Author Archives: Leo Faria

Conheça curtas na programação competitiva do Entretodos 8

De 05 a 09 de outubro acontece a 8° edição do Entretodos – Festival de Curtas de Direitos Humano. O evento contará com 76 pontos de exibição, que abrangem todas as regiões da cidade de São Paulo. Serão mais de 300 exibições em CEUs, Escolas Municipais, CCSP, CineOlido, Matilha, entre outros. TUDO COM ENTRADA GRATUITA.

Um dos festivais mais democráticos da cidade, exibirá na “Mostra Competitiva” 28 curtas, sendo 14 nacionais e 14 internacionais de países como Senegal, Alemanha, Singapura, França, Reino Unido, Irã, França, Iraque, Ucrânia, entre outros. Nesta edição, o Júri é formado por João Whitaker (FAU-USP), Letícia Santinon (CCSP), Mariana Coelho (SPCine) e os cineastas Francisco César Filho, Matias Mariani, Renato Barbieri ,Tata Amaral entre outros

Confira os curtas selecionados no Entretodos 8 – Festival de Curtas de Direitos Humano

Arianas1 (1)

Programa 1- Diversidades:

“SUBMARINO” de Rafael Aidar / 20`- Brasil (2014)
Dois anos após a morte de seu companheiro, Olavo vive isolado aos 85 anos. Na solidão do luto ele se aventura pelo mundo virtual.

“ARIANAS” de Hylnara Anny e Vidal Oliveira/ 15’ – Brasil (2014)
Construção, na imensidão da vida.

Programa 2 – Distâncias:

dorsal - image 05“DORSAL” de Carlos Segundo e Cristiano Barbosa/ 25’ – Brazil, Reino Unido (2015)
Entre continentes pulsa um oceano de histórias. Memórias conservadas no sal de uma distância atlântica.

“E O AMOR FOI SE TORNANDO CADA VEZ MAIS DISTANTE” de Alexsander de Moraes/ 9’ – Brasil (2014)
A história de Mônica, que se tornou cega aos 21 anos, e como ela percebeu que estava perdendo a visão.

“A BONECA E O SILÊNCIO” de Carol Rodrigues / 19’ – Brasil (2015)
Marcela toma uma decisão…

Programa 3 – Olhares:

“BEATITUDE” de Délio Freire/ 15’ – Brasil (2015)
Releitura do mito de Anastácia, a escrava divinizada pela cultura afro-brasileira.

“DISRUPTION” (Rompimento) de Felipe Frozza e UFlämig / 5’ – Brasil /Alemanha (2015)
As dificuldades de uma dançarina em frente ao muro entre Israel e Palestina.

“DEJÃ VU” de Bruno Autran – 3’ – Brasil / Argentina (2015)
Um poema visual e sonora sobre um homem e o tempo. Um homem no tempo. O tempo a partir do homem.

“JOSÉ BEZERRA” de Pedro Medeiros – 15’ – Brasil (2015)
Bezerra, é o relato poético em forma de imagem e movimento da pessoa por trás das lentes e da relação entre fotografo e o seu motivo.

“O FIM É O COMEÇO” de Agner Rebouças, Bruno Pere, Rodrigo EBA!, OTA, Thiago Vaz/ 5’ – Brasil (2015)
Em meio à luta por espaço entre diferentes tipos de arte urbana, personagem de graffiti percorre seu caminho até se ver em um museu.

Programa 4 – Dualidades:

“PAIXÃO NACIONAL” de Jandir Santin – 16’ – Brasil (2015)
Café, 17 anos, morador da periferia de Curitiba, encontrou o celular de Lina, 17 anos, que veio da Alemanha pra ver a Copa, e agora eles irão se encontrar.

“MANCHA DE SANGUE NO PORCELANATO” de Fernanda Sales Rocha /16’ – Brasil (2015)
Uma reunião de condomínio discute um acidente ocorrido com o filho de uma das famílias de residentes.

“UM DIA” de Ângelo Defanti / 20’ – Brasil (2015)
Marcelo vive um dia nublado no Rio de Janeiro.

Programa 5 – Extremos:

“ENQUANTO O SANGUE COLORIA A NOITE, EU OLHAVA AS ESTRELAS” de Felipe Arrojo Poroger / 15’ – Brasil (2015)
Na sala, o coronel vegeta. Na escola, o seu filho mais novo é atormentado por outros alunos. Enquanto isso, o mais velho apenas observa, calado, a falência dos homens.

“COLONIA PENAL” de Marco Escrivão/ 10’ – Brasil (2015)
Livro adaptado da obra de Franz Kafka Inspirado na história recente e presente.

“MENINO DO DENTE DE OURO” de Rodrigo Sena/ 15’ – Brasil (2014)
Na ida para o colégio, Wesley, 12 anos, acaba se envolvendo em uma trama perigosa e lucrativa.

“MC DON’T” (MC Não) de Louis Mota/ 5’ – Brasil (2014)
O cotidiano de uma rede de fast-food. Funcionários são treinados e submetidos a procedimentos, ações pseudo-motivacionais e métricas, em detrimento das relações humanas.

Serviço:
ENTRETODOS 8 - Festival de curtas de Direitos Humanos
Quando: 05 a 09 de outubro
Onde: 78 pontos de exibição nas 5 regiões da cidade de São Paulo
Entrada Gratuita
Mais informações: www.entretodos.com.br

XI Panorama Internacional Coisa de Cinema revela curtas

Foto O Homem que Virou Armario  - Divulgação netConheca os curta-metragens selecionados para o XI Panorama Internacional Coisa de Cinema. Produções da Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo e uma coprodução Brasil/Alemanha integram a lista dos 16 filmes selecionados para a Competitiva Nacional de Curtas do XI Panorama Internacional Coisa de Cinema.

Documentários, ficções e filmes experimentais compõem a mostra que será exibida no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha e no Cine Theatro Cachoeirano (Cachoeira) entre os dias 28 de outubro e 04 de novembro.

Os curtas serão exibidos em dupla, sempre acompanhados de um longa nacional em competição e seguidos de debate com os diretores e outros integrantes da equipe. Em Salvador, os ingressos serão vendidos a preços populares, enquanto em Cachoeira as sessões serão gratuitas.

Realização da produtora Coisa de Cinema em parceria com o Cineclube Mário Gusmão, projeto de pesquisa e extensão da UFRB, o Panorama conta com o patrocínio da Petrobras e do Governo do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura.

Confira filmes selecionados:

  • - A Festa e os Cães (CE), de Leonardo Mouramateus
  • - À Parte do Inferno (SP), de Raul Lemos Arthuso
  • - Em Paz (RJ), de Clara Linhart
  • - Feio, Velho e Ruim (BA), de Marcus Curvelo
  • - Fuja dos Meus Olhos (Brasil/Alemanha), de Felipe Bragança
  • - História de uma Pena (CE), de Leonardo Mouramateus
  • - Ifá (BA), de Leonardo França
  • - Mar de Fogo (RJ), de Joel Pizzini
  • - Meio Fio (DF), de Denise Vieira
  • - Muros (BA), de Fabricio Ramos e Camele Queiroz
  • - O Homem que Virou Armário (CE), de Marcelo Ikeda
  • - Outubro Acabou (RJ), de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
  • - Quintal (MG), de André Novais Oliveira
  • - Rapsódia para o Homem Negro (MG), de Gabriel Martins
  • - Tarântula (PR), de Aly Muritiba e Marja Calafange
  • - Virgindade (PE), de Chico Lacerda

Entretodos, Festival de Curtas de Direitos Humanos chega em outubro

Arianas1 (1)Com o tema “Cidade Educadora”, a 8° edição do Entretodos – Festival de Curtas de Direitos Humanos acontece de 05 a 09 de outubro em 76 pontos de exibição como centros culturais, salas de cinema, cineclubes, CEUs, escolas municipais, praças e parques que abrangem todas as regiões da cidade de São Paulo. Serão mais de 300 exibições. TUDO COM ENTRADA GRATUITA

Na “Mostra Competitiva” o Entretodos 8 exibirá 28 curtas, sendo 14 nacionais e 14 internacionais de países como Senegal, Alemanha, Singapura, França, Reino Unido, Irã, França, Iraque, Ucrânia, entre outros. O festival tem o objetivo de promover o cinema independente, valorizando o audiovisual como ferramenta de formação de educadores e o aproximando da população.

Os curtas estão divididos nos programas temáticos: “Vozes Urbanas”, “Possibilidades”, “Na lata”, “Incêndios” e “Visão de dentro”. Com curadoria de Manuela Sobral e Jorge Grinspum, a oitava edição do Festival, ainda contará com uma Mostra Infantil e outra Juvenil.

A condição feminina e o debate sobre aborto são temas de destaque na programação deste ano, segundo a curadora Manuela Sobral. “Há também mais diretoras mulheres competindo nesta edição do festival. Outro ponto que chamou atenção foi a grande participação de filmes internacionais – a maior em todas as oito edições do Entretodos”, observa.

Os curtas premiados pelo Júri Oficial irão juntar-se ao vencedor do Melhor Curta-Metragem escolhido pelo voto popular. O valor das premiações chega a R$ 7 mil. Nesta edição, o Júri é formado por Cláudia Mogadouro (ECA-USP), João Whitaker (FAU-USP), Letícia Santinon (CCSP), Mariana Coelho (SPCine) e os cineastas Francisco César Filho, Jurandir Müller, Matias Mariani, Renato Barbieri e Tata Amaral.

O Festival também contará com alguns eventos paralelos. No dia 06/10 às 14h a Fundação Gol de Letra receberá para um bate-papo a diretora Carol Rodrigues do curta “A boneca e o silêncio”. Já no dia 07/10 o diretor e roteirista Rafael Aidar do curta “Submarino” marcará presença no Instituto Criar junto com a Psicóloga e Pesquisadora da Interface Ser Humano, Andréa Jotta. Ainda no dia 07/10 às 19h, a Fundação Tide Setubal recebe Louis Mota, diretor de “Mc Don’t”.

A programação completa do EntreTodos estará disponível no site www.entretodos.com.br e a fanpage do Festival pode ser acessada no endereço www.facebook.com/entretodos.

Serviço:
ENTRETODOS 8 - Festival de curtas de Direitos Humanos
Quando: 05 a 09 de outubro
Onde: 78 pontos de exibição nas 5 regiões da cidade de São Paulo
Entrada Gratuita
Mais informações: www.entretodos.com.br

Boi Neon

Boi NeonBoi Neon acontece nos bastidores de uma Vaquejada, Iremar prepara o boi para entrar na arena, onde, puxado pelo rabo, será derrubado no chão. Enquanto limpa os rabos dos bois no curral, Iremar cultiva seu desejo de ser estilista e trabalhar na indústria da confecção de roupas.

Movido pelas transformações econômicas aceleradas da região, o filme, Boi Neon, narra de forma sensorial e impactante a dimensão corpórea de homens e animais em meio ao universo surreal do agronegócio.

Ficha Técnica

Título original: Boi Neon
Gênero: Drama
Duração: 104 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Gabriel Mascaro
Assistente de direção: Marcelo Caetano
Roteiro: Gabriel Mascaro
Produção: Rachel Ellis, Sandino Saravia, Marleen Slot
Produtor executivo: Rachel Ellis, Sandino Saravia, Marleen Slot
Direção de produção: Livia de Melo
Produtor Associado: Tiago Melo
Co-produção: Desvia Produções Artísticas e Audiovisuais, Canal Brasil, Malbicho Cine, Viking Films
Música: Otávio Santos, Cláudio N , Carlos Montenegro
Som: Mauricio d’Orey
Som direto: Fabian Oliver
Fotografia: Diego Garcia
Direção de Arte: Maíra Mesquita
Figurino: Flora Rebollo
Edição: Fernando Epstein, Eduardo Serrano

Elenco

Juliano Cazarré
Aline Santana
Carlos Pessoa
Maeve Jinkings
Vinicius de Oliveira
Josinaldo Alves
Samya de Lavor

Pôsters

Boi Neon

Premiações

- Menção Honrosa para Boi Neon no Festival de Toronto 2015

- Prêmio Especial do Júri ao filme Boi Neon no Concurso Orizzonti no 72º Festival de Cinema de Veneza, 2015.

Curiosidades

- Marcelo Gomes, Cesar Turim e Daniel Bandeira colaboraram de Roteiro de Boi Neon.

Fotos

Beira-Mar

Beira-MarMartin e Tomaz passam um fim de semana imersos em um universo próprio. Alternando entre distrações corriqueiras e reflexões sobre suas vidas e sua amizade, os garotos se abrigam em uma casa de vidro, à beira de um mar frio e revolto.

