Abacaxi
Azul

As
cenas principais se passam em pequeno povoado onde Alvarenga
e Ranchinho têm um escritório de advocacia. Vêm,
depois, os dois, ao Rio, a fim de contratar artistas para
a estação de rádio do lugarejo e, nisso,
se resume o enredo. Passa, então, o filme a ter o aspecto
de revista porque, na escolha do pessoal a ser contratado,
há ocasião para a apresentação
dos conjuntos musicais, todos sobejamente conhecidos do público
através do rádio.
Ficha Técnica
Título original: Abacaxi Azul
Gênero: Comédia
Duração: 56 min.
Lançamento (Brasil): 1944
Estúdio: Cinédia e Rádio Cruzeiro
do Sul
Distribuição: DN Filmes
Direção: Wallace Downey e Ruy Costa
Assistente de Direção:
Roteiro: Rui Costa
Produção: Wallace Downey e Alberto Byington Júnior
Co-produção: Sonofilmes e Cinédia
Som: Tommy Olenewa
Fotografia: A. P. Castro e Basílio Viana
Camera: Basilio Viana
Elenco
Alvarenga (Advogado)
Ranchinho (Advogado)
Duarte de Moraes
Solange França
Dercy Gonçalves
Sandra Ly
Eladyr Porto
Chocolate
Xerém
Juvenal Fontes
Dalva Mira
Eunice Lopes Conceição
Cícero (violão)
Arnaldo Estrela (piano)
Lauro Borges
Castro Barbosa
Pedro Virgolas
Otelo Trigueiro
Arnaldo Amaral
Enide Braga
Regional de Benedito Lacerda
Anjos do Inferno
Dircinha Batista
Orquestra de Napoleão Tavares
Dilermando Reis
Lily Moreno
Marilu Dantas
Dorival Caymmi
Enilde Braga
Eladyr Porto
Flora Matos
Linda Batista
Léo Vilar
Benedito Lacerda
Eunice Lopes
Pedro Virgolas
Otelo Trigueiro
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Comédia musical carnavalesca e satírica, iniciada
a 11 de novembro de 1943, encerrando-se as filmagens a 23
de dezembro de 1943.
- Estreou no Rio de Janeiro a 14 de fevereiro de 1944, nos
cinemas Vitória, Roxy e América, e em São
Paulo, na mesma data, no Art-Palácio.
- Participação especial do elenco do programa
PRK-30, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, com Lauro
Borges e Castro Barbosa; os cantores Pedro Virgolas e Otelo
Trigueiro.
- Números musicais: "Luar de Paquetá"
(Hermes Fontes e Freire Júnior), com Arnaldo Amaral
e Enide Braga, e conjunto de Benedito Lacerda; "Antonico
ficou rico" (Antônio Almeida e Roberto Roberti),
com os Anjos do Inferno; "Vestido de bolero" (Dorival
Caymmi) com Anjos do Inferno; "Voltemos a Viena"
(Paulo Barbosa e Osvaldo Santiago) com Dirce Batista e Orquestra
de Napoleão Tavares; "Despertar da montanha"
(Eduardo Souto) com Dilermando Reis e seu conjunto de violões;
"Seu Onofre" (João de Barro e Alberto Ribeiro)
com Lily Moreno e o Regional de Benedito Lacerda; "Tique-tique
dans le fubé" paródia de "Tico-tico
no fubá" de Lucienne Boyer, com Castro Barbosa
e Lauro Borges; "Oh Suzana" (João de Barro)
com Marilu Dantas, Xerém e Chocolate, e Napoleão
Tavares e sua orquestra; "Acontece que sou baiano"
de e com Dorival Caymmi; "Idalécia" de e
com Alvarenga e Ranchinho; quadro final com 54 moças
uniformizadas.