Author Archives: Leo Faria

Animaldiçoados reunirá diversos filmes de animação no Rio e SP

Animaldiçoados reunirá diversos filmes de animação no Rio e SPO Animaldiçoados 2015 reunirá diversos filmes de animação, brasileiros e estrangeiros de terror, horror, suspense e outros gêneros amaldiçoados dedicados ao público adulto nesta semana de 3 a 13 de setembro de 2015 no Rio de Janeiro.

A programação do festival é composta pela competição internacional de animação, retrospectivas, programas dedicados a filmografias de animadores e o programa especial de animações sobre extraterrestres, tema desta sexta edição do festival.

Os aliens e outros seres extraterrestres não identificados sempre despertaram o fascínio e curiosidade de muita gente. A crença em inteligência extraterrestre, que já tinha características quase religiosas, alcança uma nova dimensão com os filmes selecionados para o Animaldiçoados 2015.

Novos cineastas e produtores independentes mostrarão seus filmes e terão contato com outras produções e profissionais do universo de animação de terror, horror e suspense para adultos no Brasil.

Urlok de otirb no Festival AnimaldiçoadosEm destaque um “Especial Galáxia de Brito” apresentando uma seleção das animações do brasileiro André Brito. André Brito nasceu em 1968,no Rio de Janeiro, onde trabalha como Ilustrador, e xilogravador. Suas animações independentes contam com a narração de Cesar Lobo e trilha sonora de André Perim. As animações da produtora já participaram de vários festivais.

O público poderá assistir com exclusividade às estreias nacionais e internacionais. As animações serão analisadas pelo Júri Técnico e pelo Júri Popular.

O Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura irá premiar o Melhor Animaldiçoado Brasileiro. Para o Animaldiçoados 2015 foram selecionadas 62 animações: 02 longas-metragens, 47 animações para a competição de curtas-metragens e 13 animações para os especiais 2015.

De 3 a 13 de setembro de 2015 no Centro Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro e de 24 a 26 de setembro de 2015 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

Programação completa e classificação indicativa no website do festival www.animaldicoados.com

Destaques Brasileiros do Festival Animaldiçoados

A Fuga
Brasil / Douglas Alves Ferreira / 00:10:00 / 2015 / Animação 2D
No antigo Egito, o exército romano está conduzindo seus prisioneiros de guerra pelo deserto. Um menino tenta fugir de seus captores.

Nem tudo é
Brasil / André Luiz / 00:01:01 / 2015
Em um dia de chuva, uma garotinha encontra uma flor em sua caminhada. O sentimento mais radical e podre pode aparecer quando a ternura se instala em seu coração, mostrando que o lado mais sujo do ser humano pode pairar a qualquer momento.

Fácil Assim
Brasil / Leandro Angare e Tadeu Zvir / 00:04:36 / 2015
Sobre uma cidade devastada, um homem mantém a rotina degradante. A cada dia que passa sua única esperança está em manter viva uma planta.

Gemini
Brasil / Leandro Lopes / 00:04:18 / 2014
Uma visão perturbadora da efemeridade da vida.

The Yellow Generation
Brasil/ Daniel Sake / 00:07:00 / 2014
Sem evidências para justificar a prisão do Hacker “THC”, suposto inimigo público número 1, os líderes da Major Fortress colocam em prática um arriscado plano de assassinato.

Romeu & Julieta
Brasil / Luciano Bugarin / 00:03:05 /2015
Uma releitura da famosa história de Romeu & Julieta, desta vez ambientada na fria Antártida.

Medida
Brasil / Waleska Ruschel / 00:00:54 /2015
Pequenas medidas que compõe grandes elementos.

Insanity
Brasil / Tiago Alves de Souza / 00:01:54 / 2015
Animação musical experimental que conta a história de um jovem preso em um mundo de pesadelos.

Amanhecendo no Inferno
Brasil / Diogo Sousa e Fredé C.F. / 00:02:55 / 2015
Imersos em um cenário de horror e sofrimento, com suas dores e prazeres grotescos, cabe a cada um escolher através da imaginação a melhor forma de enfrentar esses demônios.

Máfia de Mercado
Brasil / Leandro Ferra / 00:03:43 / 2015
Máfia do mercado fala da sobreposição do sistema, como somos sugados e aceitamos participar da hipocrisia mercadológica.

Quimeras
Brasil / Waleska Ruschel / 00:02:55 / 2014
Coletânea de sonhos recorrentes de infância.

Bicho Papão
Brasil / Luciano Irrthum / 00:05:16 / 2015
Um dia qualquer, os medos infantis podem ter sentido. Cuidado!

Pisando em Ovos
Brasil / Cristiano Sousa / 00:01:00 / 2014
Após uma noite de bebedeira, uma loira misteriosa resolve, sem motivo, quebrar o ovo da páscoa de um coelho e acaba recebendo o troco.

Tempus Fugit
Brasil / Julia Simas e Vitor Moura / 00:03:25 / 2015
Confusa ao voltar de um enterro pela primeira vez, uma menina incia uma luta contra a inevitabilidade de sua própria morte.

Urlok de otirb
Brasil / André Brito / 00:02:00 / 2009
As aventuras do sanguinário Urlok, rei de Otirb.

Unhudo
Brasil / André Brito / 00:04:00 / 2014
A maldição do unhudo, menino mau que batia na mãe.

Baobá
Brasil / André Brito / 00:04:00 / 2015
Depois da hecatombe, o velho mestre relembra e conta suas histórias.

Diesel Rock and Stardust
Brasil / Filippe Lyra / 00:05:07 / 2013
Vivendo em uma distopia eletrônica, em que a experiência sintética é a única forma de apreensão do mundo, dois agentes secretos são enviados para explorar a origem demodulações gigantes.

Pequeno Dicionário Amoroso 2

Em Pequeno Dicionário Amoroso 2 o destino reservou uma surpresa para Luiza e Gabriel. Vivendo novas histórias de amor, eles voltam a se encontrar, 18 anos depois, e dão mais uma chance à paixão. Seus filhos, jovens abertos a todos os tipos de relacionamento, também experimentam a dor e a delícia da busca do par ideal.

Ficha Técnica

Título original: Pequeno Dicionário Amoroso 2
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 90 min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes
Direção: Sandra Werneck
Co-direção: Mauro Farias
Roteiro: Paulo Halm e Rita Toledo
Produção: Sandra Werneck
Produtor executivo: Elisa Tolomelli
Co-produção: Cineluz, Telecine, Paramount Pictures, Globo Filmes
Música: João Nabuco
Som: Waldir Xavier
Som direto: José Moreau Louzeiro
Fotografia: Luis Abramo
Direção de Arte: Valeria Costa
Figurino: Kika Lopes e Christina Gross
Edição: Pedro Bronz
Maquiagem: Rose Verçosa e Uiran de Holanda

Elenco

Andrea Beltrão (Luiza)
Daniel Dantas (Gabriel)
GlóriaPires (Bel)
Fernanda Vasconcellos (Alice)
Fernanda de Freitas (Jaqueline)
Eduardo Moscovis (Guto)
Marcello Airoldi (Alex)
Miguel Arraes (Pedro)
Priscila Steinman (Ju)
Camilla Amado (Dona Sônia)
Renato Goés (João)
Elizangela (Lady Jane)

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Pequeno Dicionário Amoroso 2 foi realizado 18 anos apos o filme original Pequeno Dicionário Amoroso (1996).

- Do elenco original retornam Andrea Beltrão, Daniel Dantas e Glória Pires. Dois meses depois foi possível conciliar a agenda dos outros atores em mais duas semanas,

- Para conseguir conciliar agenda dos atores foi preciso filmar Pequeno Dicionário Amoroso 2 em duas etapas. A primeira, em plena Copa do Mundo de 2014, para aproveitar as folgas de Andréa e Daniel.

- Sinopse completa:
Pequeno Dicionário Amoroso 2 resgata a história de Luiza (Andréa Beltrão) e Gabriel (Daniel Dantas) que se conheceram, se apaixonaram, se casaram e se separaram no primeiro filme.
Em um golpe do destino, Luiza e Gabriel voltam a se encontrar, 18 anos depois, no mesmo lugar onde se conheceram, um cemitério, no enterro do padrasto de Luiza.

Ela casou, teve a sonhada filha, separou, casou de novo, desta vez com Alex (Marcello Airoldi), com quem teve mais um filho, Pedro (Miguel Arraes). Luiza e Alex vivem um casamento estável e que não anda nos seus melhores momentos. Luiza agora é dona de uma galeria de arte e está realizada profissionalmente. Sua filha estuda no exterior e o filho é um adolescente que está descobrindo a sexualidade.

Gabriel continua trabalhando no seu laboratório de bichos peçonhentos, namorou várias mulheres, tentou casar novamente e agora namora Jaqueline (Fernanda de Freitas), uma mulher mais nova, apaixonada, ciumenta e cheia de energia. Alice, sua filha com a ex-mulher Bel (Glória Pires), é uma jovem que quer se divertir, se apaixonar e está aberta a relacionamentos com meninos e meninas. Pedro, filho de Luiza e Alex, passa horas trancado no quarto assistindo filmes “proibido para menores” e se distraindo em sites de relacionamento.

Bel é uma exotérica divertida para quem todos recorrem quando estão inseguros nos relacionamentos amorosos. Tarô, borra de café, magias podem mudar o destino dos apaixonados? Jacqueline acredita que sim. É na ex-mulher de Gabriel que ela tenta encontrar a solução para não perder o namorado. Por ele, Jaqueline é capaz de fazer qualquer coisa.

Mas, a nova história de amor entre Luiza e Gabriel pode estar ameaçada não só pelos velhos erros como também por novos encontros…

- A premiada carreira de Sandra Werneck abrange documentários e filmes de ficção, de curta, média e longa-metragem. Com três milhões de espectadores, Cazuza – O Tempo não Pára, codirigido por Walter Carvalho, foi um dos filmes mais premiados das últimas safras do cinema brasileiro. As comédias românticas, Pequeno Dicionário Amoroso e Amores Possíveis também foram êxitos de bilheteria e ganharam prêmios no Brasil e no exterior. Amores Possíveis foi eleito o Melhor filme Latino-Americano no Sundance Film Festival, em 2001.

Mas sua carreira começou com documentários de forte cunho social e formatos pouco convencionais. Em Pena Prisão detentas “interpretam” seu próprio cotidiano num presídio carioca. Ritos de Passagem enfoca travestis, Damas da Noite documenta prostitutas, Profissão Criança aborda o trabalho infantil. O premiado A Guerra dos Meninos – Prêmio Especial do Júri no Amsterdan Documentary Film Festival, em 1991 – realiza denúncia pioneira sobre o assassinato de meninos de rua, no contexto da violência urbana brasileira. O documentário Meninas, sobre gravidez adolescente, participou da Mostra Panorama, do prestigiado Festival de Berlim, em 2006, e abriu como “Hors Concours”, o mais importante evento de documentários da América Latina, o Festival Internacional É Tudo Verdade.

Continuando nesse tema, o penúltimo filme de Sandra, Sonhos Roubados, que teve seu lançamento comercial em abril de 2010, aborda a prostituição e a banalização da vida sexual de jovens da periferia. É uma peça a mais na construção de uma premiada obra, na qual sensibilidade e contundência temática são elementos indissociáveis. Sonhos Roubados recebeu os prêmios de Melhor Filme do Júri Popular e Melhor Atriz no Festival do Rio. As atrizes também foram premiadas no Festival Brasileiro de Miami, Festival Biarritz Amérique Latine – Cinémas et Cultures e no Festival du Cinéma Brésilien de Paris.

FILMOGRAFIA:
2015 – Pequeno Dicionário Amoroso 2
2009 – Sonhos Roubados
2005 – Meninas
2004 – Cazuza – O Tempo não Pára
2001 – Amores Possíveis
1997 – Pequeno Dicionário Amoroso
1994 – Pintinho
1994 – Canudos – As Duas Faces da Montanha
1993 – Profissão Criança
1992 – Pornografia
1991 – Guerra dos Meninos
1989 – Canal Click
1987 – Damas da Noite
1986 – Geléia Geral
1984 – Pena Prisão
1980 – Ritos de Passagem
1976 – Bom Dia Brasil

Fotos

Obra

João Carlos de Almeida Neto (Irandhir) que, às vésperas do nascimento do primeiro filho, descobre um cemitério clandestino na obra que executa em um terreno que pertenceu a seu avô. Duramente confrontado por seu mestre de obras (Júlio), tem de encarar os difíceis dilemas a respeito do passado de sua família.

Ficha Técnica

Título original: Obra
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Gregório Graziosi
Roteiro: Gregório Graziosi e Paulo Gregori
Produção: Zita Carvalhosa
Co-produção: Cinematográfica Superfilmes
Música:
Som: Fabio Baldo
Fotografia: André S. Brandão
Direção de Arte: Mario Saladini e Vera Oliveira
Figurino: Cris Candido
Edição: Gabriel Cieira de Mello

Elenco

Irandhir Santos
Júlio Andrade
Marku Ribas
Lola Peploe
Luciana Inês Domschke
Sabrina Greve
Turíbio Ruiz
Christiana Ubach
Marisol Ribeiro
Helena Albergaria
Vinicius Zinn
Fernando Coimbra
Donizete Mazonas
Ligia Franchini
Ravel Andrade

Pôsters

Premiações

- Prêmio de Melhor fotografia e o Prêmio FIPRESCI de melhor filme latino-americano no Festival do Rio, 2014

- Prêmio Coral de Contribuição Artística no Festival de Havana, 2014

Curiosidades

- Obra, primeiro longa-metragem do diretor Gregório Graziosi. Nascido na cidade de São Paulo, Gregório Graziosi, 31 anos, é formado em Cinema e Artes Plásticas. Seus curtas-metragens Saba (2007), Saltos (2008), e Monumento(2012) foram exibidos em importantes festivais de cinema como Cannes Cinefondation, Locarno, Mar Del Plata, Clermont Ferrand, IDFA e Cinema Du Reel. Obra é seu primeiro longa-metragem. Atualmente desenvolve seu segundo longa Tinnitus, escrito a quatro mãos com o cineasta Marco Dutra, novamente tem produção de Zita Carvalhosa pela Superfilmes.

- Filmado em preto e branco, em formato scope.