Ficha Técnica

Título original: Beira-Mar
Gênero: Drama
Duração: 84 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
Assistente de direção: Richard Tavares
Roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
Produtor executivo: Filipe Matzembacher, Marcio Reolon
Direção de produção: Fernando Hart
Assistente de produção: Ariel Arthur e Ângelo Borsa
Co-produção: Avante Filmes
Música: Felipe Puperi
Som: Tiago Bello
Som direto: Tomaz V. Borges
Fotografia: João Gabriel de Queiroz
Assistente de câmera: Filipe Rossato e Giordano Toldo
Direção de Arte: Manuela Falcão
Figurino:
Edição: Bruno Carboni e Germano de Oliveira
Maquiagem: Bianca Prunes

Elenco

Maurício José Barcellos
Mateus Almada
Elisa Brites
Fernando Hart
Irene Brietzke
Francisco Gick
Luísa Moser
Danuta Zagueto
Maitê Felistoffa
Ariel Arthur

Pôsters

Beira-Mar

Premiações

- 30º Festival de Cine en Guadalajara – Premio Maguey, Special Mention

Curiosidades

Fotos

Beira-Mar - foto

A Morte de J.P.Cuenca

A Morte de J.P.CuencaBaseado em fatos reais, “A morte de J.P. Cuenca” conta uma história de mistério envolvendo o autor e um duplo anônino que, morto em 2008, utilizava o nome e a identidade do escritor antes de ser encontrado sem vida num edifício ocupado no Centro do Rio de Janeiro. Se na fição e nas páginas policiais do jornal, é um clichê que fugitivos roubem a identidade de mortos para começar uma nova vida, o que temos aqui é o caso oposto: alguém que rouba a identidade de uma pessoa viva para morrer. Num tempo em que o Rio de Janeiro passa por uma série de mudanças urbanas, essa não é apenas a história de um personagem que se vê puxado para o submundo da sua cidade, mas de um casal que vivia num edifício ocupado na Rua da Relação, no bairro histórico e boêmio da Lapa, e que é atropelado pela tragédia. Finalmente, é uma história de uma investigação policial e cinematográfica - a procura por respostas numa cidade conhecida por não oferecê-las.

Ficha Técnica

Título original: A Morte de J.P.Cuenca
Gênero: Drama, Semi-documentário
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: João Paulo Cuenca
Roteiro: João Paulo Cuenca
Produção: Marina Meliande e Felipe Bragança
Produtor executivo:
Direção de produção:
Assistente de produção:
Co-produção: Duas Mariolas Filmes
Música: Daniel Limaverde
Fotografia: Pedro Urano
Direção de Arte: Mariana Januzzi
Figurino:
Edição: Marina Meliande

Elenco

João Paulo Cuenca
Ana Flavia
Cavalcanti

Pôsters

Premiações

- O projeto ganhou o Edital de Produção da Rio Filme em agosto de 2013.

Curiosidades

- Baseado em fatos reai.

- A morte de J.P. Cuenca participou do participou do TorinoFilmLab em 2014 e do primeiro Bienalle College do Festival de Veneza.

- As filmagens de A morte de J.P. Cuenca começaram em Abril de 2014 no Rio de Janeiro.

- O diretor de A morte de J.P. Cuenca, João Paulo Cuenca, nasceu em 1978, no Rio de Janeiro. É autor de quatro romances e de uma antologia de crônicas. Nos últimos anos escreveu para teatro, cinema e TV, como a série Nada tenho de meu (2012). Seus livros já foram traduzidos para oito idiomas. A morte de J. P. Cuenca, desenvolvido com o suporte da Biennale College Cinema, do Festival de Veneza, é seu primeiro longa-metragem.

Fotos

A Floresta Que Se Move

A Floresta Que Se MoveEm A Floresta Que Se Move, Elias é um bem sucedido executivo que trabalha no segundo maior banco privado do Brasil. Um dia, Elias encontra uma mulher misteriosa que se diz capaz de prever seu futuro e diz que ele se tornará vicepresidente naquele mesmo dia e que, no dia seguinte, ele se tornará presidente do Banco.
A roda da fortuna é fatalmente ativada e uma sequência de assassinatos é perpetrada por Elias e sua esposa Clara, deixando um rastro de sangue em seu caminho para o poder e tornando-os algozes e vítimas de seus próprios destinos.

Ficha Técnica

Título original: A Floresta Que Se Move
Gênero: Suspense
Duração: 99 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Vinicius Coimbra
Roteiro: Vinicius Coimbra, Manuela Dias
Produção: Elisa Tolomelli
Produtor executivo: Thais Mello e Mariana Secco
Produtor Associado: Guel Arraes
Co-produção: Globo Filmes, E.H Filmes, Orkhestra Filmes, Tele Cine, Salado, CiaRio, Afinal Filmes
Música: Sacha Amback
Fotografia: Pablo Baião
Direção de Arte: Walter Brunialti
Figurino: Rosane Gonçalves
Edição: Vinicius Coimbra

Elenco

Gabriel Braga Nunes
Ana Paula Arósio
Nelson Xavier
Angelo Antonio
Nando Alves Pinto
Rui Ricardo Diaz
Tatsu Carvalho
Miriam Freeland
Fernando Alves Pinto
Juliana Carneiro da Cunha
Emiliano Queiroz

Pôsters

A Floresta Que Se Move

Premiações

Curiosidades

- O Diretor de A Floresta Que Se Move, Vinicius Coimbra, foi formado em propaganda e marketing pela ESPM/SP, possui diversas oficinas de roteiro, direção e interpretação, e já dirigiu telenovelas, minisséries e filmes publicitários. Em 2013, recebeu o Emmy Award de melhor telenovela por Lado a lado, da TV Globo. Seu primeiro longa-metragem, A Hora e A Vez de Augusto Matraga, recebeu cinco prêmios no Festival do Rio 2011. ​

- Juliana Carneiro da Cunha é a bordadeira vidente da história. A atriz e bailarina brasileira é conhecida, no cinema, por seu papel no filme Lavoura Arcaica (2001), pelo qual ganhou seis prêmios, entre eles o Candango de melhor atriz coadjuvante no Festival de Brasília.

- Emiliano Queiroz é Angenor. O ator cearense já atuou em mais de cinquenta novelas e minisséries, como: “A Moreninha”, “Hilda Furacão”, “Selva de Pedra”, “Alma Gêmea” e “O Bem Amado” – na qual interpretou o inesquecível Dirceu Borboleta. No teatro, imortalizou personagens como a travesti Geni, do espetáculo “Ópera do Malandro” de Chico Buarque, e Tonho, da peça “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de Plínio Marcos. No cinema, Emiliano Queiroz participou de 51 filmes e foi co-roteirista de cinco.

- Tatsu Carvalho é Tadeu. O ator estudou interpretação na Lee Strasberg Theatre and Film Institute, em Nova Iorque, onde também lecionou. A experiência internacional e sua formação em Publicidade e Marketing permitiu que o ator também tivesse vivência na indústria da música, em produção teatral e como DJ. Este ano, entrou em cartaz nos cinemas com o filme A Esperança é a Última que Morre.

- A Floresta que se Move teve sua pré-estreia internacional no 39th Montreal World Film Festival, 2015.

- Miriam Freeland é Lucia. A atriz começou a carreira aos 12 anos no teatro Tablado e desde então vem recebendo elogios da crítica e do público. No cinema, participou de Mão na Luva e de Cine Holliúdy, vencedor do prêmio de Melhor Comédia, no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

- Rui Ricardo Diaz é o delegado Borges. O ator ficou conhecido por interpretar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos 18 aos 35 anos de idade, no filme Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto.

- Fernando Alves Pinto esteve recentemente no ar com a novela Sete Vidas. Mais conhecido por suas participações em peças de teatro e em cinema, fez parte do elenco dos longas Nosso Lar, Lula, o filho do Brasil e Terra Estrangeira, entre outros.

- Ângelo Antônio foi vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Prêmio APCA. Começou sua carreira 1986, no Teatro e teve sua estreia na televisão em 1990, com a novela Pantanal. No cinema, se destacou em papeis principais nos filmes 2 filhos de Francisco e Chico Xavier.

- Gabriel Braga Nunes nasceu em São Paulo, filho da atriz Regina Braga e do diretor Celso Nunes. Estudou artes cênicas na Unicamp e começou sua carreira na televisão em 1996, na novela Razão de Viver. No cinema, participou de produções como O Homem do Futuro, Anita & Garibaldi, A Dona da História e Carandiru, Outras Histórias.

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Fotos

Em Três Atos

Em Três AtosQuando uma intelectual de 80 anos é confrontada com questões da velhice e da morte, ela se vê 30 anos antes enfrentando a morte de sua mãe. O filme, Em Três Atos, contrapõe dança contemporânea, através de uma bailarina de 85 anos e uma jovem bailarina em seu auge, com diálogos inspirados nos escritos de Simone de Beauvoir sobre a velhice e a morte. Revela-se a crueza de um corpo velho, e a diferença entre a experiência de perder alguém para a morte e o medo de morrer. Um filme sobre o ciclo da vida.​

Ficha Técnica

Título original: Em Três Atos
Gênero: Drama
Duração: 76 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Lucia Murat
Assistente de direção: Lucas Canavarro, Leonardo Bittencourt
Roteiro: Lucia Murat
Produção: Lucia Murat, Milena Poylo, Gilles Sacuto, Celine Loiseau
Direção de produção: Martha Ferraris
Assistente de produção: Daniela Rosa, Paula Tedrus, Pedro Azevedoe Wallace Martins
Co-produção: TS Productions
Música: Sacha Amback
Som: Simone Petrillo
Som direto: Jose Moreau Louzeiro
Fotografia: Dudu Miranda
Câmera: Leonardo Bittencourt, Fernando Young
Direção de Arte: Cedric Aveline
Figurino: Inês Salgado, João Saldanha
Edição: Mair Tavares e Marih Oliveira
Assistente de Montagem: Lucas Cesario
Maquiagem: Rose Verçosa
Maquinista: Boião, Leonardo Elisiaria
Eletricista: Joe, Edinho Alves

Elenco

Maria Alice Poppe (bailarina)
Angel Vianna (bailarina)
Nathalia Timberg (intelectual)
Andréa Beltrão (intelectual jovem)
Ivonete Carneiro (rosto de mulher 1)
Neusa Faria (rosto de mulher 2)
Luzinete Maria do Santana (rosto de mulher 3)
Berenice Xavier (rosto de mulher 4)
Altayr Farias de Lima (palhaço Cocada)
Fernando Otero (pintor)
Helena de Lima (cantora)

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Baseado em textos são livremente inspirados em entrevistas da autora, de Simone de Beauvoir, nos livros “A velhice” e “Uma morte muito doce”, em que a escritora escreveu sobre a morte da mãe e no espetáculo “Qualquer coisa a gente muda”

- A dança, coreografada por João Saldanha, é ao mesmo tempo uma homenagem a Angel Vianna, um ícone da dança contemporânea brasileira, que participou do filme aos 85 anos.

- A diretora de Em Três Atos, Lucia Murat, nasceu em 1945, no Rio de Janeiro. Seu primeiro longa, Que bom te ver viva (1988), ganhou melhor filme do júri, público e crítica em Brasília. Fez ainda Doces poderes (1996, Sundance e Berlim); Brava gente brasileira (2000); Quase dois irmãos (2004), melhor direção no Festival do Rio; Maré, nossa história de amor (2007); Uma longa viagem (2011), premiado em Gramado; A memória que me contam (2013); e A nação que não esperou por Deus (2015)

Fotos

Através da Sombra

Laura é contratada como professora de duas crianças órfãs que vivem na fazenda de café de um tio. Aos poucos, ela sente que as crianças estão sob influências malignas de espíritos hostis que ali viveram, e se empenha em descobrir o que está por trás de todo esse mistério, sem perceber que ela mesma poderá estar envolvida numa trama diabólica.

Ficha Técnica

Título original: Através da Sombra
Gênero: Drama
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Walter Lima Jr.
Roteiro: Walter Lima Jr.
Diálogos: Adriana Falcão
Produção: Virginia Cavendish
Co-produção: Europa Filmes, Cinelandia Producoes
Música: Lui Coimbra, Marcos Suzano
Fotografia: Pedro Farkas
Edição: Pedro Vinicius

Elenco

Virginia Cavendish
Domingos Montagner
Ana Lucia Torre
Mel Maia
Xande Valois

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Trabalhou na criação da Cinemateca do MAM e começou no cinema como assistente de direção em Deus e o diabo na terra do sol. Em 1965, lançou seu primeiro longa, Menino de engenho. Recebeu o Urso de Prata em Berlim 1969 por Brasil ano 2000. Nos anos 1970, dedicou-se à TV. Com A lira do delírio (1978), recebeu cinco prêmios no Festival de Brasília. Por A ostra e o vento, recebeu o prêmio CinemAvvenire no Festival de Veneza 1997.​

Fotos

A Frente Fria que a Chuva Traz

Um grupo de playboys organiza a última festa na favela antes da mudança no tempo. E para esta noite especial, além das drogas, álcool e sexo habituais, eles receberão convidados e penetras inusitados: uma viciada que usa e é usada pelo grupo, um cantor sertanejo criado na própria favela, um segurança estranho e o dono da laje. Essa mistura não pode terminar bem.

Ficha Técnica

Título original: A Frente Fria que a Chuva Traz
Gênero: Drama
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes
Direção: Neville D’Almeida
Roteiro: Neville D’Almeida
Produção: Marcello Ludwig Maia, Homero Camargo Ribas
Co-produção: Republica Pureza, Cooperativa de Cinema E Midias Digitais
Música: Edu Krieger
Fotografia: Kika Cunha
Edição: Tina Saphira

Elenco

Bruna Linzmeyer
Flávio Bauraqui
Johnny Massaro
Chay Sued
Natalia Lima Verde
Juliana Lohmann
Marina Provenzzano
Juliane Araujo
Mário Bortolotto
Michel Melamed

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Livremente inspirada na peça homônima de Mario Bortolotto.

- Em 45 anos de trajetória, estreou na direção de longas em 1970, com Jardim de guerra. É dono de uma filmografia que inclui clássicos, polêmicas e sucessos como A dama da lotação (1978), filme que somou 7,5 milhões de espectadores; Os sete gatinhos (1980), Rio Babilônia (1982) e Navalha na carne (1997), entre outros. Desenvolveu uma parceria antológica ao lado do artista Hélio Oiticica, especialmente marcada pelo projeto Cosmococa.

- A atriz Bruna Linzmeyer perdeu 10kg para viver uma prostituta.

- Filmagens realizadas no Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro.

