Um homem completamente nu emerge do mar e caminha tranquilamente pelas ruas da cidade, causando espanto geral e interferindo de várias maneiras em episódios cotidianos, sempre em busca da justiça. Por acaso, evita o rapto de uma criança e a mãe da menina, em reconhecimento, leva-o para casa e lhe dá uma roupa, que ele mesmo escolhe dentre muitas - uma fantasia. Fantasiado, continua sua caminhada pelas ruas, chamando novamente sobre si a atenção de todos que o tomam como um novo Cristo. Assumindo o nome Finis Hominis ("O Fim do Homem" em latim), ele é tido pela população como um messias moderno, capaz de operar milagres. As "curas" e os "milagres" que realiza não passam de coincidência. Muitos julgam que é um enviado de Vênus ou de Marte. Um dia, ao passar por uma rua, vê pessoas desfeiteando uma prostituta e acode em sua defesa. De outra vez, salva um jovem atacado de catalepsia, de ser enterrado vivo. Os dois passam a ser seus maiores seguidores, ao lado de um bando de hippies. Por fim, o homem sobe ao cume de uma montanha para proferir um sermão. Em todos os lares as famílias estão reunidas em torno dos televisores para escutá-lo. O sermão é uma mensagem de paz, e a imagem do homem multiplica-se milhares de vezes através do vídeo.
Ficha Técnica
Título original: Finis Hominis Gênero: Terror Duração: 79min. Lançamento (Brasil): 1971 Distribuição: Marte Filmes Direção: José Mojica Marins Argumento: Rubens Francisco Lucchetti Roteiro: José Mojica Marins Produção: Marciano Bley Bittencourt Direção de Produção: Mário Lima Co-produção: Multifilmes Música: Hermínio Gimenez Sonografia: Júlio Perez Caballar Fotografia: Giorgio Attili e Edward Freund Assistente de Fotografia: Rosalvo Caçador Assistente de câmera: Virgílio Roveda e Nivaldo de Lima Cenografia: Graveto Coreografia: Benedito Oliveira Montagem: Roberto Leme
Elenco
Rosângela Maldonado José Mojica Marins Roque Rodrigues (Lázaro) Teresa Sodré (Madalena) Andréa Bryan (Ninfômana) Graveto Big Boy Carlos Reichenbach Sílvio Francisco Sabrina Marquesina Margareth Delta Paulo Moreira Paulo Mander Mário Lima (Amante) Cláudia Tucci Lurdes Vanucchi Ribas Américo Camargo Antoninho Carli Clarestadi Célia Soares Lourdes Ribas Talulah Marilyn Ronald Bibe Araken Saldanha (dublador da voz de José Mojica Marins)
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Neste filme, Mojica abandona o personagem Zé do Caixão.
- Teve uma continuação: Quando os deuses adormecem, em 1972.
- Certificado de Censura 61.055, Brasília, 05.10.1971.Certificado de Filme Brasileiro válido até 01.07.1976.
- Letreiros iniciais indicam a “participação geral dos componentes da Magistral Promoções Artísticas Ltda.” no elenco.
- Indicam, também, Índio como pseudônimo de José Lopes.
- Letreiros finais apresentam a seguinte mensagem: “Se existe: há uma razão de existir”.
Um casal bem-sucedido da sociedade carioca, Marcelo e Márcia, tem origens diferentes: Márcia sempre foi rica e apegada à tradição burguesa. Marcelo ascendeu socialmente com o casamento e graças ao cargo arranjado pelo sogro na sua empresa. Levando uma vida fútil, frequentando festas e recepções, Márcia despreza os valores que mais sensibilizam o marido, provocando desentendimentos constantes entre o casal. Não suportando mais essa situação, Marcelo abandona a esposa e, sem destino certo, chega a Angra dos Reis. Lá conhece Lena, uma jovem de hábitos modernos e avançados, que mora num barco com uma amiga escultora, Tânia.
Ficha Técnica
Título original: Fim de Festa Gênero: Drama Duração: 102min. Lançamento (Brasil): 1978 Distribuição: Embrafilme Direção: Paulo Porto Assistente de direção: Emiliano Ribeiro Argumento: Péricles Leal Roteiro: Péricles Leal, Gilberto Braga e Paulo Porto Produção: Paulo Porto Direção de Produção: José Oliosi Co-produção: Ventania, J.B.Tanko Filmes e Embrafilme Música: Paulo Ramos Som: Raimundo Grangeiro Efeitos Sonoros: Geraldo José Fotografia: Antônio Gonçalves Câmera: Antônio Gonçalves Cenografia: Artur Maia Figurinos: Artur Maia Continuidade: Alícia Ferreira Montagem: Rafael Justo Valverde
Elenco
Paulo Porto (Marcelo)
Maria Fernanda (Márcia) Denise Bandeira (Tânia) Zaira Zambelli (Lena) Manfredo Colassanti Anselmo Vasconcelos (Valentim) Roberto de Cleto Angelina Muniz (Malu) Shulamith Yaari Perla Lucena Rafael Ponzi Márcio Augusto Betty Buarque Deny Perrier Paulo Neves Jurandir Silva Roque Bittencourt Levy Salgado Débora Bloch
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Exibido em São Paulo a 30.04.1979, no Ouro, no Iguatemi, no Bristol, no Roxy, no Hollywood, no Goiás, no Santo Amaro, no Vila Nova e no Jamor. Exibido a 30.04.1979 em Santos, no Roxy; em Presidente Prudente, no Ouro Branco e no Fenix; em Santo André, no Studio Center; em Mogi das Cruzes, no Urupema; em Taubaté, no Palace; em São Caetano, no Lido; em Campo Grande, no Plaza; em Campinas, no Regente; em Rio Preto, no Capitolio; em São José dos Campos, no Palácio e em Baurú, no Capri. Exibido no Rio de Janeiro a 11.06.1979, no Pathé, no Pax, no Art-Copacabana, no Art-Tijuca, no Art-Madureira, no Studio, no Paratodos, no Campo Grande, no Iguaçú, no Imperial, no Art-S. J. Meriti, no Matilde, no River e no Casablanca-Petrópolis.
- Débora Bloch não foi creditada (integrante do grupo de psicodança).
- Sinopse extendida: Um casal bem-sucedido da sociedade carioca, Marcelo e Márcia, tem origens diferentes: Márcia sempre foi rica e apegada à tradição burguesa. Marcelo ascendeu socialmente com o casamento e graças ao cargo arranjado pelo sogro na sua empresa. Levando uma vida fútil, frequentando festas e recepções, Márcia despreza os valores que mais sensibilizam o marido, provocando desentendimentos constantes entre o casal. Não suportando mais essa situação, Marcelo abandona a esposa e, sem destino certo, chega a Angra dos Reis. Lá conhece Lena, uma jovem de hábitos modernos e avançados, que mora num barco com uma amiga escultora, Tânia. Atraídos um pelo outro, Marcelo e Lena niciam um relacionamento que desperta ciúmes em Tânia. Suspeitando de um possível envolvimento amoroso entre as amigas, Marcelo acaba dormindo com Tânia. Localizando o marido, Márcia chega a Angra. Um trágico acidente marca o fim de festa e força Marcelo a tomar uma decisão em sua vida.
Uma análise sobre o desaparecimento de alguns ofícios e profissões no Brasil, devido às evoluções contemporâneas.
Ficha Técnica
Título original: O Fim do Sem Fim Gênero: Documentário Duração: 92 min. Lançamento (Brasil): 2007 Distribuição: Filmes do Estação Direção: Lucas Bambozzi, Cao Guimarães e Beto Magalhães Roteiro: Lucas Bambozzi e Cao Guimarães Produção: Vania Catani Música: O Grivo Fotografia: Lucas Bambozzi e Beto Magalhães Edição: Lucas Bambozzi, Beto Magalhães e Cao Guimarães
Elenco
Mário Bispo de Souza Gilberto Cardoso Maria Nádia do Nascimento Maria dos Santos Faria Manoel Luís dos Santos José dos Santos Silva Olegário Fernandes da Silva José Ferreira Camargos Amadeus Ferreira Paulino Élcio Ferreira Paulino Teruo Koizumi Paulo Marques de Oliveira Esmeraldina Militão das Neves Jorge Luiz Miranda de Souza Conceição Nascimento Francisco Pereira Silva José Roberval Pereira Severino Rodrigues de Lima Augusto César Sampaio Fiorelli Luiz Carlos Santos Milton Santos Valdivino Spinola de Souza Demerval Vanucchi Luiz Vidal Filho Júlio Vieira
Pôsters
Premiações
- Ganhou o prêmio de Melhor Edição, no Cine Ceará.
Curiosidades
- As filmagens ocorreram nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará. Foram percorridos 20 mil kms, entre 40 cidades, durante 2 meses de gravações.
- O Fim do Sem Fim foi concluído em 2001, mas apenas chegou aos cinemas brasileiros 6 anos depois.
Após a perda de uma irmã e o possível fim de seu relacionamento, Marcelo, um repórter freelancer de Maringá, tenta voltar a rotina quando descobre que é suspeito de um crime que não lembra ter cometido, um assalto que compromete um amigo de longa data. Este amigo, Edgar, dono de um escritório de investigação para quem Marcelo esporadicamente faz serviços de espionagem. Usando seu faro investigativo e o tempo que lhe resta para desvendar os buracos em sua memória, Marcelo segue fragmentos de prováveis investigações suas e pistas dadas por um possível criminoso até se ver no encalço de uma quadrilha que apaga memórias sob encomenda. Agora, Marcelo tem de desvendar o porquê dele não se lembrar do crime que estão lhe acusando. Será que essa quadrilha está envolvida na amnésia de Marcelo? Porque apagariam sua memória? Está aberta a contagem, Marcelo só tem um ou dois dias no máximo para descobrir tudo, e só ele terá de encarar o orgulho humano que rouba não só momentos, mas também esperanças.
Ficha Técnica
Título original: Momentos Roubados Gênero: Drama, Suspense Duração: 90 min. Lançamento (Brasil): 2014 Distribuição: Direção: Ribamar Nascimento Roteiro: Ribamar Nascimento Produção: Ribamar Nascimento, Fábio Mascarin e Victor Machferreh Assistente de produção: Natália Nascimento Co-produção: Fantasia Filmes, R Filmes Música: Som: Fotografia: Fábio Mascarin Câmera: Fábio Mascarin Direção de Arte: Victor Machferreh Figurino: Edição: Continuidade: Carlos Henrique making of: Kelvin Henrique still: Kelvin Henrique
Elenco
Alexandre Penha
Leandro Fóz
Ben Hur Prado
João Souza
Enderson Cristian
Aislan Coope
Andrea Abreu
Andrea Pavesi
José Paulo de Almeida
Vinicio Noda
William Cavazana
José Maldonado
Nerildo Bezerra
Isabela Natário
Victor Machferreh
Reginaldo Arantes
João Vitor Lopes
Kleber Morais
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- As filmagens se extenderam do final de janeiro de 2913 até o mês de julho de 2013. Todas praticamente aos finais de semana. Foram mais de 20 dias de filmagens e mais de 660 minutos (11 horas) de material gravado. A pós produção começou em julho e se estendeu até janeiro.
- O filme foi rodado todo na cidade de Maringá - PR. As locações foram casas redidenciais, clínicas, escritório, edifícios comerciais, algumas cenas no Parque do Ingá, Bosque das Grevilhas, Shopping Maringá Park, Aeroporto de Maringá, estabelecimentos comerciais, delegacia e ruas da cidade.
- O elenco do filme é formado por atores profissionais e não profissionais, todos de Maringá.
- O projeto não será remunerado. Ao final do projeto será calculado o valor que teoricamente custaria o projeto caso fosse totalmente remunerado para se ter noção do valor do trabalho apresentado pelo profissionais envolvidos em todo o processo, valorizando assim mais o trabalho dos mesmos perante o público e imprensa.
São Paulo. Artur (Leonardo Medeiros) é um jornalista desempregado, que busca fazer matérias para a TV mas tem dificuldade em vendê-las. Um de seus trabalhos recentes é com um grupo de índios, que deseja cobrar pela realização da dança da chuva. A idéia é que, caso a população não pague, os índios não dançarão mais e, com isso, não choverá na cidade. Paralelamente o deputado Ernesto Alves (Rubens de Falco) deseja se livrar de uma grande quantia de dinheiro que, segundo ele, não sabe como surgiu em seu escritório. O deputado possui um esquema com seu filho, que o fez ganhar 1.313 vezes na loteria.
