Author Archives: Leo Faria

Finis Hominis

Um homem completamente nu emerge do mar e caminha tranquilamente pelas ruas da cidade, causando espanto geral e interferindo de várias maneiras em episódios cotidianos, sempre em busca da justiça. Por acaso, evita o rapto de uma criança e a mãe da menina, em reconhecimento, leva-o para casa e lhe dá uma roupa, que ele mesmo escolhe dentre muitas - uma fantasia. Fantasiado, continua sua caminhada pelas ruas, chamando novamente sobre si a atenção de todos que o tomam como um novo Cristo. Assumindo o nome Finis Hominis ("O Fim do Homem" em latim), ele é tido pela população como um messias moderno, capaz de operar milagres. As "curas" e os "milagres" que realiza não passam de coincidência. Muitos julgam que é um enviado de Vênus ou de Marte. Um dia, ao passar por uma rua, vê pessoas desfeiteando uma prostituta e acode em sua defesa. De outra vez, salva um jovem atacado de catalepsia, de ser enterrado vivo. Os dois passam a ser seus maiores seguidores, ao lado de um bando de hippies. Por fim, o homem sobe ao cume de uma montanha para proferir um sermão. Em todos os lares as famílias estão reunidas em torno dos televisores para escutá-lo. O sermão é uma mensagem de paz, e a imagem do homem multiplica-se milhares de vezes através do vídeo.

Ficha Técnica

Título original: Finis Hominis
Gênero: Terror
Duração: 79min.
Lançamento (Brasil): 1971
Distribuição: Marte Filmes
Direção: José Mojica Marins
Argumento: Rubens Francisco Lucchetti
Roteiro: José Mojica Marins
Produção: Marciano Bley Bittencourt
Direção de Produção: Mário Lima
Co-produção: Multifilmes
Música: Hermínio Gimenez
Sonografia: Júlio Perez Caballar
Fotografia: Giorgio Attili e Edward Freund
Assistente de Fotografia: Rosalvo Caçador
Assistente de câmera: Virgílio Roveda e Nivaldo de Lima
Cenografia: Graveto
Coreografia: Benedito Oliveira
Montagem: Roberto Leme

Elenco

Rosângela Maldonado
José Mojica Marins
Roque Rodrigues (Lázaro)
Teresa Sodré (Madalena)
Andréa Bryan (Ninfômana)
Graveto
Big Boy
Carlos Reichenbach
Sílvio Francisco
Sabrina Marquesina
Margareth Delta
Paulo Moreira
Paulo Mander
Mário Lima (Amante)
Cláudia Tucci
Lurdes Vanucchi Ribas
Américo Camargo
Antoninho
Carli Clarestadi
Célia Soares
Lourdes Ribas
Talulah Marilyn
Ronald Bibe
Araken Saldanha (dublador da voz de José Mojica Marins)

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Neste filme, Mojica abandona o personagem Zé do Caixão.

- Teve uma continuação: Quando os deuses adormecem, em 1972.

- Certificado de Censura 61.055, Brasília, 05.10.1971.Certificado de Filme Brasileiro válido até 01.07.1976.

- Letreiros iniciais indicam a “participação geral dos componentes da Magistral Promoções Artísticas Ltda.” no elenco.

- Indicam, também, Índio como pseudônimo de José Lopes.

- Letreiros finais apresentam a seguinte mensagem: “Se existe: há uma razão de existir”.

Fotos

Fim de Festa

Um casal bem-sucedido da sociedade carioca, Marcelo e Márcia, tem origens diferentes: Márcia sempre foi rica e apegada à tradição burguesa. Marcelo ascendeu socialmente com o casamento e graças ao cargo arranjado pelo sogro na sua empresa. Levando uma vida fútil, frequentando festas e recepções, Márcia despreza os valores que mais sensibilizam o marido, provocando desentendimentos constantes entre o casal. Não suportando mais essa situação, Marcelo abandona a esposa e, sem destino certo, chega a Angra dos Reis. Lá conhece Lena, uma jovem de hábitos modernos e avançados, que mora num barco com uma amiga escultora, Tânia.

