Querida Suzana

Sem sinopse
Ficha Técnica
Título original: Querida Suzana
Gênero: Comédia romântica
Duração:
Lançamento (Brasil): 1947
Direção: Alberto Pieralisi
Argumento: Alberto Pieralisi
Produção: Alípio e Eurides Ramos
Produtor Associado: Luiz Severiano Ribeiro Júnior
Co-produção: Cinelândia Filmes e Cinegráfica São Luiz
Música: Alberto Lazzoli
Canções: Ivone D. Ramos
Sonografia: Hélio Barrozo Netto
Assistente de Som: Tommy Olenewa
Fotografia: Antônio Gonçalves
Cenografia: Carlos Thiré
Montagem: Alberto Cruz
Coreografia: Yuco Lindberg
Elenco
Anselmo Duarte
Tônia Carrero
Silvino Neto
Madeleine Rosay
Nelson Vaz
Geny Moreira
Vera Braga
Nicete Bruno
Ivete Linhares
Marta Riessova
Edith Vasconcelos
Grijó Sobrinho
Marta Lopes
Lilian Fayna
Trigêmeos Vocalistas
Trio Guarás
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Comédia que exalta a beleza do Rio de Janeiro.
- Este é o primeiro filme da atriz carioca Tônia Carrero (1922 -), uma das grandes atrizes brasileiras e em atividade até hoje. O par romântico Anselmo-Tônia chegaria ao máximo de popularidade em Tico-tico no fubá, (1952), pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz.
- "Apesar de ser, juntamente com O Cavalo 13, o pior filme brasileiro de 1947, possibilitava o aparecimento de alguns artistas que se consagrariam para sempre, Anselmo Duarte, Tônia Carreiro, Nicete Bruno. A pretensa estória era ainda mais fragmentada que as chanchadas da Atlântida e Cinédia. De repente, Silvino Neto imita Getúlio Vargas. Ou cantavam. Ou dançavam. Foi também, a estréia não auspiciosa de Alberto Pieralisi, que logo depois deixaria obra considerável. Poucos sabem, mas os irmãos Alípio e Eurides Ramos, tidos como produtores, eram, na realidade, financiados por Luiz Severiano Ribeiro, o segundo homem mais odiado do Cinema Brasileiro, que também estreava, só que embuçado, no campo da produção. Pouco adiante se apossaria da Atlântida. Os tempos eram tão precários que até Caminhos do sul mereceu maiores considerações. Todos escreveram, pró e contra. Mais pró. A fotografia nos exteriores era muito boa e enchia os olhos. Os atores não tinham os maneirismos estratificados na chanchada e no melodrama. Pouco havia de direção e nada de argumento. Assim mesmo marcou época, e com alguma razão." - comentário do professor Máximo Barro.