- cenários icônicos como o Copan, o Conjunto Nacional, a Igreja da Consolação e a Estação Pinacoteca

- Foi último trabalho no cinema de Marku Ribas

- A inglesa Lola Peploe, filha de Mark Peploe (roteirista de ‘Passageiro - Profissão: Repórter’, de Michelangelo Antonioni) e sobrinha e afilhada de Bernardo Bertolucci

- Obra, rodado em 2012

Fotos

Veja o trailer de Infância de Domingos Oliveira estreia dia 10 de setembro

Infância, de Domingos Oliveira, já tem cartaz e trailer oficiais. O longa é uma adaptação da peça “Do Fundo do Lago Escuro”, de Domingos Oliveira, que também assina o roteiro do filme. O elenco conta com Fernanda Montenegro, Paulo Betti, Maria Flor, Nanda Costa, Priscilla Rozenbaum, Ricardo Kosovski, Raul Guaraná, entre outros. O filme estreia dia 10 de setembro.

O longa narra um dia na infância de Rodriguinho (Raul Guaraná) num casarão de Botafogo, no Rio de Janeiro. O menino é filho de Conceição (Priscilla Rozenbaum) e neto de Dona Mocinha (Fernanda Montenegro), a matriarca da família. Tudo ocorre sob a expectativa do discurso de Carlos Lacerda, em meio às tensões que precederam a queda de Getúlio Vargas.

Para Fernanda Montenegro, no filme Infância “Domingos fala claramente do núcleo familiar. E se você fala em família, fala em nação. Eu não conheço, também, nenhum outro cineasta no nosso país que fale do amor como o Domingos fala. Ele aborda o encontro de pessoas e os contrastes nesse encontro e no reencontro”, aponta a atriz.

Com longa carreira, o trabalho de Domingos Oliveira tem como característica marcante a mescla entre comédia, drama e filosofia. Em Infância, o diretor e roteirista investe na delicadeza e no humor para descrever o funcionamento autoritário da família em questão.

Infância é produzido por Teatro Ilustre e Forte Filmes e tem distribuição da Forte Filmes.

Assista ao trailer de Infância de Domingos Oliveira

Veja a ficha completa de Infância

Festival de Cinema Brasileiro da Escandinávia foi Cancelado

Infelizmente somos obrigados a informar que a 10a. edição do BrasilCine – The Brazilian Film Festival in Scandinavia
(Festival de Cinema Brasileiro da Escandinávia) foi cancelada para o ano de 2015 pela falta de patrocínio a organização do evento transferiu para uma data em 2016 na esperança que o apoio seja alcançada até lá.

Desde já nos solidarizamos com a organização do evento e nos pomos a disposição para apoiar e divulgar quaisquer evento ligados a preservação e divulgação do Cinema Brasileiro.

Seque a nota oficial da Diretora geral do BrasilCine - The Brazilian Film Festival in Scandinavia, Juliana Moreira

Caros amigos do cinema brasileiro,

É com muito pesar que vimos por meio desta comunicar o cancelamento da 10a. edição do BrasilCine – The Brazilian Film Festival in Scandinavia, programada para acontecer entre os dias 7 e 11 de outubro de 2015 na cidade de Estocolmo, capital da Suécia.

O cancelamento se deve à falta de apoio financeiro que permita a sua realização no ano de 2015.

O BrasilCine, enquanto única janela do audiovisual brasileiro em terras nórdicas, continua atuando fortemente para a inserção do cinema brasileiro no exterior.

Em seus nove anos de existência, o festival exibiu 229 filmes (99 longas e 130 curtas) tornando-se assim a única e maior referência de cinema na região para a divulgação de produções nacionais.

Lamentamos enormemente quaisquer transtornos causados a todos cujas agendas já estavam reservadas para o festival.
Apesar dos pesares enxergamos na adversidade a oportunidade de formular novas ideias que incrementem ainda mais o festival e este amálgama entre a cultura nórdica e latino-americana. A edição do décimo aniversário do BrasilCine fica, portanto, transferida para os dias 5-9 de outubro de 2016.

Juliana Moreira

Diretora geral do BrasilCine - The Brazilian Film Festival in Scandinavia

Para maiores informações vai no site oficial do festival

Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete

No Meia Hora, tabloide carioca de manchetes bem-humoradas e abordagens inusitadas, tiro vira ‘pipoco’ e facção criminosa é ‘bonde sinistrão’; bandido escondido ‘tá malocado’, vivo ‘toca o terror’, e morto ‘levou ferro’; a polícia, quando invade, ‘dá sacode’, quando atira, ‘senta o dedo’, quando prende, ‘mete em cana’; cadeia fica melhor como ‘tranca’, ‘jaula’ ou ‘xilindró’; ladrão de galinha é “vagabundo” e estuprador é “monstro”; o exterior é tratado de “no estrangeiro”; e mulher bonita ganha adjetivos hortifrutigranjeiros como morango, melancia, maçã, cereja e jaca.

Ficha Técnica

Título original: Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete
Gênero: Documentario
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Boulevard Filmes
Direção: Angelo Defanti
Roteiro:
Produção: Angelo Defanti, Bárbara Defanti e Felippe Schultz Mussel
Co-produção: Sobretudo Produção
Música: Gustavo Monteiro
Som: Daniel Turini e Fernando Henna
Som direto: Felippe Schultz Mussel
Fotografia: José Eduardo Limongi
Edição: Bernardo Jucá
Montagem adicional: Eduardo Aquino
Colorista: Fabrício Batista
Animações: Rafael Müller

Elenco

Alexandre Freeland
David Brazil
Eucimar de Oliveira
Flavio ‘Tiozão’ Trindade
Gigi de Carvalho
Giovani Marangoni
Henrique Freitas
Humberto Tziolas
Muniz Sodré
Paulo Renato
Sylvia Debossan Moretzsohn
Valesca Popozuda
Washington ‘Apolinho’ Rodrigues

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Angelo Defanti é formado em Cinema e atua como diretor, roteirista, produtor e curador. Dirigiu sete curtas-metragens, dentre eles “Maridos, amantes e pisantes” e “Feijoada completa”, premiados no Brasil e no exterior. Foi produtor executivo de “Alemão”, filme de José Eduardo Belmonte. Atualmente, desenvolve os longas “O clube dos anjos”, baseado no livro de Luis Fernando Verissimo, “Vento sudoeste”, adaptação do suspense de Luiz Alfredo Garcia-Roza, “Sinuca embaixo d’água”, a partir do romance de Carol Bensimon, e ainda o documentário “O fim do mundo”, inspirado em reportagem de Consuelo Dieguez na Revista Piauí.

Fotos

O Último Cine Drive-in

O Último Cine Drive-in conta a história de reencontro entre um pai e um filho, tendo como pano de fundo o fim do último cinema drive-in do Brasil. O jovem operário Marlombrando (Breno Nina) precisa levar sua mãe (Rita Assemany) para fazer um exame médico em Brasília. O que seria uma breve viagem se torna uma longa batalha no terceiro maior hospital público do país. Sem ter a quem recorrer, Marlombrando precisará reencontrar seu pai, Almeida (Othon Bastos), ausente há muitos anos. Dono do Cine Drive-in de Brasília, Almeida insiste em manter vivo um tipo de cinema que já não atrai mais espectadores como na década de 70. Com a ameaça de demolição do cinema e o agravamento da doença de Fátima, pai e filho precisam resolver questões do passado para realizar um irresponsável plano de reencontro entre Fátima e o último Cine Drive-in.

Ficha Técnica

Título original: O Último Cine Drive-in
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Iberê Carvalho
Roteiro: Iberê Carvalho e Zepedro Gollo
Produtor executivo: Carol Barboza
Co-produção: O2 Filmes, Pavirada Filmes, Ligocki Entretenimento, Chroma Comunicação
Música: Sascha Kratzer, Zepedro Gollo e Bruno Berê
Som: Miriam Bidermam e Ricardo Reis
Som direto: Marcos Manna
Fotografia: André Carvalheira
Direção de Arte: Maíra Carvalho
Figurino: Juliana Ramos
Edição: J. Procópio e Iberê Carvalho

Elenco

Othon Bastos
Rita Assemany
Breno Nina
Chico Sant’anna
Fernanda Rocha
André Deca
Rosanna Viegas
Vinícius Ferreira
Mounir Maasri
Zécarlos Machado

Pôsters

Premiações

- Prêmio da Crítica de Melhor Longa Metragem Nacional, Melhor Ator para Breno Nina, Melhor atriz Coadjuvante para Fernanda Rocha e Melhor Direção de Arte para Maíra Carvalho no 43º Festival de Cinema de Gramado

Curiosidades

- O diretor de O Último Cine Drive-in, Iberê Carvalho nasceu em Brasília em 1976. Estudou antropologia, jornalismo e fez pós-graduação em direção cinematográfica em Madrid, Espanha. Atuando no cinema desde 2000, dirigiu os curta metragens Suicídio Cidadão, Para Pedir Perdão, e Procura-se, além do documentário Maria Lenk - A essência do Espírito Olímpico. Como diretor, recebeu diversas premiações, incluindo o prêmio Coral de melhor curta metragem no 31º Festival Internacional de Cinema de Havana, em Cuba; o prêmio Cartoon Network de melhor filme no Festival Prix Jeunesse Iberoamericano e o prêmio de melhor filme 16mm no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Seus filmes já foram exibidos em festivais renomados como Toulouse, Paris, Los Angeles, Barcelona, Londres, Lisboa e em diversos festivais brasileiros.

- O Cine Drive-in de Brasília foi construído em 1973 pelo filho do ex-presidente João Figueiredo. Depois de inaugurado, procurou-se alguém para gerenciá-lo, foi então que o pai de Marta Fagundes, atual proprietária, decidiu trabalhar no local. Marta ajudou seu pai desde o princípio. Na década de 80, houve uma brusca queda de público e as dívidas se acumularam tanto, que Marta e seu pai tiveram que fechar as portas em 1988. Mas, Marta juntou suas economias, entrou numa licitação para assumir o negócio e venceu. O movimento caiu consideravelmente, mas ao contrário dos outros 33 drive-ins do Brasil, o brasiliense resistiu à era do 3D e das salas multiplex.

Fotos

Linda de Morrer

Em Linda de Morrer a médica muito famosa, Paula (Gloria Pires) descobre como resolver o drama das mulheres modernas: a celulite. Com o recém-criado Milagra, ela espera salvá-las deste “mal”. Porém, Paula toma o remédio e morre de um inesperado efeito colateral. Agora, seu espírito preso à Terra precisa denunciar o próprio remédio e salvar as futuras vítimas de seu inescrupuloso sócio, Dr. Francis (Angelo Paes Leme). Para isso ela conta apenas com duas pessoas: o estabanado Dr. Daniel (Emilio Dantas), que acaba de herdar o dom da mediunidade da avó (Susana Vieira), e Alice (Antonia Morais), sua filha com quem vivia às turras quando era viva.

Ficha Técnica

Título original: Linda de Morrer
Gênero: Comedia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Cris D’Amato
Roteiro: Carolina Castro/ Jô Abdu / Marcelo Saback
Argumento: Carolina Castro
Produção: Iafa Britz
Produtor executivo: Angelo Gastal
Co-produção: Migdal Filmes, Fox Film do Brasil, Globo Filmes
Música:
Fotografia: Nonato Estrela
Direção de Arte: Marcos Flaksman
Figurino: Reka Koves
Edição:

Elenco

Gloria Pires
Emilio Dantas
Antonia Morais
Susana Vieira
Angelo Paes Leme
Vivianne Pasmanter
Pablo Sanabio
Stella Miranda
Priscilla Marinho
Glaucia Rodrigues
Aline Guimaraes
Ana Jansen
Alcione Mazzeo
Carol Macedo

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- A diretora de Linda de Morrer, Cris D’Amato dirigiu o sucesso de público S.O.S. – Mulheres ao Mar, que levou quase dois milhões de espectadores aos cinemas, e rodou S.O.S. – Mulheres ao Mar 2 em fevereiro de 2015. Como diretora, estreou em 2007, com o filme Sem Controle, estrelado por Eduardo Moscovis e Milena Toscano. Sem Controle ganhou o prêmio de Melhor Direção, do Júri Popular, no Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles. Ela atuou como diretora assistente em sucessos recentes do cinema brasileiro: As Vidas de Chico Xavier, Tempos de Paz e O Primo Basílio, entre outros. Trabalhou como assistente de direção em 35 longas-metragens ao longo de sua carreira. Na TV, Cris é uma das diretoras de “Pé na Cova”, programa de Miguel Falabella para TV Globo. Ela dirigiu também episódios das séries “As Brasileiras” e “As Cariocas”, de Daniel Filho: “A Vingativa do Méier”, “A internauta da Mangueira” e “A Desinibida do Grajaú”.

Fotos

Cativas - Presas Pelo Coração

Andrea escolhe seu vestido de noiva. Kamila preparase para sua primeira visita íntima ao namorado. Simone sofre com o companheiro viciado em crack. Eliane espera que o seu amado, 22 anos mais moço, se comporte bem. Malu reencontrou o pai de sua filha dez anos depois, mas não tem o direito de viver com ele. Camila não pode vivenciar sua gravidez ao lado do marido. Cida sofreu uma séria desilusão com o homem por quem era apaixonada. Histórias de amor como tantas, mas vividas entre mulheres e presidiários, em meio às muitas limitações e à esperança de uma dia constituir uma família do lado de fora. O filme investiga como são estes casamentos, o que eles são capazes de construir ou destruir na vida delas. Através de relatos emocionados, cartas carinhosamente decoradas e um acesso privilegiado à intimidade dos casais, revela-se esse universo de mulheres livres que se mantêm cativas do lado de fora, em nome do amor.

Ficha Técnica

Título original: Cativas - Presas Pelo Coração
Gênero: Documentário
Duração: 77 min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Joana Nin
Assistente de direção: Sandra Nodari
Roteiro: Joana Nin e Sandra Nodari
Produção: Sônia Procópio
Produtor executivo: Joana Nin
Assistente de produção: Raquel Zanotelli
Música:
Som: Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Armando Torres Jr.
Som direto: Robertinho Oliveira
Fotografia: Luciano Coelho
Assistente de câmera: Eduardo Azevedo
Direção de Arte: Marcellus Schnell, Liana Lessa
Edição: Jordana Berg
Fotografia Still: Lauro Borges

Elenco

não informado

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Preparação de filmagens com presos por Sheylli Caleffi

- Filmado e finalizado em Full HD

Fotos

#INQUIETACOES_SP concurso de argumentos sobre São Paulo para cinema

O Arq.Futuro, plataforma de discussão sobre o futuro das cidades, e a Academia de Filmes, produtora audiovisual, promovem o concurso #INQUIETACOES_SP. Além do MIS, a iniciativa conta com apoio do YouTube Space, Spcine, Espaço Itaú de Cinema e Editora Trip.

