O
Martelo de Vulcano

Gigante,
Micróbio, Rouxinol , Majestade e Raio são cinco
amigos que, após sobreviverem a um naufrágio,
são levados a uma ilha desconhecida. Na ilha vivem
diversas criaturas fantásticas e sobreviventes de grandes
mistérios da humanidade. Um deles é Nefasto,
uma bactéria com tamanho de um ser humano adulto que,
ao lado de seus ajudantes Polca e Zabumba, deseja tomar posse
de um objeto mágico que o tornará invencível:
o martelo de Vulcano. Caberá aos amigos impedir que
Nefasto tenha sucesso em seu plano.
Ficha Técnica
Título original: O Martelo de Vulcano
Gênero: Aventura/Infantil
Duração:
Lançamento (Brasil): 2003
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Eliana
Fonseca
Roteiro: Roberto D'Ávila
Argumento: Flávio de Souza
Produção: Moonshot Pictures, Warner Bros, TV Cultura,
Patrick Siaretta e Roberto D'Ávila
Música: Mário Manga
Fotografia: Cláudio Portiolli
Figurino: Isabela Teles
Edição: Michael Ruman
Elenco
Paulo Nigro (Gigante)
Greta Eleftheriou (Rouxinol)
Thuanny Costa (Majestade)
Rafael Chagas (Micróbio)
Abayomi de Oliveira (Raio)
Graziella
Moretto (Hipácia)
Ernani Moraes (Nefasto)
Bárbara
Paz (Polca)
Luciano Gatti (Zabumba)
Ângela Dip (Nhã-nhã-nhã)
Henrique Stroeter (Solek)
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Baseado no seriado “Ilha Rá-tim-bum”
da TV Cultura.
- Depois do sucesso na TV, Ilha Rá-tim-bum vira filme
em uma co-produção entre a produtora Moonshot
Pictures, a TV Cultura e a Warner Bros Inc. O Martelo de Vulcano,
nome escolhido para o longa-metragem com direção
de Eliana Fonseca, foi filmado entre os dias 5 de fevereiro
e 5 de março, em sistema digital de Alta Definição
(HD).
- As filmagens ocorreram nos estúdios da emissora paulista
e o material captado foi transferido para película
35mm.
- Para O Martelo de Vulcano, é a obra cinematográfica
brasileira com a maior quantidade de efeitos já feita,
até então. Aproximadamente 1/3 do que será
visto na tela apresenta efeitos especiais digitais de última
geração. Incluem efeitos de composição,
matte painting, animação em computação
gráfica 3D, cenários gerados por computador,
efeitos mecânicos, interação entre personagens
digitais e "live action".
- A obra utiliza técnicas vistas até agora apenas
em "blockbusteres", o longa apresenta o primeiro
personagem 100% virtual criado no país. Em uma das
seqüências, uma árvore cujas raízes
e galhos têm as cores e formas de uma cobra-coral literalmente
ganha vida e captura o personagem Micróbio. Na cena,
apenas os atores Rafael Chagas (Micróbio) e Abayomi
de Oliveira (Raio) são "de verdade", e foram
filmados em um fundo azul. A "árvore coral"
foi criada em computador e o cenário composto a partir
de elementos de diversas cenas filmadas, o que também
exigiu a estréia no cinema nacional de uma outra técnica:
o motion track 3D. Esse efeito consiste em reproduzir, no
ambiente virtual, o movimento que a câmera real fez
durante a filmagem dos atores, garantindo veracidade à
seqüência.
- Nas cenas de vôo dos personagens Polca e Zabumba,
os atores foram remodelados em computador, onde foram criados
modelos tridimensionais, como se fossem bonecos. Esses modelos
foram envolvidos por uma espécie de casca virtual,
feita com a textura da pele e características dos atores.
Somente nos closes ou cenas com diálogos, os atores
realmente entram nas cenas mais complicadas.
- Toda a cenografia foi reconcebida para gerar maior realismo
na tela grande, incluindo um maior detalhamento do cenário
e a caracterização dos personagens. A maquiagem
do vilão Nefasto, por exemplo, ganhou contornos que
ressaltam seu caráter maligno, e que não existiam
na TV.
- A feiticeira Hipácia é uma das personagens
centrais da aventura. Quase metade do longa tem como cenário
a árvore onde ela mora. Do seriado para o filme, a
personagem de Graziella Moretto passou por modificações,
a começar pelo visual. A atriz recebeu uma camada dourada
na pele e olhos mais acentuados com perfil egípcio.
"No início da série 'Ilha Rá-tim-bum',
a Hipácia era mais séria, tinha lapsos de memória.
Ao longo do seriado, como ela era a representação
do bem, percebemos que deveria ser mais leve, com mais bom
humor", diz a atriz. "No longa, ela vai estar mais
´destrambelhada'."
- Liliana Castro, que vive a vilã Polca no seriado
da Cultura, não tinha agenda para participar das gravações.
A Eliana Fonseca foi então rever os testes feitos para
a personagem na época do seriado. Entre eles estava
um da Bárbara Paz.
- Eliana Fonseca trabalhou em seu primeiro longa-metragem
como diretora, estando grávida de seis meses.
- Houve uma preparação dos atores, comandada
por Eliana Fonseca e realizada durante os meses anteriores
às filmagens.
- Teve orçamento de R$ 2,5 milhões.