Fotos

A Hora e a Vez de Augusto Matraga (2015)

Jovem, mas já com muitos inimigos Augusto Matraga (João Miguel), é um valentão. Briga com todo mundo. Debochado, tira as mulheres e namoradas dos outros. Não se preocupa a mulher, nem com sua decadente fazenda.
Já em descrédito econômico e político, Matraga sabe por Quim (Irandhir Santos) - seu fiel empregado - que Dionóra (Vanessa Gerbelli) o abandona e com a filha do casal foge para viver com o Coronel Ovídio Moura (Werner Schunemann). Traído, um enfurecido Augusto parte para a casa de Ovídio, em busca de vingança. No caminho se depara com o Coronel Consilva (Chico Anysio) e seus capangas. Espancado e marcado a ferro como gado é atirado em um precipício. À beira da morte, é salvo por um casal, e por milagre “ressuscita”. Matraga volta-se para a religiosidade.
Anos depois conhece o Coronel Joãozinho Bem-Bem (José Wilker) a quem passa a admirar. Vai ao encontro de Joãozinho Bem-Bem e seus jagunços. Matraga vive então um conflito, movido pelos instintos violentos de sua personalidade vai duelar com a Vida. É a sua hora e a sua vez.

Ficha Técnica

Título original: A Hora e a Vez de Augusto Matraga
Gênero: Ação, Faroeste, Drama
Duração: 107 min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Nossa Distribuidora
Direção: Vinicius Coimbra
Assistente de direção: Letícia Prisco
Roteiro: Manuela Dias e Vinícius Coimbra
Produção: Adriano Civita, Beto Gauss e Vinícius Coimbra
Produtor executivo: Beto Gauss e Elisa Tolomelli
Direção de produção: Marcelo Ferrarini
Assistente de produção: Ana Yumi Barradas, Ive Gonçalves, Larissa Spada e Juliana Bauer
Co-produção: Prodigo Films e Orkhestra Filmes
Música: Sacha Amback
Som: Aurélio Dias
Som direto: José Louzeiro Jr.
Fotografia: Lula Carvalho,
Câmera: Walter Carvalho
Assistente de câmera: Pablo Baião, Pedro Von Krüeguer, Bacco Andrade
Desenho de produção: Renata Martins
Direção de Arte: Moa Batsow
Figurino: Beth Filipecki e Renaldo Machado
Edição: Alexandre Boechat
Caracterização: Vavá Torres
Maquiagem: Tayce Vale
Produtores associados: Francesco Civita, Caito Ortiz, Giuliano Cedroni, Maria Silvia Siqueria, Roberto Faustino, Walter Appel, Quanta

Elenco

João Miguel (Augusto Matraga)
José Wilker (Joãozinho Bem-Bem)
Irandhir Santos (Quim)
Vanessa Gerbelli
Chico Anysio (Major Consilva)
Gorete Milagres
Ivan de Almeida (Serapião)
José Dumont (Padre)
Werner Schunemann
Júlio Andrade
Teca Pereira (Quitéria)

Pôsters

Premiações

- Festival do Rio 2011, Melhor Filme – Júri Oficial & Júri Popular, Melhor Ator: João Miguel, Melhor Ator Coadjuvante: José Wilker, Prêmio Especial do Júri: Chico Anysio

- Festival Brasileiro de Los Angeles Melhor Ator: João Miguel

Curiosidades

- A Hora e a Vez de Augusto Matraga é uma adaptação do conto de Guimarães Rosa, um dos contos da obra “Sagarana, o Duelo” publicada em 1946.

- A Hora e a Vez de Augusto Matraga é uma nova versão da mesma história já filmada em 1965 por Roberto Santos, com Leonardo Villar (Augusto Matraga), Jofre Soares (Joãozinho Bem-Bem), Maria Ribeiro, Maurício do Valle (Padre), Flávio Migliaccio, Geraldo Vandré no elenco. E recebeu os prêmios de melhor argumento, diálogo, direção e ator (Leonardo Villar) na I Semana do Cinema Brasileiro, em Brasília, 1966.

- A Hora e a Vez de Augusto Matraga foi gravando no sertão mineiro.

- Finalizado em 2011, porem so tem sua estreia em circuito no Brasil no dia 24 de setembro de 2015.

- Trilha Sonora composta por Sacha Amback, as músicas foram gravadas pela Orquestra Filarmônica da Cidade de Praga.

- A Hora e a Vez de Augusto Matraga foi último papel no cinema de Chico Anysio

- Chico Anysio e José Wilker faleceram antes da estreia dos filmes.

Fotos

A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1965)

Augusto Matraga é um violento fazendeiro. Traído pela esposa, ele é emboscado por seus inimigos e dado como morto. Mas, ele é salvo e volta-se para a religiosidade. Augusto conhece Joãozinho Bem Bem, jagunço que o faz viver um conflito interno, instigando os instintos violentos de sua personalidade. Matraga começa então a oscilar entre seu temperamento agressivo e o misticismo que não consegue mais abandonar.

Ficha Técnica

Título original: A Hora e a Vez de Augusto Matraga
Gênero: Drama
Duração: 120 min.
Lançamento (Brasil): 1965
Distribuição: Polifilmes
Direção: Roberto Santos
Roteiro: Roberto Santos
Produção: Luiz Carlos Barreto, Roberto Santos e Nelson Pereira dos Santos
Música: Geraldo Vandré
Fotografia: Hélio Silva
Edição: Sylvio Renoldi

Elenco

Leonardo Villar
Jofre Soares
Maria Ribeiro
Maurício do Valle
Flávio Migliaccio
Geraldo Vandré

Áurea Campos
Emanuel Cavalcanti
Jorge Karan
Jorge Marinho
Solano Trindade
Eva Rodrigues
Antônio Carnera
Ary Toledo
Haroldo Pereira
Ivan de Souza
Trio Marayá
Sudário Medeiros
Alvaíza Araújo
Anael Herrera
José Brito

Pôsters

Premiações

- O filme recebeu os prêmios de melhor argumento, diálogo, direção e ator (Leonardo Villar) na I Semana do Cinema Brasileiro, em Brasília, 1966.

Curiosidades

- Baseado no conto homônimo de João Guimarães Rosa.

Fotos

Big Jato de Cláudio Assis é vencedor do Festival de Brasília

big jato - fotoA cerimônia de encerramento do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi realizada na noite desta terça-feira, 22 de Setembro de 2015, o longa-metragem Big Jato de Cláudio Assis terminou a festa como o grande vencedor, com cinco prêmios: Melhor Filme, Ator (Matheus Nachtergaele), Atriz (Marcélia Cartaxo), Roteiro (Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco) e Trilha Sonora (DJ Dolores).

Um evento de números expressivos, o 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro atraiu aproximadamente 21 mil pessoas às diversas atividades realizadas pelo evento. Ao longo de oito dias de programação, foram exibidos 18 filmes nas mostras competitivas, dois títulos convidados para a abertura e o encerramento, cinco filmes convidados a integrar a Mostra Panorama Brasil, cinco títulos na Mostra Continente Compartilhado, 18 filmes concorreram ao prêmio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, na Mostra Brasília, e 18 curtas fizeram a delícia de alunos de escolas públicas que assistiram ao programa do Festivalzinho.

Na noite de terça-feira, dia 22, foram distribuídos os 47 prêmios do festival, concedidos pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular das mostras competitivas e premiações especiais.

Premiados no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Longa-metragem – Júri Oficial

Melhor Filme de longa metragem - R$ 100.000,00 - Big Jato, de Cláudio Assis
Melhor Direção - R$ 20.000,00 - Aly Muritiba, por Para Minha Amada Morta
Melhor Ator - R$ 10.000,00 - Matheus Nachtergaele, por Big Jato
Melhor Atriz - R$ 10.000,00 - Marcelia Cartaxo, por Big Jato
Melhor Ator Coadjuvante - R$ 5.000,00 - Lourinelson Vladmir, por Para Minha Amada Morta
Melhor Atriz Coadjuvante - R$ 5.000,00 - Giuly Biancato, por Para Minha Amada Morta
Melhor Roteiro - R$ 10.000,00 - Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco, por Big Jato
Melhor Fotografia - R$ 10.000,00 - Pablo Baião, por Para Minha Amada Morta
Melhor Direção de Arte - R$ 10.000,00 - Monica Palazzo, por Para Minha Amada Morta
Melhor Trilha Sonora - R$ 10.000,00 - DJ Dolores, por Big Jato
Melhor Som - R$ 10.000,00 - Claudio Gonçalves e Flávio Bessa, por Fome
Melhor Montagem - R$ 10.000,00 - João Menna Barreto, por Para Minha Amada Morta
Prêmio Especial do Juri - Jean-Claude Bernardet, por Fome

Curta ou Media-metragem - Júri Oficial

Melhor Filme de curta ou média metragem - R$ 30.000,00 - Quintal, de André Novais
Melhor Direção - R$ 10.000,00 - Nathália Tereza, por A Outra Margem
Melhor Ator - R$ 5.000,00 - João Campos, por Cidade Nova
Melhor Atriz - R$ 5.000,00 - Maria José Novais, por Quintal
Melhor Roteiro - R$ 5.000,00 - André Novais, por Quintal
Melhor Fotografia - R$ 5.000,00 - Leonardo Feliciano, por À Parte do Inferno
Melhor Direção de Arte - R$ 5.000,00 - Fabiola Bonofiglio, por Tarântula
Melhor Trilha Sonora - R$ 5.000,00 - Sérgio Pererê, Carlos Francisco, Gabriel Martins e Pedro Santiago, por Rapsódia para o Homem Negro
Melhor Som - R$ 5.000,00 - Léo Bortolin, por Command Action
Melhor Montagem - R$ 5.000,00 - Pablo Ferreira, por Afonso é uma Brazza
Prêmio Especial do Júri (Pela feliz conjugação entre o trabalho de direção e atuação coletiva): História de uma Pena, de Leonardo Mouramateus

Premios do Juri Popular

Melhor Filme de longa metragem - R$ 40.000,00 - A Família Dionti, de Alan Minas
Melhor Filme de curta ou média metragem - R$ 10.000,00 - Afonso e uma Brazza, de Naji Sidki e James Gama

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal - Juri Oficial

Melhor Longa-Metragem – R$ 80.000,00 - Santoro – o Homem e sua Música, de John Howard Szerman
Melhor Curta-Metragem – R$ 30.000,00 - A Culpa é da Foto, de Eraldo Peres, André Dusek e Joedson Alves
Melhor Direção – R$ 6.000,00 - John Howard Szerman, por Santoro – o Homem e sua Música
Melhor Ator – R$ 6.000,00 - Davi Galdeano, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Atriz – R$ 6.000,00 - Simone Iliescu, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Roteiro– R$ 6.000,00 - Marcelo Müller, Ricardo Tiezzi, José Rezende Jr. e André Ristum, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Fotografia – R$ 6.000,00 - Lelo Santos, por O Escuro do Medo
Melhor Montagem – R$ 6.000,00 - Armando Bulcão, por Alma Palavra Alma
Melhor Direção de Arte – R$ 6.000,00 - Beto Grimaldi, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Edição de Som– R$ 6.000,00 - Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Captação de Som– R$ 6.000,00 - Toninho Muricy, por O Outro Lado do Paraíso
Melhor Trilha Sonora– R$ 6.000,00 - Alessandro Santoro, porde Santoro – O Homem e sua Música

Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal - Júri Popular

Melhor filme de longa metragem: R$ 20.000,00 - O Outro Lado do Paraíso, de André Ristum
Melhor filme de curta metragem: R$ 10.000,00 - Ninguém Nasce no Paraíso (Matriz Proibida), de Alan Schvarberg

Prêmio ABCV - Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo

Conferido pela ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo a profissional do audiovisual do Distrito Federal
Homenagem ao ator Gê Martu

Prêmio Canal Brasil

Cessão de um Prêmio de Aquisição no valor de R$ 15 mil e o troféu Canal Brasil, ao Melhor filme de curta metragem selecionado pelo júri Canal Brasil.
Filme: Rapsódia para o Homem Negro, de Gabriel Martins

Prêmio exibição TV Brasil

O título premiado integrará a programação da emissora.
Melhor filme de longa metragem - R$ 50 mil - Filme: Santoro – o Homem e sua Música, de John Howard Szerman

Prêmio Marco Antônio Guimarães

Conferido pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro para o filme que destaca o uso de material de arquivo e de pesquisa cinematográfica.
Filme: Santoro – o Homem e sua Música, de John Howard Szerman

Prêmio ABRACCINE - O Prêmio da Crítica

Por fazer o retrato sensível de uma solidão usando a música como condutor narrativo dos sentimentos, humanizando um personagem a princípio duro e impenetrável, o Júri Abraccine concede o Prêmio da Crítica de melhor curta-metragem a
A Outra Margem, de Nathália Tereza

Por construir através de imagens potentes o ressentimento e a obsessão de seu protagonista e pela construção de uma crescente tensão dentro de cada plano do filme, o Júri Abraccine concede o Prêmio da Crítica de melhor longa-metragem a Para Minha Amada Morta, de Aly Muritiba

20º Prêmio Saruê

Confeccionado pelo artista Francisco Galeno e definido, em votação, pelos integrantes do jornal Correio Braziliense, o troféu é dedicado ao melhor momento do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Pelo conteúdo embasado e tocante, Rodrigo Carneiro, seu discurso mereceu o Saruê.

Festival Animaldiçoados chega em São Paulo

Animaldiçoados reunirá diversos filmes de animação no Rio e SPDepois de passar pela capital carioca o Festival Animaldiçoados 2015 reunirá diversos filmes de animação, brasileiros e estrangeiros de terror, horror, suspense e outros gêneros amaldiçoados dedicados ao público adulto nesta semana de 24 a 26 de setembro de 2015 em Som de São Paulo.

