A Pen�ltima Donzela
Tânia
17 anos, estudante, filha de família conservadora,
entrega-se a Pedrinho, seu namorado, na garçonnière
dele. Perde-se a virgindade, para o desespero dos pais, que
descobrem tudo através da prima de Tânia, Wanda.
Namora depois o fotógrafo de modas Oswaldo, mas a família
exige o casamento com Pedrinho. Tudo arranjado, na hora da
cerimonia aparece Oswaldo provando ter se casado com Tânia
no civil três dias antes.
Ficha T�cnica
Título Original: A Penúltima Donzela
Gênero: Comédia
Tempo de Dura��o: 95 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1969
Distribui��o: Ipanema Filmes
Dire��o: Fernando Amaral
Assistente de dire��o: Marcelo Albuquerque
e Elda Priani
Roteiro: Fernando Amaral, Paulo Pôrto, Jorge
Dória,
Paulo César Pereio
Argumento: Germana Delamare
Produ��o: Reginaldo Farias e Paulo Pôrto
Gerente de produ��o: Saul Lachtermacher
Assistente de produ��o: Francisco Nunes,
Joni Schloemer e Andre José Adler
Co-produ��o: Produções
Cinematográficas R. F. Farias e Paulo Porto Produções
Cinematográficas
M�sica: Egberto Gismonti
Som: Aloysio Vianna
Assistente de som: Francisco Nunes
Fotografia: José Rosa
Assistente de fotografia: Edson rosa
Câmara: José Rocha
Desenho de produ��o: Artur Jorge
Assistente de cenografia: Joni Scholoener
Figurino: Lúcia Regina
Edi��o: Rafael Justo Valverde
Assistente de edi��o: Luiz Tanin
Maquiagem: Vera Tarouquela
Continuidade: Andre José Adler
Cartaz: Ziraldo
Elenco
Adriana
Pietro (Tânia)
Paulo Pôrto (Oswaldo)
Carlo
Mossy (Pedro)
Djenane Machado (Wanda)
Ambrósio Fregolente (O Pai)
Ida Gomes (Mãe deWanda)
Beatriz Veiga (Mãe de Tânia)
Abel Pêra (tio de Tânia)
Henriqueta
Briedra (Tia de Tania)
Flávio
Migliaccio (Padre)
Fernando Torres (Poeta da Praia)
Olga Danitch
Maria Pompeu
Jacy Campos
Angelo Antonio
Pedro Camargo
André José Adler
Neila Tavares
Egberto Gismonti
Saul Lachtermacher
Uracy de Oliveira
Maria Helena
Ângela Bisnasuly
Sérgio Ramos
Premia��es
- Melhor Composi��o, Prêmio Coruja de
Ourom Instituto Nacional de Cinema, rio de janeiro, 1969.
Curiosidades
- Comédia assinalando a estréia no longa metragem
do diretor Fernando Amaral, que realizara em 1965 o curta
História de Praia, premiado no Festival de Bilbao.
- "Fernando Amaral merece aten��o pelo
esforço em driblar o arcabouço conformista da
produ��o. Mas, que não se perca no provável
sucesso de bilheteria que o filme obterá junto à
mais ingrata fac��o de público, e; aquela
contra que deveria dirigir sua artilharia.
Porque, do jeito que ficou, ele só atinge realmente
os extremos do puritanismo conservador, e de modo inùtilmente
radical. Resta, assim, chanchada grossa, às vezes desopilante,
mas de digestão rápida. (R.M)" Crítica
da época do lançamento do filme.