O concurso vai selecionar e premiar cinco argumentos cinematográficos que respondam à pergunta: “Que história você contaria para reinventar São Paulo?”. As propostas vencedoras serão roteirizadas e transformadas em filme, com produção da Academia de Filmes e direção de Marco Aslan.

Os autores dos cinco melhores trabalhos serão premiados com R$ 5 mil. As inscrições estarão abertas de 18 de agosto até 5 de outubro, pelo site www.inquietacoes.com. Os vencedores serão anunciados em 16 de dezembro.

Pessoas maiores de 18 anos e residentes no Brasil (não necessariamente nascidas e/ou moradoras da capital paulista), podem participar do concurso. As histórias serão selecionadas com base em sua originalidade, qualidade artística e potencial de adaptabilidade para o cinema.

Além dos textos, candidatos podem complementar suas inscrições com o envio de conteúdos audiovisuais – vídeos, fotos e ilustrações – como referências de suporte para sua história.

Os vencedores serão escolhidos por um júri multidisciplinar nas áreas de cinema, roteiro, editoração, produção cultural, arquitetura e urbanismo. A comissão julgadora será composta por Marisa Moreira Salles, cofundadora do Arq.Futuro e da BEI Editora, Paulo Roberto Schmidt, produtor e fundador da Academia de Filmes, André Sturm, diretor do Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS, Adhemar Oliveira, diretor do Espaço Itaú de Cinema, Alfredo Manevy, diretor-presidente da Spcine, Álvaro Paes de Barros, diretor de conteúdo do YouTube Brasil, além dos roteiristas Adriana Falcão e Maurício Zacarias, dos diretores Ugo Giorgetti e Marco Aslan, e de Washington Fajardo, arquiteto, urbanista e presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade.

O cronograma completo do concurso poderá ser acessado no site do concurso (www.inquietacoes.com). Em caso de dúvida, os candidatos podem enviar mensagem para: inquietaçõ[email protected]

SERVIÇO: ENCONTROS #INQUIETACOES_SP

DATA: 1º e 8 de setembro às 19h30
ENDEREÇO: YOUTUBE SPACE – Rua Sólon, 1121, Bom Retiro – São Paulo, SP.
Entrada franca, com transmissão ao vivo pelo canal Inquietacoes_SP no YouTube.

Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo anuncia os filmes premiados

Em cerimônia realizada na Cinemateca Brasileira na noite da última sexta-feira, 28 de agosto, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo anunciou os filmes premiados de sua 26ª edição, que teve início em 19 de agosto e segue até o dia 30, domingo, na capital paulista Em setembro, o festival apresenta destaques de sua programação nas cidades de Fortaleza (03 a 06), Santo André (05, 12, 19 e 26) São José dos Campos (10 a 13) e Ribeirão Preto (19 e 20).

Sem caráter competitivo, o festival conta com apoiadores e patrocinadores na distribuição de diferentes prêmios e troféus para os realizadores participantes do evento.

Premiados no 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo

Prêmio Itamaraty

Prêmio: “O Castelo”, de Helena Ungaretti, Guilherme Giufrida, Alexandre Wahrhaftig e Miguel Ramos (SP)
Menção Honrosa: “Filme Som”, de Cesar Gananian e Alexandre Moura (SP)

Prêmio Revelacao Petrobras

Prêmio: “Macapá”, de Marcos Ponts (UFMA - MA)

Prêmio Canal Brasil de Incentivo ao Curta-metragem

Prêmio: “João Batista”, de Rodrigo Rezende Meireles (MG)

Prêmio SECTV para Novos Talentos

Melhor filme brasileiro de diretor estreante: “Macapá”, de Marcos Ponts (MA)
Melhor filme internacional de diretor estreante: “Eu + Ela”, de Joseph Oxford (EUA)

Prêmio Canal Curta! e Porta Curtas

Melhor filme da Mostra Brasil: “Retrato de Carmem D.”, de Isabel Joffily (RJ)
Melhor filme do Panorama Paulista: “Chapa”, de Fábio Montanari (SP)

Trofeus CTAV

“Até a China”, de Marcelo Marão (RJ)
“Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato (MS)

Trofeus ABD-SP

Melhor filme do Panorama Paulista: “Rua da Solidariedade”, de Jader Chahine e João Paulo Bocchi (SP)

Trofeus ABCA “O Kaiser” para Melhor Animador

Carlos Eduardo Nogueira, pelo filme “Mobios” (SP)

Trofeus Cachaca Cinema Clube

Melhor filme Nativo: “Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato (MS)
Melhor filme de Falo: “Virgindade”, de Chico Lacerda (PE)
Melhor filme de Família: “Ensaio Sobre Minha Mãe”, de Jocimar Dias Jr. (RJ)

O público que acompanhou o 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo pode votar e eleger os filmes favoritos desta edição nas mostras principais da programação (Mostra Brasil, Internacional e Latino-Americana). Os dez mais votados da Mostra Brasil serão exibidos em duas sessões especiais no próximo sábado, dia 29, às 19h e 21h, no Museu da Imagem e do Som (MIS).

Mostra Brasil

“Até a China”, de Marcelo Marão (RJ)
“Ciclo 7×1”, de Gil Baroni (PR)
“Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato (MS)
“De Profundis”, de Isabela Cribari (PE)
“João Batista”, de Rodrigo Rezende Meireles (MG)
“Muros”, de Camele Queiroz e Fabricio Ramos (BA)
“No Devagar Depressa Dos Tempos”, de Eliza Capai (SP)
“O Teto Sobre Nós”, de Bruno Carboni (RS)
“Retrato de Carmem D.”, de Isabel Joffily (RJ)
“Uma Família Ilustre”, de Beth Formaggini (RJ)

Pequeno Dicionário Amoroso

A arquiteta Luiza, fotógrafa por hobby, conhece num cemitério o biólogo Gabriel, recém-separado de Bel. Eles se apaixonam, mas hesitam em se comprometer e questionam a natureza de seus sentimentos. Seus melhores amigos, a solteirona Marta e a cientista Barata, procuram dar conselhos práticos para manter vivo o relacionamento, documentado sob a forma de verbetes de A a Z, como amor, beleza, felicidade, idílio, jogo, lamento, revanche, xeque-mate e zerar.

Ficha Técnica

Título original: Pequeno Dicionário Amoroso
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 91 min
Lançamento (Brasil): 1996
Distribuição: Riofilme
Direção: Sandra Werneck
Roteiro: Paulo Halm e José Roberto Torero
Produção: Sandra Werneck, Marc Beauchamps e Bruno Wainer
Produtor executivo: Alvarina Souza e Silva
Co-produção: Cineluz Produções Cinematográficas, Lumière Latin America e Consórcio Europa
Música: João Nabuco e Ed Motta
Som: Sílvio Da-Rin
Fotografia: Walter Carvalho
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Pedro Sayad
Edição: Virgínia Flores

Elenco

Andréa Beltrão
Daniel Dantas
Mônica Torres
Tony Ramos
Glória Pires
José Wilker
Marcos Winter
Denise Fraga

Pôsters

Premiações

- Prêmios: Melhor Fotografia (Walter Carvalho) e Montagem (Virgínia Flores), XXIX Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1996.

Curiosidades

- Primeiro longa de ficção da documentarista Sandra Werneck.

- As filmagens, iniciadas em janeiro de 1995, foram interrompidas por causa da primeira gravidez de Andréa Beltrão, que voltou a engravidar ao final do trabalho, em fevereiro de 1996.

- “Quem nunca se apaixonou, viveu uma ardente relação amorosa, depois brigou, discutiu, separou-se e ficou na dúvida: será que valeu a pena? Será que vamos tentar de novo? Esta história, que é sua, minha, de nós todos, é o tema de Pequeno dicionário amoroso, um dos mais bem sucedidos filmes do Novo Cinema Brasileiro. Um feito notável, ainda porque é obra de uma diretora que vinha de curtas e documentários, a estreante na ficção, Sandra Werneck. Mas ela fez as escolhas certas. Depurou um bom roteiro, selecionou os atores adequados e conseguiu fazer uma comédia romântica humana e moderna. Alguns até a acusaram de ser uma comédia carioca, como se isso fosse um defeito e não qualidade; afinal, o carioca sempre foi conhecido por senso de humor. Mas que ninguém se inquiete, a história é universal. Estrelado por Andréa Beltrão, inesquecível revelação da série de tevê Armação ilimitada, e Daniel Dantas, filho do consagrado ator Nelson Dantas, o filme também conta com as presenças marcantes de Mônica Torres e Tony Ramos, que formam a espirituosa dupla de amigos e confidentes do casal, além da excelente trilha musical de Ed Motta e João Nabuco, com participações especiais de Nana Caymmi e do compositor e violonista Guinga. Quando os atores conversarem diretamente com você, olhando para a câmera, vai entender por que Pequeno dicionário amoroso fez sucesso. É confirmar a diversidade de temas e o talento de nossos cineastas.” – texto de Rubens Ewald Filho, Coleção Isto É, Novo Cinema Brasileiro, Editora Três, SP,
1999.

- Público aproximadamente 400.000 pessoas.

- A premiada carreira de Sandra Werneck abrange documentários e filmes de ficção, de curta, média e longa-metragem. Com três milhões de espectadores, Cazuza – O Tempo não Pára, codirigido por Walter Carvalho, foi um dos filmes mais premiados das últimas safras do cinema brasileiro. As comédias românticas, Pequeno Dicionário Amoroso e Amores Possíveis também foram êxitos de bilheteria e ganharam prêmios no Brasil e no exterior. Amores Possíveis foi eleito o Melhor filme Latino-Americano no Sundance Film Festival, em 2001.

Mas sua carreira começou com documentários de forte cunho social e formatos pouco convencionais. Em Pena Prisão detentas “interpretam” seu próprio cotidiano num presídio carioca. Ritos de Passagem enfoca travestis, Damas da Noite documenta prostitutas, Profissão Criança aborda o trabalho infantil. O premiado A Guerra dos Meninos – Prêmio Especial do Júri no Amsterdan Documentary Film Festival, em 1991 – realiza denúncia pioneira sobre o assassinato de meninos de rua, no contexto da violência urbana brasileira. O documentário Meninas, sobre gravidez adolescente, participou da Mostra Panorama, do prestigiado Festival de Berlim, em 2006, e abriu como “Hors Concours”, o mais importante evento de documentários da América Latina, o Festival Internacional É Tudo Verdade.

Continuando nesse tema, o penúltimo filme de Sandra, Sonhos Roubados, que teve seu lançamento comercial em abril de 2010, aborda a prostituição e a banalização da vida sexual de jovens da periferia. É uma peça a mais na construção de uma premiada obra, na qual sensibilidade e contundência temática são elementos indissociáveis. Sonhos Roubados recebeu os prêmios de Melhor Filme do Júri Popular e Melhor Atriz no Festival do Rio. As atrizes também foram premiadas no Festival Brasileiro de Miami, Festival Biarritz Amérique Latine – Cinémas et Cultures e no Festival du Cinéma Brésilien de Paris.

FILMOGRAFIA:
2015 – Pequeno Dicionário Amoroso 2
2009 – Sonhos Roubados
2005 – Meninas
2004 – Cazuza – O Tempo não Pára
2001 – Amores Possíveis
1997 – Pequeno Dicionário Amoroso
1994 – Pintinho
1994 – Canudos – As Duas Faces da Montanha
1993 – Profissão Criança
1992 – Pornografia
1991 – Guerra dos Meninos
1989 – Canal Click
1987 – Damas da Noite
1986 – Geléia Geral
1984 – Pena Prisão
1980 – Ritos de Passagem
1976 – Bom Dia Brasil

Fotos

Infância

Infância narra um dia na infância de Rodriguinho (Raul Guaraná) num casarão de Botafogo, no Rio de Janeiro. O menino é filho de Conceição (Priscilla Rozenbaum) e neto de Dona Mocinha (Fernanda Montenegro), a matriarca da família. Tudo ocorre sob a expectativa do discurso de Carlos Lacerda, em meio às tensões que precederam a queda de Getúlio Vargas.

Ficha Técnica

Título original: Infância
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Forte Filmes
Direção: Domingos Oliveira
Roteiro: Domingos Oliveira
Produtor executivo: Renata Paschoal
Direção de produção: Renata Paschoal
Co-produção: Teatro Ilustre e Forte Filmes
Música:
Som: José Louzeiro
Som direto: Toninho Muricy
Fotografia: Paulo Violeta
Câmera: Paulo Violeta
Direção de Arte: Ronald Teixeira
Figurino: Kika Lopes
Edição: Tina Saphira

Elenco

Fernanda Montenegro
Priscilla Rozenbaum
Paulo Betti
Ricardo Kosovski
Nanda Costa
Maria Flor
Fernando Gomes
José Roberto Oliveira
Raul Guarana
Lucca Valor
Clemente Viscaino
Renata Paschoal

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- O longa é uma adaptação da peça “Do Fundo do Lago Escuro”, de Domingos Oliveira

Fotos

Que horas ela volta?

Depois de deixar a filha no interior de Pernambuco e passar 13 anos como babá do menino Fabinho em São Paulo, Val tem estabilidade financeira mas convive com a culpa por não ter criado sua filha Jéssica.Às vésperas do vestibular do menino, no entanto, ela recebe um telefonema da filha que parece ser sua segunda chance. Jéssica quer apoio para vir a São Paulo prestar vestibular. Com alegria e ao mesmo tempo apreensão, Val prepara a tão sonhada vinda da filha, apoiada por seus patrões. Mas quando Jéssica chega, a convivência é difícil. Ela não age dentro do protocolo esperado para ela, o que gera tensão dentro da casa. Todos serão atingidos pela autenticidade de sua personalidade. No meio deles, dividida entre a sala e a cozinha, Val terá que achar um novo modo de vida.

