Juruna o Esp�rito da Floresta

A luta dos �ndios Xavantes contra o exterm�nio e a expuls�o de suas terras no interior do Brasil conduz o cacique e l�der M�rio Juruna � pol�tica. Chegando ao Parlamento, o �nico representante ind�gena no Congresso Brasileiro enfrenta, com os guerreiros da sua gera��o, a agressiva pol�tica de expans�o agr�cola do governo brasileiro. Seus parentes, filhos, tios e amigos de outras tribos ind�genas reconstituem pela mem�ria oral a sua hist�ria, desde a expuls�o de seu territ�rio nos anos 40 at� a reintegra��o das terras ancestrais e a restaura��o de sua cultura.
Ficha T�cnica
T�tulo original: Juruna o Esp�rito da Floresta
G�nero: Document�rio
Dura��o: 86min.
Lan�amento (Brasil): 2008
Distribui��o:
Dire��o: Armando Lacerda
Roteiro:
Produ��o:
Dire��o de produ��o: Roque Fritsh
Co-produ��o: LlBoubloi, Comunica��o Direta, Studio 13
M�sica: Eug�nio Matos
Som:
Fotografia: Jacques Cheuiche
Desenho de produ��o:
Dire��o de arte:
Figurino:
Edi��o: Liloye Boubloi
Elenco
M�rio Juruna
Diogo Amho Juruna
Aniceto Suzauera
Jos� Maria Parats�
Vit�ria Pedzone
P�sters
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Premia��es
- Pr�mio Uni�o Latina na 23� edi��o do Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste.
- Vencedor do pr�mio Margarida de Prata 2008 - CNBB.
Curiosidades
- Titulo em Ingl�s: Juruna, the Spirit of the Forest
- Armando Lacerda, 57 anos, graduou-se em Cinema, Jornalismo e Publicidade. Realizou 16 document�rios de curta, m�dia e longa-metragens, dentre eles Arraes Ta� (1979), Taguatinga em P� de Guerra (1980), Cora Doce Coralina (1981), Janela para os Pirineus (1996), A Guerra do Contestado (1999) e A Divina Com�dia de Salvador Dali (2002).
- M�rio Juruna - Filho do cacique Xavante Apoen�, nasceu na aldeia pr�xima a Barra do Gar�as (MT), em 1942. Ap�s viajar por boa parte do Brasil, na d�cada de 70, passou a percorrer os gabinetes da Funda��o Nacional do �ndio, em Bras�lia, lutando pela demarca��o Xavante. Foi ent�o que se tornou famoso: jamais era visto sem seu gravador, "para registrar tudo o que o branco diz". Foi eleito deputado federal e, durante o mandato (1983-1987), criou a Comiss�o Permanente de �ndios na C�mara, al�m de realizar o primeiro Encontro de Lideran�as Ind�genas no Brasil, reunindo 644 caciques de todo o pa�s. Ao final de sua carreira pol�tica, passou a ter muitas dificuldades para viver. Juruna morreu na pobreza em 18 de julho de 2002 devido a complica��es decorrentes do diabetes