Ficha Técnica
Título original: Fim da Linha Gênero: Comédia Duração: 76 min. Lançamento (Brasil): 2008 Distribuição: Pandora Filmes Direção: Gustavo Steinberg Roteiro: Guilherme Werneck e Gustavo Steinberg Produção: Gustavo Steinberg Pré-produção: Direção de produção: Assistente de produção: Colaboração: Co-produção: Bits Produções Ltda. Música: Maria Brandt, Guilherme Werneck e Gustavo Steinberg Som: Som guia: Fotografia: Aloysio Raulino Camera: Fotografia de cena: Desenho de produção: Direção de Arte: Mônica Palazzo Figurino: Maitê Chasseraux Edição: Lessandro Sócrates Eletricista: Maquinista: Continuidade: Contra-regra: Guarda Roupa:
Elenco
Rubens de Falco (Deputado Ernesto Alves) Leonardo Medeiros (Artur) Daniela Camargo (Sandra) Maria Padilha (Júlia) Lulu Pavarin (Margarete) Gisela Reimann (Renata) Bruno Fagundes (Daniel) Eucir de Souza (Carlos) Norival Rizzo (Hermógenes) Pitotó (Chefe indígena) Ivan Capua (Catador) Teca Pereira (Surda-muda) Ney Piacentini (Assessor) Odara Carvalho (Assessora) Turíbio Ruiz (Chefe dos velhinhos) Serginho Groisman (Apresentador de TV) Gabriel Victor Tonietti (Bebê)
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Estréia de Gustavo Steinberg na direção.
- Último filme de Rubens de Falco.
- Sinopse extendida: São Paulo. Artur (Leonardo Medeiros) é um jornalista desempregado, que busca fazer matérias para a TV mas tem dificuldade em vendê-las. Um de seus trabalhos recentes é com um grupo de índios, que deseja cobrar pela realização da dança da chuva. A idéia é que, caso a população não pague, os índios não dançarão mais e, com isso, não choverá na cidade. Paralelamente o deputado Ernesto Alves (Rubens de Falco) deseja se livrar de uma grande quantia de dinheiro que, segundo ele, não sabe como surgiu em seu escritório. O deputado possui um esquema com seu filho, que o fez ganhar 1.313 vezes na loteria. Ao passar ao filho a tarefa de se livrar do dinheiro, este ameaça jogá-lo pela janela. A notícia logo se espalha, gerando boatos sobre onde a quantia seria jogada entre diversos taxistas.
A ficção é mostrada com os mais diferentes tipos de fobias, reúne atores, não atores e atores fóbicos. Permeados pelo medo, a mistura de irrealidade com realidade. Traz fobia de avião, talassofobia (medo do mar), fobia de cobras, fobia de sangue, fobia de agulhas, fobia de pombos, fobia de penetração, fobia de botões.
Ficha Técnica
Título original: Filmefobia Gênero: Drama Duração: Lançamento (Brasil): 2009 Distribuição: Direção: Kiko Goifman Roteiro: Hilton Lacerda e Kiko Goifman Produção: Jurandir Muller, Beto Tibiriçá, Gudula Meinzolt e Paulo de Carvalho Co-produção: PaleoTV, Plateau Produções, Autentika Films Música: Livio Tragtenberg Som: Livio Tragtenberg Fotografia: Aloysio Raulino Direção de Arte: Cris Bierrenbach Edição: Vânia Debs
Elenco
Jean-Claude Bernardet
Pôsters
Premiações
- O Filme recebeu menção especial em Havana (Cuba) e no BAFICI (Argentina).
- Ganhou cinco candangos em Brasília nas categorias de Melhor Filme do Júri Oficial; Melhor Filme da Crítica; Melhor Montagem (Vânia Debs); Melhor Ator (Jean-Claude Bernardet) e Melhor Direção de Arte (Cris Bierrenbach), Festival de Brasília.
- FilmeFobia ganhou o Script Development Award do Fundo Hubert Bals.
- Contemplado com o prêmio de produção do World Cinema Fund, ligado ao Festival de Berlim (Alemanha).
Curiosidades
- Filmefobia, primeiro Longa-Metragem de Ficção de Kiko Goifman.
- Participou do Cinemart Film Market no Festival de Rotterdam.
- Músicas feitas ao vivo Livio Tragtenberg.
- O pesquisador de cinema, Jean-Claude Bernardet participa de FilmeFobia na pele de Jean-Claude, diretor de um documentário que explora os limites psicológicos, contrapondo a doença das pessoas em situações fortes e emocionalmente violentas. A principal idéia do personagem Jean-Claude é promover, de forma inusitada e lúdica, o encontro das pessoas com seus medos. Para ele, a única imagem autêntica - hoje em dia - é a de um ser humano em contato com a sua própria fobia. Os gestos erráticos e fora de controle dos participantes, trazem à tona, a verdade da imagem registrada pela câmera. FilmeFobia se constrói como um making of deste documentário fictício.
Um pequeno industrial de cigarros, falido economicamente e em crise doméstica, é praticamente exilado da casa pela mulher e passa a refugiar-se em visões e alucinações. Como na lenda de Fausto, terá de encontrar seu correspondente Mefisto, que durante a história lhe aparecerá de várias formas e personalidades, ora como traficante noturno, ora como uma cândida velhinha.
Ficha Técnica
Título Original: Filme Demência Gênero: Drama Tempo de Duração: 90 min. Ano de Lançamento (Brasil): 1987 Distribuição: Embrafilme Direção: Carlos Reichenbach Argumentos: Carlos Reichenbach Roteiro: Carlos Reichenbach e Inácio Araújo Produção: Éder Mazini, Carlos Reichenbach e Aníbal Massaini Neto Co-produção: E.M. Cinematográfica, Cinearte Filmes, Beethoven Street Filmes e Embrafilme Música: Manoel Paiva e Luiz Chagas Fotografia: José Roberto Eliezer Desenho de produção: Campelo Neto Edição: Eder Mazzini
Elenco
Ênio Gonçalves Emílio de Biase Imara Reis Fernando Benini Rosa Maria Pestana Kátia Lopes Júlio Calasso Júnior Cláudio Willer Benjamin Cattan Alvamar Taddei Carina Cooper Liana Duval Valeska Canoletti Renato Máster Roberto Miranda Orlando Parolini John Doo Benê Silva Jairo Ferreira Carlos Reichenbach Wilson Sampson Vanessa Alves
Pôsters
Premiações
- Melhor Filme (prêmio da crítica), Melhor Diretor, Ator Coadjuvante (Emllio de Biase), Atriz Coadjuvante (Imara Reis). Montagem (Eder Mazzini), XIV Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1987;
- Melhor Ator (Ênio Gonçalves) e Trilha Sonora (Manoel Paiva e Luiz Chagas), III Rio-Cine Festival, RJ, 1987;
- Troféu Macunaíma (melhor filme de 1986), Federação Nacional de Cineclubes, 1987;
- Prêmio filme inovador do ano, Festival de Rotterdam, Holanda. 1987.
Curiosidades
- Participou dos festivais internacionais de Salssomagiore. Montreal, Edinburg, Ghent.
- Ambicioso projeto de Reichenbach, único de seus filmes realizado com financiamento da extinta Embrafilme.
- Uma adaptação pessoalíssima da lenda de Fausto, e sua trágica e eterna busca do conhecimento. Goethe, Marlowe, Coleridge, Murnau e as óperas de Mahler e Gounod, sob a ótica urbana e fractal do cineasta.
- Filme Demência é um anagrama de filme de cinema.
- Inspirado diretamente na experiência existencial do realizador, no caso, a sua relação com a própria extirpe. Reichenbach, filho e neto de industriais gráficos e editores tendo perdido o pai aos 13 anos de idade, assistiu impotentemente a perda de todos os bens de família, inclusive a tradicional e primeira indústria litográfica que seu avô veio, no início do século, instalar no Brasil. Na tela, o mito de Faetonte, o filho de Apolo que perdeu o "carro de fogo" herdado do pai.
- As filmagens foram interrompidas por três vezes devido às dificuldades na liberação do financiamento, e o filme só pode ser concluído graças à dedicação de seus dois atores principais.
- Toda a última parte do filme, as seqüências de estrada e litoral, foram fotografadas pelo próprio Reichenbach, e com o auxílio de uma equipe reduzida pela metade.
- A premiada trilha musical de Manoel Paiva e Luiz Chagas se inspira diretamente na Oitava Sinfonia de Gustav Mahler.
- O filme foi totalmente rodado em São Paulo e nas proximidades de Bertioga.
- Lançamento em São Paulo : dia 19 de Março de 1987, exclusivamente no cine Belas-Artes.
Três amigos Hilda, Matilda e Gaspar, populares e suburbanos, encontram-se no fim de semana em um pequeno e pobre apartamento no centro da cidade para estarem juntos, conversar, beber e sentir prazer. Algum prazer. Hiato em uma rotina dura e medíocre. Os três amigos pobres, inteligentes e de sensibilidade incomum, projetam seu imaginário em uma espécie de sonho embriaguez que os eleva a um estado de espírito para além do insalubre, do insuficiente, do insulso, dia-a-dia. Este encontro, contra-ponto amoroso à raiva cotidiana, é um antídoto à banalização da existência e um clamor a vida, maneira sutil e intensa de estar presente no mundo.
Ficha Técnica
Título original: Filme de Amor Gênero: Duração: 116 min. Lançamento (Brasil): 2003 Distribuição: Direção: Júlio Bressane Roteiro: Júlio Bressane e Rosa Dias Produção: Tarcisio Vidigal e Lúcia Fares Produção executiva: Daniela Arantes Produtora de Finalização: Regina Martinho da Rocha Música: Guilherme Vaz Fotografia: Walter Carvalho Desenho de produção: Moa Batsow Direção de arte: Moa Batsow Figurino: Helen Milet Edição: Virgínia Flores Animação: Gerald Köhler Som: Juarez Dagoberto
Elenco
Bel Garcia Josie Antello Fernando Eiras
Pôsters
Premiações
- Filme de Amor ganhou os prêmios de melhor filme, fotografia de Walter Carvalho e trilha sonora, de Guilherme Vaz, no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2003.
A chegada do poeta francês Blaise Cendrars ao Brasil por entre o insinuante relevo montanhoso que contorna a Baía da Guanabara, a bordo do transatlântico moderno e contemporâneo ‘Bohéme’, não é reconstituição da época. É o redescobrimento do Brasil, em ficção-realidade, pelo poeta europeu que desembarca no Rio de Janeiro em pleno carnaval carioca, este recriado para que não se defina em uma época.
Ficha Técnica
Título original: Um Filme 100% Brasileiro Gênero: Comédia Duração: 83min. Lançamento (Brasil): 1986 Distribuição: Embrafilme Direção: José Sette de Barros Assistente de direção: Eid Ribeiro, Sílvio Lana e Rolando Monteiro Roteiro: José Sette de Barros Produção: Marcus Lage Produção executiva: Tarcísio Vidigal Assistente de produção: Guilherme Ricardo (MG), Paulo Valadares (MG), Maria Aparecida (MG), Roberto Junqueira (MG), Reginaldo Faraó(MG), Orlando Bandeira (RJ), Marco Antônio Simas (RJ) e Wank Carmo (RJ) Co-produção: Grupo Novo Cinema e TV e Embrafilme Música: Luiz Eça Som: Dominique Paris e Marta Luz Ruídos: Antônio César Silva dos Santos Mixagem: Walter Goulart e Carlos de la Riva Som direto: Humberto Ribas Fotografia: José Sette de Barros Câmera: Lincoln Vasconcelos Assistente de câmera: Álvaro Novre e Cléber Cruz Direção de Produção: Marcos Lage e Milon Lana Figurinos: Juliana Nogueira Cenografia: Oficina Goeld, Fernando Tavares, Mário Drumond, Paulo Giordano, Oswaldo Medeiros, Roberto Wagner e Gilberto Abreu Maquiagem: Andréa Maia e Fragile Efeitos especiais: Marcus Lage e Juliana Nogueira Eletricista: Paulo Roberto de Souza Maquinista: Paulo Roberto de Souza Montagem: José Tavares de Barros Edição: Amaury Alves Assistente de Montagem: Ana Diniz, Maria Amélia Palhares, Aída Queiroz e Marcus Lage
Elenco
Paulo César Pereio Odete Lara Maria Gladys Wilson Grey Savério Roppa Guará Rodrigues Kimura Schettino Ana Maria Donnard Luiza Clotilde Cida Falabella Sérgio Lara (Blaise Cendrars) Sandro Jesus Campos Velho Nunes Pereira Pinto Ronaldo Brandão Álvaro Apocalipse Grupo Giramundo Marlene Silva Grupo Afoxé
Pôsters
Premiações
- Melhor Cenografia (Juliana Junqueira), I Festival de Fortaleza do Cinema Brasileiro, CE, 1985.