A programação do festival é composta pela competição internacional de animação, retrospectivas, programas dedicados a filmografias de animadores e o programa especial de animações sobre extraterrestres, tema desta sexta edição do festival.

Novos cineastas e produtores independentes mostrarão seus filmes no Festival Animaldiçoados 2015 e terão contato com outras produções e profissionais do universo de animação de terror, horror e suspense para adultos no Brasil.

Urlok de otirb no Festival AnimaldiçoadosEm destaque no Festival Animaldiçoados 2015 um “Especial Galáxia de Brito” apresentando uma seleção das animações do brasileiro André Brito. André Brito nasceu em 1968,no Rio de Janeiro, onde trabalha como Ilustrador, e xilogravador. Suas animações independentes contam com a narração de Cesar Lobo e trilha sonora de André Perim. As animações da produtora já participaram de vários festivais.

O público do Animaldiçoados 2015 poderá assistir com exclusividade às estreias nacionais e internacionais. As animações serão analisadas pelo Júri Técnico e pelo Júri Popular.

O Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura irá premiar o Melhor Animaldiçoado Brasileiro. Para o Animaldiçoados 2015 foram selecionadas 62 animações: 02 longas-metragens, 47 animações para a competição de curtas-metragens e 13 animações para os especiais 2015.

O Festival Animaldiçoados 2015 acontece de 24 a 26 de setembro de 2015 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

Programação completa e classificação indicativa no website do festival www.animaldicoados.com

Destaques Brasileiros do Festival Animaldiçoados 2015

A Fuga
Brasil / Douglas Alves Ferreira / 00:10:00 / 2015 / Animação 2D
No antigo Egito, o exército romano está conduzindo seus prisioneiros de guerra pelo deserto. Um menino tenta fugir de seus captores.

Nem tudo é
Brasil / André Luiz / 00:01:01 / 2015
Em um dia de chuva, uma garotinha encontra uma flor em sua caminhada. O sentimento mais radical e podre pode aparecer quando a ternura se instala em seu coração, mostrando que o lado mais sujo do ser humano pode pairar a qualquer momento.

Fácil Assim
Brasil / Leandro Angare e Tadeu Zvir / 00:04:36 / 2015
Sobre uma cidade devastada, um homem mantém a rotina degradante. A cada dia que passa sua única esperança está em manter viva uma planta.

Gemini
Brasil / Leandro Lopes / 00:04:18 / 2014
Uma visão perturbadora da efemeridade da vida.

The Yellow Generation
Brasil/ Daniel Sake / 00:07:00 / 2014
Sem evidências para justificar a prisão do Hacker “THC”, suposto inimigo público número 1, os líderes da Major Fortress colocam em prática um arriscado plano de assassinato.

Romeu & Julieta
Brasil / Luciano Bugarin / 00:03:05 /2015
Uma releitura da famosa história de Romeu & Julieta, desta vez ambientada na fria Antártida.

Medida
Brasil / Waleska Ruschel / 00:00:54 /2015
Pequenas medidas que compõe grandes elementos.

Insanity
Brasil / Tiago Alves de Souza / 00:01:54 / 2015
Animação musical experimental que conta a história de um jovem preso em um mundo de pesadelos.

Amanhecendo no Inferno
Brasil / Diogo Sousa e Fredé C.F. / 00:02:55 / 2015
Imersos em um cenário de horror e sofrimento, com suas dores e prazeres grotescos, cabe a cada um escolher através da imaginação a melhor forma de enfrentar esses demônios.

Máfia de Mercado
Brasil / Leandro Ferra / 00:03:43 / 2015
Máfia do mercado fala da sobreposição do sistema, como somos sugados e aceitamos participar da hipocrisia mercadológica.

Quimeras
Brasil / Waleska Ruschel / 00:02:55 / 2014
Coletânea de sonhos recorrentes de infância.

Bicho Papão
Brasil / Luciano Irrthum / 00:05:16 / 2015
Um dia qualquer, os medos infantis podem ter sentido. Cuidado!

Pisando em Ovos
Brasil / Cristiano Sousa / 00:01:00 / 2014
Após uma noite de bebedeira, uma loira misteriosa resolve, sem motivo, quebrar o ovo da páscoa de um coelho e acaba recebendo o troco.

Tempus Fugit
Brasil / Julia Simas e Vitor Moura / 00:03:25 / 2015
Confusa ao voltar de um enterro pela primeira vez, uma menina incia uma luta contra a inevitabilidade de sua própria morte.

Urlok de otirb
Brasil / André Brito / 00:02:00 / 2009
As aventuras do sanguinário Urlok, rei de Otirb.

Unhudo
Brasil / André Brito / 00:04:00 / 2014
A maldição do unhudo, menino mau que batia na mãe.

Baobá
Brasil / André Brito / 00:04:00 / 2015
Depois da hecatombe, o velho mestre relembra e conta suas histórias.

Diesel Rock and Stardust
Brasil / Filippe Lyra / 00:05:07 / 2013
Vivendo em uma distopia eletrônica, em que a experiência sintética é a única forma de apreensão do mundo, dois agentes secretos são enviados para explorar a origem demodulações gigantes.

Vai Que Cola – O Filme

Valdomiro Lacerda (Paulo Gustavo) é um tipo metido a malandro, que perdeu todo seu dinheiro ao ser envolvido em uma falcatrua da empresa da qual era sócio. Para fugir da polícia, Valdo se muda para pensão de Dona Jô (Catarina Abdalla), no subúrbio do Rio de Janeiro, onde passa os dias reclamando da nova realidade e sonhando com um retorno apoteótico à antiga vida de luxo. Quando um ex-sócio o procura com um plano para recuperar sua cobertura de frente para o mar, Valdo acha que suas preces foram atendidas… Só que Valdo não contava que a ida inesperada e imprevista de toda a turma da pensão - além de Dona Jô, Ferdinando (Marcus Majella), Terezinha (Cacau Protásio), Jéssica (Samantha Schmütz), Máicol (Emiliano d’Avila), Velna (Fiorella Mattheis) e Wilson (Fernando Caruso) - fosse pôr em risco seu plano.

Ficha Técnica

Título original: Vai Que Cola – O Filme
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: H2O Films
Direção: César Rodrigues
Roteiro: Luiz Noronha, Fil Braz e Leandro Soares
Produtor executivo: Monica Juncken, Cecília Grosso, Mirela Girardi, Mônica Siqueira, Adrien Muselet e Gil Ribeiro
Co-produção: Conspiração Filmes, Luiz Noronha, Paulo Gustavo, Multishow e Universal Pictures Internacional
Música: Lucas Marcier e Fabiano Krieger
Som: Rodrigo Noronha
Som direto: Frederico Massine
Fotografia: João Pádua
Direção de Arte: Rafael Targat
Figurino: Nello Marrese
Edição: Marcelo Moraes
Maquiagem: Auri Mota
Efeitos especiais: Claudio Peralta

Elenco

Paulo Gustavo (Valdo)
Cacau Protásio (Terezinha)
Catarina Abdalla (Dona Jô)
Marcus Majella (Ferdinando)
Samanta Schmütz (Jéssica)
Fernando Caruso (Wilson)
Emiliano d’Ávila (Máicol)
Fiorella Mattheis (Velna)
Oscar Magrini (Brito)
Werner Schünemman (Quaresma)
Márcio Kieling (Andrada)
Rogério Froes (Juíz Leleo)
Jonathan Haagensen (Márcio Mangueirão)
Klebber Toledo (Famoso)
Flavia Reis (Vanda da Van)
Claudio Amado (Paparazzo)

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- A comédia tem estreia prevista para o dia 1°de outubro em todo o país.

- César Rodrigues foi responsável pela direção dos longas Uma Professora Muito Maluquinha, que recebeu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Filme Infantil, em 2012, e High School Musical: O Desafio.

- César Rodrigues foi ainda assistente de direção dos filmes ‘A Dona da História’, ‘Sexo, Amor e Traição’, entre outros.

- As filmagens do longa começaram no início de março e terminam na primeira semana de abril de 2015.

Fotos

Reza A Lenda

Em uma terra sem lei, a sorte favorece apenas os mais fortes e corajosos. Ara (Cauã Reymond), um homem de ação e poucas palavras, é o líder de um bando de motoqueiros armados que acredita em uma antiga lenda capaz de devolver justiça e liberdade ao povo da região. Quando realizam um ousado roubo, acabam despertando a fúria do poderoso Tenório (Humberto Martins). Agora, Tenório vai concentrar todas as suas forças em uma perseguição para destruir o bando de Ara e recuperar aquilo que acredita ser seu por direito. Durante a perseguição, a jovem Laura (Luisa Arraes) é resgatada de um acidente e tem que seguir o bando contra a sua vontade, despertando ciúmes em Severina (Sophie Charlotte), companheira de Ara.

Ficha Técnica

Título original: Reza A Lenda
Gênero: Ação, Faroeste
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Imagem Filmes, SPCine
Direção: Homero Olivetto
Roteiro: Homero Olivetto, Patricia Andrade e Newton Canitto
Argumento: Homero Olivetto
Produção: Kiki Lavigne, Bianca Villar, Fernando Fraih, Karen Castanho e Homero Olivetto
Produtor executivo: Bianca Vilar e Júlia Bock
Direção de produção: Renato Rondon e Eduardo Nasser
Co-produtores: Cauã Reymond e Mário Canivello
Produtores associados: Guel Arraes, Sophie Charlotte, Marcelo Corpanni e Marcus Baldini
Co-produção: Ouro21, Biônica Filmes, Globo Filmes, Sereno Filmes, Malagueta Filmes e Locall
Música: Instituto
Som: Miriam Biderman e Ricardo Reis
Fotografia: Marcelo Corpanni
Fotografo Still: Marcos Camargo
Direção de Arte: Valdy Lopes
Figurino: Cássio Brasil
Edição: Manga Campion e Márcio Canella
Maquiagem: Tayce Valle

Elenco

Cauã Reymond (Ara)
Humberto Martins (Tenório)
Sophie Charlotte (Severina)
Luísa Arraes (Laura)
Jesuíta Barbosa (Pica-Pau)
Nanego Lira (Pai Nosso)
Zezita Matos (Deinha)
Júlio Andrade (Galego Lorde)
Sílvia Buarque (Tereza)
Nataly Rocha (Cira)
Jonathan Azevedo (Zorro da Zorra)
Aluan Smuck (Tristão)
Herberth Vital (Cancão)

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Homero Olivetto ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2012 na categoria roteiro adaptado, pelo filme Bruna Surfistinha escrito por ele, Antonia Pelegrino e José Carvalho. Homero, além de roteirista, é um premiado diretor de publicidade. Seu curta de estreia,Egonowhere foi premiado na Mostra de Cinema de São Paulo. Reza A Lenda é seu primeiro longa-metragem. Homero cursou cinema, roteiro e narrativa visual na New York Film Academy em Nova York.

- Rodado no Nordeste, nos arredores de Juazeiro e Petrolina.

- Reza a Lenda tem previsão de estreia para janeiro de 2016.

- Reza a Lenda é o primeiro longa de ficção do diretor Homero Olivetto.

Fotos

Operações Especiais

Um grupo de policiais 100% honestos é enviado a uma cidade do interior do Rio de Janeiro que está sofrendo com o aumento da criminalidade após a criação das UPPs. O governo convoca Paulo Froés (Marcos Caruso), delegado com a ficha mais limpa da corporação, e reúne uma equipe especial para a campanha. Entre os agentes selecionados está Francis (Cleo Pires), uma investigadora novata que precisa provar que tem valor. Em pouco tempo eles resolvem o problema e são aclamados pela opinião pública. Mas a “lua de mel” dura pouco. A aplicação do rigor da lei começa a incomodar a todos. A situação se torna insustentável e o governo se vê forçado a intervir novamente. Mas nem tudo voltará a ser como era antes.

Ficha Técnica

Título original: Operações Especiais
Gênero: Ação
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes, SPCine
Direção: Tomás Portella
Roteiro: Tomás Portella, Martina Rupp
Produção: Rodrigo Castellar, Pablo Torrecillas
Produtor executivo: Rodrigo Castellar, Peter La Terriere, Pablo Torrecillas
Direção de produção: Clara Machado
Produtor associado: Carlos Diegues
Co-produção: TC Filmes, Globo Filmes, Universal Pictures, Querosene, Filmland, Formiga Filmes
Música: Antonio Pinto, Dudu Aram
Som: Ricardo Cutz
Som direto: Paulo Ricardo Nunes
Fotografia: Barbara Alvarez
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Ana Avelar
Edição: Marcelo Moraes
Maquiagem: Juliana Mendes

Elenco

Cleo Pires
Marcos Caruso
Fabricio Bolivieira
Thiago Martins
Fabiula Nascimento
Antonio Tabet
Fabio Lago
Analu Prestes
Augusto Madeira
Gillray Coutinho
Luci Pereira
Olivia Araujo
Adriano Saboia
Jonathan Azevedo

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- O longa Operações Especiais tem estreia prevista para dia 15 de outubro.

- Com mais de 15 anos de experiência em cinema Tomás Portella alcançou o sucesso logo em seu filme de estreia. “Qualquer gato vira-lata” (2011) superou a marca de um milhão de espectadores no cinema e se tornou o maior box office da Walt Disney Pictures no Brasil. Em seguida o diretor lançou “Isolados”, longa-metragem de suspense que abriu o Festival de Gramado de 2014 e alcançou a maior bilheteria do gênero no país. Em 2015, Portella apresenta dois filmes com grande perspectiva de publico. “Desculpem o Transtorno” (Disney) tem estreia prevista para dezembro e “Operações Especiais” (Paris Filmes/ Downtown Filmes) que será lançado em 15 de outubro em mais de 300 salas de cinema por todo o país.

