
Solteirona, sem profissão definida, em seu quarto num pensionato de moças. O presente não existe para ela. Vive afogada em lembranças ora dolorosas, ora nostálgicas, de um tempo mítico habitado por amores e esperanças. A solidão de Mariazinha povoa-se de súbito quando irrompe em cena a figura do homem, tipo marginal, que pode muito bem ser apenas uma projeção desejante da personagem. Entre choques e aproximações, constrói-se uma intensa relação entre os dois.