- Melhor produção e Melhor Linguagem Cinematográfica no Rio-Cine-Festival, 1, 1985, Rio de Janeiro - RJ.
Curiosidades
- Recriação, nos anos 50, das idéias que o poeta francês Blaise Cendrars transferiu para o papel quando visitou o Brasil, em 1924, desembarcando no Rio de Janeiro durante o carnaval, em plena explosão do movimento modernista no país. Deslumbrado com a cidade, ele passa a enxergá-la de forma original.
- Baseado no livro Etc., etc., um livro 100% brasileiro, de Blaise Cendrars
- Locações em Estados da Bahia, Rio de Janeiro e cidades de Tiradentes, Ponte Nova e Belo Horizonte, MG
- "A chegada do poeta modernista francês Blaise Cendrars ao Brasil em 1924 por entre o insinuante relevo montanhoso que contorna a Baía da Guanabara, a bordo do transatlântico moderno e contemporâneo Bohème, não é reconstituição de época. Não é, também, realismo histórico cinematográfico. É o redescobrimento do Brasil, em ficçãorealidade, pelo poeta europeu que desembarca no Rio de Janeiro em pleno carnaval carioca, este recriado para que não se defina em uma época (ou para refletir todas as épocas e de maneira que o relacione, em síntese e essência, à explosão modernista da década de 20 em suas repercussões mais profundas e interligadoras do passado e do futuro, no presente. No interior do Cabaré Moderno (ficção) o poeta e seus amigos modernistas vivem os dias de folia carnavalesca num ambiente fantástico criado por cenários pintados, neons e adereços de fantasia. Ali, Cendrars relembra as histórias (verdadeiras) por ele colhidas no Brasil como jornalista: Febrônio Índio do Brasil, Lobisomen de Minas e Coronel Bento, que são narradas adaptando-se o texto original do livro Etc., Etc., Um Livro 100% Brasileiro. O filme é pontuado com uma encenação de bonecos que representam personagens-síntese de toda a trama e é regido pelo Demônio, ora títere, num transitar com liberdade pelas múltiplas linguagens adotadas, até o encerramento quando o poeta embarca de volta, na quarta-feira de cinzas". Márcio da Rocha Galdino, Minas Gerais, Suplemento Literário, 24/03/84.
- FCaxambu/85 indica que o filme teve exibição especial na festa de encerramento no Festival de Caxambu, 1985, MG, a 14.12.1985.
- Jornal do Brasil de 26.01.1998, Caderno B, p. 5, informa que o filme foi exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, MG, em 28.01.1998.
- Concine/88 indica que o filme recebeu o Certificado de Produto Brasileiro 1.088, de 24.01.1988.
Sílvia, professora de Literatura numa escola secundária e filha de um militar, escreve as lembranças de um feriado prolongado na casa das amigas Bebel e Marta, nas montanhas. No passado, Marta amou Dinho, filho de um político e viciado em drogas. Separaram-se devido ao aborto de um filho que ele queria. Bebel, dando-lhe apoio, convidou-a para morarem longe dos problemas de São Paulo.
Ficha Técnica
Título original: Filhos E Amantes Gênero: Drama Duração: 96min. Lançamento (Brasil): 1981 Distribuição: Ouro Filmes e Art Filmes Direção: Roteiro: Francisco Ramalho Júnior Produção: Antônio Polo Galante Direção de Produção: Tony Jakoska Co-produção: Galante Filmes Música: Rogério Duprat Som: Orlando Macedo Fotografia: Antônio Luiz Mendes Cenografia: Miqui Stedile Figurinos: Miqui Stedile Assistente de cenografia: Débora Zilber Montagem: Mauro Alice
Elenco
Lúcia Veríssimo (Sílvia) Denise Dumont (Marta) André de Biase (Roberto) Nicole Puzzi (Bebel) Hugo della Santa (Dinho) Walmor Chagas (Cláudio) Renée de Vielmond Rosina Malbousian (Carminha) Silvana Réa Paulo Gorgulho Ronaldo Costa Petê
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Locações em Parque Nacional de Itatiaia e Agulhas Negras
- Certificado de Produto Brasileiro 514 de 30.09.1981.Número de registro da Embrafilme 354/81.Número do processo de entrada no Concine 5755/81.
- Sinopse extendida: Sílvia, professora de Literatura numa escola secundária e filha de um militar, escreve as lembranças de um feriado prolongado na casa das amigas Bebel e Marta, nas montanhas. No passado, Marta amou Dinho, filho de um político e viciado em drogas. Separaram-se devido ao aborto de um filho que ele queria. Bebel, dando-lhe apoio, convidou-a para morarem longe dos problemas de São Paulo. No feriado, Sílvia chega acompanhada do namorado Roberto, estudante de Engenharia, de quem está grávida, mas não consegue decidir se quer a criança. Coincidentemente, chegam Dinho e Carminha, uma garota muito perturbada. Marta se envolve com Roberto e Sílvia com Dinho, Bebel se distancia do grupo, pois faz artesanato e os feriados são propícios à venda na cidade próxima. Após a tentativa de suicídio de Carminha, que se vê sozinha, Sílvia sofre uma ameaça de aborto. Carminha, com remorsos, vai embora. O encontro acidental com Cláudio, escritor que esteve exilado e anseia por viver apesar do câncer, e com Ruth, sua companheira, transmite ao grupo o gosto pela vida: Dinho reata sua relação com Marta passando a morar nas montanhas, onde também Sílvia espera o filho nascer. Roberto, apesar de continuar em São Paulo, visita Sílvia nos fim-de-semana.
O filme traça um rico panorama da Música Popular Brasileira dos anos 60 e 70, através do revolucionário e inovador grupo musical Novos Baianos.
Particularmente, trata da influência de João Gilberto sobre os rumos musicais do grupo e da importância do mesmo para o aprimoramento da música tocada e composta por eles.
Traz uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado durante algum tempo e a influência sobre os resultados no trabalho. Temas como contracultura, carnaval do Brasil, cinema, tropicalismo, ditadura militar, dentre outros, circulam em torno das vivências do grupo, trazendo necessárias e importantes reflexões para a compreensão da cultura contemporânea no Brasil.
O filme traz raros e inéditos materiais de arquivos, MPB da melhor qualidade e participações especiais de Tom Zé, Rogério Duarte, Orlando Senna, entre outros.
Ficha Técnica
Título original: Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano Gênero: Documentário Duração: 75min. Lançamento (Brasil): 2010 Distribuição: Direção: Henrique Dantas Roteiro: Henrique Dantas e Bau Carvalho Produção: Henrique Dantas Co-produção: Hamaca Filmes Música: Novos Baianos e Roberto Barreto Som: Nicollas Hallet Fotografia: Hans Herold Edição: Henrique Dantas e Bau Carvalho
Elenco
Tom Zé Orlando Sena Rogério Duarte Mário Luiz Tompsom de Carvalho Solano Ribeiro Joildo Góes Nonato Freire Armandinho Moraes Moreira Galvão Baby do Brasil Pepeu Gomes Paulinho Boca de Cantor Dadi Didi Gomes Jorginho Gomes Gato Félix Bola Moraes Charles Negrita
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Henrique Dantas - graduado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Administração de Empresas pela UNIFACS. Mestre em Artes Visuais pelo Mestrado Acadêmico da UFBA, onde desenvolveu pesquisa intitulada Apropriações e Intervenções com as Sombras do Cotidiano. Trabalha com audiovisual, atuando como diretor, roteirista e diretor de arte. Entre os seus principais trabalhos estão a direção de arte dos curtas Lotação, Na Terra do Sol, Anjo Daltônico e Apreço, e dos longas Estranhos e Trampolim do Forte, e a direção, concepção e roteiro do documentário Os Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano (2009). Trabalha também nas linguagens de videoclipe e vídeo-arte, realizando inúmeros trabalhos. Publicou artigo denominado Sombras do Cotidiano na Revista da Pós-Graduação da Escola de Teatro da UFBA e artigo denominado Apropriações e Intervenções com as Sombras do Cotidiano no caderno do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFBA. Mantém uma pesquisa que transita entre a gravura e o cinema, passando pelo jornal impresso, o vídeo e a fotografia. Atualmente filma A Peleja do Sertão Cinzento.
Diógenes, desempregado e abandonado pela namorada, tenta sem sucesso o suicídio. Seu sósia Marcelo está sendo perseguido pelo rival, um bicheiro e contrabandista. Quando se encontram, decidem trocar suas vidas. Diógenes, porém, se acostuma com a situação e conhece a filha do bicheiro, que Marcelo raptara. Quando os bandidos se exterminam, Diógenes recomeça uma nova vida.
Ficha Técnica
Título original: O Filho do Chefão Gênero: Comédia Duração: 90min. Lançamento (Brasil): 1974 Distribuição: Embrafilme e Distrifilmes Direção: Victor Lima Roteiro: Victor Lima Produção: Jarbas Barbosa Co-produção: Copacabana Filmes Fotografia: Antônio Gonçalves Montagem: Victor Lima
Elenco
Flávio Migliáccio (Marcelo e Diógenes) Cristina Aché (Rosemary) Rossana Ghessa (Natália) Elza de Castro (Bony) Atila Iório (Chefão) Carlos Kroeber (Carleto) Gracinda Freire (Heloísa) Jorge Cherques (Detetive) Fernando José (Carleto) Wilson Grey Dita Corte Real Dinah Mezzomo Lúcia Apache Maralisi Tânia Alves Francisco Silva Luiz Mendonça Germano Filho Cláudio Oliani Toni Ferreira Toni Niño Ed Heath Sandoval Mota Edson Faria Carlos Adier Raimundo Alencar Carlos Alberto Déa Peçanha Antonio Carlos Pereira Wandick Wandré Sérgio Corrêa Sérgio Panta Ubiracy Marques Hélio Guerra Cirilo Costa
Pôsters
Premiações
-
Curiosidades
- Estreado em São Paulo a 01.12.1975.
- Sinopse extendida: Diógenes, sem dinheiro, sem trabalho e abandonado pela namorada, resolve suicidar-se. Porém, até a morte lhe parece ser negada. Tenta o gás, mas por falta de pagamento, a companhia havia cortado o fornecimento, deita no leito da estrada de ferro e nada acontece, utiliza uma carga de dinamite que não explode. Enquanto isso, Marcelo herda a posição de chefão do mundo do jogo do bicho e do contrabando. E seu problema é exatamente o oposto do de Diógenes: corre o risco de ser fuzilado pelo bando de Carleto. Diógenes e Marcelo encontram-se na rua e se surpreendem com a semelhança física. Marcelo, sabendo que o outro quer morrer, propõe que fique em seu lugar até ele exterminar Carleto e seu bando. Mas Diógenes acaba gostando da boa vida que leva e passa a ter os pistoleiros profissionais no seu encalço. Sua vida muda completamente quando conhece Rosemary, filha de Carleto, que Marcelo raptara. Os grupos rivais se exterminam. Carleto e Marcelo são presos e Diógenes começa vida nova com Rosemary.
