Personalidades

Braz Chediak

  • Nome Completo:
  • Natural de: Três Corações, MG, Brasil
  • Nascimento: l.º de Junho de l942
  • Falecimento:
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Filmografia - Ator

1972 - Os Mansos
1963 - O Homem Que Roubou a Copa do Mundo

Filmografia - Diretor

1983 - Perdoa-me por Me Traíres
1981 - Álbum de Família
1981 - Bonitinha Mas Ordinária
1978 - O Grande Desbum...
1975 - O Roubo Das Calcinhas
1975 - Eu Dou O Que Ela Gosta
1974 - Banana Mecânica
1972 - Os Mansos
1971 - Dois Perdidos numa Noite Suja
1971 - As Confissões de Frei Abóbora
1970 - Navalha na Carne
1968 - Os Viciados

Prêmios

-

Curiosidades

- De vasta carreira no cinema, atuando em várias frentes, como diretor, ator, produtor roteirista, entre outras.

- Inicia sua carreira em 1962, no Rio de Janeiro, com a peça "O Auto Da Barca Do Inferno", de Gil Vicente, sob a direção de Paulo Afonso Grisoli, no teatro da BIBSA (Biblioteca Israelita Shalom Aleichem).

- No mesmo ano trabalha, ainda como ator, em "O Auto Do Galo", de Walmir Ayala, Direção de Cida Lacerda e no filme Homem Que Roubou A Copa Do Mundo, de Vitor Lima, ao lado de Grande Otelo, Ronald Golias, Renata Fronzi, etc.

- Neste mesmo ano viaja para a Itália, onde permanece l (um) ano estudando Direção e Montagem cinematográfica.

- Em 1963 volta ao Brasil como Assistente de Direção, e dirige os atores brasileiros, em 5 (cinco) episódios adaptados da obra de Robert Louis Stevenson e dirigidos por Giorgio Moser (Palma de Ouro em Cannes com o filme Continente Perdido) para a RAI-Televisão Italiana.

- Em 1964 escreve, em parceria com Renato Aragão, o Argumento e o Roteiro do filme Na Onda Do Yê Yê Yê, dirigido por Aurélio Teixeira e produzido por Jarbas Barbosa, que tem no elenco Renato Aragão, Dedé Santana, Valentina Godoi, Silvio César, Mário Lago, etc.

- Prepara a produção e trabalha como Assistente de Direção e Assistente de Montagem do mesmo filme.

- Escreve o argumento, o roteiro e trabalha como Assistente de Direção de Mineirinho, Vivo Ou Morto, dirigido por Aurélio Teixeira e produzido por Herbert Richers, com Jece Valadão, Leila Diniz, Milton Gonçalves, Osvaldo Loureiro, Milton Morais, Gracinda Freire, etc.

- Em 1965 escreve o Roteiro do filme Juventude E Ternura, original de Jorge Dória, produção de Jarbas Barbosa, direção de Aurélio Teixeira. Trabalha como Assistente de Produção, Assistente de Direção e Assistente de Montagem do mesmo filme que tem Vanderléia, Anselmo Duarte, Ênio Gonçalves, Jorge Dória, etc., no elenco.

- Já em 1966 roteiriza As Sete Faces De Um Cafajeste, de Hélio Block, e trabalha como Assistente de Direção e Assistente de Montagem no mesmo filme, dirigido por Jece Valadão e que tem no elenco Odete Lara, Jece Valadão, Norma Blum, Geórgia Quental, João Paulo Adour, Diana Azambuja, Adriana Prieto, etc.

- Roteiriza, em parceria com Mário Lago, A Lei Do Cão, filme dirigido por Jece Valadão.

- Ainda em 1966 escreve o Argumento e o Roteiro de Os Viciados. Dirige Documentários.

- Tambem em 1966 estréia na Direção com Os Viciados, Produção Magnus Filmes, que tem no elenco Cláudio Marzo, Darlene Glória, Mariza Urban, Jece Valadão, etc.

- Em 1967 roteiriza O Matador Profissional, filme dirigido por Jece Valadão. Realiza, em parceria com Almir Chediak, a trilha sonora de O Vale Do Canaã, cuja música tema é gravada em disco.

- Em 1968 roteiriza e dirige Navalha Na Carne, de Plínio Marcos, com Jece Valadão, Glauce Rocha e Emiliano Queiroz. O filme faz sucesso de crítica e público em todo o mundo, sendo considerado pelo jornal The New York Times como um dos mais importantes da década.

- Escreve o Roteiro e dirige os atores de Meu Pé De Laranja Lima, de José Mauro Vasconcelos, direção de Aurélio Teixeira. O filme se transforma no maior sucesso do cinema brasileiro de seu tempo.

- Em 1969 roteiriza e dirige Dois Perdidos Numa Noite Suja, original de Plínio Marcos, com Emiliano Queiroz e Nelson Xavier no elenco. O filme, junto com Navalha Na Carne, é considerado uma das melhores adaptações da obra de Plínio Marcos para o cinema.