Fotos

Cineclube Curta Cinema exibe Filmes de Urgência

O cinema de urgência acontece quando o cineasta começa a gravar até mesmo antes de saber que tem um filme nas mãos, apenas pela necessidade de contar uma história.

O resultado são produções que documentam e testemunham situações reais que geram debate e reflexão.

A quarta edição do Cineclube Curta Cinema vai exibir alguns filmes urgentes, realizados de maneira simples, nos quais o ato de filmar é político.

Os filmes da sessão foram realizados pelos coletivos cinematográficos Cinema de Guerrilha, Buraco do Getúlio, Subúrbio em Transe e Nós do Morro.

Com curadoria de Luciana Bezerra, o evento terá também um debate com os realizadores sobre a importância do cinema de urgência e dos cineclubes para a produção cinematográfica nacional. O Cineclube Curta Cinema acontece no dia 17 de setembro no Oi Futuro Ipanema e tem entrada gratuita sujeita à lotação da sala.

O evento começa com “Hùndàngbènã - O ninho da serpente”, de Mazé Mixo, que mostra o cotidiano do terreiro homônimo, filial de uma vertente do candomblé cuja matriz fica na Bahia. “Dia dos Pais” será exibido em seguida e narra a jornada do diretor Daniel Bion até a casa de seu pai nesse dia especial. Depois é a vez de dois curtas do diretor Ricardo Rodrigues: “Tela Preta” conta a história de dois irmãos que tem que decidir o que fazer com o tio cego e surdo.

Já “Pesque e Pague” mostra uma pescaria inusitada em um dos muitos buracos espalhados pela cidade. O curta “Luzanira Rocha”, da curadora Luciana Bezerra e da cineasta Gabriela Maciel, dá prosseguimento à sessão com a história da personagem-título contada em primeira pessoa. O cineclube se encerra com a exibição de “Roteiro de Viagem”, curta de ficção de Luiz Claudio Lima e Hugo Labanca.

O Cineclube Curta Cinema foi criado pelo Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro Ipanema em comemoração aos 25 anos do festival. Iniciado em junho deste ano, o Cineclube Curta Cinema apresentará mensalmente clássicos do curta-metragem nacional acompanhados de curtas inéditos. A exibição dos filmes será seguida de debate aberto ao público com os realizadores e artistas convidados.

O Festival Curta Cinema 25 anos tem o patrocínio da Petrobras e da Oi, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e copatrocínio da RioFilme.

O Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema – desde 1991 tem sido uma das principais vitrines para o curta-metragem no país. A cada ano são exibidos cerca de 200 filmes dos mais diversos gêneros e nacionalidades.

A programação consiste em mostras competitivas (nacional e internacional), panoramas regionais, programas temáticos e de gênero, além de focos especiais dedicados à produção de um país específico. Além da exibição de filmes, o festival desenvolve uma série de atividades paralelas com caráter informativo e educativo, como workshops, palestras, oficinas e debates.

Serviço: Cineclube Curta Cinema - “Filmando a qualquer custo”

Data: 17 de setembro
Horário: 19h30m
Local: Oi Futuro em Ipanema - Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema, Rio de Janeiro
Tel: (21) 3131-9333
Entrada franca. Senhas serão distribuídas com 30 minutos de antecedência
Capacidade: 92 lugares
Classificação indicativa: 12 anos

ANCINE + Simples será apresentado nesta quarta, dia 16

AncineO Plano de Qualificação da Gestão do Financiamento – ANCINE + Simples – será apresentado pelo diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, nesta quarta-feira, 16 de setembro, no Escritório Central Agência no Rio de Janeiro.

O ANCINE + Simples propõe a simplificação de procedimentos de acompanhamento e prestação de contas de projetos audiovisuais, trazendo mais celeridade e transparência às operações.

Na mesma solenidade serão apresentados os resultados finais dos editais PRODAV 03/2014 (Núcleos Criativos) e PRODAV 05/2014 (Desenvolvimento de Projetos), além de novos investimentos do Programa Brasil de Todas as Telas em produção e distribuição de filmes e séries nacionais.

Evento: Anúncio do Plano ANCINE + Simples e divulgação de resultados
Onde: Escritório Central da ANCINE – Rio de Janeiro
Rua Graça Aranha, 35, Centro
Auditório, 11º Andar
Dia: quarta-feira, 16 de setembro
Horário: 10h

Veja os homenageados do 22º Festival de Cinema de Vitória

O 22º Festival de Cinema de Vitória terá como homenageado nacional o ator Matheus Nachtergaele e, como homenageado local, o ator capixaba José Augusto Loureiro. Paulistano e nascido em 1969, Matheus Nachtergaele tem uma carreira reconhecida no teatro, cinema e televisão.

No início da década de 1990, ele ganhou notoriedade por seu trabalho com a companhia Teatro da Vertigem, sob a direção de Antonio Araújo, destacando-se por sua atuação no espetáculo “Livro de Jó”. Em 1997, fez sua estreia no cinema em O Que é Isso, Companheiro? (1997), de Bruno Barreto, ao mesmo tempo em que aparece na televisão na série “A Comédia da Vida Privada”.

No ano seguinte, Nachtergaele foi escalado para interpretar o travesti Cintura Fina na minissérie global “Hilda Furacão”, o que lhe rendeu reconhecimento nacional que veio a ser consolidado com o personagem João Grilo, na minissérie transformada em filme O Auto da Compadecida, uma adaptação da obra de Ariano Suassuna.

Paralelamente à trajetória na televisão, Matheus traçou um longo caminho no cinema, participando de mais de 30 filmes, entre os quais estão Amarelo Manga (2003), Baixio das Bestas (2007) e Febre do Rato (2011), de Cláudio Assis, Central do Brasil (1998), de Walter Salles, Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles, e Trinta (2014), filme dirigido por Paulo Machline e no qual o ator vive o papel do carnavalesco Joãosinho Trinta. Sua última participação no cinema foi no longa-metragem Sangue Azul (2014), de Lírio Ferreira. Como diretor, estreou no premiado A Festa da Menina Morta (2008).

José Augusto Loureiro é natural de Santa Tereza, município da região serrana do Espírito Santo, e tem 52 anos de carreira como ator, com participações em cerca de 70 trabalhos em teatro, cinema e televisão. Na telona, fez parte do elenco de filmes de curta e longas-metragens, entre eles, Vagas Para Moça de Fino Trato (1993) e Policarpo Quaresma, O Herói do Brasil (1998), ambos dirigidos por Paulo Thiago. No teatro, encenou a peça “Os Coveiros”, ao lado de Ednardo Pinheiro (in memoriam), que foi apresentada nos palcos capixabas por cerca de 13 anos. José Augusto foi o mantenedor do Teatro Galpão, espaço que funcionou entre 1991 e 2000 na Av. Nossa Senhora da Penha, Vitória, possibilitando a estreia e permanência em temporadas de espetáculos de grupos locais, nacionais e internacionais.

Serviço do 22º Festival de Cinema de Vitória

Data: de 11 a 16 de setembro
Entrada franca
Locais:
- Theatro Carlos Gomes – Centro - Vitória
- Cineclube Metrópolis – Ufes – Vitória
- Hotel Senac Ilha do Boi – Ilha do Boi – Vitória

Programacao Completa do 22º Festival de Cinema de Vitória no site do evento www.festivaldevitoria.com.br

Assista aos Curtas Inéditos no Festival de Cinema de Vitória

No total, 16 curtas farão sua estreia no 22º Festival de Cinema de Vitória.

Além disso, há produções que se destacaram internacionalmente, como os dois curtas exibidos em competições do Festival de Cannes: “Quintal”, de André Novais de Oliveira (Quinzena dos Realizadores 2015), e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião (Quinzena dos Realizadores 2014), que recebeu o Prêmio de Melhor Curta-Metragem. “A Festa e os Cães”, de Leonardo Mouramateus, levou o prêmio de Melhor Curta-Metragem no 37º Cinéma du Réel, festival sediado em Paris, e o documentário “Dorsal”, de Carlos Segundo e Cristiano Barbosa, foi exibido no Visions du Réel 2015, tradicional festival suíço.

O filme “Eu Queria Ser Arrebatada, Amordaçada e, Nas Minhas Costas, Tatuada”, de Andy Malafaia, ficção protagonizada pela atriz capixaba Fabíola Buzim, também está entre os selecionados. A obra está na seleção oficial do Festival des Filmes du Monde Montreal 2015, no Canadá, e já conta com participação em mais de dez festivais estrangeiros.

Também foram escolhidas para o 22º Festival de Cinema de Vitória as produções “A Copa do Mundo no Recife”, de Kleber Mendonça Filho, e “Nova Dubai”, de Gustavo Vinagre, que foram exibidas no 44º Festival Internacional de Rotterdam; e a ficção “Eu Não Digo Adeus, Digo Até Logo”, de Giuliana Monteiro, filme selecionado pelo 64º Festival Internacional de Berlim.

Entre os filmes capixabas, 20 curtas fazem parte da seleção, a exemplo dos novos trabalhos de Gabriel Perrone, André Ehrlich Lucas e Virgínia Jorge, cineastas que já participaram da mostra competitiva do Festival em outros anos, e da estreia na direção de Rubiane Maia, cujo curta-metragem “Evo” é o único capixaba selecionado para o Festival de Curtas de São Paulo, na mostra competitiva nacional.

Este ano, pela primeira vez Vitória vai oferecer o Prêmio Canal Brasil de Curtas, realizado nos maiores festivais de cinema do país (como Gramado, Brasília e Recife, entre outros) desde 1998, com o objetivo de incentivar a produção, a exibição e a divulgação de curtas-metragens nacionais.

Para escolher o melhor filme em competição, o Canal Brasil reúne durante os festivais júris compostos por jornalistas e críticos de cinema. O vencedor é exibido na grade de programação do canal a cabo e recebe R$ 15 mil, além do Troféu Canal Brasil.

Desde 2006, os ganhadores são classificados para o Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 50 mil reais. Ao longo de todos esses anos, o canal já distribuiu mais de R$ 1,3 milhão em prêmios para curtas-metragens.

Serviço do 22º Festival de Cinema de Vitória

Data: de 11 a 16 de setembro
Entrada franca
Locais:
- Theatro Carlos Gomes – Centro - Vitória
- Cineclube Metrópolis – Ufes – Vitória
- Hotel Senac Ilha do Boi – Ilha do Boi – Vitória

Programacao Completa do 22º Festival de Cinema de Vitória no site do evento www.festivaldevitoria.com.br

22º Festival de Cinema de Vitória inicia nesta sexta

A 22ª edição do encontro anual do Espírito Santo com o cinema, o Festival de Cinema de Vitória, terá o seu pontapé inicial no próximo dia 11. Durante seis dias, mais de 100 filmes serão exibidos em diversas mostras e concorrerão ao Troféu Vitória em diferentes categorias e a premiações extras.

A programação - gratuita - contará com sessões no Theatro Carlos Gomes e no Cineclube Metrópolis, além de oficinas, lançamentos e debates no Hotel Senac Ilha do Boi. Este ano, o Festival homenageia os atores José Augusto Loureiro (homenageado capixaba) e Matheus Nachtergaele (homenageado nacional); o cineasta Luiz Carlos Lacerda (conhecido como Bigode), que completa 50 anos de carreira e o diretor de cinema capixaba Penna Filho, falecido este ano. A estimativa é de que o evento movimente um público de 30 mil pessoas.

Os títulos que serão exibidos contemplam os gêneros documentário, ficção e animação, em curta e longa-metragem, e foram escolhidos entre cerca de 650 produções inscritas vindas de todo o Brasil. Serão nove mostras competitivas que atendem aos mais diversos gostos.

Mostras Competitivas do 22º Festival de Cinema de Vitória

  • a 19ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas;
  • a 5ª Mostra Competitiva Nacional de Longas;
  • a 4ª Mostra Foco Capixaba, com o melhor do cinema local;
  • a 4ª Mostra Corsária, com filmes que apresentam pesquisas de linguagem da estética cinematográfica;
  • a 5ª Mostra Quatro Estações, com produções que abordam a temática da diversidade sexual;
  • o 16º Festivalzinho de Cinema, voltado para o público infanto-juvenil;
  • a 2ª Mostra de Animação, com o melhor do cinema brasileiro de animação;
  • a Sessão Especial BNDES (curtas), com exibição de uma série de curtas-metragens;
  • e a 2ª Mostra Outros Olhares, com oito curtas capixabas.

Serviço do 22º Festival de Cinema de Vitória

Data: de 11 a 16 de setembro
Entrada franca
Locais:
- Theatro Carlos Gomes – Centro - Vitória
- Cineclube Metrópolis – Ufes – Vitória
- Hotel Senac Ilha do Boi – Ilha do Boi – Vitória

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Infância de Domingos Oliveira estreia nesta quinta dia 10

Infância, de Domingos Oliveira, filme estreia dia 10 de setembro. O longa é uma adaptação da peça “Do Fundo do Lago Escuro”, de Domingos Oliveira, que também assina o roteiro do filme.

O elenco conta com nomes do peso de Fernanda Montenegro, Paulo Betti, Maria Flor, Nanda Costa, Priscilla Rozenbaum, Ricardo Kosovski e Raul Guaraná.

