque, Lito
Mendes da Rocha Ademir e Carlos Catori
Som direto: Guga Bandeira, Tide Borges e Plinio Veras
Edição: Roberto Leme e Milton Bolinha
Eletricistas: Anselmo Duprat, José "carioca"
Eletricistas assistente: Sérgio Isidoro, José
Roberto, Sydnei "Feijoada" Seno
Letreiros: Ribamar de Castro
Table Top: Alex Santos
Elenco
P�sters
Clique nos cartazes para v�-los ampliados em uma nova janela.
Premia��es
-
Curiosidades
- Sinopse completa:
São Paulo, Boca do Lixo. Espaço maldito e decadente
que a cidade procura esconder. Ou faz de conta que não
vê. Num cenário de sujas ruas e edifícios,
marginais, prostitutas e desocupados são os personagens
mais comuns que por ali desfilam. É nesse espaço
geográfico que se concentram os cinemas com filmes
de sexo explícito, cuja programação dupla
é entremeada de strip-teases ao vivo, diante da tela.
É aí também que em alguns poucos teatros,
o strip é a atração principal, entre
poucos e chulos quadros humorísticos, triste e grotesca
imagem daquilo que se chamou "teatro de revista",
Flagrando esses "shows", o filme procura compreender
onde reside, nesse tipo de espetáculo, o erótico
que atrai essa carente e reprimida platéia. Do outro
lado, no palco, a striper, longe de lembrar o erótico
glamour de qualquer símbolo sexual estabelecido pela
mídia, desfila uma sensualidade duvidosa, das 9 da
manhã ás 11 da noite, todos os dias, ininterruptamente.
Realidade, fantasia, perversão, sedução.
Um espetáculo marginal, num universo marginal.