Em Três Atos
26 set 2015
Quando uma intelectual de 80 anos é confrontada com questões da velhice e da morte, ela se vê 30 anos antes enfrentando a morte de sua mãe. O filme, Em Três Atos, contrapõe dança contemporânea, através de uma bailarina de 85 anos e uma jovem bailarina em seu auge, com diálogos inspirados nos escritos de Simone de Beauvoir sobre a velhice e a morte. Revela-se a crueza de um corpo velho, e a diferença entre a experiência de perder alguém para a morte e o medo de morrer. Um filme sobre o ciclo da vida.
Ficha Técnica
Título original: Em Três Atos
Gênero: Drama
Duração: 76 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Lucia Murat
Assistente de direção: Lucas Canavarro, Leonardo Bittencourt
Roteiro: Lucia Murat
Produção: Lucia Murat, Milena Poylo, Gilles Sacuto, Celine Loiseau
Direção de produção: Martha Ferraris
Assistente de produção: Daniela Rosa, Paula Tedrus, Pedro Azevedoe Wallace Martins
Co-produção: TS Productions
Música: Sacha Amback
Som: Simone Petrillo
Som direto: Jose Moreau Louzeiro
Fotografia: Dudu Miranda
Câmera: Leonardo Bittencourt, Fernando Young
Direção de Arte: Cedric Aveline
Figurino: Inês Salgado, João Saldanha
Edição: Mair Tavares e Marih Oliveira
Assistente de Montagem: Lucas Cesario
Maquiagem: Rose Verçosa
Maquinista: Boião, Leonardo Elisiaria
Eletricista: Joe, Edinho Alves
Elenco
Maria Alice Poppe (bailarina)
Angel Vianna (bailarina)
Nathalia Timberg (intelectual)
Andréa Beltrão (intelectual jovem)
Ivonete Carneiro (rosto de mulher 1)
Neusa Faria (rosto de mulher 2)
Luzinete Maria do Santana (rosto de mulher 3)
Berenice Xavier (rosto de mulher 4)
Altayr Farias de Lima (palhaço Cocada)
Fernando Otero (pintor)
Helena de Lima (cantora)
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- Baseado em textos são livremente inspirados em entrevistas da autora, de Simone de Beauvoir, nos livros “A velhice” e “Uma morte muito doce”, em que a escritora escreveu sobre a morte da mãe e no espetáculo “Qualquer coisa a gente muda”
- A dança, coreografada por João Saldanha, é ao mesmo tempo uma homenagem a Angel Vianna, um ícone da dança contemporânea brasileira, que participou do filme aos 85 anos.
- A diretora de Em Três Atos, Lucia Murat, nasceu em 1945, no Rio de Janeiro. Seu primeiro longa, Que bom te ver viva (1988), ganhou melhor filme do júri, público e crítica em Brasília. Fez ainda Doces poderes (1996, Sundance e Berlim); Brava gente brasileira (2000); Quase dois irmãos (2004), melhor direção no Festival do Rio; Maré, nossa história de amor (2007); Uma longa viagem (2011), premiado em Gramado; A memória que me contam (2013); e A nação que não esperou por Deus (2015)
Fotos
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