Ficha Técnica

Título original: Que Horas Ela Volta?
Gênero: Drama
Duração: 114 min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Anna Muylaert
Roteiro: Anna Muylaert
Produção: Caio Gullane e Claudia Büschel
Co-produção: Globo Filmes, Gullane, África Filmes, Pandora
Música: Fábio Trummer e Vitor Araújo
Som: Miriam Biderman, ABC e Ricardo Reis
Fotografia: Bárbara Alvarez
Desenho de produção: Thales Junqueira,
Marcos Pedroso
Direção de Arte: Marcos Pedroso e Thales Junqueira
Figurino: Cláudia Kopke, André Simonetti
Edição: Karen Harley

Elenco

Regina Casé
Michel Joelsas
Camila Márdila
Karine Teles
Lourenço Mutarelli
Helena Albergaria
Bete Dorgam
Luis Miranda
Theo Werneck
Luci Pereira
Anapaula Csernik
Hugo Villavicenzio
Roberto Camargo
Alex Huszar
Audrey Lima Lopes
Thaise Reis
Nilcéia Vicente

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Titulo inicial Porta da Cozinha

- Titulo em Ingles The Second Mother

- Lançamento comercial no Brasil, Estados Unidos e Canada no mesmo dia, 28 de Agosto de 2015, fato raro.

Fotos

Trago Comigo de Tata Amaral vence Prêmio do Público no Festival de Cinema Latino-Americano

Em cerimônia realizada nesta quarta-feira, 5/08, na Tenda Petrobras para o Cinema Latino-Americano, instalada no Memorial da América Latina, foram anunciados os vencedores do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

O Prêmio de Coprodução foi para “Viva a Música” (Colômbia/México), dirigido por Carlos Moreno. Selecionado para os festivais de Sundance e Guadalajara deste ano, o longa-metragem inédito no Brasil acompanha o mergulho de uma jovem pela música e pela dança das ruas da cidade de Cáli, na Colômbia. Sem se importar com as consequências, ela está disposta a provar tudo de excitante que a cidade tem a oferecer, incluindo drogas e sexo.

O brasileiro Trago Comigo, de Tata Amaral, conquistou o Prêmio do Público. Na obra, que teve première mundial no evento, Carlos Alberto Ricelli vive um diretor de teatro com bloqueios de memória sobre sua prisão na época da ditadura civil-militar, nos anos 1970 no Brasil. Ele decide montar uma peça e, com fiapos de memória, vai improvisando o texto com seu jovem elenco até mergulhar na sua própria história e revelar aquilo que de tão doloroso, preferiu esquecer.

Já o júri da Mostra Escolas de Cinema Cina-Cilect, formado pelos cineastas Cristiano Burlan, Carla Gallo e Caru Alves de Souza, outorgou o prêmio de melhor título da competição para o mexicano “400 Malas”. Dirigido por Fernanda Valadez e produzido pelo Centro de Capacitación Cinematográfica, o curta-metragem focaliza a jornada de uma mãe para encontrar seu filho desaparecido no caminho da fronteira dos Estados Unidos, em violento território.

Na cerimônia foram ainda homenageados e receberam o Troféu Fundação Memorial da América Latina o DJ Tutu Moraes e os cineastas Lírio Ferreira e Hector Babenco. Este último, fora do país, foi representado pelo produtor Francisco Ramalho Júnior.

Uma realização da Fundação Memorial da América Latina, da Secretaria de Estado da Cultura, e da Associação do Audiovisual, o 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo teve patrocínio da Petrobras e da Sabesp - Companhia de Saneamento Básico de São Paulo. A programação exibiu um total 111 títulos, representando 17 países da América Latina e do Caribe. As projeções aconteceram no Memorial da América Latina (Tenda Petrobras para o Cinema Latino-Americano), Cinesesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo (Sala Lima Barreto e Sala Paulo Emílio), Cinusp Maria Antonia, Cinusp Paulo Emílio, Reserva Cultural, Espaço Itaú de Cinema – Frei Caneca e Cinemateca Brasileira.

Foi destaque ainda o Seminário Internacional “Caminhos do Audiovisual Latino-Americano no Século 21”, que reuniu especialistas internacionais em cinco mesas: A Produção Audiovisual Latino-Americana na era Digital e Conectada. Possibilidades e Tendências; Escolas de Cinema e Audiovisual no Contexto Social, cultural e Profissional; A Web e o Audiovisual Latino-Americano. Produção e Distribuição na Rede; Novas Modalidades Temáticas, Dramatúrgicas e Estéticas; e Coprodução Internacional.

A curadoria do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo foi assinada por João Batista de Andrade, Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho. Iniciativa do Ministério da Cultura / Lei Federal de Incentivo à Cultura, o evento contou com correalização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Spcine e Sesc São Paulo, e apoio cultural da Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo e do Cinusp.

Cine Ceará anuncia Curtas das mostras Competitiva e Olhar do Ceará

O Cine Ceará - Festival Ibero-Americano de Cinema selecionou 16 produções para a Mostra Competitiva Brasileira de Curtas-Metragens e 13 para a Mostra Olhar do Ceará da 25ª edição, que acontecerá em Fortaleza de 18 a 24 de junho.

Para a Competitiva de Curtas foram selecionados filmes de animação, experimental, ficção e documentário de realizadores de dez estados, alguns inéditos e outros com participação e premiação em outros festivais. Os participantes desta Mostra no Cine Ceará disputam o Troféu Mucuripe nas seguintes categorias: Melhor Curta-Metragem, Direção, Roteiro e Produção Cearense. O melhor curta ganhará ainda o Prêmio Aquisição Canal Brasil, no valor de R$ 15 mil.

A mostra Olhar do Ceará, criada em 1999 como um espaço para ver e discutir o audiovisual cearense, exibirá 13 curtas-metragens produzidos entre 2014 e 2015 por realizadores cearenses ou residentes do Estado, cuja melhor obra também será agraciada com o Troféu Mucuripe.

Também receberão o troféu o melhor curta ganhador do Prêmio da Crítica (eleitos pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema - Abraccine) e do Prêmio Olhar Universitário (escolhidos por um júri de estudantes de cinema).

A curadoria das mostras Competitiva de Curta-Metragem e Olhar do Ceará foi composta por Victor Furtado e Guto Parente.

Victor Furtado é realizador e pesquisador de cinema. Formado na Escola Pública de Audiovisual de Fortaleza, na Vila das Artes, está graduando-se em Teatro na Universidade Federal do Ceará. Realizou curtas-metragens como “Raimundo dos Queijos” e “Meu Amigo Mineiro” (em co-direção com Gabriel Martins), filmes que rodaram festivais. Entre outros trabalhos realizados, fez pesquisa de conteúdo e personagem para episódios seriados “Blood Brothers” e “Extreme World” do canal Discovery Channel e “Modelos em Transe” a estrear em 2015 no Canal Brasil.

Guto Parente é realizador, roteirista e montador. Escreveu e dirigiu sete curtas, entre os quais, “Espuma e Osso” (2007), “Flash Happy Society” (2009) e “Dizem que os cães veem coisas” (2012), e cinco longas - “Estrada para Ythaca” (2010), “Os Monstros” (2011), “No Lugar Errado” (2011), “Doce Amianto” (2013) e “A Misteriosa Morte de Pérola” (2014). Seus filmes já foram exibidos em importantes festivais internacionais como Locarno, Rotterdam, Viennale, FidMarseille, Bafici, entre outros. No Brasil ganhou prêmios de melhor filme em festivais como Mostra Tiradentes, Janela Internacional de Cinema do Recife e Panorama da Bahia. Como montador, trabalhou em mais de 15 produções, entre curtas e longas.

Apresentado pelo BNDES, o 25° Cine Ceará é promovido pela Universidade Federal do Ceará, através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Ministério da Cultura por meio da Secretaria do Audiovisual, do Governo do Estado do Ceará via Secretaria da Cultura - Secult, e da Prefeitura Municipal de Fortaleza através da Secretaria de Cultura - Secultfor. É uma realização da Associação Cultural Cine Ceará, Corte Seco Filmes e Bucanero Filmes e tem o patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). O festival tem patrocínio da Oi e apoio cultural da Oi Futuro.

Curtas selecionados para mostras Competitiva do 25° Cine Ceará

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTAS-METRAGENS
Micro-Macro. Diego Akel. Animação. HD. 1’. Cor. CE . 2015
Cenário. Carol Veras, Felipe Gurgel, Mariana Lage, Regis Cunha. Experimental. HD. 5’55”. Cor. CE. 2014
Avenida Presidente Kennedy. Adalberto Oliveira. Documentário. HD. 16’. Cor. PE. 2014
História de Abraim. Otavio Cury. Documentário. HD. 12’. PB. SP. 2015
Kyoto. Deborah Viegas. Ficção. Full HD. 9’. Cor. SP. 2014
Miragem. Virgínia Pinho. Experimental. HD. 10’. Cor. CE. 2014
Quintal. André Novais Oliveira. Ficção. DCP. 20’24”. Cor. MG. 2015
A Felicidade chega aos 40. Daniel Nolasco. Ficção. HD. 16’. Cor. GO. 2014
Muriel. Vanessa Cavalcante. Ficção. HD. 18’. Cor. CE. 2014
O Lugar Mais Frio do Rio. Madiano Marcheti. Ficção. HD. 6’. Cor. RJ. 2014
Como são Cruéis os Pássaros da Alvorada. João Toledo. Ficção. HD. 20’. Cor. MG. 2015
Feio, Velho e Ruim. Marcus Curvelo. Experimental. HD. 9’. Cor. BA. 2015
Virgindade. Chico Lacerda. Documentário. HD. 15’. Cor. PE. 2014
Choclo. Caetano Gotardo. Documentário. HD. 5’. Cor. SP. 2015
Action Painting Nº 1 / Nº 2. Krefer e Turca. Experimental. HD. 7’. Cor. PR. 2014
Nua por dentro do couro. Lucas Sá. Ficção. FULL HD. 20’. Cor. MA. 2014

Curtas selecionados para mostra Olhar do Ceará do 25° Cine Ceará

Onde Vivem os Monstros?. Ythallo Rodrigues. Documentário Experimental. HD. 10’.Cor/ P&B. CE. 2015
Alguns Páreos em Palermo” de Gabriel Silveira. Gabriel Silveira. Documentário. HD. 15’. CE. 2014
A Cidade Eterna. Carlos Rocco. Ficção. HD.19’30”.CE. 2014
Rua dos Vagalumes. Camila Vieira. Ficção. HD. 14’. CE. 2014
De Terça pra Quarta. Victor Costa Lopes. Ficção. HD. 13’.CE. 2015
Citopígeo. Chinfrapala. Experimental. HD. 19’10”. CE. 2014
Vailamideus. Ticiana Augusto Lima. Documentário. HD. 8’. CE. 2014
Clínico. Irene Bandeira. Ficção. HD. 12’. CE. 2014
Balneario. Marina de Botas. Docfic. HD. 13’. CE. 2014
Sem Título. Lucas Ferreira. Experimental. HD. 6’. 2014. CE
Tenho um Dragão que Mora Comigo. Wislan Esmeraldo. Ficção. HD. 17’. CE. 2014
Celina. Diego Marcus. Ficção. HD. 8’. CE. 2014
Mixtape Dois Irmãos. Henrique Gomes e Juliana Siebra. Ficção. MiniDV. 14’. CE. 2014

Para mais informações, acesse o site oficial do 25° Cine Ceará.

48º Festival de Brasilia tem inscrições abertas até o dia 5 de julho

O 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou várias novidades deste que é o mais antigo festival dedicado ao cinema nacional no Brasil. Dentre estas o evento abre espaço para a produção de médias-metragens, que estão contemplados junto com os curtas.

A perspectiva de orçamento de R$ 2,5 milhões, com prêmios no total de R$ 340 mil, também foi criada uma Comissão curatorial para dar um sentido estético às mostras competitivas e paralelas.

As Inscrições estão abertas, desde o dia 19 de maio, e irão até às 23h59 do dia 5 de julho de 2015 e a divulgação dos filmes selecionados e da programação consolidada em 25 de julho

Pela primeira vez na história, o edital de participação na Mostra Brasília está sendo feito junto do lançamento do edital geral do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. E exatamente no ano em que a MOSTRA BRASÍLIA chega à 20ª edição, este com os mesmos valores dos prêmios praticados em 2014.

As Mostras competitivas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:

Curtas ou médias e longas-metragens
6 (seis) filmes de longa-metragem de todos os gêneros.
12 (doze) filmes de curta ou média-metragem de todos os gêneros.

Filmes concluídos a partir de 1º de agosto de 2014 e que não tenham participado de processos seletivos nas edições anteriores do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Os filmes de longa-metragem deverão ter duração igual ou superior a 70 (setenta) minutos, ser inéditos no Distrito Federal, preferencialmente inéditos nos demais estados do Brasil, e não ter obtido o prêmio de melhor filme do júri oficial em festival nacional realizado até a data do Festival, 15 a 22 de setembro.

Os filmes de média-metragem deverão ter duração superior a 15 (quinze) minutos e inferior a 70 (setenta) minutos e ser inéditos no Distrito Federal.

Os filmes de curta-metragem deverão ter duração igual ou inferior a 15 (quinze) minutos e ser inéditos no Distrito Federal.

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro oferece R$ 340 mil em prêmios

a) Prêmios oficiais
Filme de longa metragem
Melhor Filme de longa metragem - R$ 100.000,00
Melhor Direção - R$ 20.000,00
Melhor Ator - R$ 10.000,00
Melhor Atriz - R$ 10.000,00
Melhor Ator Coadjuvante - R$ 5.000,00
Melhor Atriz Coadjuvante - R$ 5.000,00
Melhor Roteiro - R$ 10.000,00
Melhor Fotografia - R$ 10.000,00
Melhor Direção de Arte - R$ 10.000,00
Melhor Trilha Sonora - R$ 10.000,00
Melhor Som - R$ 10.000,00
Melhor Montagem - R$ 10.000,00

Filme de curta ou média metragem
Melhor Filme de curta metragem - R$ 30.000,00
Melhor Direção - R$ 10.000,00
Melhor Ator - R$ 5.000,00
Melhor Atriz - R$ 5.000,00
Melhor Roteiro - R$ 5.000,00
Melhor Fotografia - R$ 5.000,00
Melhor Direção de Arte - R$ 5.000,00
Melhor Trilha Sonora - R$ 5.000,00
Melhor Som - R$ 5.000,00
Melhor Montagem - R$ 5.000,00

b) Prêmio do Júri Popular - para os filmes escolhidos pelo público, por meio de votação em cédula própria:
Melhor Filme de longa metragem - R$ 40.000,00
Melhor Filme de curta ou média metragem - R$ 10.000,00

Mais detalhes no site oficial do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Metanóia

Eduardo foi criado num bairro da periferia de São Paulo. Sua infância foi em meio a brincadeiras nas ruas de Jardim Ângela e a boa educação dada por sua mãe Solange.
Nada disso impediu que Eduardo traçasse o percurso que o levou a mergulhar no universo delirante e auto-destrutivo das drogas.
O filme conta o drama de um filho perdido no crack e as desesperadas tentativas de sua mãe de salvá-lo.
Na dependência do crack não existem culpados, nem limites.

