Nunca Fomos Tão Felizes

Pai e filho estão afastados há oito anos. Um esteve num colégio interno e o outro na prisão. A mãe já faleceu. O reencontro e a viagem de retorno à casa dão a entender o quanto será difícil para os dois a vida em comum. Um apartamento quase vazio, na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, o aparelho de tevê e a guitarra, é tudo de que o jovem dispõe. O pai tem uma vida misteriosa e encontros sigilosos, por razões de segurança. Acuado pela situação tensa que enfrenta, o rapaz não pode entender aquele convívio frustrante. Acaba se deparando com a necessidade de descobrir a própria identidade.
Ficha Técnica
Título original: Nunca Fomos Tão Felizes
Gênero: Drama
Duração: 96min.
Lançamento (Brasil): 1984
Distribuição: Embrafilme
Direção: Murilo Salles
Roteiro: Alcione Araújo
Argumento: Jorge Duran e Murilo Salles
Produção: José Joaquim Salles e Murilo Salles
Produção Executiva: Marisa Leão
Direção de Produção: José Joaquim Salles e
Gilberto Loureiro
Co-produção: Morena Filmes, Salles & Salles,
Produções Cinematográficas L.C.Barreto, Movi & Art, Imacom
Comunicação, Cinefilmes e Embrafilme
Trilha Sonora: Valéria Mauro e Murilo Salles
Música Original: Sérgio
Guilherme Saraceni
Edição de Som: Valéria Mauro
Sonografia: Roberto Carvalho
Fotografia: José Tadeu Ribeiro
Desenho de produção: Carlos Prieto
Figurinos: Carlos Prieto
Edição: Vera Freire
Pôsters
Premiações
- Melhor Roteiro (Alcione Araújo), Fotografia (José Tadeu Ribeiro), Prêmio da Crítica e Prêmio "Edgar Brasil de Fotografia", XII Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1984
- Melhor Filme (Júri Oficial e Popular), Roteiro (Alcione Araújo) e Montagem (Vera Freire), XVII Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1984
- Prêmio "Leopardo de Bronze", Festival de Locarno, Suíça, 1984.
Curiosidades
- Estréia do iluminador Murilo Salles no longametragem. "Depois de ver Nunca fomos tão felizes, restanos dizer: o Cinema Brasileiro perdeu um grande fotógrafo e ganhou um excelente diretor. " - Maria do Rosário Caetano.
- Adaptação Cinematográfica: Jorge Duran e Murilo Salles, a
partir do conto Alguma coisa urgentemente, de João Gilberto
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