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O Pai do Povo

Depois da explosão de três bombas atômicas, a radioatividade provoca esterilidade em todos os homens da terra, com exceção de um, que dormia dentro de um cano de chumbo. Este “pai do povo” é convocado para dar continuidade a espécie humana.

Ficha Técnica

Título original: O Pai do Povo
Gênero: Comédia
Duração: 84 min.
Lançamento (Brasil): 1976
Distribuição: Cinema International Corporation
Direção: Jô Soares
Assistente de direção: Alfredo Zema
Roteiro: Jô Soares e Alfredo Zema
Argumentos: Jô Soares
Produção: Jô Soares
Pré-produção: Carlos Guimarães de Mattos Junior
Direção de produção: Luiz Carlos Lacerda
Assistente de produção: Luís Antônio, Gabriela Zug, Dilma Lóes e Márcio Machado
Co-produção: Cinema International Corporation e Jô Soares Produções
Música: Maestro Guino de Moraes e Jô Soares
Som: Riva
Fotografia: Leonardo Bartucci
Efeitos especiais: Geraldo José
Fotografia de cena: Vera Baumgarten
Desenho de produção: Clóvis Bueno
Edição: Vera Freire
Eletricista: Gelson
Maquinista: Marcos Rezende
Continuidade: Fernadno

Elenco

Jô Soares
Thereza Austregésilo
Augusto Olímpio
Glória Cristal
Geraldo Alves
Jayme Barcellos
Bibi Vogel
Gracindo Júnior
Gabriela Zug
Milton Carneiro
Carlos Eduardo Dolabella
Cyll Farney
Lydia Mattos
Agildo Ribeiro
Olívia Nogueira
Urbano Lóes
Paulo Gama
Ana Paula
Leda Arruda
Alfredo Zema
Geraldo José

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- É o único filme que Jô Soares dirigiu, além de assinar também o roteiro (em parceria) e interpretar diversos personagens, inclusive o protagonista, chamado O Magnífico Contreras, o ditador da Ilha da Silvéstria.

- "Andava de carro quando, um dia, pensei nos monopólios que o Brasil já tivera e havia perdido. Possuíamos o monopólio da borracha e aí a Holanda arranjou uma muda da planta e acabou com a nossa festa. Tínhamos o monopólio do café e o perdemos para a Colômbia. Surgiu, então, a idéia desse monopólio sui generis, que dá ao homem brasileiro a primazia sobre todos os machos do planeta." Jô soares conta como teve a idéia de fazer o filme.

- Para driblar a censura, Jô Soares situou sua ditadura bem longe do Brasil e até lhe deu um nome fictício. Não adiantou o filme teve vários cortes, não apenas de imagens, mas também de sons. Quando o filme chegou às salas, lançado no carnaval, para esvaziar ainda mais o público, muitas vezes os personagens abriam a boca e moviam os lábios sem que se ouvisse nenhuma fala.

- Lançado em 25 de novembro de 1976 nos cines Metro, Condor e Pax, entre outros (Rio de Janeiro).

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