O velho Isidoro passa os dias amargurado num asilo, na esperança de que um dia Dioguinho, um de seus filhos, volte para tirá-lo de lá. Dioguinho é o único que o preocupa, pois Isidoro sabe que seus seis filhos legítimos estão bem. Onde andará Dioguinho, o filho adotivo? Montado num cavalo xucro, tentando ganhar a vida como peão de rodeio, Dioguinho é observado por Diogo, peão dos mais respeitados nas redondezas. Diogo descobre que Dioguinho é seu filho. Diogo precisa atravessar as terras do Coronel Jatobá, mas entra em conflito com este. Dioguinho apaixonou-se por Marina, filha do coronel. Depois de muitos conflitos, o coronel aceita o romance e todos acabam amigos. Diogo e Dioguinho vão então buscar o velho Isidoro no asilo,que os recebe com os olhos cheios d’água.
Ficha Técnica
Título original: O Filho Adotivo Gênero: Drama Duração: 93min. Lançamento (Brasil): 1984 Distribuição: Madial Filmes e Embrafilme Direção: Deni Cavalcanti Roteiro: Benedito Ruy Barbosa Produção: Deni Cavalcanti e Sérgio Reis Direção de Produção: Luiz Bavini Co-produção: Madial Filmes Música: Caçulinha Som: Pedro Luiz Nobile Fotografia: Eliseo Fernandes Câmera: Eliseo Fernandes Assistente de câmera: Luiz Rossi Neto Maquiagem: Frota Continuidade: Isabel Moura de Souza Montagem: Máximo Barro
Elenco
Sérgio Reis (Diogo) Tássia Camargo (Carolina) Solange Teodoro (Marialina) Norma Bengell (Maria Rosa) Francisco di Franco (Neno) Zé Coqueiro (Zé Coqueiro) Walter Stuart (Coronel Jatobá) Eduardo Abbas (Bentão) Bruno Giordano (Dioguinho) Filoca (Filoca) Felipe Levy (Padre Antonio) Thed Araken (Peão) Django (Peão) Jofre Soares
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Último filme da trilogia sertaneja de Sérgio Reis (1940- ). Os dois outros foram O menino da porteira (1977) e Mágoa de boiadeiro (1978).
- Devido ao fracasso total deste filme, em que também é produtor, Sérgio retirou-se do cinema, mas continua fazendo sucesso como cantor sertanejo.
- Certificado de Produto Brasileiro 738 de 15.03.1984.
- Embrafilme/Lista 84 aponta que o lançamento comercial em São Paulo ocorreu a 29.03.1984 e no Rio de Janeiro a 05.11.1984.
Terminam as filmagens do novo longa de Leandro Hassum, O Candidato Honesto, nova comédia de Roberto Santucci (De Pernas para o Ar 1 e 2, Até que a Sorte nos Separe 1 e 2). Este é o terceiro filme em que o diretor Roberto Santucci e o ator Leandro Hassum trabalham juntos.
O filme O Candidato Honesto conta a história de João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum), um candidato à presidência da República, mentiroso, que recebe uma mandinga da avó e começa a ser honesto e falar a verdade no pior momento possível: a reta final do segundo turno das eleições, quando ele lidera as pesquisas.
O roteiro é assinado por Paulo Cursino também parceiro de longa data do diretor e do ator. No elenco: Luiza Valdetaro, Júlia Rabello, Ellen Roche, Victor Leal, Flávio Galvão, Henri Pagnoncelli, Flávia Garrafa, Antônio Pedro, Murilo Grossi, Luís Lobianco, Prazeres Barbosa, Jovane Nunes, Bruno Buaiz, Nilton Bicudo, entre outros.
O longa, O Candidato Honesto, foi rodado em Brasília, Rio de Janeiro e Búzios, tem distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes.
O diretor Roberto Santucci é responsável por filmes como De Pernas Pro Ar e Até que a Sorte nos Separe, que geraram continuações, De Pernas Pro Ar 2 e Até que a Sorte nos Separe 2, rodado em Las Vegas e atingiu 4 milhões de espectadores. Na sua filmografia contem os longas Odeio o Dia dos Namorados, Alucinados, Bellini e a Esfinge e Olé, Um Movie Cabra da Peste.
João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum), um candidato à presidência da República, mentiroso, que recebe uma mandinga da avó e começa a ser honesto e falar a verdade no pior momento possível: a reta final do segundo turno das eleições, quando ele lidera as pesquisas.
Ficha Técnica
Título original: O Candidato Honesto Gênero: Comedia Duração: Lançamento (Brasil): 2014 Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes Direção: Roberto Santucci Roteiro: Paulo Cursino Produção: Produtor executivo: Direção de produção: Co-produção: Camisa Listrada, Panorama filmes Música: Som: Som direto: Fotografia: Desenho de produção: Direção de Arte: Figurino: Edição:
Elenco
Luiza Valdetaro, Júlia Rabello, Ellen Roche, Victor Leal, Flávio Galvão, Henri Pagnoncelli, Flávia Garrafa, Antônio Pedro, Murilo Grossi, Luís Lobianco, Prazeres Barbosa, Jovane Nunes, Bruno Buaiz, Nilton Bicudo
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- Este é o terceiro filme em que o diretor Roberto Santucci e o ator Leandro Hassum trabalham juntos
- O longa, rodado em Brasília, Rio de Janeiro e Búzios.
O Diretor - Roberto Santucci Filho é graduado em Cinema pela UCLA Extension e Columbia College, em Los Angeles, nos EUA, onde também trabalhou para estúdios de cinema como Paramount e Columbia Pictures, Santucci acumulou em menos de 4 anos mais de 16 milhões de ingressos. É o diretor da retomada do cinema nacional com o maior número de ingressos vendidos e desde 2011 seus filmes são as maiores bilheterias do ano. É o diretor responsável pelos maiores sucessos recentes de bilheteria do cinema nacional como De Pernas Pro Ar e Até que a Sorte nos Separe, que geraram continuações e duas das franquias de maior sucesso do cinema recente. De Pernas Pro Ar 2 foi a segunda maior renda da retomada do cinema nacional e Até que a Sorte nos Separe 2, rodado em Las Vegas, atingiu 4 milhões de espectadores. Sua filmografia ainda incluem os longas Odeio o Dia dos Namorados, Alucinados, Bellini e a Esfinge e Olé, um movie cabra da peste.
O sertão está em todo lugar, é do tamanho do mundo, feito do vento do fole, do som da terra, uma imersão na vida e obra, do polegar ao mindinho, nos dedos do genial Dominguinhos.
Ficha Técnica
Título original: Dominguinhos Gênero: Documentário Duração: Lançamento (Brasil): 2014 Distribuição: Espaço Filmes Direção: Joaquim Castro, Eduardo Nazarian e Mariana Aydar Roteiro: Di Moretti Produção: Deborah Osborn, Felipe Briso e Gilberto Topczewski Produtor executivo: Deborah Osborn Produção associada: Eduardo Nazarian, Mariana Aydar e Duani Co-produção: Música: Eduardo Nazarian, Mariana Aydar e Duani Som: Joaquim Castro e Edson Secco Fotografia: Tiago Tambelli, Pedro Urano Edição: Joaquim Castro
Elenco
não informado
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- Pesquisa: Eloa Chouzal
Joaquim Castro: nasceu em São Paulo, é artista audiovisual, dirigiu, montou e fotografou diversos filmes e peças teatrais. Entre eles, fez parte da montagem de Tamboro (Sergio Bernardes), montou Olho Nu (Joel Pizzini), Jards (Eryk Rocha) e Agreste (Paula Gaitan), premiados nacional e internacionalmente e exibidos em museus e bienais. Dirigiu e filmou vídeos de peças de teatro dos grupos Oficina, Companhia dos Atores e Mundana Companhia.
Eduardo Nazarian: pianista, arranjador e compositor, Nazarian nasceu em São Paulo e criou música para diversos musicais e filmes, como Os Sertões, dirigido por José Celso Martinez Correa (e ganhador do Shell Prize por melhor música em um teatro musical). Assinou também a trilha do longa 3.5 OVERPASS (ganhador da 12a edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários). Seu CD Quizomba foi elogiado por críticos especializados como um belo exemplo de mistura entre sons tradicionais e contemporâneos. Seus estudos incluem a graduação em musica pela City University of New York e créditos em Orquestração pela The Juilliard School of Music.
Mariana Aydar: começou sua carreira musical em 2000. Em 2004, depois de anos estudando no Brasil, ela se inscreveu na Berklee College of Music, em Boston, e também viveu em Paris por um ano. Em setembro de 2006, de volta ao Brasil, lançou seu primeiro álbum, Kavita 1. Em 2007 foi indicada ao premio ‘Revelação’ no VMB (Video Music Brasil).
No dia 7 de dezembro de 1970 grupos de combate à ditadura capturam o embaixador suíço no Brasil. Começava o mais longo sequestro político da história do país. Giovanni Enrico Bucher ficou quarenta dias no cativeiro. Os sequestradores queriam a liberdade de setenta presos políticos. Conseguiram. Os setenta saíram da prisão e foram expulsos do Brasil por decreto presidencial. No dia 14 de janeiro de 1971, foram embarcados num avião para o Chile. Dois dias depois, o embaixador foi libertado. O filme Setenta reencontra 18 personagens desta história, mais de quarenta anos depois. Quem são eles? O que pensam? Como conduzem as suas vidas? O que mudou? O que ficou dos ideais e dos sonhos da juventude? Quem eram eles aos vinte anos? O que pensavam? O que esperavam do futuro? Eles são os protagonistas de uma história não oficial.
Ficha Técnica
Título original: Setenta Gênero: Documentário Duração: 96 min Lançamento (Brasil): 2014 Distribuição: LIVRES Filmes Direção: Emília Silveira Assistente de direção: Cecilia Figueiredo, Rosane Hatab, Marcia Pitanga Roteiro: Sandra Moreyra Produção: Cavi Borges, Emília Silveira, Sandra Moreyra, Jom Tob Azulay Direção de produção: Rosane Hatab Coordenação de produção: Marcia Pitanga Co-produção: Globo Filmes, Cavideo, Canal Brasil, 70 Filmes Música: Fabio Mondego Som: François Wolf Som direto: Márcio Câmara Fotografia: Vinicius Brum Câmera: Vinicius Charret, Cecilia Figueiredo Edição: Joana Collier Efeitos especiais: Patricia Tebet Assistente de Roteiro: Patricia Silveira
Elenco
Frei Tito de Alencar Jaime Cardoso Marco Maranhão Carmela Pezzuti Chico Mendes Elinor Brito Reinaldo Guarany Luís Alberto Sanz René de Carvalho Affonso Alvarenga Mara Curtiss Alvarenga Jean Marc Von Der Weid Nancy Mangabeira Unger Bruno Dauster Vera Rocha Dauster Wilson Barbosa Ismael de Souza Maria Auxiliadora Lara Barcelos (Dora)
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- Pesquisa feita por Antonio Venancio, Margarida Autran, Marcelo Zelic e Maria Fernanda Scelza
O diretor Marcos Horácio Azevedo vem tendo uma grande repercussão no cenário do cinema nacional nos últimos anos com maravilhosos trailers dos principais filmes produzidos no Brasil e exterior. E no ultimo mês conquistou a critica estadunidense com o documentário para a ESPN sobre o nosso Mané, “The Myth of Garrincha”, “O Mito Garrincha”, mostrando uma face até então desconhecida do público internacional.
A ESPN Brasil passa o documentário no dia 25 de Maio, próximo domingo Sábado, dia 31 às 22:00.
Como surgiu a oportunidade de apresentar um documentário no maior canal esportivo dos EUA?
Eu soube que a ESPN Films, que vem desenvolvendo há alguns anos uma das mais premiadas séries de documentários sobre esporte chamada “30 for 30”, estava interessada em abordar temas brasileiros por conta da Copa do Mundo no Brasil. Imediatamente entrei em contato com eles, submeti uma justificativa sobre o por quê de se fazer um doc. sobre o Mané, e uma proposta detalhada de como seria este filme. Eles se amarraram na ideia e me deram o sinal verde.
Qual a maior dificuldade na realização do filme?
Foram dois grandes obstáculos. O primeiro foi localizar as imagens de arquivo e negociar a sua utilização junto aos seus detentores. Muitos dos veículos de comunicação onde foram publicadas as fotos já estão extintos. Aí começa um trabalho de detetive para encontrar os indivíduos ou empresas que herdaram ou adquiriram este acervo fotográfico/audiovisual. Por se tratar de um documentário que será exibido mundialmente, a emissora exige que tudo aquilo que for ao ar tenha sido claramente autorizado por quem é de direito.