Para Fernanda Montenegro, no filme Infância “Domingos fala claramente do núcleo familiar. E se você fala em família, fala em nação. Eu não conheço, também, nenhum outro cineasta no nosso país que fale do amor como o Domingos fala. Ele aborda o encontro de pessoas e os contrastes nesse encontro e no reencontro”, aponta a atriz.

Em Infância, o diretor e roteirista investe na delicadeza e no humor para descrever o funcionamento autoritário da família em questão. Com longa carreira, o trabalho de Domingos Oliveira (Feminices, Carreiras) tem como característica marcante a mescla entre comédia, drama e filosofia. E como sempre em seus filmes faz uma pequena aparição na tela.

Infância narra um dia na infância de Rodriguinho (Raul Guaraná) num casarão de Botafogo, no Rio de Janeiro. O menino é filho de Conceição (Priscilla Rozenbaum) e neto de Dona Mocinha (Fernanda Montenegro), a matriarca da família. Tudo ocorre sob a expectativa do discurso de Carlos Lacerda, em meio às tensões que precederam a queda de Getúlio Vargas.

Infância é produzido por Teatro Ilustre e Forte Filmes e tem distribuição da Forte Filmes.

Assista ao trailer de Infância de Domingos Oliveira

Veja a ficha completa de Infância

A Lenda do Gato Preto

No sertão nordestino, um grupo de ciganos acampa nos arredores de Quixadá seguindo a previsão de que um novo tempo se anuncia. Ali passam semanas mudando a paisagem, interferindo no cotidiano do pequeno lugarejo. Aos poucos se integram à vida local e usando da habilidade para o comércio, fazem da feira seu ponto de negócios. Lutam pelo direito de serem aceitos. Um pequeno grupo de ciganos se envolve numa grande confusão: Angelina atropela um gato preto, animal de estimação de uma cigana e o acidente gera conflitos que findam com mortes e a expulsão dos ciganos. Anos depois, Mariana, filha de Angelina, se sente tomada por uma força indômita que a faz correr pelas ruas de Quixadá e subir pela parte mais íngreme da Pedra do Cruzeiro. A cigana do gato morto retorna a Quixadá agora dona do famoso Circo Estrela do Oriente. O filho dela e Mariana tem um romance proibido que mudará o rumo da história.

Ficha Técnica

Título original: A Lenda do Gato Preto
Gênero: Drama
Duração: 114min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Clébio Viriato Ribeiro
Assistente de direção: Lilia Moema
Roteiro: Caio Quinderé e Kennedy Saldanha
Produção: Telmo Carvalho
Coordenação de Produção: Edna Letícia Uchôa, Dadynha Saturnino e Fernanda Gomes
Co-produção:
Música: Manassés de Sousa
Som: Yures Viana
Fotografia: Jane Malaquias e Alex Meira
Direção de Arte: Nilton Fiore e Nilsinho Santiago
Figurino: Dami Cruz
Edição: Rui Ferreira
Continuidade: Ioneide Lima e Grá Dias
Maquiagem: Cristiano Pires
Computação Gráfica: J. Cambé
Efeitos Digitais J. Cambé

Elenco

Cássia Roberta
Alexandre Mandarino
Aurora Duarte
Emiliano Queiroz
Elke Maravilha
Eduardo Dascar
Jane Azeredo
Katiana Monteiro
Ana Marlene
Ângela Escudeiro
Fernanda Quinderá
Chiquinho Aragão
Zé Tarcísio
Ana Cristina Viana
Rodger Rogério
Sidney Souto
Antonieta Noronha
Enrique Patrícius

Pôsters

Premiações

Curiosidades

Fotos

Vem ai o 48ª edição do Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro

O Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro chega à 48ª edição comprovando que a produção de cinema nacional vai muito bem. Dos seis longas-metragens selecionados, cada título é de um estado diferente.

Diretores jovens e veteranos assinam seis filmes de longa-metragem e 12 filmes de curtas e médias-metragens de todos os gêneros que irão competir por prêmios no valor total de R$ 340 mil.

Eles foram escolhidos dentre um número expressivo de inscritos: 130 longas-metragens, 221 médias e 237 curtas-metragens de vários estados.

O 48º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro será aberto oficialmente com a exibição de ‘Um Filme de Cinema’, de 2015, mais recente produção de Walter Carvalho. O filme será exibido no Cine Brasília, no dia 15 de setembro, a partir das 20h30. A escolha de Walter Carvalho como realizador do filme de abertura quer também fazer homenagem a Vladimir Carvalho, irmão de Walter, um dos maiores documentaristas brasileiros que em 2015 completou 80 anos de idade.

Em 2015, o Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro conta com o Secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, como presidente, o Subsecretário de Promoção e Difusão Cultural, Sérgio Fidalgo, como Coordenador Geral, e Graça Coutinho na função de Coordenadora Adjunta. Na comissão curatorial estão o cineasta Renato Barbieri, o professor e crítico de cinema Sérgio Moriconi e o doutor em comunicação Pablo Gonçalo.

O 48º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro

Dentre os 130 longas-metragens inscritos, foram selecionados seis, cada um de um estado diferente: A Família Dionti, de Alan Minas (97min, RJ, 2015), Big Jato, de Claudio Assis (92min, PE, 2015), Fome, de Cristiano Burlan (90min, SP, 2015), Para Minha Amada Morta, de Aly Muritiba (113min, PR, 2015), Prova de Coragem, de Roberto Gervitz (90min, RS, 2015) e Santoro - O Homem e sua Música, de John Howard Szerman (85min30, DF, 2015).

Dentre os 221 médias e 237 curtas-metragens de vários estados, a comissão de seleção escolheu: A Outra Margem, de Nathália Tereza (26 min, MS, 2015), À Parte do Inferno, de Raul Arthuso (22min, SP, 2015), Afonso é uma Brazza, de Naji Sidki e James Gama (23min, DF, 2015), Cidade Nova, de Diego Hoefel (14min, CE, 2015), Command Action, de João Paulo Miranda Maria (13min, SP, 2015), Copyleft, de Rodrigo Carneiro (29min30, MG, 2015), História de uma Pena, de Leonardo Mouramateus (30min, CE, 2015), O Corpo, de Lucas Cassales (16min, RS, 2015), O Sinaleiro, de Daniel Augusto (15min, SP, 2015), Quintal, de André Novais Oliveira (20min, MG, 2015), Rapsódia para o Homem Negro, de Gabriel Martins (24min, MG, 2015) e Tarântula, de Aly Muritiba e Marja Calafange (20min, PR, 2015).

A estes 18 filmes somam-se outros 18, que competem ao Troféu Câmara Legislativa (com um total de R$ 200 mil em prêmios) e que foram escolhidos dentre 81 produções do Distrito Federal, inscritas para a Mostra Brasília.

As sessões das mostras competitivas (as 20h30) e da Mostra Brasília (17h) acontecerão sempre no Cine Brasília. Assim também as cerimônias de abertura e encerramento do festival. No dia seguinte à exibição oficial, os filmes poderão ser vistos na sala 4 do Cine Cultura Liberty Mall, em sessões que começam às 14h30.

Para mais informações e a programação do 48º Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro vai no site do festival!

Destaques do Fim de Semana na TV

Os destaques do Fim de Semana na TV são já nesta sexta feira com Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014) de Daniel Ribeiro e no sábado tem o brilhante e premiado documentário Fabio Fabuloso (2004) da trinca de diretores Pedro Cezar, Ricardo Bocão e Antonio Ricardo filme que conta as historias e aventuras do sempre bem humorado surfista Fábio Gouveia ambos no Canal Brasil.

Poucos os canais que passam cinema brasileiro na TV, para se ter uma ideia Cidade de Deus passou por duas oportunidades nas ultimas semanas no horário Nobre nos EUA, enquanto aqui os filmes só deixado para fim da noite.

As exceções são o Canal Brasil e a TV Brasil que passam regularmente produções nacionais.

Sexta

Canal Brasil
18:50 Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Leonardo, um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua própria independência. Quando Gabriel chega à cidade, novos sentimentos começam a surgir no garoto. Veja a ficha completa do filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

21:00 Curta na Tela
Nunca Lhe Prometi Um Jardim De Rosas
Um intenso jogo de manipulação entre um empresário, uma prostituta e sua tutora.

21:18 Curta na Tela
O Filho Do Vizinho
Pela janela do seu quarto, Ronaldinho olha maravilhado as aventuras e peripécias de um garoto que é chamado de várias formas pela vizinhança, que fica enlouquecida com ele.

Sabado

TV Brasil
01:00 2012: Tempo de Mudança
O documentário projeta uma alternativa radical à visão apocalíptica e fatalista contemporânea. Dirigido por João Amorim, o filme segue o jornalista Daniel Pinchbeck, autor do best-seller “2012: O ano da profecia maia”, em busca de um novo paradigma, que integra a sabedoria arcaica de culturas tribais com o método científico.

Canal Brasil
22:00 Os Desafinados
As desventuras de um quarteto de músicos, um cineasta e uma bela instrumentista, que desejam aproveitar a boa fase da Bossa Nova nos Estados Unidos para alcançar o sucesso. Veja a ficha completa do filme Os Desafinados

Domingo

Canal Brasil
14:20Fábio Fabuloso
Em tom de fábula, o documentário remonta a trajetória do paraibano Fábio Gouveia, considerado o maior surfista brasileiro de todos os tempos. Além do registro dos momentos mais importantes de sua carreira, a produção mostra a vida familiar do atleta, ao lado da mulher e dos três filhos. Veja a ficha completa do filme Fábio Fabuloso

19:20 Durval Discos
O solteirão Durval contrata uma empregada para ajudar a mãe nos serviços domésticos. O salário baixo atrai uma estranha candidata, que desaparece depois de alguns dias no emprego, deixando na casa a encantadora filha. Veja a ficha completa do filme Durval Discos.

Para Minha Amada Morta

Após a perda de sua esposa Ana, Fernando se tornou um homem quieto e introspectivo que cuida de seu filho Daniel. Toda noite, enquanto o garoto dorme, ele relembra de sua esposa organizando seus pertences pessoais. Certo dia, Fernando descobre uma fita que mudará sua vida.

Ficha Técnica

Título original: Para Minha Amada Morta
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Aly Muritiba
Roteiro: Aly Muritiba
Produção: Aly Muritiba, Antônio Junior, Marisa Merlo
Produtor executivo: Antônio Junior
Co-produção: Grafo Audiovisual
Música:
Som: Alexandre Rogoski
Som direto: Alexandre Rogoski
Fotografia: Pablo Baião
Direção de Arte: Monica Palazzo
Figurino: Ana Deliberador
Edição: João Menna Barreto

Elenco

Fernando Alves Pinto
Giuly Biancato
Lourinelson Vladimir
Mayana Neiva
Vinicius Sabag

Pôsters

Premiações

48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Melhor Direção Aly Muritiba, Melhor Ator Coadjuvante Lourinelson Vladmir, Melhor Atriz Coadjuvante Giuly Biancato, Melhor Fotografia Pablo Baião, Melhor Direção de Arte Monica Palazzo, Melhor Montagem João Menna Barreto.

Curiosidades

Fotos

Big Jato

O rito de passagem da juventude que tem a poesia como guia e a prosa como guarda. Momento de decisão entre a dureza agreste de um pai econômico e a suavidade anárquica de um tio excessivo: Limpar a merda do mundo ou provocar a liberdade?

Através das pesadas lentes de seus óculos e de seus imaturos 15 anos, Xico premedita o acaso de seu futuro em uma cidade que flutua no tempo.

Ficha Técnica

Título original: Big Jato
Gênero: Drama
Duração: 93min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Claudio Assis
Assistente de direção: Julia Moraes
Roteiro: Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco
Produção: Bárbara Isabella Rocha
Produtor executivo: Marcello Ludwig Maia e Stella Zimmerman
Produtora executiva associada: Camila Valença
Co-produção: Canal Brasil, República Pureza Filmes e Perdidas Ilusões
Música: DJ Dolores
Som: Miriam Biderman e Ricardo Reis
Som direto: Valéria Ferro
Fotografia: Marcelo Durst
Desenho de produção: Ananias de Caldas e Karen Araújo
Direção de Arte: Ananias de Caldas e Karen Araújo
Edição: Karen Harley

Elenco

Matheus Nachtergaele
Marcélia Cartaxo
Rafael Nicácio
Artur Maia
Vertin Moura
Francisco de Assis Moraes
Clarice Fantini
Fabiana Pirro
Gabrielle Lopes
Pally Siqueira
Jards Macalé

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme, Ator (Matheus Nachtergaele), Atriz (Marcélia Cartaxo), Roteiro (Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco) e Trilha Sonora (DJ Dolores) no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2015.

Curiosidades

- O roteiro de Big Jato foi adaptado do livro de Xico Sá por Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco

Fotos

Prova de Coragem

Em Prova de Coragem, Hermano, médico bem-sucedido, prepara uma escalada de alto risco em uma montanha na Terra do Fogo quando se vê às voltas com a gravidez de Adri, com quem vive há sete anos. Mesmo com a perspectiva de ser pai, Hermano decide seguir com a escalada. Esta é a prova de coragem que Hermano deve a si mesmo. Ele carrega a culpa de nada ter feito para evitar o brutal espancamento de Bonobo, seu melhor amigo de adolescência. Hermano se cobra um gesto reparador, um ato heroico? O enfrentamento de um risco mortal. É isso o que se impõe na escalada? Reparação e, quem sabe, castigo? Hermano parte e, no mesmo dia, Adri entra prematuramente em trabalho de parto; ela e a criança estão entre a vida e a morte. Em Prova de Coragem, duas questões se combinam: O que é ser livre, afinal? Navegar ao sabor de nossos desejos ou escolher os nossos compromissos? Para responder, é preciso coragem.

