Verde Vinho

Rio de Janeiro, véspera de Natal de 1980. Alfredo Morais, um garçom português, recebe a visita do cantor Octávio Lima, que lhe comunica sobre uma herança em Portugal. Motivado pelo interesse de Octávio, passa a recordar seus tempos de criança pobre e camponesa: o trabalho na terra, as pescarias, seus banhos de rio. Relata seu amor de adolescente por Mafalda, filha do proprietário da região, que já estava prometida em casamento a seu primo, tão rico quanto ela. Burlando as normas, porém, conseguiram se amar.
Ficha Técnica
Título original: Verde Vinho
Gênero: Drama
Duração: 91min.
Lançamento (Brasil): 1981
Distribuição: Haway Filmes
Direção: Manuel Gama
Roteiro: Manuel Gama
Produção: Alberto Elias
Produção executiva: José Manuel Coelho
Assistente de produção: Lucílio Narciso e Graciano Coutinho
Direção de Produção: Reinaldo Varela
Direção de produção:
Co-produção: Playtime Produções e Eliasom
Música: Remo Usai
Som: José Manuel Coelho
Fotografia: Valdemar Moura (Feição)
Câmera: Valdemar Moura (Feição)
Desenho de produção:
Direção de arte:
Figurino:
Edição: Reinaldo Varella e Manuel Gama
Montagem de Negativos: Josiane Machado
Eletricista: Davi Oliveira Simas e José M. Sarmento
Contra-regra: Spiridion Saliverus
Consultor de Cor: Agostinho C. Ribeiro
Elenco
Dionísio Azevedo
Paulo Alexandre
João Carlos Mota
Zezé Barros
Gui Abreu Lima
Zezito Martins
Arnaldo Weiss
Maria de Lourdes
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Outro título: Romance de um imigrante.
- Locações em Ilha da Madeira, Portugal.
- Sinopse extendida:
Rio de Janeiro, véspera de Natal de 1980. Alfredo Morais, um garçom português, recebe a visita do cantor Octávio Lima, que lhe comunica sobre uma herança em Portugal. Motivado pelo interesse de Octávio, passa a recordar seus tempos de criança pobre e camponesa: o trabalho na terra, as pescarias, seus banhos de rio. Relata seu amor de adolescente por Mafalda, filha do proprietário da região, que já estava prometida em casamento a seu primo, tão rico quanto ela. Burlando as normas, porém, conseguiram se amar. Octávio fala de sua vida na cidade: estudante em Coimbra e mulherengo, seu rápido sucesso na carreira artística, suas inúmeras viagens turísticas por Portugal e pela Ilha da Madeira, onde aprendeu a apreciar as tradições de um passado que sobreviveu no folclore. Alfredo volta a narrar sua história. Mafalda ficara grávida e seu pai ameaçara matar o desonrador da filha. Alfredo teve de fugir. Foi a Lisboa, onde, desolado, assistiu a um filme triste de Leitão de Barros e emigrou para o Brasil. Soube posteriormente que Mafalda morrera no parto, deixando-lhe um filho nunca visto, a quem ainda espera encontrar numa véspera de Natal. Despede-se de Octávio e ruma para o local que havia sido, anos antes, determinado pelo próprio filho para um encontro que não ocorrera. Lá chegando, Octávio revela ser seu filho. Abraçam-se e Alfredo decide retornar a Portugal com Octávio.
- Fonte do cartaz, Cinemateca.