O outro grande e mais doloroso obstáculo surgiu há alguns meses com o afastamento do meu co-produtor do “The Myth of Garrincha”, Marcello Serafim, por conta de um grave problema de saúde que acabou culminando com seu falecimento, três semanas antes da estreia do filme. O projeto vinha sendo conduzido a quatro mãos: as minhas, que tocavam a direção e edição do documentário, diretamente de Los Angeles, e as do Marcello, que cuidavam principalmente dessa parte de negociação e aquisição das imagens de arquivo. Há dois meses eu tive que assumir suas responsabilidades e, por conta disso, fiquei muito sobrecarregado - ao mesmo tempo em que preocupado com seu estado de saúde. Infelizmente, o Marcello não resistiu para poder assistir ao filme na TV. O “the Myth of Garrincha” virou, então, não apenas um merecido tributo ao Mané, mas ao Marcello também.
Quanto tempo levou para realização do projeto e como foi feito?
O projeto, desde a pré-produção, levou uns 16 meses. Ele envolveu um trabalho muito grande de pesquisa de imagens que começou imediatamente após o “sinal verde” da ESPN Films, continuou enquanto realizávamos as entrevistas e perdurou até algumas semanas antes da estreia na TV americana. Outro grande obstáculo que precisei superar foi como contar a história da vida de uma pessoa como o Garrincha em apenas 22 minutos. Neste caso, acho que minha experiência como editor de trailers ajudou bastante.
Para os estudantes e pessoas que almejam ser diretores de documentários? Isso dá dinheiro?
Eu não conheço um documentarista brasileiro que ficou rico. Mesmo nos EUA, onde tem gente como o Michael Moore levando milhões de pessoas ao cinemas para assistirem aos seus filmes, não acho que dê pra ficar. Acho que quem faz documentário faz por que quer, por que precisa até, contar sobre algum fato ou personagem que lhe cative.
Com tantos atletas míticos que passaram pelas Copas, por que a escolha pelo gênio das pernas tortas, Garrincha?
O Garrincha virou um mito não apenas pelo que ele fez dentro das quatro linhas, mas por conta também da vida que ele viveu fora delas. Ele é um personagem riquíssimo, que ilustra como ninguém a essência do nosso povo. Ele tinha tudo pra dar errado: era aleijado, não tinha educação, era pobre… havia sido desenganado e desencorajado de seguir carreira no futebol por médicos e técnicos. No entanto, quanto a bola chegava nela na ponta direita, não havia uma pessoa que fizesse o que ele conseguia fazer. Resultado? Ganhou duas copas do Mundo - sendo que uma, a de 62, delas ele praticamente levou o time “nas costas”. Sua vida pessoal também tem todos os ingredientes que o tornam um personagem interessantíssimo: tem romance, traição, tragédia… Não há absolutamente ninguém na história do futebol brasileiro que tenha reunido todas essas características e se transformado num herói nacional como ele.
Diferenças de trabalhar no exterior e no Brasil?
Eu tive uma ótima experiência desenvolvendo este projeto para ESPN. Acho que a maior diferença é a celeridade e objetividade com que as decisões são tomadas e, a partir daí, entra o profissionalismo para que estas mesmas decisões sejam adotadas na prática.
Como funciona a Tatuí Filmes?
A Tatuí nasceu para criar trailers, teasers, promos e spots de TV para o lançamento de filmes no mercado brasileiro. Ao longo de 7 anos, participamos dos lançamentos de mais de 140 títulos, desde Chico Xavier, Lula, Alemão até os mega-sucessos internacionais Crepúsculo, Divergente e Jogos Vorazes e nos tornamos uma referência no mercado. Nós procuramos participar ativamente da discussão sobre o posicionamento de cada filme que participamos para “afinar” a estratégia de nossos clientes (distribuidores e produtores). É um trabalho que mistura a criação publicitária com a realização cinematográfica.
Existe liberdade para criar um trailer ou já recebe as diretrizes do Diretor e/ou produtores?
Nós temos uma “liberdade vigiada”. A gente pode usar praticamente tudo que quisermos do filme que recebemos. Mas precisamos sempre ter em mente o briefing de nossos clientes, em geral os distribuidores. Às vezes, produtores e diretores se envolvem neste processo. É legal que tenhamos o input de quem quem conhece bem o material. Por outro lado, temos o nosso “know-how” que acrescenta muito à estratégia de lançamento de um filme. O mais importante é manter o foco no objetivo principal do nosso trabalho: criar uma peça que comunique, que desperte o interesse junto ao público. Trailer bom é o trailer que vende ingresso. E para que isso aconteça, todas as partes envolvidas precisam se respeitar e fazer o que for melhor para o filme.
Qual clássico do cinema brasileiro gostaria de ter feito um trailer?
Eu gostaria de ter feito o trailer de “Bye Bye Brasil” e de “Os Fuzis”. São filmes bem diferentes mas que eu adoro! O primeiro tem uma música maravilhosa, diálogos muito bons e imagens impressionantes. O segundo, apesar de ter feito parte do Cinema Novo e ser um filme para um público mais seleto, tem elementos de um Western clássico… Acho que com um trailer “vendedor” poderia atrair uma plateia muito maior do que atraiu no seu lançamento original.
Para finalizar quem leva a Copa 2014?
Brasil. Ou a Alemanha, se esta jogar apenas com seu primeiro uniforme.
Veja a lista de alguns Trailers produzidos pela Tatuí Filmes
O filme será rodado no Rio de Janeiro até junho. A produção é da Mixer, com coprodução Telecine e Globo Filmes. Entre Abelhas tem previsão de estreia para o fim do ano, com distribuição da Imagem Filmes.
Sinopse de Entre Abelhas
Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Letícia Lima). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê e quase sofre um grave acidente – até perceber que as pessoas ao seu redor estão ficando invisíveis, uma a uma. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará desvendar os mistérios que cercam esse fenômeno.
A abissal diferença e a atração irresistível entre Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin), que se conhecem durante um voo Rio-São Paulo que por conta de uma tempestade tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite em Belo Horizonte. Amanda é uma jovem publicitária paulistana bem resolvida e bem sucedida. Bruno, um pouco mais velho, é um promissor artista plástico carioca que ainda não teve coragem de investir na carreira e se nega a amadurecer.
Ficha Técnica
Título original: Ponte Aérea Gênero: Romance Duração: Lançamento (Brasil): 2015 Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes e Paramount Pictures Direção: Julia Rezende Assistente de direção: Roteiro: L.G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy Produção: Mariza Leão e Erica Iootty Produtor executivo: Tathiana Mourão Co-produção: Música: Som: Felipe Machado Fotografia: Dante Belluti Direção de Arte: Fabiana Egrejas Figurino: Mel Akerman Edição: Maria Rezende
Elenco
Letícia Colin Caio Blat Emílio de Melo Felipe Camargo Sylvio Zilber Nicolas Cruz Gabriela Rocha Martha Nowill Silvio Guindane Cris Flores Marina Rigueira
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- O roteiro, assinado por L.G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy, com colaboração de Patricia Corso
- Julia Rezende é carioca de 1986. Formada em História na PUC-Rio, estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro com Paulo Halm e Jorge Duran. Estreou na direção de curtas-metragens com Elke (2007), documentário sobre Elke Maravilha. O filme foi exibido nos principais festivais de cinema do país e recebeu três prêmios, entre eles o de Melhor Documentário no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Seu primeiro filme de ficção, Nesta Data Querida (2009), foi premiado como melhor curta pelo júri popular no II Festival Paulínia de Cinema.
- Ponte Aérea é o seu segundo longa-metragem de Julia Rezende. O primeiro foi Meu Passado Me Condena que levou 3,2 milhões de espectadores aos cinemas, terceiro filme nacional mais visto em 2013.
A 6ª edição do In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical, acontece de 01 a 11/05, no CineSESC, MIS, Cinemateca Brasileira, Matilha Cultural, Cine Olido e Centro Cultural de São Paulo, com uma seleção de 60 filmes de diversos países.
O Panorama Brasileiro apresenta 23 títulos nacionais entre longas, médias e curtas-metragens, divididos nas mostras Competição Nacional, Mostra Brasil, Brasil.Doc, Curta Um Som e na seção Cine+Música.
Os 5 filmes selecionados para a Competição Nacional agora disputam o prêmio do júri oficial – nas edições anteriores havia apenas júri popular. O vencedor entra no circuito In-Edit de festivais e seu diretor é convidado a apresentar o filme no In-Edit Barcelona. São eles: Cauby – Começaria tudo outra vez, de Nelson Hoineff, o cantor Cauby Peixoto revisita sua vida e sua obra; A Farra do Circo, de Roberto Berliner e Pedro Bronz, que retrata – apenas com imagens de época – a história do Circo Voador no Rio de Janeiro; Olho Nu, de Joel Pizzini, apresenta um dos maiores nomes da MPB, o cantor Ney Matogrosso; A Linha Fria do Horizonte, de Luciano Coelho, que mostra a conexão entre os músicos Vitor Ramil, brasileiro, os uruguaios Daniel e Jorge Drexler e o argentino Kevin Johansen; e Triunfo, de Cauê Angeli e Hernani Ramos, com um retrato de um dos maiores ícones do Hip Hop nacional, Nelson Triunfo.
Na Mostra Brasil, o festival traz 6 títulos de diversos universos musicais. São eles: Aprendendo a Ler Pra Ensinar Meus Camaradas, de João Guerra, uma comovente história de dois músicos angolanos que vêm à Bahia reencontrar elos perdidos de sua tradição africana; Mario Lago, de Marco Abujamra e Markão Oliveira, o retrato do ator e também um dos maiores compositores de sambas da história da música brasileira; A Briga do Cachorro com a Onça, de Hidalgo Romero e Alice Villela, que mostra uma música da cultura popular brasileira, tocada em diferentes versões por banda de pífanos em todo o país; Damas do Samba, de Susanna Lira, que mostra a presença feminina na história do Samba do Rio de Janeiro; Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg, que conta como o time do Corinthians exerceu forte influência no processo da Diretas Já, e a música que acompanhou o movimento; e Âncora do Marujo, de Victor Nascimento, que nos apresenta o último reduto transformista de Salvador.
Já no Brasil.doc, serão exibidos 6 filmes. São eles: GRU-PDX, de Daniel Barosa; São Paulo em Hi-FI, de Lufe Steffen; Geração Baré-Cola, de Patrick Grosner, O Rap pelo Rap, de Pedro Henrique Fávero, Guitarra Baiana: A Voz do Carnaval, de Daniel Talento, e O Diabo Era Mais Embaixo, de Manu Maltez, que será exibido em sessão especial, com intervenção musical ao vivo.
E para fechar o Panorama Brasileiro, o festival apresenta 6 títulos nas sessões que compõem o Curta Um Som. São eles: A Casa de Mario, de Luiz Bargmann; O Canto da lona, de Thiago B. Mendonça; Atenciosamente, Lo Turco, de Debora Guimarães; Eu sou insana?, de Jodele Larcher; Tonny Cajazeira – O Astro do Maranhão, de Dewis Caldas; e O Inimigo USA Tour, de Juliano Peleteiro e Juninho Sangiorgio.
In-Edit Brasil – 6º Festival Internacional do Documentário Musical
De 1 a 11 de maio de 2014
Salas: CineSESC, MIS-SP, Cinemateca Brasileira, Matilha Cultural, Cine Olido e Centro Cultural São Paulo (salas Lima Barreto e Paulo Emilio Salles Gomes) http://www.in-edit-brasil.com
Ingresso:
Acesso gratuito a todas as sessões e eventos especiais, exceto no CineSESC.
CineSESC: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (idosos, estudantes, usuários Sesc), R$ 2,50 (comerciários).
A Agência Nacional do Cinema informa a abertura de Consulta Pública, por um período de 60 dias, de Notícia Regulatória que trata de algumas situações observadas no processo de digitalização da projeção cinematográfica e na distribuição de filmes para cinema. A publicação da Notícia visa apresentar esses assuntos aos agentes regulados e à sociedade, com vistas à construção de soluções regulatórias mais adequadas, de modo a facilitar o planejamento e a pactuação de compromissos pelos agentes envolvidos.