Ficha Técnica

Título original: Metanóia
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Miguel Nagle
Assistente de direção: Douglas Gomes
Roteiro: Miguel Nagle e Caique Oliveira
Produtor executivo: Ana Guartieri, Luan Felipe
Direção de produção: Flavia Marjorie
Co-produção: Cia Nissi e 4U Films
Música: Andre Aquino
Som: Julian J. Ludwig
Som direto: Andre Luna, Raphael Villas Boas
Fotografia: Gabriel Chiarastelli
Direção de Arte: Josy Antunes
Edição: Josy Antunes, Leonardo Oliveira, Paulo China

Elenco

Caique Oliveira
Caio Blat
Einat Falbel
Thogun Teixeira
Solange Couto
Silvio Guindane
Lucas Hornos
Guillermo Hundadze
Erika Aschar

Pôsters

Premiações

Curiosidades

Fotos

Divã a 2

A crise no casamento e a separação do jovem casal Eduarda (Vanessa Giácomo) e Marcos (Rafael Infante) são o mote da trama. Eles, que formavam uma família perfeita ao lado do filho, agora sequer conseguem combinar um almoço juntos. São tantas cobranças e desencontros que o fim é inevitável. E, enquanto Eduarda conhece outros homens e acaba iniciando um relacionamento com um deles, Léo (Marcelo Serrado), Marcos só quer saber de curtir a vida de solteiro. Mas a postura dele muda quando descobre que a fila andou bem rápido para sua ex-mulher.

Ficha Técnica

Título original: Divã a 2
Gênero: Comédia Romântica
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes
Direção: Paulo Fontenelle
Assistente de direção: Anita Barbosa
Roteiro: Leandro Matos e Saulo Aride
Produção: Marcos Didonet, Vilma Lustosa, Walkiria Barbosa
Produtor executivo: Marcelo Guerra e Walkiria Barbosa
Co-produção: Total Entertainment, Aleph Media, Riofilme, Telecine, Miravista, Ítaca Films Brasil e Paris Produções
Música:
Som: Zezé D’Alice
Fotografia: Felipe Reinheimer
Figurino: Evelyn Branco

Elenco

Vanessa Giácomo
Rafael Infante
Marcelo Serrado
Fernanda Paes Leme
Fiuk
Totia Meirelles
George Sauma
Maurício Mattar
Antonio Tabet
Raphael Viana

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Paulo Fontenelle diretor e roteirista de cinema, TV e publicidade, Paulo Fontenelle dirigiu e roteirizou os filmes “Intrusos”, com Danton Mello, Eriberto Leão, Genézio de Barros, Juliana Knust e grande elenco; “Sobreviventes – Os Filhos da Guerra de Canudos”, primeiro documentário longa-metragem sobre a Guerra de Canudos; “Evandro Teixeira – Instantâneos da Realidade”, documentário narrando a vida do principal fotojornalista do país; “Se Puder… Dirija!”, primeiro live action em 3D brasileiro, além de vários trabalhos para vídeo e televisão.

Fotos

O Amuleto

Estranhos eventos e mortes não solucionadas aconteceram na praia do Moçambique, em Florianópolis, desde o século passado. Mas esses não foram os únicos casos sem resolução na região: na Floresta da Cabana, adjacente à praia, foram encontrados os corpos de Paulinho, Marcinha e Alex. Diana, amiga dos três jovens, estava desacordada. Durante seu depoimento para a polícia, ela se lembra de que, na noite anterior, havia ido com os três amigos para uma festa na floresta, mas os quatro se perderam no caminho. Durante as investigações, mais dúvidas surgem quando são encontrados os celulares dos jovens com os vídeos gravados daquela noite.

Ficha Técnica

Título original: O Amuleto
Gênero: Suspense
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Downtown e Paris Filmes
Direção: Jefferson De
Roteiro: Jefferson De e Cristiane Arenas
Produção: Cristiane Arenas, Mauricio Venturi
Produtor executivo: Vristiane Arenas, Jefferson De, Katia Klock, Licia Brancher, Mauricio Venturi
Direção de produção: Cristiane Arenas, Licia Brancher, Mauricio Venturi
Co-produção: Buda Filmes, Contraponto
Música: Guga Bernardo
Som: Leonardo Gomes
Fotografia: Marx Vamerlatti
Direção de Arte: Mace Di Bernardi
Figurino: Dani Carmes
Edição: Jefferson De

Elenco

Bruna Linzmeyer
Maria Fernanda Cândido
Michel Melamed
Regius Brandão
Daniel Filho
Margarida Baird
Gustavo Saulle
Isadora Damiani
Tiago Mendes

Pôsters

Premiações

Curiosidades

Fotos

Permanência

O filme conta a história de Ivo, um fotógrafo do Recife que vai fazer uma exposição em São Paulo e se hospeda na casa da ex-companheira Rita, hoje casada com outra pessoa e com a vida estabilizada. O longa aborda o reencontro dos dois e os efeitos desse encontro.

Ficha Técnica

Título original: Permanência
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Vitrine Filmes
Roteiro: Vitrine Filmes
Produção: Emilie Lesclaux
Direção de produção: Julia Maury
Co-produção: Cinemascópio e Trincheira
Música: Jon Wygens
Som: Pablo Lamar
Fotografia: Pedro Sotero
Direção de Arte: Juliano Dornelles, Clara Moreira
Figurino: Flora Rebollo
Edição: Eduardo Serrano

Elenco

Irandhir Santos
Rita Carelli
Silvio Restiffe
Genésio de Barros
Laila Pas
Sabrina Greve
Vera Barreto Leite

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Genésio de Barros faz o papel do pai do fotógrafo. Ele atuou nos filmes “Eles Não Usam Black-Tie”, “Intruso” e na TV em “Gabriela”, “O Rei do Gado”.

- Laila Pas faz o papel da assistente de curadoria. É sua estreia no cinema.

- Vera Barreto Leite faz participação especial em Permanência. Vera foi modelo da Chanel e é atriz do Teatro Oficina. Fez parte do elenco no filmes “O Homem Nu” e “As Cariocas”.

- Sabrina Greve faz o papel da curadora/galerista. Já atuou em filmes como “Uma vida em segredo”, “Carandiru”, “O Duplo”.

- O inglês Jon Wygens participou de Permanência compondo a música tema original. A gravação aconteceu no Angel Studios, em Londres, com Geoff Hannon conduzindo os músicos da Cool Music Session Orchestra.

Fotos

Cauby - Começaria tudo outra vez

A trajetória de Cauby começa nos anos 60 e passa por diversas fases que se renovam através da arte, como por exemplo, sua ida para o exterior; a volta ao Brasil; e inúmeras situações que fazem de Cauby um artista cultuado indistintamente por várias gerações. Com um timbre invejável e uma voz impecável, Cauby construiu uma figura estética emblemática e única, interpretando desde samba a MPB, de bossa nova a rock. É considerado o maior cantor do Brasil por artistas como Agnaldo Rayol e Elis Regina.

Ficha Técnica

Título original: Cauby - Começaria tudo outra vez
Gênero: Documentário
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Comalt
Direção: Nelson Hoineff
Roteiro: Nelson Hoineff
Produção: Comalt
Produtor executivo: Patrizia Landi
Direção de produção: Selma Regina
Co-produção: Comalt
Música:
Fotografia: Raphael Covvanera
Edição: Rodrigo Pastore

Elenco

Cauby Peixoto
Angela Maria
Agnaldo Timoteo
Maria Bethania

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Produzido em 2013.

- Nelson Hoineff é jornalista, crítico de cinema, produtor e diretor de cinema e televisão, dentre as séries e programas mais conhecidos que dirigiu estão o Documento Especial (premiado várias vezes no Brasil, em Monte Carlo e Berlim), Primeiro Plano, Realidade, Curto-circuito e outros. Dirigiu filmes como Caro Francis (2010). Autor de vários livros sobre televisão, entre eles A nova televisão – Desmassificação e o impasse das grandes redes.

- Sinopse completa:
A vida é feita de ciclos e numa linha cronológica estabelecida na carreira de Cauby esses ciclos
ficam evidentes. Sua trajetória começa nos anos 60 e passa por diversas fases que se renovam através da arte, como por exemplo, sua ida para o exterior; a volta ao Brasil; e inúmeras situações que fazem de Cauby um artista cultuado indistintamente por várias gerações.

Com um timbre invejável e uma voz impecável, Cauby construiu uma figura estética emblemática e única, interpretando desde samba a MPB, de bossa nova a rock. É considerado o maior cantor do Brasil por artistas como Agnaldo Rayol e Elis Regina.

Na era do rádio, Cauby arrastou multidões de fãs apaixonadas, sempre tomando cuidado para que sua vida particular não interferisse na imagem que construiu ao longo do tempo. Nos anos 70, mudou radicalmente o visual em conseqüência do encontro com Ney Matogrosso, tornando-se um personagem extravagante. O ar mítico que envolve a figura de Cauby se reflete em shows lotados, platéias acaloradas e fãs inveterados que acompanham seus passos e o idolatram como se fosse uma divindade da música popular.

Fotos

O Vendedor de Passados

Em O Vendedor de Passados, Vicente (Lázaro Ramos) ganha a vida de um jeito inusitado: vende passados para clientes que desejam modificar sua história. Até que surge Clara (Alinne Moraes), uma linda e misteriosa mulher, com um pedido muito especial: sem dar a Vicente nenhuma informação de sua história, ela encomenda um novo passado, partindo do zero. Sua única exigência é ter cometido um crime. Sem perceber, Vicente se envolve com a personagem que ele mesmo criou, num jogo em que realidade e ficção se confundem perigosamente. Para Clara, uma certeza guia as suas apostas: “Eu comprei esse passado. Esse passado é meu!”.

Ficha Técnica

Título original: O Vendedor de Passados
Gênero: Suspense
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Lula Buarque de Hollanda
Roteiro: Isabel Muniz
Produção: Eliana Soárez
Produtor executivo: Ilana Brakarz e Pedro Buarque de Hollanda
Produtor associado: Patrick Siaretta
Co-produção: Conspiração Filmes, Imagem Filmes e Teleimage
Música: Plinio Profeta
Som direto: Paulo Ricardo Nunes
Mixagem: Paulo Gama
Supervisão de som: Mirian Biderman, ABC e Ricardo Reis
Fotografia: Toca Seabra
Efeitos visuais: Robson Sartori
Direção de Arte: Zé Luca
Figurino: Letícia Barbieri
Edição: Natara Ney e Sergio Mekler
Maquiagem: Siva Ramaterra

Elenco

Lázaro Ramos
Alinne Moraes
Odilon Wagner
Mayana Neiva
Pedro Brício
Debora Olivieri
Anderson Müller

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Roteiro livremente baseado no livro “O Vendedor de Passados” de José Eduardo Agualusa.

- O Vendedor de Passados foi filmado no Rio de Janeiro, em Campinas e em Paulínia.

Fotos

Branco Sai, Preto Fica

A polícia invade um baile black na maior periferia de Brasília. Tiros, correria, tragédia: um homem fica para sempre na cadeira de rodas, o outro perde a perna após um cavalo da polícia montada cair sobre ele. Mas esses homens não se sentem confortados em contar a história de maneira direta e jornalística. Eles querem fabular, querem outras possibilidades de narrar o passado, abrindo para um presente cheio de aventuras e ressignificações, propondo um futuro.

Ficha Técnica

Gênero: Drama
Duração: 90 min
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Vitrine Filmes
Direção: Adirley Queirós
Assistente de direção:
Roteiro:
Produção:
Produtor executivo:
Co-produção: Cinco da Norte
Música:
Som:
Fotografia:
Desenho de produção:
Assistente de cenografia:
Direção de Arte:
Figurino:
Edição:
Maquiagem:

Elenco

Marquim
Claúdio da Silva Shokito
Dilmar Durães
Jamaika

Pôsters

Premiações

- Grande vencedor do Festival de Brasília em 2014, o filme recebeu o prêmio de Melhor Filme de longa metragem dado pelo júri oficial do Festival, além de outras dez premiações, entre elas, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. Internacionalmente, o filme foi exibido no Festival de Mar del Plata, de onde saiu com o prêmio de Melhor Filme, Festival de Vienna, Hamburgo

Curiosidades

- O longa narra uma violenta ação policial em um baile black, discute racismo e exclusão na periferia de Brasília.

Fotos

Meu Passado Me Condena 2

Meu Passado me Condena 2 mostra o que aconteceu com Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) três anos após o casamento realizado com apenas um mês de namoro e a lua de mel cheia de surpresas, em alto mar. Agora que caiu na rotina, o casal apaixonado está estressado e tem que lidar com suas diferenças, que não são poucas. Fábio, que trabalha com seu pai em um bufê infantil e pode acordar tarde todos os dias, não aguenta mais as reclamações de Miá, que é jornalista e dá o maior duro. Após uma discussão do casal e Miá pedir “um tempo”, Fábio recebe a ligação de seu avô Nuno (Antonio Pedro), que mora em Portugal, contando que acabou de ficar viúvo. Enxergando uma oportunidade de salvar seu casamento, ele apela para o emocional e a convence a ir com ele para o funeral na Terrinha.

Ficha Técnica

Título original: Meu Passado Me Condena 2
Gênero: Comedia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Paris Filmes, RioFilme, Downtown Filmes.
Direção: Julia Rezende
Roteiro: Tati Bernardi, Leandro Muniz e Patricia Corso
Produção: Mariza Leão e Erica Iootty
Produtor executivo: Camila Medina
Co-produção: Globo Filmes, Paris Filmes e RioFilme
Música: Berna Cepas
Som: Felipe Machado
Fotografia: Dante Belluti
Direção de Arte: Fabiana Egrejas
Figurino: Mel Akerman
Edição: Maria Rezende
Maquiagem: Martin Macias Trujillo

Elenco

Fábio Porchat
Miá Mello
Inez Viana
Marcelo Valle
Antônio Pedro
Rafael Queiroga
Ricardo Pereira
Mafalda Rodilles
Ernani Morais

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Meu Passado Me Condena levou aos cinemas mais de 3 milhões de espectadores, em 2013.

