Olhos Azuis

Antes de sua aposentadoria forçada, Marshall, chefe do Departamento de Imigração do Aeroporto JFK, detém, em seu último dia de trabalho, um grupo de latino-americanos, expondo-os a uma série de situações humilhantes e constrangedoras. Cego pelo seu próprio preconceito, o oficial acaba provocando a morte do brasileiro Nonato. Depois de algum tempo na prisão, Marshall, debilitado por uma grave doença e determinado a encontrar a filha de Nonato, vem ao Brasil a fim de purgar sua culpa. Nesta busca, o americano é guiado por Bia, uma jovem prostituta.
Ficha Técnica
Título original: Olhos Azuis
Gênero:
Duração: 105 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: José Joffily
Argumento: José Joffily, Jorge Duran, Paulo Halm
Roteiro: Paulo Halm, Melanie Dimantas
Produção: José Joffily, Heloísa Rezende
Produção executiva: Heloísa Rezende
Co-produção:
Música: Jaques Morelenbaum
Som: François Wolf
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de produção:
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino:
Edição: Pedro Bronz
Elenco
David Rasche
Cristina Lago
Irandhir Santos
Erica Gimpel
Frank Grillo
Valeria Lorca
Pablo Uranga
Branca Messina
Hector Bordoni
Everaldo Pontes
Zezita Matos
Fernando Teixeira
Pôsters
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Premiações
- Melhor Filme ficção, Melhor Roteiro, Melhor Ator Coadjuvante (Irandhir Santos), Melhor Atriz (Cristina Lago), Melhor Som, Melhor Montagem, no II Festival Paulínia de Cinema, 2009.
Curiosidades
- Selecionado para o Festival do Rio, na Mostra Première Brasil hors-concours.
- Participou do II Festival Paulínia de Cinema, 2009.
- José Joffily nasceu em 1945, em João Pessoa, Paraíba. Cineasta e Mestre em Comunicação pela UFRJ. Trabalhou durante 20 anos junto ao Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense, como professor adjunto. Foi presidente da Associação Brasileira de Cineastas em 2000. Em 1981 fundou a produtora Coevos Filmes, com a qual passou a produzir seus projetos audiovisuais. Entre seus trabalhos mais recentes estão a produção e direção do longa Olhos Azuis (2007) e a direção do documentário A Paixão Segundo Callado (2007), da Lumén Produções. Dirigiu também Achados e Perdidos (2006), Vocação do Poder (2005 ), em parceria com Eduardo Escorel, Dois Perdidos Numa Noite Suja (2002), ganhador dos prêmios de melhor montagem e melhor música no Festival de Gramado, O Chamado de Deus (2000), Quem Matou Pixote (1996), A Maldição de Sanpaku (1992) e Urubus e Papagaios (1986), seu longa de estréia. Fez ainda diversos curtas-metragens premiados e escreveu roteiros de longas, como O Sonho Não Acabou, Parahyba Mulher Macho e Avaeté, a Semente da Vingança, entre outros.