Todos os agentes do setor audiovisual e demais interessados estão convidados a participar deste debate pelos próximos 60 dias, até o dia 20 de junho de 2014. Além disso, uma câmara técnica, composta por profissionais e técnicos representativos das atividades do cinema, será formada nos próximos dias para a abordagem e tratamento das matérias elencadas pela Notícia Regulatória.
A digitalização da projeção cinematográfica foi acelerada no Brasil e será concluída nos próximos meses. Exibidores, distribuidores, agentes integradores, fornecedores de equipamentos e serviços estão mobilizados para a definição de suas opções tecnológicas e negociais. Esse processo tende a impactar de forma significativa a distribuição de cinema e permitir oportunidades, em especial aos pequenos exibidores, mas pode trazer distorções pontuais com efeitos sobre a diversidade na oferta de filmes.
Essas situações merecem a atenção da Agência e de todos e são relatadas pela Notícia Regulatória. Entre elas, destacam-se:
(a) os efeitos dos contratos de compromisso de pagamento por cópia virtual (VPF) sobre a atividade das distribuidoras brasileiras independentes;
(b) as diferenças de tratamento obtidas por alguns agentes na negociação de VPF e suas consequências sobre toda a atividade de distribuição;
(c) a classificação das salas para efeito de pagamento de VPF e a necessidade de inclusão dos exibidores e complexos mais vulneráveis no circuito de lançamentos, em especial os pequenos cinemas localizados no interior do país;
(d) a situação especial das pequenas distribuições de filmes brasileiros e estrangeiros;
(e) a necessidade de atenção e alerta para as condutas discriminatórias na relação entre distribuidores e exibidores, devido a acordos de preferência ou pela imposição de condições abusivas;
(f) a prestação de serviço de envio e entrega de conteúdos digitais por satélite e a questão da neutralidade dos agentes prestadores e dos seus protocolos de atuação;
(g) o monitoramento das salas de cinema em face dos contratos de VPF e o acesso da ANCINE às informações coletadas;
(h) o problema dos grandes lançamentos de filmes estrangeiros concentrados em relativamente poucos complexos.
Além da apresentação dos temas, a Notícia apresenta algumas hipóteses regulatórias, na forma de comandos normativos sintéticos, indicadores da conduta sugerida ou do ambiente a construir. Essas hipóteses têm a função de dar referências para o debate e a formulação de sugestões, sem excluir alternativas.
Os temas abordados envolvem movimentos e relações contratuais que podem constituir riscos potenciais à circulação equilibrada e diversificada de filmes brasileiros e estrangeiros no cinema. Desta forma, a Notícia tem também o caráter de alerta e de chamamento às empresas para a produção de soluções comuns e menos intrusivas. A câmara técnica a ser convocada é um dos instrumentos importantes para o alcance deste objetivo.
Filhas do Vento aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas numa pequena cidade do interior do Brasil os fantasmas da escravidão e do racismo afetam a vida das personagens de forma sutil. Em uma brilhante peça ficcional de cunho político e social, o diretor substitui os tradicionais papéis estereotipados, comumente interpretados por atores negros nas telenovelas brasileiras, por uma rica e multifacetada construção de personagens, mesmo quando habilmente emprega diversos recursos da dramaturgia da novela para se comunicar com grandes audiências.
Ficha Técnica
Título original: As Filhas Do Vento Gênero: Drama Duração: 85 min. Lançamento (Brasil): 2004 Distribuição: Direção: Joel Zito Araújo Assistente de Direção: Roteiro: Di Moretti Produção: Marcio Curi Música: Marcus Viana Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick Direção de arte: Andréa Velloso Edição: Isabela Monteiro de Castro
Elenco
Milton Gonçalves Rocco Pitanga Kadú Carneiro Zózimo Bulbul Jonas Bloch Ruth de Souza Léa Garcia Taís Araujo Maria Ceiça Danielle Ornelas Thalma de Freitas Mônica Freitas
Pôsters
Premiações
- Premiado do 32º Festival de Gramado - Cinema Brasileiro e Latino com Joel Zito Araújo - prêmio de melhor diretor; Milton Gonçalves - prêmio de melhor ator; Léa Garcia - prêmio de melhor atriz; Ruth de Souza - prêmio de melhor atriz; Taís Araújo - prêmio de melhor atriz coadjuvante; Thalma de Freitas - prêmio de melhor atriz coadjuvante; Rocco Pitanga - prêmio de melhor ator coadjuvante e Prêmio Da Crítica.
- Filhas do Vento um dos seis roteiros premiados pelo Concurso de Longas de Ficção de Baixo-orçamento do Ministério da Cultura. Dez/2001.
- Vencedor do 8ª Mostra de Cinema de Tiradentes, MG – 2005. - Melhor Filme pelo júri popular, por Filhas do Vento.
- Vencedor do Paratycine – 2º. Festival de Cinema de Paraty, RJ – 2005. - Melhor Roteiro, por Filhas do Vento.
- Vencedor do Festival de Cinema de Macapá, 2005. Melhor ator e melhor atriz, por Filhas do Vento.
Curiosidades
- O primeiro longa metragem de ficção do aclamado documentarista Joel Zito Araújo.
- Filhas do Vento foi convidado Hors Concours para o Festival de Natal 2004; Festival de Curitiba, 2004 Festival de Campo Grande, 2005; Festival de Belém, 2004; MOPAAC, Salvador, BA, 2005; Mostra de Cinema Conquista. BA – 2006; Mostra de Cinema Negro de Cuiabá - 2006.
- Filhas do Vento foi selecionado para Premiére Mundial em Nova York, a convite do MoMA – Museu de Arte Moderna, junho de 2004. Seleção Oficial do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro (outubro/2004). Cape Town World Cinema Festival – nov/2004. 35TH International Film Festival of India – dez/2004. 3 Continents Human Rights Festival 2004- Bombaim/India. 7e Festival du Cinema Bresilien de Paris – 2005. 7e Festival Ecrans Noirs – Camarões. 2005. Brasilcine Gottemburg 2005. 13th New York African Diaspora Film Festival, 2005. Mostra Itinerante de Cinema Brasileiro 2005 (Argentina, Chile e México). Organizada pelo Ministério das Relações Exteriores. 2º. CINEPORT 2006 – Fest. Cinema Paises Lingua Portuguesa, Lagos – Portugal. 2006. HIFF – Hawai International Film Festival, 2005. The 2nd UK Brasilian Film Festival – Londres. Set/2006. Festival du film Brésilien – Bruxelas, Set/2006. Third Brazilian Film Festival – Nicosia, Chipre. Out/2006. Festival de Cinema Ibero-americano de Argel – Argélia. Nov/2006. Santa Barbara Film Festival, Feb. 3, 2006. 19º. Rencontres Cinemas d’Amerique Latine de Tolouse, mar2007. The Women of Color Arts & Film (WOCAF) Festival, Atlanta,GA. 2007. Johns Hopkins Film Festival 2007. Baltimore,EUA. Festival International du Film Panafricain, Cannes, abril 2008. Mostra “Cinema of Brazil: Afro-Brazilian Perspectives”. Org. Barbican Film & Embassy of Brazil in London. Out/2008. Brasilianisches Film Festival (CineBrasil) – Salzburg, Jena, Berlin, Hamburg, Lubeck, Wurzburg, Bern. Nov.2008.
Ana, jovem estudante de São Paulo, chega a Gramado, RS, para visitar sua amiga Diana, que mora numa mansão com dois empregados e uma governanta. A mãe de Diana morreu há alguns anos e seu pai, viajando frequentemente, pouco permanece em casa. Passeando pelos bosques da mansão, Ana e Diana encontram Dagmar, uma vizinha que se dedica à Parapsicologia, realizando experiências para captar vozes de pessoas mortas. Após o encontro, as amigas passam a viver estranhas situações.
Ficha Técnica
Título original: As Filhas do Fogo Gênero: Suspense Duração: 98min. Lançamento (Brasil): 1978 Distribuição: Embrafilme Direção: Walter Hugo Khouri Roteiro: Walter Hugo Khouri Assistente de direção: Iracema Nogueira Lima Produção: César Mêmolo Júnior Direção de Produção: Yara Nesti: Assistente de produção: Paulo Cardoso Gerente de produção: Lino Bittencourt Co-produção: Lynx Filmes e Editora Três Música: Rogério Duprat Fotografia: Geraldo Gabriel Câmera: Rupert Khouri Cenografia: Marcos Weinstock Figurinos: Ubirajara de Castro e Ronaldo Noerngen Montagem: João Ramiro Mello Efeitos Sonoros: Geraldo José Continuidade: Isabel Amaral
Elenco
Paola Morra (Diana) Karin Rodrigues (Dagmar) Rosina Malbousian (Ana) Maria Rosa (Mariana) Serafim Gonzalez (Forasteiro) Selma Egrei (Sílvia) Maria Husemann (Tia Gertrudes) Helmut Hosse (Mordomo) Karin Haas (Costureira) Rudolf Machalowski (Caseiro)
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Censura Federal 98317 de 15.09.1978, proibido para menores de 18 anos.Certificado de Produto Brasileiro LM/216/78 (Conselho Nacional de Cinema) de 23.08.1978.
- A exibição especial do Cine Sesc ocorreu pela Mostra Melhores Filmes da Década de 70.
- O Parque Knorr foi cedido pela Companhia Tropical de Hoteis.
- Jornal da Tarde de 05.03.1979 informa que a Editora Três promoveu um concurso em que os espectadores enviariam para a Revista Planeta comentários “destacando os aspectos técnicos, artísticos ou científicos” do filme. Os donos dos melhores textos ganhariam uma viagem para qualquer país do mundo, além disso receberiam Cr$ 10 mil para as despesas.
- Sinopse extendida: Ana, jovem estudante de São Paulo, chega a Gramado, RS, para visitar sua amiga Diana, que mora numa mansão com dois empregados e uma governanta. A mãe de Diana morreu há alguns anos e seu pai, viajando frequentemente, pouco permanece em casa. Passeando pelos bosques da mansão, Ana e Diana encontram Dagmar, uma vizinha que se dedica à Parapsicologia, realizando experiências para captar vozes de pessoas mortas. Após o encontro, as amigas passam a viver estranhas situações. Um mendigo, que procurou a casa em busca de trabalho e comida, aparece morto no bosque. Convidadas para um baile na casa de Dagmar, Ana e Diana encontram a anfitriã na companhia de Sílvia, a falecida mãe de Diana. Durante a festa, Ana morre misteriosamente e Diana, desesperada, mata Dagmar. Tentando fugir da casa, Diana encontra as portas trancadas e as janelas tomadas por estranha vegetação. Quando o dia amanhece, a casa está repleta de folhagens, incorporada à Natureza e ao espetáculo da vida e da morte.
Didi, Dedé, Mussum e Zacarias moram num barco flutuante, na maior miséria. Apesar disto, resolvem ficar e cuidar de um bebê encontrado abandonado por Didi, tratando a criança como se fosse sua própria filha. Anos depois, eles começam a trabalhar em um circo e lá conhecem Júlia, uma trapezista que no passado foi obrigada a vender sua filha para uma quadrilha que vendia bebês no exterior. Com a ajuda dos Trapalhões, Julia reencontra sua filha, mas não sem antes enfrentar os bandidos que a atormentaram no passado.
Ficha Técnica
Título original: A Filha dos Trapalhões Gênero: Comédia/Infantil Duração: 107 min. Lançamento (Brasil): 1984 Distribuição: Embrafilme Direção: Dedé Santana Roteiro: Gilvan Pereira, Renato Aragão, Dedé Santana, Arnaud Rodrigues e José Joffily Produção: Renato Aragão Produções Artísticas e Demuza Produções Cinematográficas Música: Arnaus Rodrigues e Renato aragão Fotografia: Antônio Gonçalves Desenho de produção: Ronaldo Costa Figurino: Carlos Rangel Edição: Denise Fontoura
Elenco
Renato Aragão (Didi) Dedé Santana (Dedé) Mussum (Mussum) Zacarias (Zacarias) Miriam Rios (Júlia) Vera Gimenez Fernanda Brasil Elizer Mota Jorge Cherques Ronnie Von (Delegado Walter) Arnaud Rodrigues Dino Santana Felipe Levy Abel Faustino Fernando José Paulo Rodrigues Carlos Kurt Roberto Guilherme Gladstone Barbosa Déa Peçanha Olívia Pineschi Roberto Lee Paulo Villa Príncipe Nabor Vitor Macedo Baiaco
Pôsters
Premiações
Curiosidades
- O público de A Filha dos Trapalhões no Brasil foi de 2.476.734 pessoas.
