O Crime do Z� Bigorna
Z� Bigorna, um t�mido e ing�nuo ferreiro torna-se, para disfar�ar, o marido plat�nico de uma bailarina de cabar�, amante de um velho chefe pol�tico de um vilarejo. Quando os dois amantes s�o assassinados, a culpa recai sobre ele. Z� Bigorna aceita ser incriminado, torna-se her�i por ter livrado a regi�o de um d�spota e um jovem pol�tico da oposi��o decide aproveitar-se desse crescente prest�gio.
Ficha T�cnica
T�tulo original: O Crime do Z� Bigorna
G�nero: Drama
Dura��o: 100min.
Lan�amento (Brasil): 1977
Distribui��o: I.C.B. - Indústria Cinematográfica Brasileira
Dire��o: Anselmo Duarte
Argumento: Anselmo Duarte
Roteiro: Lauro César Muniz e Anselmo Duarte
Produ��o: Luiz Carlos e Lucy Barreto
Produtor Associado: Walter Clark
Produ��o executiva: Cláudia Rocha
Co-produ��o: I.C.B. - Indústira Cinematográfica Brasileira, Fidelíssima Produtora de Filmes
Apresenta��o: Ipanema Filmes
M�sica: Edu Lobo
Fotografia: Osvaldo Oliveira
Cenografia: Mário Monteiro
Figurinos: Isabel Pancada
Montagem: Raimundo Higino
Assistente de Montagem: Antônio Moreira
Elenco
Lima Duarte (Zé Bigorna)
Jofre Soares (Coronel Querino)
Lady Francisco (Marlene)
Stênio Garcia (Chicote)
Otávio Augusto (Farath)
Nelson Caruso (Abelardo)
Milton Vilar (Delegado)
Suzana Faini (Eulália)
Malu Rocha (Mariana)
Edson Rabelo (Jovem)
Branca Sulamita (Esposa do juiz)
João Reis (Promotor)
Paulo Carvalho (Juiz)
Francisco Santos (Raimundo)
João Batista Reino (Zarolho)
Ura de Agadir (Cabo)
Francisco Silva (Soldado)
José Melo (Clarineta)
Wilson Manfil (Soldado)
Renato Andrade (Soldado)
Angelito Melo (Padre)
Premia��es
- Melhor Roteiro (Lauro César Muniz e Anselmo Duarte), Ator (Lima Duarte), Atriz (Lady Francisco), X Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1977.
Curiosidades
- Inicialmente era um Caso Especial da TV Globo, escrito por Lauro César Muniz, depois, com o sucesso na televisão, virou filme.
- Loca��es em Itaboraí, RJ
- Exibido em S�o Paulo a 22.08.1977, no Ipiranga, no Art-Pal�cio (Sala S�o Paulo), no Belas Artes (Sala Villa Lobos), no Astor, no Center, no Festival e no Vila Rica. Exibido em Santos, no Roxy. Em Campinas, no Jequitib�. Exibido em S�o Bernardo do Campo, no Haway. xibido em Ribeir�o Preto, no Bristol. Exibido em S�o Jos� do Rio Preto a 26.08.1977, no S�o Jos�. Exibido em Santo Andr� a 27.08.1977, no Studio Center. Exibido em Sorocaba a 01.09.1977 no S�o Jos�. Exibido em Goi�nia a 03.09.1977, no Capri.
- Sinopse extendida:
Durante a Revolu��o de 30, Zé Bigorna, outrora ferreiro, é agora regente da única banda da cidade, graças à prote��o do velho Coronel Querino Papaterra, homem forte da região. Zé Bigorna trabalhava na sua ferraria quando chegou o Coronel Querino com uma tentadora proposta: teria sua banda, comida e roupa lavada para se casar com Marlene, moça de fora por quem Querino se apaixonara, criando assim o álibi necessário ao astuto coronel. Zé Bigorna aceita em nome da integridade da família do Coronel. Dias mais tarde, Querino e sua amante são assassinados na casa de Zé Bigorna, que é preso e condenado a quatro anos de prisão, apesar de seus protestos de inocência. O povo, porém, feliz por ver-se livre do déspota que dominava a região, festeja Zé Bigorna com presentes, "vivas" e muita admira��o. Zé Bigorna acaba então por assumir uma culpabilidade inexistente. Atrás dele e através dele, projeta-se outro líder político: o getulista Farah. Mas, enciumado com a grande popularidade que Zé Bigorna granjeara na cidade, o verdadeiro assassino confessa a autoria do crime imputado ao ingênuo Zé Bigorna.