- Em 1970 roteiriza e dirige As Confissões De Frei Abóbora, de José Mauro Vasconcelos, produção de Herbert Richers, com Tarcísio Meira, Norma Benguel, Nelson Xavier, Emiliano Queiroz, Osvaldo Loureiro, etc. no elenco. Neste filme Lia Torá faz sua última participação no cinema.

- Entre 1973 a 1978 dirige mais 5 (cinco) longa metragens e diversos documentários. Escreve roteiros e trabalha regularmente na SINCROFILMES. Tem música sua, em parceria com Almir Chediak, editada em livro da Lumiar Editora.

- Em 1979 roteiriza junto com Nelson Rodrigues, Doc Comparato e Gilvan Pereira Bonitinha, Mas Ordinária. Dirige o filme, produção SINCROCINE, tendo no elenco Vera Fisher, Lucélia Santos, José Wilker, Cláudia Ohana, Xuxa Lopes, Milton Moraes, etc. O filme é um grande sucesso de bilheteria.

- Em 1980 escreve e dirige para o SENAI a série didática "Direção defensiva", para implantação do curso com o mesmo nome em todo o Brasil.

- Escreve e dirige diversos filmes sobre Minas Gerais, entre eles O Santeiro De Nazareno, Passos De São Tomé, Os Profetas Do Aleijadinho, etc., que são exibidos em todo o território brasileiro.

- Em 1981 roteiriza, em parceria com Nelson Rodrigues, e dirige Album De Família, com Dina Sfat, Lucélia Santos, Rubens Corrêa, Marcus Alvisi, Carlos Gregório, Alba Valério, etc.

- Em 1983 roteiriza, junto com Nelson Rodrigues filho, Jofre Rodrigues e Gilvan Pereira, Perdoa-Me Por Me Traíres.

- Em 1984 dirige Perdoa-Me Por Me Traíres, com Vera Fisher, Nuno Leal Maia, Jorge Dória, Ângela Leal, Lídia Brondi, Rubens Corrêa, Vanda Lacerda, Sadi Cabral, Henriette Morineau, etc. O filme é sucesso em todo o território brasileiro.

- Em 1985 dirige documentários para o SENAI (nova série de Direção Defensiva).

- Em 1986 Participa do roteiro e da direção em Tanga - Deu No New York Time, filme dirigido por Henfil.

- De 1986 a l998 publica crônicas no caderno SUL do jornal O Estado De Minas. Participa, como membro do júri, do Festival de Música de Boa Esperança.

- Em 1999 adapta, junto com Nelson Rodrigues filho, contos de "A Vida Como ela É", para o Teatro.

- Em 2000 a peça, que tem o título "Momentos - Beijos De Nelson Rodrigues", é levada ao palco com Cláudio Marzo, Beth Mendes, Sandra Barsotti, Furlanetto, etc., fica 9 (nove) meses em cartaz no Rio de Janeiro e percorre várias capitais do país.

- Em 2001 compõe, em parceria com Yassír Chediak, seu filho que é violeiro, cantor, compositor e produtor, a música "Canção Da Despedida", gravada no CD "Estradas".

- Em 2002 adapta, com Nelson Rodrigues Filho, o conto "O Segundo Marido", de Nelson Rodrigues, para a TV.

- Inicia as aulas do 1º Curso de Arte Dramática, em Três Corações, formando a Trupe Do Botequim, com a qual realiza o vídeo O Beijo, adaptação de um conto de Nelson Rodrigues em parceria com Nelson Rodrigues Filho.

- 2002 participa do livro Leila Diniz, editado pelo Centro Cultural Banco Do Brasil e lançado nacionalmente na "Mostra Leila Diniz", tendo como curadores Eugênio Puppo e Daniel Brandão.

- Dirige a peça "Pluft, O Fantasminha", de Maria Clara Machado, com a Trupe Do Botequim que é encenada em Três Corações, alcançando grande sucesso.

- Adapta para o teatro, em parceria com Nelson Rodrigues Filho, "Momentos: O Futebol E Nelson Rodrigues", que é apresentado no Teatro Glaucio Gil, no Rio de Janeiro, e em diversas cidades brasileiras.

- Funda o PEDALARTE, projeto, em parceria com a Prefeitura Municipal, que ensina arte dramática, interpretação de textos, expressão corporal, dicção, português e inglês para 30 (trinta) crianças carentes de Três Corações.

- Em Monta o espetáculo "Pluft, O Fantasminha", interpretado pelas crianças do Pedalarte, que tem repercussão nacional.

- Escreve artigos para o site www.violacaipira.com.br

- Escreve crônicas para o Jornal 3 e para a Rádio Tropical.

- Em 2004 prepara a peça "O Auto Da Compadecida", de Ariano Suassuna, que será interpretada pelas crianças do Projeto Pedalarte e fará excursão pelo interior do Brasil. A peça "O Auto Da Compadecida" é apresentada com sucesso.

- "Momentos: Futebol Paixão", de sua autoria em parceria com Nelson Rodrigues Filho, patrocinada pela Caixa Econômica Federal, é apresentada no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro, obtendo grande sucesso.

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