Sinal Vermelho - As Fêmeas

O diretor-presidente de uma grande empresa de investimentos vê-se na iminência de perder sua invejável situação, uma vez que a firma está para encerrar suas atividades. Inconformado com a negra perspectiva, tenta roubar a própria firma. Para isso lança mão de profissionais do crime. O chefe da quadrilha, ex-criminoso de guerra, é homem sem escrúpulos e de longa experiência. Realiza, assim, um trabalho perfeito. Perpetrado o roubo, entra em ação um elemento que se manteve latente em cada um dos escroques: a cobiça.
Ficha Técnica
Título original: Sinal Vermelho - As Fêmeas
Gênero: Policial
Duração: 103min.
Lançamento (Brasil): 1972
Distribuição: Brasecran
Direção: Fauzi Mansur
Roteiro: Fauzi Mansur
Produção: J.D'Ávila
Co-produção: Davilart Produções Cinematográficas
Música: Waldomiro Lemcke
Canções: Dick Danello
Som: Júlio Perez Caballar
Fotografia: Cláudio Portioli
Câmera: Antônio Meliande
Cenografia: Arlindo X. Souza
Montagem: Fauzi Mansur
Elenco
Sérgio Hingst
Vera Fischer
David Cardoso
Marlene França
Ozualdo Candeias
Roberto Bolant
Francisco Negrão
Cecília Leme
Maria Viana
Walter Wanny
Enoque Batista
Claudette Joubert
Abdala Mansur
Jean Garrett
Dick Danello
Tuca
Pôsters
Premiações
- Melhor Fotografia (Cláudio Portioli) e Roteiro (Fauzi Mansur), Prêmio "Governador do Estado de São Paulo", SP, 1972
- Melhor Atriz Secundária (Vera Fischer), Diplomas de Mérito aos Melhores do Cinema, SP, 1972.
Curiosidades
- Estréia no cinema da catarinense Vera Fischer (1951- ), ex-Miss Brasil, mais gordinha e longe da excelente atriz que se transformou ao longo dos anos, em que pesem todos os escândalos que marcaram sua trajetória. Muito bela, carismática e sensual, é uma das grandes atrizes brasileiras. Em 2001/02, já com 50 anos de idade, está mais bela do que nunca na telenovela O Clone, pela TV Globo.
- Sinopse extendida:
O diretor-presidente de uma grande empresa de investimentos vê-se na iminência de perder sua invejável situação, uma vez que a firma está para encerrar suas atividades. Inconformado com a negra perspectiva, tenta roubar a própria firma. Para isso lança mão de profissionais do crime. O chefe da quadrilha, ex-criminoso de guerra, é homem sem escrúpulos e de longa experiência. Realiza, assim, um trabalho perfeito. Perpetrado o roubo, entra em ação um elemento que se manteve latente em cada um dos escroques: a cobiça. O produto do roubo é levado em seguida para uma bela mansão à beira de um lago. É nesse recanto tranqüilo que se reúnem os membros de um grupo heterogêneo, do qual fazem parte duas mulheres que passam por esposa e filha do diretor-presidente. Os homens estão munidos de revólveres e metralhadoras, as mulheres apelam para suas armas tradicionais, encanto e sexo, com as quais tentam subjugar os ladrões. De olho neles, à distância, está o autor intelectual da operação, construindo e destruindo um coquetel de sexo, medo, violência e expectativa.