Um bando de malfeitores chega a uma cidade primitiva para saqueá-la. Sob o comando de Montserrat fazem do padre, que mandara chamar a polícia, a sua maior vítima. Apache, um caçador de prêmios, chega à cidade carregando uma cruz e é confundido com um feiticeiro. Melinda, filha adotiva do padre, procura-o para tentar salvar o sacerdote e Apache estabelece um plano para capturar Montserrat. Acaba preso, junto com Melinda. Nisso chegam à cidade Coiote e Mundinho, querendo matar Apache, mas, afinal, todos se voltam contra os malfeitores, e Apache, libertado por eles, mata Montserrat. Mundinho fica com a filha do delegado, Apache vai embora prometendo a Melinda retornar um dia. A calma volta à cidade: é a vitória do bem sobre o mal.
Ficha Técnica
Título original: A Filha do Padre Gênero: Faroeste Duração: 100min. Lançamento (Brasil): 1975 Distribuição: Art Filmes Direção: Tony Vieira Argumento: Mauri Oliveira (Pseudônimo de Tony Vieira) Diálogos: Mauri Oliveira (Pseudônimo de Tony Vieira) Roteiro: Rajá de Aragão e Tony Vieira Produção: Tony Vieira Co-produção: Mauri de Oliveira Queiroz Produtora e Distribuidora de Filmes Cinematográficos Fotografia: Wellington Trindade Efeitos especiais: Miro Reis Cenografia: Waldir Siebert Montagem: Walter Wanny Música: Rodolfo Vila e Mauri Oliveira
Elenco
Tony Vieira (Ramon, o Apache) Claudette Joubert (Melinda) Heitor Gaiotti (Coiote) Teresa Sodré (Dolores) Francisco Assis Soares (Montserrat) Wanda Kosmo (Lolita) Elder Ribeiro (Mudinho) Idely Costa (Filha do delegado) Oswaldo Mesquita Maracy Melo Benê Silva Albari Fernando Antônio Ananias Arlete Moreira Ethel Costa Araken Saldanha Cavagnole Neto Elden Ribeiro Enoque Batista Jota Moreira Miro Reis Armando Pascoalim Nestor Alves de Lima Paulo Mander Waldir Siebert Tyhana Perckle Maria Luiza Muller Hélia Pelitzer Afonso Brazza Shirley Ribeiro Rodolfo Vila
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Mauri Oliveira eh o pseudônimo de Tony Vieira, que tem como nome de batismo Mauri Queiroz.
- Locações em Mogi das Cruzes, SP
- O bangue-bangue A filha do padre é um dos maiores sucessos de Tony Vieira e um dos maiores clássicos do chamado Western-Feijoada. O ator Heitor Gaiotti conta que ele e Tony ficavam esperando o final das sessões para escutar a opinião do público, que deixava o cinema comentando: “esses caras pegam faroeste italiano, dubla e diz que é brasileiro” (fonte: Malditos Filmes Brasileiros).
Helvécio Aragão leva uma vida boêmia sustentada pelo pai, Dr.Paulo Aragão, conceituado advogado, e mantém um noivado com Antonieta Bergamini, estimulado pelo interesse dos pais desta. Em outra casa, no interior, vive Dona Lucinda Correia, amante do Dr. Paulo, com quem tem uma filha, Heloísa. Tendo que viajar para o exterior, o advogado conta esse segredo a seu melhor amigo, o jornalista Lúcio Novais, pedindo-lhe que, em sua ausência, traga Lucinda e Heloísa para Recife, tomando as devidas providências para essa mudança. Lúcio e Heloísa apaixonam-se no primeiro encontro.
Ficha Técnica
Título original: A Filha do Advogado Gênero: Drama Duração: 92min. Lançamento (Brasil): 1926 Direção: Jota Soares Roteiro: Ary Severo Produção: João Pedrosa da Fonseca Co-produção: Aurora Filme Fotografia: Edson Chagas Câmera: Edson Chagas
Elenco
Guiomar Teixeira Norberto Teixeira Jota Soares Euclides Jardir Ferreira Castro Luiz Marques Valderez de Souza Pedro Salgado Olívia Salgado Jasmelina de Oliveira Adelita Monteiro Carmen Nolasco Antônio Carvalho Demétrio Age Adamastor Guerra Álvaro Gomes Creuza Albuquerque Diamantina Menezes Dustan Maciel Durval Nunes Norma Sales Sizenanda Pavão Fred Júnior Mário Lima Moacir Campos Olegário Azevedo Pedro Neves Pedro Carvalho Pepino Maciel Zacarias Souza Severino Steves Normar Sales Jazz Band do Jóquei Clube
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Premiações
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Curiosidades
- Restaurado em 1981 pela Cinemateca Brasileira, A filha do advogado pertence ao Ciclo do Recife, um dos movimentos mais substanciais do Cinema Brasileiro dos anos 20.
- Baseado no romance de Costa Monteiro.
- Exibido no Rio de Janeiro, no Ideal, sem indicação de data, segundo Selecta de 14.09.1927. Exibido em Curitiba a 08.10.1927, no Teatro República. Exibido em Fortaleza a 18.04.1928, no Cinema Moderno. Exibido em São Paulo a 23.03.1928, no São Geraldo e a 17.04.1928 no Santo Antonio. Exibido em Belém no Eden, Moderno e Brasil, sem indicação de datas, segundo Cinearte de 29.08.1928. Exibido em Pernambuco, Bahia e Sergipe sem indicação de locais ou datas, segundo Cinearte de 05.01.1927.
- Segundo Fichário filmográfico da Cinemateca Brasileira a fita foi iniciada por Ary Severo que dirigiu “2 cenas”.
- Sinopse extendida: Helvécio Aragão leva uma vida boêmia sustentada pelo pai, Dr.Paulo Aragão, conceituado advogado, e mantém um noivado com Antonieta Bergamini, estimulado pelo interesse dos pais desta. Em outra casa, no interior, vive Dona Lucinda Correia, amante do Dr. Paulo, com quem tem uma filha, Heloísa. Tendo que viajar para o exterior, o advogado conta esse segredo a seu melhor amigo, o jornalista Lúcio Novais, pedindo-lhe que, em sua ausência, traga Lucinda e Heloísa para Recife, tomando as devidas providências para essa mudança. Lúcio e Heloísa apaixonam-se no primeiro encontro. Em um baile na casa de Antonieta, Lúcio leva Heloísa, e a beleza da moça desperta a atenção de Helvécio, que tenta conquistá-la. No dia seguinte, auxiliado por um criado da casa, Gerôncio, Helvécio consegue chegar ao quarto da moça. Na luta que se estabelece, Heloísa alcança uma arma, ferindo Helvécio mortalmente. Levada a julgamento, Heloísa tem dificuldade em encontrar algum advogado que aceite defendê-la, em função do prestígio da família da vítima. Surge então um desconhecido de óculos e barba, Dr. Henry Valentim, disposto à façanha. Em meio ao julgamento, o arrependimento de Gerôncio leva-o a confessar sua culpa e a de Helvécio. Heloísa é então absolvida, e seu estranho advogado revela-se como Dr. Paulo Aragão, disfarçado, que aprova a união de sua filha com seu melhor amigo.
O cantor Teixeirinha, ao acampar na praia de Torres, com seus filhos, encontra Maria, que está sendo perseguida por bandidos. Ele enfrenta os marginais e socorre a moça, que lhe conta ser filha de Iemanjá e ter sido criada por um canoeiro e sua mulher. Maria passa a morar na casa do cantor e, além de se amarem, começam a fazer shows juntos.
Ficha Técnica
Título original: A Filha de Iemanjá Gênero: Aventura musical Duração: 108min. Lançamento (Brasil): 1981 Distribuição: Embrafilme Direção: Milton Barragan Assistente de direção: Gina O’Donnell e Abel Evely de Borba Roteiro: Milton Barragan Argumento: Victor Mateus Teixeira “Teixeirinha” Adaptação Cinematográfica: Milton Barragan Produção: Victor Mateus Teixeira “Teixeirinha” Direção de Produção: Rui Favalli Bastide Assistente de produção: Loreni Munhoz Co-produção: Teixeirinha Produções Artísticas Música: Pedro Amaro Som: Júlio Perez Caballar Mixagem: Orlando Macedo Fotografia: Guglielmo Lombardi Assistente de câmera: Luiz Rossi Neto Fotografia de Cena: Ervim Rheinheimer Edição: Milton Barragan Assistente de Montagem: Gina O’Donnell Continuidade: Gina O’Donnell Guarda-Roupa: Ana Paula Maquiagem: Paulo Lago Alves Eletricista: Hélio Martins Maquinista: Sílvio Mozart Blum Cartaz: Mascarenhas
Elenco
Teixeirinha (Teixeirinha) Mary Terezinha (Mary Terezinha) Vânia Elisabeth (Rosalina) Suely Silva (Mãe Preta) Gaúcho Alegre (Juvenal) Zeno Ribeiro (Pescador) Victor Mateus Teixeira FIlho (Victor) Alexandre Teixeira (Alexandre) Darcy Silva Darcy Fagundes Antônio Augusto Fagundes Liane Ledurina Teixeira (Liane) Tia Eva (Madame Magda) Luiz Martins (Vavá) Ricardo José dos Santos (Jirimum) Margareth Gustafson (Lúcia) Eugênio Scartezini (Rogério adulto) Franklin Cardoso (Rogério aos cinco anos) Walmor Guedes El Condor (Castelhano Osmar) EL Cid (Castilhos) Person A. Fontes (Dr. Ricardo) João B. Marçal (Dr. Alberto) Riverbel Boeira (Dr. Roberto) Renato Arnold (Ricardo) Abel Evely de Borba (Dr. César) Gilberto Lima Alventino Lopes Arno Borges Getúlio Martins Ângelo Prado Vitorino Pereira João Castro (Capitão) Ricardo Aluízio Gerson Valdez Ana Paula Conjunto Os Guavil Jorge Camargo Faustino Moraes (Inspetor Federal) Darcy Fagundes Antônio Augusto Fagundes
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Premiações
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Curiosidades
- Último filme de Teixeirinha Teixeirinha (1927-1985), é o primeiro a terminar sem final feliz: a musa Mary Terezinha volta ao mar, seu reino, enquanto o seu amado chora
- Teixeirinha é o nome artístico de Vitor Mateus Teixeira.
- Certificado de Produto Brasileiro 507 de 21.08.1981.Certificado de Censura Federal de 14.12.1981, livre.Número de registro da Embrafilme 323/81.Número do processo de entrada no Concine 4902/81.
- O Estado de S. Paulo de 06.12.1982 indica 04.08.1981 como data de lançamento, sem precisar o local.
- Filme rodado na capital gaúcha e na cidade litorânea de Torres.
- Sinopse extendida: O cantor Teixeirinha, ao acampar na praia de Torres, com seus filhos, encontra Maria, que está sendo perseguida por bandidos. Ele enfrenta os marginais e socorre a moça, que lhe conta ser filha de Iemanjá e ter sido criada por um canoeiro e sua mulher. Maria passa a morar na casa do cantor e, além de se amarem, começam a fazer shows juntos. Dr. Ricardo, chefe no Brasil de uma quadrilha internacional de tráfico de entorpecentes, encarrega Arnaldo, um dos integrantes do bando, de contratar Teixeirinha para um espetáculo beneficente, visando resgatar uma caixa de heroína, que contém uma lista dos nomes de todos os membros da corja, que Juvenal, empregado do cantor, apanhara por distração quando da fuga da praia. No show, enquanto Teixeirinha e Maria, agora Mary Terezinha, se apresentam, os bandidos raptam Eliana, filha do cantor, mas ela é salva pela polícia, que ainda prende os traficantes. Ao voltar para casa, Teixeirinha encontra uma carta de Mary explicando que, atendendo a chamado de sua mãe, voltara para o mar. Eliana pede ao pai para levá-la à festa de Iemanjá. Na praia, Teixeirinha canta saudando a rainha do mar. Mary Terezinha aparece, dizendo vir representando a mãe, abençoa todos os presentes e pede ao cantor para não ficar triste, pois um dia ela voltará para ele através do carinho de uma outra pessoa.