- Meu Passado Me Condena2 contou com cenas internas e externas no Rio de janeiro e, em sua maior parte, em Portugal, em locações como a Quinta de Sant’Ana, no Gradil, e em Sortelha, um vilarejo perto da Serra da Estrela com apenas 25,72 Km² de área e 200 habitantes.

- Julia Rezende é carioca de 1986. Formada em História na PUC-Rio, estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro com Paulo Halm e Jorge Duran. Estreou na direção de curtas-metragens com Elke (2007), documentário sobre Elke Maravilha. O filme foi exibido nos principais festivais de cinema do país e recebeu três prêmios, entre eles o de Melhor Documentário no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Seu primeiro filme de ficção, “Nesta Data Querida”(2009), foi premiado como melhor curta pelo júri popular no II Festival Paulínia de Cinema. Para a televisão dirigiu as séries “Adorável Psicose”(2010), “Cara Metade”(2011), “Meu Passado me Condena”(2012) e “Cê Faz o Quê?”(2013) para o canal Multishow e o programa “Santa Ajuda”(2011) para o GNT. Julia também já filmou o seu segundo longa-metragem, o romance “Ponte Aérea”, com Caio Blat e Leticia Colin, que será lançado no dia 26 de março de 2015.

- Sinopse completa:
O filme mostra o que aconteceu com Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) três anos após o casamento realizado com apenas um mês de namoro e a lua de mel cheia de surpresas, em alto mar. Agora que caiu na rotina, o casal apaixonado está estressado e tem que lidar com suas diferenças, que não são poucas. Fábio, que trabalha com seu pai em um bufê infantil e pode acordar tarde todos os dias, não aguenta mais as reclamações de Miá, que é jornalista e dá o maior duro.

Após uma discussão do casal e Miá pedir “um tempo”, Fábio recebe a ligação de seu avô Nuno (Antonio Pedro), que mora em Portugal, contando que acabou de ficar viúvo. Enxergando uma oportunidade de salvar seu casamento, ele apela para o emocional e a convence a ir com ele para o funeral na Terrinha.

O desenrolar da história se passa na Quinta do avô de Fábio, onde ele reencontra uma antiga namorada, Ritinha (a atriz portuguesa Mafalda Rodilles), e o charmoso Alvaro (o português Ricardo Pereira), com quem rivaliza desde garoto. Longe de casa, Fábio e Miá avaliam os prós e contras de estarem casados e passam, mais uma vez, pelas provações típicas dos jovens casais. As filmagens também ocorreram em Lisboa e na aldeia de Sortelha, próxima da Serra da Estrela, local mítico e romântico.

Inez Viana (Suzana) e Marcelo Valle (Wilson), que se destacaram no primeiro filme como um adorável casal de trambiqueiros, também estão no elenco. Agora, eles abriram uma agência funerária em Portugal e dão golpes em velhinhos.

Fotos

Os Fuzis

Num bolsão de fome no Nordeste, um grupo de soldados e um motorista de caminhão tentam impedir que a população faminta da seca no sertão da Bahia invada e saqueie um depósito de alimentos. Depois de muita indecisão, o motorista acaba por incitar o povo a invadir e acaba sendo morto por um soldado.

Ficha Técnica

Título original: Os Fuzis
Gênero: Drama
Duração: 81 min.
Lançamento (Brasil): 1963
Distribuição: Produções Cinematográficas Herbert Richers
Direção: Ruy Guerra
Assistente de direção: Cecil Thiré
Roteiro: Ruy Guerra, Miguel Torres
Argumento: Pierre Pelegri
Produção: Jarbas Barbosa
Direção de produção: Billy Davis
Assistente de produção: José Higino
Co-produção: Copacabana Filmes, Daga Filmes, Inbracine Filmes
Música: Moacir Santos
Som:
Fotografia: Ricardo Aronovich
Desenho de produção: Calazans Neto
Assistente de cenografia: Saturnino Serra
Edição: Raimundo Higino
Leteiros: Ziraldo

Elenco

Átila Iório
Nelson Xavier
Paulo César Pereio
Hugo Carvana
Maurício Loyolla
Maria Gladys
Leônidas Bayer
Maria Lígia
Ruy Polanah
Cecil Thiré
Joel Barcellos
Antônio Pitanga
Ivan Cândido
Paulo Campos
Maria Adélia
Billy Davis
Hugo Kusnetzoff

Pôsters

Premiações

- Quarto Lugar, Prêmio “Governo do Estado da Guanabara”, Comissão de Auxílio à Indústria Cinematográfica do Rio de Janeiro, RJ, 1965;

- Melhor Ator Secundário (Nelson Xavier) e Fotografia (Ricardo Aranovich), Prêmio “Governador do Estado de São Paulo”, SP, 1965;

- “Urso de Prata”, Festival de Berlim, Alemanha, 1964;

- Menção Honrosa, Festival de Acapulco, México, 1964;

- Melhor Fotografia (Ricardo Aranovich), Festival Colombianum, Gênova, Itália, 1964.

Curiosidades

Fotos

Fuzileiro do Amor

José Ambrósio é um modesto sapateiro que entra para o Corpo de Fuzileiros Navais para agradar ao pai da namorada, um sargento reformado. Mas, mole do jeito que é, o caipira José Ambrósio passa a ter problemas com o sargento-instrutor. Para complicar ainda mais, surge Ambrósio José, seu irmão gêmeo e sargento do Corpo de Fuzileiros Navais. O recruta atrapalhado é confundido com seu irmão, transformando o quartel numa bagunça total.

Ficha Técnica

Título original: Fuzileiro do Amor
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1956
Distribuição: Cinedistri
Direção: Eurides Ramos
Assistente de Direção: Hélio Costa
Roteiro: Victor Lima
Argumento: Victor Lima e Eurides Ramos
Produção: Unida Filmes, Cinelândia Filmes, Eurides Ramos, Alípio Ramos, J. B. Tanko
e Osvaldo Massaini Filmes
Música: Radamés Gnatalli
Fotografia: Edgar Eichhorn
Desenho de produção: Guilherme Teixeira
Edição: Hélio Barroso Neto

Elenco

Amácio Mazzaropi (O sapateiro José Ambrósio e Sargento Ambrósio José)
Theresa Amayo
Roberto Duval
Pedro Dias
Gilberto Martinho
Wilson Grey
Daniel Filho
Francisco Dantas
Nazareth Mendes
Ingrid Frichtner
Agildo Ribeiro
Alberto Pérez
Francisco Colonese
Mario Campioli Jr.
Moacyr Deriquém
Nick Nicola
Pato Preto
Ricardo Luna
Domingos Terras
João Péricles
Hélio Ansaldo
María Belmar
Luiz de Barros (Almirante)
Ângela Maria
Margot Morel
Banda dos Fuzileiros Navais
Os Cangaceiros
Domingos Terras

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Canções:
"Adeus Querido", de Eduardo Patané e Floriano Faissal, canta - Ângela Maria; "Mambo Havaiano", de Generoso, canta - Margot Morel;
"Isto é casamento", de Zé do Rancho, canta - Mazzaropi;
"Dona do Salão", de Conde e Elpídio dos Santos, canta - Mazzaropi;
"Trabalha Mané", de José Luiz e João da Silva, cantam – Os Cangaceiros.

- Filmado na Companhia Escola do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha do Governador (Rio de Janeiro).

- Lançado nos cinemas de São Paulo em 20 de abril de 1956 e no Cinema Plaza do Rio, em 20 de agosto de 1956.

Fotos

Fuscão Preto

Rui está empenhado em persuadir Lucena e substituir sua criação de cavalos por plantação de cana e, juntos, instalarem uma usina de álcool. Para isso, força o casamento de seu filho Marcelo, com Diana, filha de Lucena. O Fuscão Preto interfere nessa trama. Lima, que, como Marcelo, busca sua forma de vencer o Fuscão, seu rival, através do que melhor sabe fazer: domar. Cleide, a “outra”, na vida de Marcelo. O Fuscão Preto faz o elo da ligação, criando um clima de medo e curiosidade para os dois lados e conduzindo a estória a um final inesperado.

Ficha Técnica

Título original: Fuscão Preto
Gênero: Aventura
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 1983
Distribuição: U.C.B.
Direção: Jeremias Moreira Filho
Roteiro: Francisco de Assis
Produção: Enzo Barone, Ennio Barone e Mobile Cinematográfica
Música: Pedro Luiz Nobile
Fotografia: Pedro Pablo Lazarini
Desenho de produção: Suzane Bernard
Figurino: Suzane Bernard
Edição: Alberto Duran, Vanderley Klein e Tuta Elias

Elenco

Almir Rogério (Lima)
Xuxa Meneghel (Diana)
Monique Lafond (Cleide)
Denis Derkian (Marcelo)
Dionísio Azevedo (Lucena)
Mario Benvenuti (Rui)
Zé Coqueiro
Filoca
Dalmo Perez
Suely Aoki
Florinda Lopez, Jaci Ferreira
Márcia Cheroto
Janete Santos
Mogiano & Mogianinho
Juarez Fagundes
Marcos Pontes
Sérgio águia Chileno
Nelson Pereira
Márcia Aoki

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Baseado na música "Fuscão Preto" de Artilio Versuti e Jeca Mineiro e interpretada por Almir Rogério.

- Tele locações em Mogi Guaçu e Espirito do Pinhal, São Paulo.

- Sinopse extendida:
Rui, o prefeito, está emprenhado em persuadir Lucena e substituir sua criação de cavalos por plantação de cana e, juntos, instalarem uma usina de álcool. Para isso, força o casamento de seu filho Marcelo, com Diana, filha de Lucena. O Fuscão Preto interfere nessa trama. Assistindo o desenrolar desse conflito está Lima, que, como Marcelo, busca sua forma de vencer o Fuscão, seu rival, através do que melhor sabe fazer: domar. Cleide representa a “outra” na vida de Marcelo. Permeando toda a história e, de certa forma, se contrapondo, estão os dois meios, o urbano, com suas festinhas, papos de bares, clubes, etc. e o rural, com suas modas de viola, a vida na fazenda, e seus personagens ingênuos. O Fuscão Preto faz o elo da ligação, criando um clima de medo e curiosidade para os dois lados e conduzindo a estória a um final inesperado.

Fotos

Fumando Espero

O documentário que mostra todos os lados de um tema polêmico: o tabagismo. Primeiro longa-metragem de Adriana L. Dutra mostra trajetória do tabagismo na sociedade dos séculos XX e XXI, por meio de entrevistas com anônimos e celebridades – como Eduardo Moscovis, Carla Camurati, Scarlet Moon, Miúcha, Ney Latorraca, entre outro – pontuam o filme. Formadores de opinião, artistas, pesquisadores, publicitários, funcionários públicos, advogados, vítimas da dependência, crianças, além de médico especialista e psicólogo, também falam de sua relação com a nicotina.

Ficha Técnica

Título original: Fumando Espero
Gênero: Documentário
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Adriana Dutra
Assistente de direção: Viviane Spinelli
Roteiro: Adriana Dutra, Paula Dutra
Produção: Carla Piske e Fabio Zambroni
Produção executiva: Cláudia Dutra e Kátia Fernandes
Direção de produção: Cláudia Dutra
Co-produção: Inffinito Eventos e Produções Ltda
Música:
Som: Bruno Fernandes
Fotografia: Artur Almeida
Câmera: Artur Almeida
Assistente de câmera: Jorge Marcos dos Passos
Edição:
Continuidade: Viviane Spinelli
Produção de elenco: Fabio Zambroni

Elenco

Analice Gigliotti
Sabrina Presman
Siro Darlan
Miúcha
Carla Camurati
Ney Latorraca
Eduardo Moscovis
Rita Guedes
Scarlet Moon
Herson Capri
Neville D’Almeida
José Ruy Dutra
Fernanda Luz
Monique Lafond
Yolanda Cocoza Murta
Caio de Souza Mendes
Luiz Fernando Valentim de Souza
Endel da Silva
Elisa Henriques
Maria Teresa dos Santos Guedes
Robson da Costa F. da Silva
José Alexandre dos Santos
Maria Conceição Florentino
Marcio Jaques
Sueli Maria Wendling Noel de Souza
Guilherme de Souza
Victor de Souza
Ida Gomes
Mauro Zambone
Conceição Lorenço
Renato Mussi
Karl Fagerstrom
Martin Raw
Alaíde Garcez Siqueira
Adriana do Couto Faro

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- O primeiro longa de Adriana L. Dutra investiga o tabagismo e acompanha 24 horas por dia uma fumante na luta contra o vício.

- Depoimentos:
Analice Gigliotti - Mestre em Psiquiatria pela UNIFESP, vice-presidente da ABEAD, Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Dependência Química da UNIFESP no Rio de Janeiro e chefe do Setor de Dependência Química do Serviço de Psiquiatria da S.C.M.R.J.

Sabrina Presman – Psicóloga coordenadora do setor de tabagismo da Santa Casa de Misericórdia.

Siro Darlan – Desembargador. Quando era Juiz Titular da Vara de Infância e Adolescência do Rio de Janeiro exigiu o cumprimento da lei que proíbe o uso de cigarro em escolas e imediações, inclusive por professores e diretores.

Miúcha - Cantora e ex-fumante. Fala como foi o processo de internação ao qual se submeteu para abandonar o hábito de fumar.

Carla Camurati – A cineasta fala sobre a substituição do cigarro convencional pelo cigarro com folhas de uva. A mesma deixou de fumar atualmente, mas, por não gostar de decisões radicais prefere não dizer que parou para sempre. Não discrimina fumantes e conta que fumou durante a gravidez de forma reduzida.

Ney Latorraca – ator e ex-fumante. Fala da sua relação com o cigarro e da dificuldade em parar de fumar.

Eduardo Moscovis – O ator deixou de fumar há oito anos cigarro convencional, substituindo pelo cigarro de palha.

Rita Guedes – Atriz e ex-fumante. Fala sobre sua relação com o cigarro e de como está reagindo a abstinência. Rita parou de fumar no dia 31 de dezembro.

Scarlet Moon - A jornalista fala sobre sua relação com o cigarro, sobre a discriminação e sobre o fato de deixar de freqüentar alguns locais onde seja proibido fumar. Fuma com prazer e a nicotina para ela tem função medicinal.

