O Bravo Guerreiro

Miguel Horta, jovem deputado da oposição, decide mudar de partido para se infiltrar no governo por julgar que só dentro do poder é que poderia fazer alguma coisa pela causa pública. Um dia recebe em casa a visita de um cabo eleitoral dizendo que pelêgos estão tentando derrubar a diretoria do sindicato, tendo por motivo um projeto de lei de sua autoria. Apesar dos apelos de Clara, sua mulher, Miguel vai para o sindicato, onde os trabalhadores estão reunidos em assembléia geral.
Ficha Técnica
Título original: O Bravo Guerreiro
Gênero: Aventura
Duração: 80min.
Lançamento (Brasil): 1968
Distribuição: Difilm
Direção: Gustavo Dahl
Argumento: Gustavo Dahl
Roteiro: Gustavo Dahl e Roberto Marinho de Azevedo Neto
Produção: Gustavo Dahl e Joe Kantor
Co-produção: Gustavo Dahl Produções Cinematográficas, Joe Kantor Produções Cinematográficas e Saga Filmes
Música: Remo Usai
Fotografia: Afonso H. Beato
Edição: Eduardo Escorel
Pôsters
Premiações
- Prêmio Especial do Júri (Gustavo Dahl), pela contribuição ao moderno Cinema Brasileiro, IV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1968
- Melhor Diretor, Ator (Paulo César Pereio), Prêmio "Governador do Estado de São Paulo", SP, 1969
- Melhor Fotografia (Afonso H. Beato), Prêmio "Coruja de Ouro", INC - Instituto Nacional de Cinema, RJ, 1969.
Curiosidades
- Estréia de Gustavo Dahl no cinema.
- Sinopse extendida:
Miguel Horta, jovem deputado da oposição, decide mudar de partido e se infiltrar no governo, achando que só dentro do poder é que poderia fazer alguma coisa pela causa pública. Numa manhã, em sua casa, Miguel recebe a visita de um cabo eleitoral dizendo-lhe que alguns pelegos estavam tentando derrubar a diretoria do Sindicato, tendo como motivo um projeto de lei de sua autoria. Apesar dos apelos de Clara, sua mulher, Miguel vai para o Sindicato, onde os trabalhadores estão reunidos em assembléia geral. Quando o Presidente do Sindicato consegue superar a situação criada por um pelego, Miguel faz um discurso narrando toda a sua trajetória política e termina dizendo que não é mais indicado para defender os sindicalizados. De volta ao seu lar, percorrendo a casa vazia, vai até a escrivaninha, onde pega um revólver, encostando o cano no céu da boca...