Cangaceiros do Vale da Morte
18 nov 20101938. Acampados em Angico, o cangaceiro Lampião e seus homens sofrem um feroz ataque das volantes policiais. Anjo, D’Uman, Terto e o garoto Zé conseguem escapar do massacre e partem para a Serra do Malassombro, decididos a encontrar o tesouro do famoso cangaceiro. Famintos, e depois de desistirem do ataque a um vilarejo cuja população está em procissão, invadem uma fazenda.
Ficha Técnica
Título original: Cangaceiros do Vale da Morte
Gênero: Aventura
Duração: 82min.
Lançamento (Brasil): 1978
Distribuição: Exibifilmes
Direção: Apollo Monteiro
Assistente de Direção: Francisco Monteiro
Roteiro: Apollo Monteiro
Co-produção: Difibra
Música: José Lopes
Canções: José Lopes
Sonografia: Orlando Macedo
Fotografia: Guglielmo Lombardi
Câmera: Guglielmo Lombardi
Assistente de câmera: Touro
Cenografia: Apollo Monteiro
Montagem: Edward Freund
Elenco
Maurício do Valle
Alfredo Scarlatti
Agnaldo Baptista
Carlos Augusto
Cymar Nunes
Bianchina della Costa
Conjunto Coruja e seus Tangarás
Premiações
-
Curiosidades
- Filmado em 1971, este filme teve vários problemas de produção, sendo montado apenas em 1977 e tinha o título inicial de A Botija na Serra do Malassombro.
- Sinopse extendida:
1938. Acampados em Angico, o cangaceiro Lampião e seus homens sofrem um feroz ataque das volantes policiais. Anjo, D’Uman, Terto e o garoto Zé conseguem escapar do massacre e partem para a Serra do Malassombro, decididos a encontrar o tesouro do famoso cangaceiro. Famintos, e depois de desistirem do ataque a um vilarejo cuja população está em procissão, invadem uma fazenda. Alimentam-se e descansam, sem se darem conta de que o fazendeiro, que a princípio mostrou-se cooperativo, escapou para chamar a polícia. Atacados, eles conseguem fugir, com Anjo gravemente ferido. Terto decide deixar o cangaço e retomar sua ocupação anterior de vendedor de passarinhos, enquanto os três restantes continuam em direção à terra. Lá chegando, encontram e desenterram duas botijas que contêm o espólio de Lampião. Pegando algum dinheiro, D’Uman vai à cidade mais próxima a fim de comprar mantimentos e remédios para tratar de Anjo. Durante sua ausência, Anjo, alucinado pela dor, imagina que D’Uman quer matá-lo para ficar com o tesouro e convence Zé a esconder as botijas. Ao chegar com duas mulas carregadas, D’Uman é atacado por Anjo e, da briga, ambos saem mortos. Zé apanha as botijas e parte no entanto, as mulas se desgarram e ele se vê só. Bebe o vinho trazido por D’Uman, sem saber que o vendeiro tinha reconhecido o cangaceiro e lhe dado vinho envenenado. Na caatinga deserta, Zé morre.
Outras Noticias
1 out 2015
Conheça curtas na programação competitiva do Entretodos 8
28 set 2015
XI Panorama Internacional Coisa de Cinema revela curtas
28 set 2015
Entretodos, Festival de Curtas de Direitos Humanos chega em outubro
23 set 2015
Big Jato de Cláudio Assis é vencedor do Festival de Brasília
22 set 2015
Festival Animaldiçoados chega em São Paulo

Você precisa fazer log in para comentar.