Mamonas, O Doc

Em menos de 10 meses, a banda Mamonas Assassinas saiu do anonimato para um dos maiores fenômenos da música brasileira. Material inédito reconta a trajetória do grupo, os desafios e a sua ascensão. Irreverentes, inteligentes, sarcásticos e, sobretudo, extremamente criativos, arrebataram o Brasil. Em pouco mais de seis meses venderam dois milhões de cópias de discos (até hoje acumulam mais de três milhões de unidades). Material de arquivo coletado junto às famílias, fãs e emissoras de TV, além da colaboração de amigos, empresários, produtores e músicos. Uma homenagem ao grupo e o resgate da alegria contagiante dos Mamonas Assassina.
Ficha Técnica
Título original: Mamonas, O Doc
Gênero: Documentário
Duração: 85 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Cláudio Kahns
Roteiro: Diana Zatz Mussi
Produção:
Direção de produção:
Co-produção:
Música:
Som:
Fotografia: Johnny Torres, João Pavese
Desenho de produção:
Edição: Anna Penteado, Bruna Callegari, Diana Zatz Mussi, Felipe Igarashi, Rafael Buosi
Elenco
Pôsters
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Premiações
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Curiosidades
- Participou do II Festival Paulínia de Cinema, 2009.
- Cláudio Kahns, há mais de 25 anos ligado ao cinema brasileiro, estudou na Escola de Sociologia e Política, cursando depois a Universidade de Vincennes, a École Pratique dês Hautes Études e a École de Beaux-Arts em Paris. Estudou também na Escola de Comunicações e Artes da USP e foi organizador de mostras de filmes para a Fundação Cinemateca Brasileira e para a Associação Paulista de Cineastas (APACI). Organizou em 1974/1975 uma mostra Cinema Brasileiro e outra de Cinema Latino-Americano. Com o curta Do Outro Lado... ganhou o prêmio de melhor filme no 1º Festival Brasileiro de Super 8 em 1974. Em 1981 inaugurou a Tatu Filmes com mais seis cineastas e participa da produção de inúmeros curtas-metragens, documentários para televisões estrangeiras, além de produzir vários longas-metragens, como Janete (1983), de Chico Botelho, A Marvada Carne (1985) de André Klotzel, Feliz Ano Velho (1987), de Roberto Gervitz e O Judeu (1996), de Jom Tob Azulay. Dirigiu ainda os curtas-metragens O Sonho Não Acabou (1980) e Santo e Jesus, Metalúrgicos (1983), este ganhador do prêmio de melhor documentário na XII Jornada Brasileira de Curta-Metragem, na Bahia. Finaliza os documentários Eu Eu Eu José Lewgoy, sobre José Lewgoy, ator brasileiro internacionalmente conhecido e Kurt Masur, Uma Rapsódia, sobre a vida e obra do maestro Kurt Masur, co-produção com o Canadá, com direção de Amit Breuer.