Ficha Técnica

Título original: Prova de Coragem
Gênero: Drama
Duração:
90min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Roberto Gervitz
Roteiro: Roberto Gervitz
Produtor executivo: Monica Schmiedt e Liliana Sulzbach
Co-produção: M. Schmiedt Produções, Globo Filmes, Telecine
Música: Luiz Henrique Xavier
Som: Kiko Ferraz e Chrístian Vaizs
Som direto: Fabian Oliver e Álvaro Rivero
Fotografia: Lauro Escorel
Desenho de produção: Adrian Cooper
Direção de Arte: Adrian Cooper
Figurino: Tais Cardoso
Edição: Manga Campion

Elenco

Armando Babaioff
Mariana Ximenes
Daniel Volpi
Áurea Maranhão
Cesar Troncoso
Nickolas Caprio
Marcele Tedy
Nicolas Vargas
Martín Fagundez
Caio Pereira
Bruno Barcelos
Fabiana Amorim
Wagner dos Santos
Pedro Martins
Márcia do Canto

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Prova de Coragem é baseado no livro “Mãos de Cavalo”, de Daniel Galera.

- Titulo anterior de Prova de Fogo era Mãos de Cavalo, o mesmo do livro.

- Prova de Coragem foi rodado em Porto Alegre.

- O diretor de Prova de Coragem, Roberto Gervitz trabalhou em diversas áreas da produção cinematográfica, particularmente na montagem e na edição de som de filmes de diretores como Ana Carolina e Hector Babenco, entre outros. Em 1978, dirigiu o longa-metragem Braços Cruzados, Máquinas Paradas, com Sérgio Toledo. Este documentário recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Leipzig/79, e representou o Brasil no Fórum do Festival de Berlim. Feliz Ano Velho (1986/87), seu primeiro filme de ficção, recebeu sete prêmios no Festival de Gramado (1988), atingindo um milhão de espectadores. Ainda em 1988 foi escolhido pelo meio cinematográfico como o Diretor Revelação, o então chamado prêmio Sarney. Em janeiro de 2005, lançou Jogo Subterrâneo, baseado em um conto de Julio Cortázar. Foi selecionado para inúmeros festivais internacionais como San Sebastian e Mannheim-Heidelberg, sendo premiado em Palm Springs, Havana, Bruxelas, Miami, entre outros. Ainda em 2005, dirigiu quatro episódios da série televisiva Carandiru - Outras Histórias. Nos anos seguintes, Gervitz desenvolveu roteiros de filmes e séries para Luiz Carlos Barreto e Hector Babenco. Lecionou direção e roteiro por dois anos, além de dar inúmeras palestras pelo país.

Fotos

A Esperança é a Última que Morre

Em A Esperança é a Última que Morre, Hortência (Dani Calabresa) é uma repórter de TV dedicada, que sonha em ser âncora do telejornal local. Mas sua colega Vanessa (Katiuscia Canoro) fará de tudo para ocupar a vaga. Diante da concorrência, Hortência inventa um falso serial killer, o “Assassino dos Provérbios”. Ela conta com a ajuda de Eric (Danton Mello) e Ramon (Rodrigo Sant’anna), que trabalham no IML. Mas os crimes de mentira começam a fugir do seu controle.

Ficha Técnica

Título original: A Esperança é a Última que Morre
Gênero: Comedia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Calvito Leal
Roteiro: Eduardo Albuquerque e Patrícia Andrade
Produção: Isabel Graça, Diego Paiva, Luciana Boal Marinho e Alberto Graça
Produtor executivo: Tereza Gonzalez e Lili Nogueira
Co-produção: MPC Filmes
Música: Plínio Profeta
Som: George Saldanha
Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino: Ana Avelar
Edição: Marcelo Moraes
Maquiagem: Lucila Robirosa

Elenco

Dani Calabresa
Danton Mello
Katiuscia Canoro
Rodrigo Sant’anna
Augusto Madeira
Adriana Garambone
Thelmo Fernandes
Márvio Lúcio (Carioca)
Mary Scheyla

Pôsters

Premiações

Curiosidades

Fotos

Fome

Nas veredas da metrópole paulistana, um velho homem abandona o passado e deambula na invisibilidade. Carrega consigo apenas um carrinho, alguns trapos e a velhice. Depois que se viu a morte é possível morrer de amor por alguém?

Ficha Técnica

Título original: Fome
Gênero:
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Cristiano Burlan
Roteiro: Cristiano Burlan e Henrique Zanoni
Produtor executivo: Simone Paz
Co-produção: Bela Filmes
Música: Juão Nin - Andróide Sem Par
Som: Cláudio Gonçalves e Fábio Bessa
Fotografia: Helder Filipe Martins
Desenho de produção: Borys Duque
Direção de Arte: Borys Duque
Figurino: Borys Duque
Edição: Cristiano Burlan e Renato Maia

Elenco

Jean-Claude Bernardet
Ana Carolina Marinho
Henrique Zanoni
Juão Nin
Gustavo Canovas
Adriana Guerra
Rodrigo Sanches
Francis Vogner

Pôsters

Premiações

- No 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Melhor Som Claudio Gonçalves e Flávio Bessa e
Prêmio Especial do Juri para Jean-Claude Bernardet.

Curiosidades

O firetor do filme Fome, Cristiano Burlan, nasceu em Porto Alegre em 1975. É diretor de cinema e teatro. Na década de 1990, morou em Barcelona, onde dirigiu o grupo de cinema experimental Super-8. Em São Paulo, esteve à frente do grupo de teatro A Fúria. Sua filmografia contém mais de 15 títulos, entre ficções e documentários. É professor da Academia Internacional de Cinema, AIC. A maior parte de sua filmografia participou de importantes festivais, como os de Havana, de Málaga e de Toronto, entre outros. Seu documentário mais recente, Mataram Meu Irmão, foi o grande vencedor do festival É Tudo Verdade 2013, reconhecido com os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e da Crítica, do 40º. Festival Sesc de Melhores Filmes, com o Melhor Documentário do Ano e o Prêmio do Governador do Estado de São Paulo como Melhor Filme. É diretor de Hamlet, filme que entrou em cartaz nos cinemas em 2015.

Fotos

Longas são destaque no 22º Festival de Cinema de Vitória

O Festival de Cinema de Vitória, que chega à sua 22ª edição, vai reunir, de 11 a 16 de setembro, na capital do Espírito Santo, obras e realizadores de destaque no cenário audiovisual nacional. Dez longas-metragens serão exibidos como parte da extensa programação.

Desses, cinco fazem parte da 5ª Mostra Competitiva Nacional de Longas - que, este ano, recebeu 70 filmes inscritos nesse formato - e concorrerão ao Troféu Vitória em diversas categorias. Os outros cinco compõem as sessões especiais do Festival, que trarão filmes sem caráter competitivo, como, “Trinta“, de Paulo Machline, com Matheus Nachtergaele - o homenageado nacional desta edição - e “A Luneta do Tempo”, de Alceu Valença.

Há opções para todos os gostos, em todos os dias de evento, sempre com entrada gratuita, no Theatro Carlos Gomes.

Entre os selecionados que concorrem ao troféu, está o filme mineiro “Ela Volta na Quinta” , de André Novais Oliveira, que passou por diversos festivais, como 25th FIDMarseille; Festival du Nouveau Cinema de Montreal e a 18º Mostra de Cinema de Tiradentes. De São Paulo, “Sinfonia da Necrópole” , de Juliana Rojas, também integra a competição e marca o retorno da diretora às competições do Festival de Cinema de Vitória.

O gênero terror fica por conta do filme “As Fábulas Negras” , de Rodrigo Aragão, Joel Caetano, Petter Baiestorf e José Mojica Marins, que já foi exibido em festivais este ano, como 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes; Horrorant Film Fest (Grécia); Fantaspoa (Porto Alegre); e Nocturna (Espanha). O capixaba Rodrigo Aragão retorna ao Festival assinando dois dos cinco episódios da produção, dois anos após exibir “Mar negro”.

Outra ficção da Mostra Competitiva Nacional de Longas é “Nervos de Aço” , do veterano Maurice Capovilla, um dos nomes mais importantes do cinema nacional. Único documentário em competição, o carioca “Mais do Que eu Possa Me Reconhecer” , de Allan Ribeiro, encerra a lista de longas-metragens selecionados. O filme já participou da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes, levando o prêmio de Melhor Filme da Mostra Aurora.

“A mostra deste ano dá continuidade ao processo de acompanhar os desdobramentos de um momento ímpar na cinematografia nacional recente: a ascensão de uma fértil safra de filmes que dialogam diretamente com as principais questões do Brasil contemporâneo, apontando para um enfrentamento das mais diversas tensões e contradições socioculturais, sempre sob a forma de experiências estéticas tão potentes quanto diversas entre si”, avalia um dos curadores, Erly Vieira Jr.

As Sessões Especiais no 22º Festival de Cinema de Vitória

Já fora de competição, as sessões especiais exibirão filmes de destaque nacional convidados pelo Festival e inéditos em Vitória. Na primeira noite do evento, sexta-feira (11/09), às 21h, haverá a Sessão Especial Petrobras, com a exibição do filme “A Luneta do Tempo” (2014), de Alceu Valença. O longa-metragem é o primeiro do artista, conhecido nacionalmente por sua carreira musical. Alceu, além de assinar a direção e ter atuado como roteirista e montador do filme, escreveu todas as canções e ainda aparece na pele do personagem Véio Quiabo.

No sábado (12/09), a partir das 15h, a programação especial segue com a Sessão Especial BNDES, que, após uma seleção de curtas que concorrem ao Troféu Vitória pelo júri popular, exibirá o longa “Trinta” (2014), de Paulo Machline, fora de competição. O filme narra a trajetória do carnavalesco Joãosinho Trinta, vivido, na trama, pelo ator Matheus Nachtergaele.

Ainda na programação de sábado, depois da mostra competitiva, o público poderá conferir outro longa fora de competição - “O Animal Sonhado” (2015), de Breno Baptista, Luciana Vieira, Rodrigo Fernandes, Samuel Brasileiro, Ticiana Augusto Lima e Victor Costa Lopes. Inserido na programação do Viradão Vitória, o filme será exibido na madrugada de sábado para domingo, às 5h da manhã, na Sessão Especial Viradão Vitória.

No domingo (13/09), o longa-metragem especial é “Das Profundezas” (2013), de Penna Filho, que será exibido às 15h na Sessão Homenagem a Penna Filho. Membros da família do cineasta capixaba, que faleceu este ano, receberão o Troféu Vitória em memória de sua carreira no audiovisual. “Das Profundezas” é uma ficção inspirada na história dos trabalhadores das minas da região carbonífera de Santa Catarina, e também aborda a ditadura militar de 1964 como pano de fundo. O filme é o último do diretor, que faleceu aos 79 anos, em Florianópolis.

Já o último longa-metragem fora de competição será apresentado na última noite do evento, quarta-feira (16/09), a partir das 19h, na Sessão Especial de Encerramento. “Teobaldo Morto, Romeu Exilado” (2014), de Rodrigo de Oliveira, fechará a 22ª edição do Festival de Cinema de Vitória. Coproduzido pela Galpão Produções, o filme, exibido na Mostra Autora, dentro da 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes, foi gravado no distrito de Burarama, interior do Espírito Santo, e é o segundo longa-metragem do diretor (o mesmo de “As Horas Vulgares”, ao lado de Vitor Graize).

Os filmes selecionados para a 5ª Mostra Competitiva Nacional de Longas concorrem ao Troféu Vitória em seis categorias: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Interpretação (válido para atores e atrizes), Melhor Contribuição Artística (válido para categorias técnicas a serem apontadas pelo júri - fotografia, direção de arte, montagem, som, trilha sonora etc) e Prêmio do Júri Popular. O anúncio das produções premiadas será feito no último dia do Festival, 16 de setembro, na Cerimônia de Encerramento.

Programação completa e maiores informações vai no site oficial do 22º Festival de Cinema de Vitória

A Família Dionti

A Família Dionti narra a fantástica história de um pai e seus dois filhos, Kelton, de 13 anos, e Serino, de 15, que vivem em um sítio no interior de Minas Gerais. A mãe não mora mais com eles, pois derreteu de amor, evaporou e partiu. Enquanto todos os dias sonha com a volta da mulher a cada chuva que cai, o pai cuida dos filhos com olhar atento, preocupado com a possibilidade de que tenham herdado o dom da mãe. Mas Sirino é seco e chora grãos de areia. Já Kelton, ao se apaixonar pela primeira vez por uma garota de circo, literalmente se liquefaz de amor. A Família Dionti retrata de forma especial o tema universal da descoberta do amor, sem deixar de lado as cores regionais do interior do Brasil contemporâneo.

Ficha Técnica

Título original: A Família Dionti
Gênero: Drama
Duração: 97min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Alan Minas
Roteiro: Alan Minas
Produtor executivo: Daniela Vitorino
Co-produção: Caraminhola Produções Artísticas Ltda
Música: Clower Curtis
Som: Felipe Paszkiewicz
Fotografia: Guga Millet
Desenho de produção: Oswaldo Eduardo Lioi
Direção de Arte: Oswaldo Eduardo Lioi
Figurino: Marcela Poloni
Edição: Livia Serpa

Elenco

Antônio Edson
Gero Camilo
Murilo Quirino
Anna Luiza Paes Marques
Bernardo Lucindo
Bia Bedran
Neila Tavares
Fernando Bohrer
Alisson Minas

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme de longa metragemno Premio do Juri Popular do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2015.