A relação entre o torcedor corinthiano e sua paixão pelo time, que tem como pano de fundo os anos de 2007 e 2008. O filme ganhou ares de epopéia quando foi colocada à prova a paixão do torcedor num momento inédito de dificuldade extrema: a queda para a Segunda Divisão do Comapeonato Brasileiro de Futebol.
Ficha Técnica
Título original: Fiel Gênero: Documentário Duração: 92 min. Lançamento (Brasil): 2009 Distribuição: Direção: Andrea Pasquini Roteiro: Serginho Groisman e Marcelo Rubens Paiva Produção: Gustavo Ioschpe Co-produção: G7 Cinema Música: Luiz Macedo Som: Silas Meir De Souza Fotografia: Luiz Miyasaka Edição: André Francioli
Elenco
não divulgado
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Premiações
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Curiosidades
- A produtora do filme “Fiel”, a G7 Cinema, tem experiência de sobra na produção de documentários sobre futebol. São dela os mais recentes e exitosos filmes sobre futebol lançados em circuito comercial de cinema: “Inacreditável – a Batalha dos Aflitos” e “Gigante – como o Inter conquistou o mundo”, este último o segundo documentário mais visto no Brasil em 2007 e recordista histórico de venda de DVDs no sul do país, com mais de 50.000 cópias.
Guido é um alegre borracheiro que vive na zona norte de São Paulo. Campeão de bocha e zagueiro do time de várzea, tem um mulherão em casa e uma adorável amante, Luci, para a qual montou uma casa. A outra grande alegria de sua vida é seu filho Dirceu, mas percebe que o filho é um tanto "frágil" e se desespera com a situação. Resolve então "emprestar"sua amante para fazer a iniciação sexual do filho, mas o inesperado acontece: os dois se apaixonam.
Ficha Técnica
Título original: Fica Comigo Esta Noite Gênero: Comédia Duração: Lançamento (Brasil): 1980 Distribuição: Direção: Fauzi Mansur Roteiro: Fauzi Mansur Produção: Fauzi Mansur Co-produção: Virgínia Filmes
Elenco
Helena Ramos Rossana Ghessa Serafim Gonzalez Arlindo Barreto Rosa Maria Suleiman Daoud
Edu e Laura se conheceram ainda jovens. Apaixonados, decidiram se casar e, anos mais tarde, passaram a viver uma crise no casamento. Em meio às turbulências no relacionamento Edu, repentinamente, morre. Decidido a se despedir de Laura de qualquer forma e querendo saber qual era o segredo que ela iria lhe contar pouco antes de morrer, Edu passa a buscar um meio de se comunicar com ela. Só que o único ser que podia ajudá-lo era o fantasma do coração de pedra, uma assombração experiente que detesta a companhia de outras pessoas.
Ficha Técnica
Título original: Fica Comigo Esta Noite Gênero: Comédia Duração: 73 min. Lançamento (Brasil): 2006 Distribuição: Buena Vista International Direção: João Falcão Roteiro: João Falcão Produção: Diler Trindade Direção de produção: Co-produção: Diler & Associados, Miravista Música: Robertinho de Recife Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. Desenho de produção: Tiago Marques Direção de Arte: Marcus Figueroa Figurino: Kika Lopes Edição: Natata Ney
Elenco
Vladimir Brichta (Edu) Alinne Moraes (Laura) Laura Cardoso (D. Mariana) Clarice Falcão (D. Mariana - jovem) Gustavo Falcão (Fantasma do coração de pedra) Mílton Gonçalves (Padre) Zéu Brito (Agente funerário) Alessandra Mestrini (Sensitiva) Rodrigo Penna (Tomáz) Marly Bueno (Mãe de Laura) Bruno Cariati (Edu - jovem) João Pedro Costas (Edu - 5 anos) Eduardo Élleres (Músico) Dênis Duarte (Músico) Lucas Vasconcelos (Músico) Emanuelle Araújo (Backing vocal) Robertinho do Recife (Backing vocal) Guilherme Miranda (Gêmeo) Leonardo Miranda (Gêmeo) Letícia Botelho (Filha de Laura) Luciano Corrêa (Roadie da banda)
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- O produtor Diler Trindade inicialmente convidou Daniel Filho para dirigir Fica Comigo Esta Noite, que auxiliou no desenvolvimento do roteiro por mais de um ano mas terminou não encontrando tempo para dirigir o filme.
- Após a saída de Daniel Filho veio o convite a Jorge Fernando, que também dirigiu a peça teatral. Porém conflitos de agenda do diretor com os atores Luiz Fernando Guimarães e Débora Bloch, protagonistas da peça, fizeram com que o projeto fosse adiado por 2 anos.
- Após produzir A Máquina , Diler Trindade convidou João Falcão a dirigir Fica Comigo Esta Noite. O diretor topou a empreitada, desde que tivesse liberdade para reescrever o roteiro. O autor Flávio de Souza e Daniel Filho concordaram com a proposta, o que confirmou a presença de Falcão no projeto.
- Este é o 2º filme em que o diretor João Falcão e o ator Gustavo Falcão trabalham juntos. O anterior foi A Máquina (2006).
- Estréia de Alinne Moraes no cinema.
- Gustavo Falcão permanecia quase 4 horas na sala de maquiagem para sua caracterização como o Fantasma do Coração de Pedra.
- Foram necessários 6 meses de preparação do roteiro e pré-produção, antes do início das filmagens.
- As filmagens ocorreram nos bairros da Lapa e de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Há ainda uma cena rodada em uma igreja em Tiradentes, em Minas Gerais. Ao todo foram necessárias 4 semanas para as filmagens.
Desordem afetiva do mundo de uma adolescente, discutida através da relação de amor de Dora/Bel, 16 anos, com seu pai CH, 48, é a trama que alavanca essa história de muita ação. Ela perdeu a família e foi adotada por um pai de atividades obscuras. Na verdade, trata-se de um filme sobre a conflituosa relação de pais com uma geração de adolescentes: de menores que abandonam, de maiores que são abandonados.
Ficha Técnica
Título original: Fica Comigo Gênero: Aventura Duração: 90 min. Lançamento (Brasil): 1996 Distribuição: Riofilme Direção: Tizuka Yamasaki Roteiro: Jorge Duran Produção: Villa Vitória Cinematográfica, Ponto Films, Sky Light e Quanta Música: Ary Sperling Fotografia: Flávio Ferreira Direção de arte: Yurika Yamasaki Edição: Vera Freire
Elenco
Antonio Fagundes Luciana Rigueira Vitor Hugo Lucia Alves Teresa Seiblitz Luiz Tadeu Teixeira Francisco Solano Sérgio Mais Eliezer de almeida Bruno Sobral Qanderson Miranda Wagner Barbosa Liz Botges Wesley Machado Rosane Gofman Adrina Zantelo Adriana Menezes Dudu Guimarães Bianca Vidal Marcus Vinicius Thelmo Fernandes Clecy Coutinho José Augusto Bete Casek
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Música tema: Meu sonho não, de Rogério Meanda, interpretada por Vania Abreu.
Pedro sonha em realizar uma grande festa de aniversário para sua esposa, Margarette. Não importam a distância de sua casa à cidade, o recente aviso de desemprego, a dificuldade em receber o fundo de garantia. Seu sonho é maior que qualquer barreira e sua tenacidade inabalável. Mesmo quando o impossível parece cercá-lo, Pedro usa de sua fantasia para alcançar o intransponível.
Ficha Técnica
Título original: A Festa de Margarette Gênero: Comédia Duração: 80 min. Lançamento (Brasil): 2003 Estúdio: Accorde Cinema e TV Direção: Renato Falcão Roteiro: Renato Falcão Música: Hique Gomez Fotografia: Renato Falcão Desenho de produção: Direção de arte: Rodrigo Lopez Figurino: Viviane Gil Edição: Renato Falcão
Elenco
Hique Gomez Ilana Kaplan Carmem Silva Jefferson Silveira Ísis Medeiros Pedro Gil Artur Pinto Dimitri Sanchez Leonardo Lentino Fernanda Carvalho Leite
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Filme mudo, produzido em preto e branco.
- Primeiro longa metragem do cineasta gaúcho Renato Falcão.
Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a festa da menina morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.
Ficha Técnica
Título original: A Festa da Menina Morta Gênero: Drama Duração: Lançamento (Brasil): 2008 Distribuição: Direção: Matheus Nachtergaele Roteiro: Matheus Nachtergaele e Hilton Lacerda Produção: Vania Catani Co-produção: Bananeira Filmes, Fado Filmes, Lagarto Cine, Locall, TeleImage Fotografia: Lula Carvalho Direção de arte: Renata Pinheiro Edição:
Elenco
Daniel de Oliveira Juliano Cazarré Jackson Antunes Cássia Kiss Dira Paes Matheus Nachtergaele Conceição Camarotti Paulo José
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Estréia de Matheus Nachtergaele como diretor e roteirista.
- As filmagens ocorreram na cidade de Barcelos, no Amazonas.
Desde criança Paulo Cintra tem uma paixão obsessiva por sua prima Sônia, quatro anos mais velha do que ele. Essa paixão, transformada através dos anos num frustrante sentimento de atração e rejeição, o acompanha sempre. Sônia, além de manter-se fora de seu alcance, tem uma atitude e uma conduta amorosa que parece excluir totalmente a presença masculina. Isso, porém, não impede que ela se aproxime da vida de Paulo e que acabe sendo a responsável pelos momentos mais dolorosos e terrivelmente humilhantes sofridos por ele em todas as ocasiões em que se defrontam. Nessas ocasiões sempre há a presença de outra mulher envolvida com Sônia, razão de conflito e sofrimento para Paulo e, da parte dela uma agressão involuntária..
Ficha Técnica
Título original: As Feras Gênero: Drama Duração: 97 min. Lançamento (Brasil): 2001 Distribuição: Riofilme Direção: Walter Hugo Khouri Roteiro: Lauro Cezar Muniz Produção: Cinearte Produções Cinematográficas Música: Amilson Godoy Fotografia: Antonio Meliande Direção de arte: Luis Fernando Pereira e Marineide Massaini Edição: Luiz Elias
Elenco
Nuno Leal Maia Claúdia Liz Lúcia Verissimo Monique Lafond Luiz Maçãs Branca de Camargo Betty Prado Jaqueline Cordeiro Vanusa Sppindler Áurea Campos Paulo Cézar de Martino
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- O filme foi concluído em 1995, mas ficou na gaveta por causa de brigas entre o produtor e o diretor, que defendiam para si, direitos ao corte final da produção.
Quatro atrizes na faixa dos 40 anos tentam escrever um texto de teatro que se chamará Confissões das mulheres de 40. Segundo o diretor da peça, o texto não está bom porque mulheres nesta idade "não confessam". O filme narra uma tarde de trabalho das quatro personagens, um momento em que tudo acontece e o mundo externo invade a criação artística: maridos, filhos, preocupações com a idade etc. Trata-se de um quase-documentário sobre o comportamento feminino, quando elas estão entre elas.
Ficha Técnica
Título Original: Feminices Gênero: Tempo de Duração: 72 min. Ano de Lançamento (Brasil): 2005 Distribuição: Direção: Domingos Oliveira Roteiro: Domingos Oliveira Produção: Sérgio Rossini Co-produção: Fotografia: Dib Lutfi Edição: Natara Ney
Elenco
Priscilla Rozenbaum Dedina Bernardelli Clarice Niskier Cacá Mourthé Domingos Oliveira Luiz Alberto Py Aderbal Freire Filho José Bechara
Pôsters
Premiações
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Curiosidades
- Baseado na peça "Confissões das mulheres de 40", de Clarice Niskier, e encenado nos palcos do Rio em 2003.
- 11º filme da carreira da carreira do diretor de Todas as Mulheres do Mundo e Separações.
- Selecionado para o Festival do Rio de 2004.
- Lançamento em circuito em 28 de janeiro de 2005.