Herson Capri – Fala sobre sua relação com o cigarro. O ator parou de fumar oito anos antes de descobrir que estava com câncer. Fala sobre o comercial do cigarro Continental, do qual foi garoto propaganda e da influência que teve sobre as pessoas na época.

Neville D’Almeida - Cineasta e ex-fumante. Fala sobre os malefícios do tabaco, da importância da fé e sobre a influência do cigarro.

José Ruy Dutra - Publicitário, ex-fumante, fala sobre como abandonou o cigarro.

Fernanda Luz – Fumante, fala sobre a discriminação a fumantes e sobre as imagens colocadas nos maços de cigarro. Diz que paga os impostos e que não gosta de ser obrigada a ver essas imagens estampadas.

Monique Lafond – Atriz e ex-fumante, já participou de campanhas anti-tabagismo.

Yolanda Cocoza Murta - Fuma há muitas décadas. Quando vai ao bingo, fuma mais ainda e conta que nunca teve problemas de saúde.

Caio de Souza Mendes (14 anos) e Luiz Fernando Valentim de Souza - Adolescentes moradores das ruas do Rio de Janeiro.

Endel da Silva (17 anos) - Adolescente fumante. Não tem dificuldades em comprar cigarros. Fala da relação com a família, escola e com a rua.

Elisa Henriques - Fala do quanto fumava durante seu tratamento de dependência química, da relação com as drogas e de como se sente hoje sem o uso de entorpecentes nem tabaco, o qual considera o vício mais difícil de ser deixado.

Maria Teresa dos Santos Guedes – Enfermeira do Inca para cabeça e pescoço. Falou de como se sente sendo fumante e convivendo com pessoas que tiveram câncer na laringe provocado pelo cigarro.

Fumantes Anônimos - Depoimentos dos participantes do grupo.

Robson da Costa F. da Silva e José Alexandre dos Santos - Os policiais Civis falam sobre as ações da polícia para combater o mercado ilegal de cigarros, sobre os riscos de contaminação dos mesmos, que não passam por nenhum tipo de inspeção sanitária. Além disso, falam sobre os impostos que são sonegados pelos falsificadores.

Maria Conceição Florentino - Ela conta sobre como conseguiu se livrar do vício depois de ter aceitado Jesus em sua vida. Fala sobre as transformações pela qual passou desde então.

Marcio Jaques - Ex-fumante, quando decidiu parar de fumar guardou as últimas gimbas em um pote de maionese, toda vez que sentia vontade de fumar abria o pote e cheirava.

Sueli Maria Wendling Noel de Souza - Fala sobre o hábito de fumar perto dos filhos, sobre culpa e sobre seu marido ter deixado de fumar por problemas ocasionados pelo cigarro.

Guilherme de Souza e Victor de Souza - Contam como é conviver com a mãe fumante, tendo acompanhado o problema de saúde vivido pelo pai em função da nicotina.

Ida Gomes – A atriz, que nunca fumou, fala sobre a influência da mídia no inconsciente do público e que apesar de na época haver um incentivo ao hábito de fumar, nunca teve vontade.

Mauro Zambone - Pneumologista que realizou o teste respiratório em Adriana Dutra.

Conceição Lorenço - Feirante de ervas medicinais. Fala sobre ervas e simpatias para combater o desejo de fumar. Tem 88 anos e conta que nunca fumou, mas que passava fumo nos dentes para mantê-los saudáveis.

Renato Mussi - Médico responsável pela clínica de reabilitação de dependentes químicos. Fala sobre a permissão do tabaco durante o processo de reabilitação dos pacientes. De como seria mais fácil se os mesmos se abstivessem também do tabaco.

Karl Fagerstrom - Criador da Escala de Fagerstrom para avaliação da dependência de nicotina e Fagerstrom Consulting (Suécia).

Martin Raw - Consultor em Saúde Pública e Controle do Tabaco. PhD pela Universidade de Londres (Inglaterra).

Alaíde Garcez Siqueira – Ex-fumante. Tem a mãe internada há dois anos por malefícios causados pela nicotina. A mãe fumava dez maços por dia.

Adriana do Couto Faro – Autora do livro sobre responsabilidade civil das empresas de fumo.

- Sinopse extendida:
A história do tabagismo nos séculos XX e XXI é desvendada sob os mais variados pontos de vista no documentário Fumando Espero, longa de estréia da diretora Adriana L. Dutra. Costurado com muita informação e graves denúncias, mas repleto de bom humor, o filme reúne em seus 90 minutos depoimentos de famosos e anônimos, além de um reality show. Fumante há 20 anos, Adriana L. Dutra também será a cobaia de sua própria obra: ela se dispôs a ser acompanhada por uma câmera 24 horas por dia, durante 15 dias. “Começamos a filmar no dia 27 de dezembro para mostrar como era minha rotina antes do ano novo, quando parei de fumar, à meia-noite”, diz Adriana, sócia da produtora Inffinito e idealizadora, ao lado da irmã, Cláudia Dutra e de Viviane Spinelli, do Circuito Inffinito de Festivais de cinema.

O documentário também retrata da vida dos fumicultores brasileiros e traz à tona fatos nunca antes revelados sobre a relação da indústria tabagista com os trabalhadores rurais. “O filme entretém, informa e denuncia”, adianta Adriana. Com produção executiva de Cláudia Dutra e Kátia Fernandes, o documentário Fumando Espero tem como principal atrativo o compromisso com a verdade. Existe nesta narrativa um encontro entre fatos históricos, depoimentos atuais e a vivência de quem fuma tabaco, fumou ou quem decide parar de fumar.

Entrevistas divertidas e dramáticas com anônimos e celebridades – como Eduardo Moscovis, Carla Camurati, Scarlet Moon, Miúcha, Rita Guedes, Ney Latorraca, Neville D’Almeida – pontuam o filme. Nesse entreato a própria verdade da diretora é estampada na tela, por meio da sua experiência no período de abstinência. Adriana representa um cidadão da modernidade que caiu na teia da indústria tabagista e que hoje tenta sair dela.

Formadores de opinião, artistas, pesquisadores, publicitários, funcionários públicos, advogados, vítimas da dependência, crianças, além de médico especialista e psicólogo, também falam de sua relação com a nicotina, maior droga lícita dos séculos XX e XXI.

Tabagismo - O tabagismo foi amplamente difundido das Américas para todo o mundo, ganhando cada vez mais espaço através dos séculos. A partir do advento da industrialização dos cigarros e do investimento maciço da indústria fumageira em propaganda e marketing, houve um crescimento intenso em seu consumo, particularmente na primeira metade do século XX. Neste período, fumar era visto como sinônimo de beleza, charme, poder, virilidade, entre outros atributos, transformando-se em objeto de desejo de milhões de indivíduos. A manutenção deste hábito no início da Segunda metade do século só foi possível graças a estratégias da indústria para burlar a divulgação de evidências científicas que comprovavam os malefícios do fumo (até mesmo contratando cientistas para criar controvérsias, fundando partidos políticos e contratando lobistas), e do fato de que há um hiato de algumas décadas entre o início do hábito de fumar e suas conseqüências na saúde. Atualmente existem no mundo 1,1 bilhão de fumantes.

Fotos

Fulaninha

Um cineasta quarentão solitário, inventa para si mesmo uma paixão platônica por uma adolescente e lhe serve como personagem para um roteiro e também para diversas fantasias dele mesmo e de sua turma do bar, que inclui um produtor de vídeos pornográficos, um desempregado boêmio e mulherengo e um advogado que vive de rendas, constantemente apavorado pela idéia de algum dia ter que trabalhar. Com uma câmera de VT, o cineasta persegue cada movimento de sua musa, até chegar à mãe dela, viúva que mantém uma relação acidentada com um contraventor.

Ficha Técnica

Título original: Fulaninha
Gênero: Comédia
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 1986
Distribuição: Embrafilme
Direção: David Neves
Argumento: Onézio Paiva e David Neves
Roteiro: Onézio Paiva, David Neves, Haroldo Marinho Barbosa e Paulo Thiago
Produção: Paulo Thiago e Carlos Moletta
Direção de Produção: Marcelo França
Co-produção: Encontro Produções Cinematográficas, Ipê Artes Cinematográficas, Sky Light Cinema, Nádia Filmes e Embrafilme
Música: Sérgio Saraceni
Sonografia: Denise Fontoura
Fotografia: Antônio Penido
Cenografia: Paulo Dubois
Figurinos: Isabel Paranhos

Elenco

Mariana de Moraes (Fulaninha)
Cláudio Marzo (Bruno)
Kátia D’Ângelo (Rose)
Zaira Zambelli (Sulamita)
Roberto Bonfim (Canela)
José de Abreu (Jardel)
Flávio São Thiago
Paulo Villaça (Armando)
Nelson Dantas (Porteiro)
Monique Lafond (Mulher da boite)
Marcos Palmeira (Rubinho)
Ivan Setta (Policial)
Gilson Moura (Delegado)
Mário Petraglia (Sabonete)
Pascoal Villaboim (Seu Antônio)
Mário Tupinambá (Camarão)
Ariel Coelho
Sulamith Yaari
Tião Macalé
Kenny Castro
Mozart Jr.
Luiza Maria
Alice Viveiros Castro
Catalina Bonaky
Patrícia Couto
Marcia Brito
Bebel
Paulo Neves
Claudio Rego Monteiro
Altair Gomes
Sandra Mara
Adele Fátima
Felipe Palmeira
Robert Feinberg
Pedro Vieira da Costa
John S. Pickston
Carlos del Pino
Fred Leite
Ana Claudia Ciampolini

Pôsters

Premiações

- Melhor Ator Coadjuvante (Flávio São Thiago), XIV Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1986.

Curiosidades

- Certificado de Produto Brasileiro 926, de 29.05.1986.

- Sinopse extendida:
Bruno, um cineasta carioca residente na rua Prado Jr., em Copacabana, faz um desenho de sua paixão platônica e mote de um roteiro que está escrevendo. Seus amigos, freqüentadores do boteco do Camarão, a chamam de Fulaninha. Hermínio é um advogado inativo que vive de uma herança e se queixa pois corre o risco de ter de trabalhar, já que surgiu mais um herdeiro. Jardel é um corretor que busca, junto a um empresário paulista, o dinheiro para financiar o filme de Bruno. Canela é diretor de filmes pornográficos. No prédio onde fica seu estúdio morre um morador e a polícia está retirando o corpo. O delegado interroga o porteiro do edifício o qual aponta Dr. Armando que teria sido o último a conversar com a vítima. Fulaninha encontra o namorado, fabricante de pranchas de surfe. Armando chega com Rosie, sua amante, e conversa com o delegado, que o considera suspeito do crime. Rosie tem uma discussão com Armando. Fulaninha é filha de Rosie. As duas discutem. Rosie diz se sentir muito sozinha desde a morte do marido. Durante uma filmagem no estúdio de Canela chega Fulaninha que quer ser atriz. Ela se chama Ana Maria. Bruno, Hermínio, Jardel e Canela vão à boate Las Vegas. Armando chega no prédio de Rosie e faz escândalo ao não conseguir falar com ela. No outro dia, discute com Rosie. Ela sai apressada. Bruno tenta consolá-la e os dois combinam de se encontrar. Assistem um filme e se beijam. No estúdio, Ana Maria é aconselhada a procurar Bruno que tem boas intenções, ao contrário dos outros que são cafajestes. Armando é preso. Rosie e Bruno iniciam um namoro. Bruno termina o roteiro. Espanta-se ao descobrir que Rosie é mãe de Ana Maria. Rosie fica com ciúmes. Bruno consegue fazer seu filme. (extraído do material examinado)

Fotos

Fuga Sem Destino

Conta a história de Trovão, presidiário condenado a 60 anos de prisão, que arma uma fuga espetacular, aceita o serviço de um gângster como seu “último trabalho sujo”, mas em seguida tem de se livrar dos bandidos numa verdadeira fuga sem destino. No elenco, o trio de base Brazza-Claudette-Liliane e mais , três fiéis colaboradores na arte da comédia dos erros. .

Ficha Técnica

Título original: Fuga Sem Destino
Gênero: Policial
Duração: 75 min.
Lançamento (Brasil): 2002
Distribuição: Polifilmes
Direção: Afonso Brazza
Roteiro: Afonso Brazza
Produção: Claudette Jobert, Afonso Brazza e A.F.B. Studio
Música: Afonso Brazza
Som: Pedro Luiz Nobre
Fotografia: Afonso Brazza e Naji Sidki
Direção de arte: Afonso Brazza
Figurino: Afonso Brazza
Edição: Afonso Brazza
Efeitos especiais: Afonso Brazza

Elenco

Afonso Brazza (Trovão)
Claudette Jobert
Liliane Roriz (Juíza Sofia)
Ricardo Noronha (Barão)
Carlinhos Beauty
Joaquim Marques
Flávia Vidal

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- As gravações eram sempre aos domingos, quando a equipe técnica e quase todos os integrantes do elenco estão de folga.

- Fuga Sem Destino é uma produção de R$ 368.545, uma fortuna comparada aos R$ 154 mil gastos em Tortura Selvagem - A Grade, o filme anterior.

- Pela primeira vez, Brazza tem um romance com uma mulher em trajes ínfimos. Ela é Flávia Vidal.

- Afonso Brazza contou com o apoio de 600 pessoas para rodar este filme.

- Ocorreu uma coincidência triste durante as filmagens. Uma das principais cenas do filme iria ser rodada na Papuda, mas Brazza desistiu após encontrar três amigos presos, condenados a 30 anos de prisão. O cineasta levou um choque inesperado e preferiu mudar seu roteiro. "Vários amigos me criticaram no início de carreira e me chamaram de medíocre. Eu não liguei, cresci com isso. Mas, ao chegar à penitenciária, encontrei alguns. Não conseguiria filmar lá dentro. Ontem eles me criticavam e hoje me reverenciaram pelo que me tornei"

Fotos

A Fuga da Mulher Gorila

Alguns dias na vida de duas irmãs que atravessam as estradas do Rio de Janeiro apresentando um espetáculo circense.

Ficha Técnica

Título original: A Fuga da Mulher Gorila
Gênero: Drama
Duração: 82 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Felipe Bragança e Marina Meliande
Assistente de direção: Carolina Durão
Roteiro: Felipe Bragança
Produção: Felipe Bragança e Marina Meliande e Lara Frigotto
Produtora associada: Arissas Multimídia
Co-produção: DuasMariola
Música: Felipe Bragança, Flora Dias, Morena Catonni e Alberto Moura Jr.
Som: Marina Meliande
Fotografia: Andrea Capella
Desenho de produção:
Direção de Arte: Gustavo Bragança e Mayra Sérgio
Figurino: Gustavo Bragança e Mayra Sérgio
Edição: Marina Meliande

Elenco

Flora Dias
Morena Catonni
Alberto Moura Jr.
Pedro Freire

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme pelo Juri Oficial, Melhor Filme pelo Júri Jovem na 12a Mostra de Cinema de Tiradentes.