Curiosidades

- A diretora de A Família Dionti, Alan Minas, é roteirista e diretor do longa A Morte Inventada - Alienação Parental (2009). O documentário tornou-se uma referência no tema e, em 2014, Alan lançou o livro A Morte Inventada - Ensaios e Vozes, pela Editora Saraiva. Realizou os curtas A Língua das Coisas (2010), do Curta Criança do Minc e TV Brasil, prêmios no FAM-2010, melhor roteiro no Cine Fantasy-SP-2010, convidado no Festival do Rio - Mostra Geração; Homens ao mar (2006), estreou no Festival de Cinema Viña Del Mar; O Refém (2004), prêmio de melhor filme no CineAmazônia; A Encomenda (2002), premiado no Festival de Curtas de São Paulo e de Teresina e O Apito (2000). Escreveu o roteiro do premiado curta Nas Estrelas (2001). Em 2015 prepara o longa O Deserto de Luíza e desenvolve a série de TV De Agora em Diante, enquanto lança A Família Dionti, com o suporte do Latin America Fund, do Tribeca Film Institute, NY.

Fotos

S.O.S. Mulheres ao Mar 2

A relação de Adriana (Giovanna Antonelli) e André (Reynaldo Gianecchini) vai de vento em popa, assim como suas carreiras. Adriana vai estrear uma coluna nova em um jornal e André está prestes a lançar sua nova coleção de moda em um cruzeiro pelo Caribe. O romance deles é ameaçado quando Adriana descobre que a bela top model Anitta (Rhaisa Batista), ex-namorada de André, está embarcando no mesmo cruzeiro que ele. A escritora então convoca mais uma vez a irmã Luiza (Fabiula Nascimento) e sua ex-diarista Dialinda (Thalita Carauta), para impedir que André e Anitta se reaproximem. Juntas elas embarcam em uma viagem de carro partindo de Miami para tentar alcançar o navio, antes que ele chegue à sua próxima parada: Cancún.

Ficha Técnica

Título original: S.O.S. Mulheres ao Mar 2
Gênero: Comedia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Europa Filmes e Universal Pictures International, Elo Company
Direção: Cris D’Amato
Assistente de direção: Bruno Garotti

Roteiro: Sylvio Gonçalves e Bruno Garotti
Co-roteirista: Rodrigo Nogueira e Flávia Guimarães
Produtor executivo: Julio Uchôa
Direção de produção: Leilanie Silva
Co-produção: Universal Pictures International e Globo Filmes
Música: Ricardo Leão
Som direto: Zezé D’Alice
Fotografia: Felipe Reinheimer
Direção de Arte: Alexandre Meyer
Figurino: Fúlvia Costalonga
Edição: Eduardo Hartung
Continuidade: Patricia Alencastro
Maquiagem: Ancelmo Salomão Saffi

Elenco

Giovanna Antonelli
Reynaldo Gianecchini
Rhaisa Batista
Fabiula Nascimento
Thalita Carauta
Gil Coelho
Felipe Roque

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Sequencia de S.O.S. Mulheres ao Mar também da diretora Cris D’Amato.

- O longa S.O.S. Mulheres ao Mar 2 teve como cenários Cancún, Riviera Maya, Playa del Carmen e Yucatan, no México; Miami (EUA); e Rio de Janeiro.

- Cris D’Amato atuou como diretora assistente em sucessos recentes do cinema brasileiro: Chico Xavier, Tempos de Paz e O Primo Basílio, entre outros. Trabalhou como assistente de direção em 35 longas-metragens ao longo de sua carreira. Como diretora estreou em 2006, com o filme Sem Controle, estrelado por Eduardo Moscovis e Milena Toscano. Sem Controle ganhou o prêmio de Melhor Direção, do Júri Popular, no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles.

Em 2013, Cris codirigiu com Daniel Filho o filme Confissões de Adolescente. No ano passado, a diretora lançou S.O.S. Mulheres ao Mar, comédia que teve 1,8 milhão de espectadores. Além da estreia de S.O.S. Mulheres ao Mar 2, Cris D’Amato também lança em 2015 Linda de Morrer, com Glória Pires.

- O roteiro de S.O.S. Mulheres ao Mar 2 é novamente assinado por Sylvio Gonçalves agora em parceria com Bruno Garotti e colaboração de Rodrigo Nogueira e Flávia Guimarães.

Fotos

Sairam os Curtas Selecionados para o Festival do Rio 2015

O Festival do Rio, que todos os anos exibe filmes inéditos, premiados, independentes e raros de todos os cantos do mundo, sempre dedicou uma atenção especial ao cinema nacional. Este ano, o Festival do Rio tem o prazer de anunciar a presença de 41 longas e 19 curtas brasileiros em sua 17ª edição.

O público escolhe o melhor filme na categorias curta-metragem, através do voto popular e um júri oficial elege as demais categorias

Confira os Curtas selecionados para a 17ª edição Festival do Rio

MOSTRAS COMPETITIVAS
1. Até a China (Sheeliton), de Marão, 15 min (RJ) DOC
2. Cumieira (The Top Floor), de Diego Benevides, 13 min (PB) DOC
3. Fantasia de Papel (Photonovels), de Tetê Mattos, 15 min (RJ) DOC
4. Guida (Guida), de Rosana Urbes, 12 min (SP) FIC
5. Mar de Fogo (Sea of Fire), de Joel Pizzini, 8 min (RJ) DOC
6. Marrocos (Morocco), de Andrea Nero e Iajima Silena, 8 min (SP) DOC
7. Olho-Urubu (Urubu-Eye), de André Guerreiro Lopes, 13 min (SP) FIC
8. Pele de Pássaro (Bird Skin), de Clara Peltier, 15 min (RJ) DOC
9. Serra do Caxambu (Serra do Caxambu), de Marcio Brito Neto, 15 min (RJ) DOC
10. Som Guia (Sound Guide), de Felipe Rocha, 15 min (RJ) FIC

Novos Rumos
1. Escape From My Eyes (Escape From My Eyes), de Felipe Bragança, 30 min (RJ) DOC
2. Imóvel (Still), de Isaac Pipano, 20 min (RJ) FIC
3. Outubro Acabou (October is Over), de Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes, 24 min (RJ) FIC
4. Tarântula (Tarantula), de Aly Muritiba, Marja Calafange, 20 min (PR) FIC

CURTAS EM MOSTRAS NÃO COMPETITIVAS

Rio 450 Anos - CURTAS
1. A Pedra Que Samba (A Rock That Sambas), de Camila Agustini e Roman Lechapelier, 12 min (RJ) DOC
2. Projeto Beirute (Beirut), de Anna Azevedo, 15 min (RJ) DOC
3. Solte os Bichos de Uma Vez! (Heads Will Roll!), de Marcelo Goulart, 11 min (RJ) DOC

Itinerários Únicos
1. Lygia Clark em Nova York (Lygia Clark in New York), de Daniela Thomas, 26 min (RJ) DOC
2. Xampy (Xampy), de Paulo Menezes e Daniel Wiermant, 25 min (SP) DOC

Festival do Rio anuncia lista com 41 longas brasileiros

O Festival do Rio, que todos os anos exibe filmes inéditos, premiados, independentes e raros de todos os cantos do mundo, sempre dedicou uma atenção especial ao cinema nacional. Este ano, o Festival do Rio tem o prazer de anunciar a presença de 41 longas-metragens brasileiros em sua 17ª edição.

Na Première Brasil, uma das mostras mais esperadas e concorridas do Festival, serão exibidas produções de diretores estreantes e consagrados, com filmes dos mais variados enfoques e regiões do país. O público escolhe o melhor filme nas categorias ficção e documentário, através do voto popular e um júri oficial elege as demais categorias (abaixo a lista completa)

Dentro da Première Brasil, a mostra competitiva Novos Rumos se consolida como um espaço aberto à diversas linguagens cinematográficas, com produções de cineastas estreantes e veteranos em sua seleção.

Por conta das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro, serão exibidos seis filmes que tem a cidade como cenário ou tema na mostra Rio 450 anos.

Além da Première Brasil outros filmes brasileiros serão exibidos nas mostras Panorama, Expectativa, Midnight Movies, Fronteiras, Itinerários Únicos e Tesouro, que vai exibir o clássico “Menino de Engenho”, de Walter Lima Jr em cópia restaurada.

Todos os filmes da Première Brasil terão sessões especiais no Cinépolis Lagoon, sessões populares no Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro e debates com o público e diretores serão promovidos pelo Cine Encontro.

Em breve traremos a lista dos Curta-metragens da 17ª edição Festival do Rio

Festival do Rio Longas Metragens Mostra Competitivas

Ficção
1. Aspirantes (Hopefuls), de Ives Rosenfeld, 75 min (RJ)
2. A Floresta Que se Move (The Moving Forest), de Vinícius Coimbra, 99 min (RJ) WP
3. Beatriz (Beatriz), de Alberto Graça, 99 min (RJ) WP
4. Boi Neon (Bull Down), de Gabriel Mascaro, 101 min (PE)
5. Califórnia (California), de Marina Person, 85 min (SP) WP
6. Campo Grande (Campo Grande), de Sandra Kogut, 109 min (RJ) WP
7. Introdução à Música do Sangue (Introduction to the Music of Blood), de Luiz Carlos Lacerda, 95 min, (RJ)
8. Mate-me Por Favor (Kill Me Please), de Anita Rocha da Silveira, 101 min (RJ)
9. Mundo Cão (In Dog’s Words), de Marcos Jorge, 100 min (SP) WP
10. Nise - Coração da Loucura (Nise - The Heart of Madness), de Roberto Berliner, 109 min (RJ) WP
11. Órfãos do Eldorado (Orphans of Eldorado), de Guilherme Coelho, 96 min (RJ)
12. Quase Memória (Oblivious Memory), de Ruy Guerra, 95 min (RJ) WP
13. Tudo que Aprendemos Juntos (The Violin Teacher), de Sérgio Machado, 100 min (SP)

Documentário
1. Betinho - A Esperança Equilibrista (Betinho - Hope on the Line), de Victor Lopes, 90 min (RJ) WP
2. Cordilheiras no Mar: A Fúria do Fogo Bárbaro (Ridges in the Sea: The Fury of the Wild Fire), de Geneton Moraes Neto, 98 min (RJ)
3. Crônica da Demolição (Chronicle of the Demolition), de Eduardo Ades, 89 min (RJ) WP
4. Futuro Junho (Future June), de Maria Augusta Ramos, 100 min (RJ) WP
5. Marias (Marias), de Joana Mariani, 73 min (SP) WP
6. Mario Wallace Simonsen, Entre a Memória e a História (Mario Wallace Simonsen, Between Memory and History), de Ricardo Pinto e Silva, 110 min (SP) WP
7. Olmo e a Gaivota (Olmo and The Seagull), de Petra Costa e Lea Glob, 82 min (SP)

Novos Rumos
1. A Morte de J.P. Cuenca (The Death of J.P.Cuenca), de João Paulo Cuenca, 90 min (RJ) WP
2. A Seita (The Sect), de André Antônio, 70 min (PE) WP
3. Beira-Mar (Seashore), de Filipe Matzembacher & Marcio Reolon, 83 min (RS)
4. Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois (Clarisse or something about us), de Petrus Cariry, 84 min (CE) WP
5. Jonas (Jonah), de Lô Politi, 90 min (SP) WP
6. Ralé (Ralé - The Lower Depths), de Helena Ignez, 73 min (SP) WP

Festival do Rio Longas Metragens Mostra Não Competitivas

Hors Concours

Ficção
Através da Sombra (The other side of the Win), de Walter Lima Jr., 100 min (RJ) WP
Em Três Atos, de Lúcia Murat, 76 min (RJ)

Documentário
1. 82 Minutos (82 Minutes), de Nelson Hoineff, 125 min (RJ) WP
2. Andre Midani - do Vinil ao Download (A Brief History of Brazilian Music - Andre Midani, from Vinyl to Download), de Andrucha Waddington e Mini Kerti, 120 min (RJ)

Rio 450 Anos
1. O Rio por Eles (Rio by Them), de Ernesto Rodrigues, 90 min (RJ) WP
2. São Sebastião do Rio de Janeiro, a Formação de uma Cidade (São Sebastiao do Rio de Janeiro, Creating a City), de Juliana de Carvalho, 90 min (RJ) WP
3. O Porto do Rio, de Pedro Évora, Luciana Bezerra, 85 min (SP) WP

Panorama
1. No Retrovisor [título provisório] (Looking at the Rear View Mirror), de João Araujo, 101 min (RJ) WP
2. Brasil vs Brasil (Brasil vs Brasil), de Marcos Prado, 52 min (RJ) WP

Expectativa
1. Ninguém Ama Ninguém… Por Mais de Dois Anos (No One Loves Anyone… For More Than Two Years), de Clovis Mello, 87 min (SP) WP
2. Zoom (Zoom), de Pedro Morelli, 97 min (SP)
3. Quanto Tempo o Tempo Tem (How Much Time Time Has), de Adriana L. Dutra, 80 min (RJ)

Fronteiras
1. Levante! (Uprising!), de Susanna Lira e Barney Lankester-owen, 52 min (RJ)

Midnight
1. As Fábulas Negras (The Black Fables), de Rodrigo Aragão, Joel Caetano, Petter Baiestorf e José Mojica Marins, 93 min (ES)

Tesouro
1. Menino de Engenho, de Walter Lima Jr, 110 min - 1965

Filmes Atualizados

Boi Neon

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Atualizado em 27 set 2015

Beira-Mar

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Atualizado em 27 set 2015

A Morte de J.P.Cuenca

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Atualizado em 27 set 2015

A Floresta Que Se Move

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Atualizado em 26 set 2015

Em Três Atos

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Atualizado em 26 set 2015