Curiosidades

- Produzido com R$ 10 mil e equipamentos próprios.

- O filme foi rodado em 8 dias.

- A Fuga da Mulher Gorila foi realizado por uma pequena equipe em formato cooperativo (8 pessoas no set) – incluindo o elenco formado pelas meninas Flora Dias, Morena Cattoni e por Alberto Moura Jr.

- Título em francês La Fugue de la Femme Gorille.

- O longa de estréia de Felipe Bragança e Marina Meliande, ambos os diretores com 28 anos.

- Participa da mostra competitiva Filmakers of the Present do 62º Locarno Film Festival, na Suíça.

- Felipe Bragança, 28, é diretor, produtor e roteirista premiado: diretor assistente e roteirista de O Céu de Suely (Karim Ainouz), roteirista da série da HBO Latin America, Alice, e co-roteirista do longa-metragem de estréia de Eduardo Valente (exibido em Cannes), No meu Lugar. Com três curtas premiados na filmografia, acaba de escrever o roteiro do novo filme de Karim Ainouz (Sunlit Berlin) e se prepara para rodar seu primeiro filme em 35mm, intitulado A Alegria, novamente em parceria com Marina Meliande.

- Marina Meliande, 28, é diretora e montadora de cinema premiada. Acaba de concluir residência artística no Studio National des Arts Contemporains Les Fresnoy , na França, e desenvolve pesquisa para um projeto de média-metragem intitulado A Imagem Que Fica. Com dois curta premiados na filmografia, é parceira de Felipe Bragança no longa-metragem A Alegria e em iniciativas de obras coletivas junto a outros jovens realizadores brasileiros.

Fotos

FSM 2005

Registro das técnicas de construção da infra-estrutura do Fórum Social Mundial, evento que mais reúne povos, comunidades e organizações do mundo inteiro com o objetivo de estimular práticas mais solidárias e sustentáveis de vida no planeta.

Ficha Técnica

Título Original: FSM 2005
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 60 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 2005
Distribuição:
Direção: Ivanir Migotto
Produção executiva: Dimitre Lucho
Direção de produção: Paula Gastaud
Produção: Cíntia Schuller, Renata Mello, Clarice Basso
Produção de campo: Renata Ferraz
Co-produção: Artéria Filmes
Fotografia: Eduardo Seidl
Still: Eduardo Seidl
Microfone: Jefferson Borges, Leandro Schirmer

Elenco

não divulgado

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- A equipe acompanhou o andamento das obras desde 17 de dezembro de 2004.

- O FSM 2005 acontece de 26 a 31 de janeiro de 2005 com uma nova proposta de integração entre seu território, a comunidade participante e a cidade, de maneira bastante distinta dos anteriores. O evento ocorrerá na região central da cidade de Porto Alegre, ao longo da orla do Guaíba, numa área denominada Território Social Mundial, englobando os armazéns do Cais do Porto, a Usina do Gasômetro, os Parques Harmonia e Marinha do Brasil, além de outros locais onde estão sendo construídos espaços temporários para as atividades.

- A narrativa do filme integra-se de maneira orgânica a esses espaços, ao todo 11 setores temáticos. Dois setores são baseados em bio-arquitetura, aliando auto-sustentabilidade de materiais e redução de impacto ambiental. Os demais espaços são construções terceirizadas, compostas de estruturas de alumínio, lona e epoteck. Essas áreas estão localizadas no Parque Harmonia e na orla e refletem um esforço do pessoal do Acampamento em viabilizar a preservação do meio-ambiente desde 2002, ano do segundo Fórum. Em 2005 a organização do evento mostrou que tal esforço não foi em vão, ampliando os projetos bio-arquitetônicos em seu território.

- O Documentário FSM 2005 completa outro audiovisual produzido pela Artéria Filmes em 2002, que abordava, justamente, a construção e as alternativas auto-gestionárias de infra-estrutura buscadas pelos arquitetos do Acampamento Intercontinental da Juventude. Neste ano, o grupo Ateliê da Arquitetura, ligado ao escritório da organização do Fórum, conta com muitos dos realizadores que lutaram por essa idéia. Os gaúchos desse grupo formam uma equipe multidisciplinar composta por arquitetos, ecologistas e especialistas em permacultura. Além disso, arquitetos de mais três continentes como indianos, latino-americanos e europeus orientam a ocupação de espaços para receber participantes de todo o mundo. O uso de áreas públicas como espaço coletivo é um dos conceitos centrais para a realização do Fórum nos parques da cidade e outras áreas públicas. No total são mais de 150 salas e auditórios, com capacidade variada de 50 a mil lugares que sediam as atividades. Além disso, são instaladas 300 tendas que abrigarão feiras, credenciamento, praças de alimentação, palcos para atividades culturais e organizações.

- A documentação se dá desde as técnicas utilizadas, as dificuldades encontradas até a superação dos desafios. Num segundo momento, durante a realização do evento, o registro enfoca a relação entre o espaço, seus construtores e participantes, e como estas pessoas interagem com a estrutura que os rodeia.

Fotos

Fruto do Amor

Numa ilha deserta, Dr.Blum e Dra. Elza, dão prosseguimento às suas pesquisas científicas, auxiliados por Valdo, um velho pescador, e por Roni, que se incumbe das tarefas domésticas. Ao grupo se junta Ana Maria, prostituta vinda do interior, que se torna, como os outros, cobaia dos experimentos que se dividem em dois campos: Para Roni e Valdo, ex-criminosos, uma espécie de lavagem cerebral, para Ana Maria, um soro da esterilidade que vem sendo testado com resultados pouco satisfatórios. Após a visita do Dr. Lourival, secretário da Saúde Pública, os dois clientes partem para o continente, onde realizarão algumas palestras na companhia dos diretores da penitenciária e do manicômio. Roni, Valdo e Ana Maria, aproveitando a solidão, retornam a seus estados naturais, dando ênfase aos instintos sexuais que haviam sido reprimidos com as drogas.

Ficha Técnica

Título original: Fruto do Amor
Gênero: Drama
Duração: 86min.
Lançamento (Brasil): 1981
Estúdios: Magnus Filmes
Direção: Milton Alencar Júnior
Assistente de direção: Catu Burger
Argumento: José Louzeiro
Roteiro: José Louzeiro e Milton Alencar Júnior
Direção de Produção: Oder Costa
Produção: Jece Valadão
Co-produção: Magnus Filmes e Embrafilme
Música: Alberto Magno e Cristina Bério
Som: Richard Sven
Direção de Fotografia: Victor Neves
Câmera: Manuel Veloso da Cunha
Assistente de câmera: Ivan Brasileiro
Fotografia de Cena: Paulo Jabur
Efeitos Sonoros: Antônio César
Eletricista: Ademar Silva, João Bosco e Jorge Firmino
Maquinista: Joaquim Azevedo
Mixagem: Fernando Piccinini
Cenografia: Clóvis Bueno
Figurinos: Clóvis Bueno
Assistente de cenografia: Fernando Gonçalves
Guarda-Roupa: Helena
Maquiagem: Gilberto Marques
Continuidade: Manoel Godinho
Montagem: Antônio Sarmento
Assistente de Montagem: José Pires

Elenco

Paulo César Pereio
Ruth de Souza
Claudionei Penedo
Valentim Anderson
Rodolfo Arena
Maria Lúcia Dahl
Otávio Augusto
Nildo Parente
Wilson Grey
Jacira Silva
Marilisse Navarro
Margot Morel
Newton Couto
João Fernandes
Francisco Santos
Dalmo Peres
Altair Lima
Ramon Araújo
Tânia Kukel
Sônia Matos
Fábio Hamilton
João Marcos Fuentes
Hernandes Flor
Ordália Aparecida
Gerusa Amaral
Cecília de Paula
Rosane Soli

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Certificado de Produto Brasileiro/Concine 429, de 29.10.1980.Certificado de Censura Federal de 17.11.1980. Divisão de Censura de Diversões Pública. Certificado 108.201. Cenas de sexo / impróprio para menores de 18 anos.Registro Embrafilme 000000023/80 res. 91/73 Concine 02/76.

- Sinopse extendida:
Numa ilha deserta, Dr.Blum e Dra. Elza, dão prosseguimento às suas pesquisas científicas, auxiliados por Valdo, um velho pescador, e por Roni, que se incumbe das tarefas domésticas. Ao grupo se junta Ana Maria, prostituta vinda do interior, que se torna, como os outros, cobaia dos experimentos que se dividem em dois campos: Para Roni e Valdo, ex-criminosos, uma espécie de lavagem cerebral, para Ana Maria, um soro da esterilidade que vem sendo testado com resultados pouco satisfatórios. Após a visita do Dr. Lourival, secretário da Saúde Pública, os dois clientes partem para o continente, onde realizarão algumas palestras na companhia dos diretores da penitenciária e do manicômio. Roni, Valdo e Ana Maria, aproveitando a solidão, retornam a seus estados naturais, dando ênfase aos instintos sexuais que haviam sido reprimidos com as drogas. Ao voltar, Dr. Blum e Dra. Elza controlam novamente a situação. Ana Maria, porém, está grávida. Na inauguração do busto do pai do Dr. Blum, Roni se revolta ao saber que seu filho nascerá deformado. Tenta estrangular o cientista, foge, é capturado e torturado pelos enfermeiros do manicômio. Ana Maria, prestes a retornar ao continente para tratamento médico, chora ao ver Roni ensanguentado, mostrando ao Dr. Blum a força do amor. Diante das experiências fracassadas, Dr. Blum e Dra. Elza resolvem recomeçá-las em nome da Ciência.

Fotos

A Freira E A Tortura

Enquanto persegue um marginal, o delegado, homem de princípios e bem casado, conhece uma professora acusada de crimes políticos. Acaba por prendê-la. Descobre que a professora é também freira e passa a torturá-la para conseguir as informações que deseja. Os dois se apaixonam violentamente. O romance é proibido pelas leis dos homens e de Deus. O delegado acaba sendo assassinado por bandidos numa emboscada. A freira comparece ao enterro para dar o último adeus ao seu amado.

Ficha Técnica

Título original: A Freira E A Tortura
Gênero: Drama
Duração: 85min.
Lançamento (Brasil): 1983
Distribuição: Dacar Produções Cinematográficas
Direção: Ozualdo Candeias
Argumento: Ozualdo Candeias
Direção de Produção: Messias Rúbio
Gerente de produção: Antônio C. Ribeiro
Produção: David Cardoso
Assistente de produção: José Nilton e Fedegoso
Co-produção: Dacar Produções Cinematográficas
Fotografia: Ozualdo Candeias
Câmera: Eliseu Fernandes
Assistente de câmera: Nicanor de Oliveira
Maquiagem: Mário Lúcio Teixeira
Eletricista Chefe: Sérgio Dias
Montagem: Jair Garcia Duarte
Assistente de Montagem: Danilo Tadeu

Elenco

David Cardoso
Vera Gimenez
Sérgio Hingst
Cláudia Alencar
Sônia Garcia
Eddio Smânio
Wilson Sampson
Elizabeth de Luiz
James Cardoso
David Cardoso Júnior
Evelise Olivier
Luiz Vargas
Lígia de Paula
Claudinei Motta
Milton Donara
Maria Teresa
Natanael Coragem

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Baseado na peça O milagre da cela, de Jorge Andrade.

- Certificado da Embrafilme 301/83.Certificado do Concine 128/83-8.Certificado PBFLM: LM-689/83.

Fotos

Forever - Juntor Para Sempre

Marcelo tem todas as mulheres aos seus pés, mas nenhuma o completa. Um fato surpreendente ocorre, e Berenice, a sua filha, passa a invstigar a vida de Marcelo. Suas descobertas revelam um amor proibido.

Ficha Técnica

Título original: Forever - Juntor Para Sempre
Gênero: Drama
Duração: 95min.
Lançamento (Brasil): 1990
Distribuição: Riofilme
Direção: Walter Hugo Khouri
Roteiro: Walter Hugo Khoury, Lauro César Muniz e Tony Foutz
Direção de Produção: Angelo d’Antoni
Produção: Anibal Massaini Neto
Co-produção: Cinearte Produções Cinematográficas (SP) e Scena Film (Roma)
Música: Paolo Rustichelli, Carlo Rustichelli
Fotografia: Antônio Nardi e Antônio Meliande
Cenografia: José Duarte Aguiar
Figurinos: Marineida Massaini
Montagem: Eder Mazini, Gino Bartolini

Elenco

Ben Gazzara (Marcelo)
Vera Fischer
Ana Paula Arósio
Eva Grimaldi (Berenice)
Corine Cléry (Júlia)
Erika Fujyama
John Herbert (Médico)
Cláudio Cury
Cecil Thiré (Alberti)
Gioia Scola
Pedro Paulo Hathayer
Maurício Ferrazza
Renato Master
Rieko Maejima
Jossé Carlos Prandino
Carlos Koppa
Hércules Barbosa
Traditional Jazz Band

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Coprodução Brasil-Itália.

- Orçado em US$ 2,6 milhões, teve 70% da produção bancada pela França e 30% pelo Brasil, divididos entre Anibal Massaini (20%) e Embrafilme (10%).

- O diretor recorre a atores estrangeiros como garantia para distribuição do filme no mercado europeu e americano.

- "Forever é um filme que se liga à minha obra, igual, porém diferente. É sobre problemas de existência, sobre transcendência, sobre o grande amor" - depoimento de Walter Hugo Khouri.

- Locações em São Paulo, SP e Itatiaia, MG.

- Folha de São Paulo de 09.08.1988, comenta sobre o início das filmagens. Acrescenta que o filme, falado em inglês, receberá dublagens em português e italiano.

Fotos

Filmes Atualizados

Boi Neon

Tags:

Atualizado em 27 set 2015

Beira-Mar

Tags:,

Atualizado em 27 set 2015

A Morte de J.P.Cuenca

Tags:,

Atualizado em 27 set 2015

A Floresta Que Se Move

Tags:

Atualizado em 26 set 2015

Em Três Atos

Tags:

Atualizado em 26 set 2015