Ficha Técnica

Título original: Fim de Festa
Gênero: Drama
Duração: 102min.
Lançamento (Brasil): 1978
Distribuição: Embrafilme
Direção: Paulo Porto
Assistente de direção: Emiliano Ribeiro
Argumento: Péricles Leal
Roteiro: Péricles Leal, Gilberto Braga e Paulo Porto
Produção: Paulo Porto
Direção de Produção: José Oliosi
Co-produção: Ventania, J.B.Tanko Filmes e Embrafilme
Música: Paulo Ramos
Som: Raimundo Grangeiro
Efeitos Sonoros: Geraldo José
Fotografia: Antônio Gonçalves
Câmera: Antônio Gonçalves
Cenografia: Artur Maia
Figurinos: Artur Maia
Continuidade: Alícia Ferreira
Montagem: Rafael Justo Valverde

Elenco

Paulo Porto (Marcelo)
Maria Fernanda (Márcia)
Denise Bandeira (Tânia)
Zaira Zambelli (Lena)
Manfredo Colassanti
Anselmo Vasconcelos (Valentim)
Roberto de Cleto
Angelina Muniz (Malu)
Shulamith Yaari
Perla Lucena
Rafael Ponzi
Márcio Augusto
Betty Buarque
Deny Perrier
Paulo Neves
Jurandir Silva
Roque Bittencourt
Levy Salgado
Débora Bloch

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Exibido em São Paulo a 30.04.1979, no Ouro, no Iguatemi, no Bristol, no Roxy, no Hollywood, no Goiás, no Santo Amaro, no Vila Nova e no Jamor. Exibido a 30.04.1979 em Santos, no Roxy; em Presidente Prudente, no Ouro Branco e no Fenix; em Santo André, no Studio Center; em Mogi das Cruzes, no Urupema; em Taubaté, no Palace; em São Caetano, no Lido; em Campo Grande, no Plaza; em Campinas, no Regente; em Rio Preto, no Capitolio; em São José dos Campos, no Palácio e em Baurú, no Capri. Exibido no Rio de Janeiro a 11.06.1979, no Pathé, no Pax, no Art-Copacabana, no Art-Tijuca, no Art-Madureira, no Studio, no Paratodos, no Campo Grande, no Iguaçú, no Imperial, no Art-S. J. Meriti, no Matilde, no River e no Casablanca-Petrópolis.

- Débora Bloch não foi creditada (integrante do grupo de psicodança).

- Sinopse extendida:
Um casal bem-sucedido da sociedade carioca, Marcelo e Márcia, tem origens diferentes: Márcia sempre foi rica e apegada à tradição burguesa. Marcelo ascendeu socialmente com o casamento e graças ao cargo arranjado pelo sogro na sua empresa. Levando uma vida fútil, frequentando festas e recepções, Márcia despreza os valores que mais sensibilizam o marido, provocando desentendimentos constantes entre o casal. Não suportando mais essa situação, Marcelo abandona a esposa e, sem destino certo, chega a Angra dos Reis. Lá conhece Lena, uma jovem de hábitos modernos e avançados, que mora num barco com uma amiga escultora, Tânia. Atraídos um pelo outro, Marcelo e Lena niciam um relacionamento que desperta ciúmes em Tânia. Suspeitando de um possível envolvimento amoroso entre as amigas, Marcelo acaba dormindo com Tânia. Localizando o marido, Márcia chega a Angra. Um trágico acidente marca o fim de festa e força Marcelo a tomar uma decisão em sua vida.

Fotos

O Fim do Sem Fim

Uma análise sobre o desaparecimento de alguns ofícios e profissões no Brasil, devido às evoluções contemporâneas.

Ficha Técnica

Título original: O Fim do Sem Fim
Gênero: Documentário
Duração: 92 min.
Lançamento (Brasil): 2007
Distribuição: Filmes do Estação
Direção: Lucas Bambozzi, Cao Guimarães e Beto Magalhães
Roteiro: Lucas Bambozzi e Cao Guimarães
Produção: Vania Catani
Música: O Grivo
Fotografia: Lucas Bambozzi e Beto Magalhães
Edição: Lucas Bambozzi, Beto Magalhães e Cao Guimarães

Elenco

Mário Bispo de Souza
Gilberto Cardoso
Maria Nádia do Nascimento
Maria dos Santos Faria
Manoel Luís dos Santos
José dos Santos Silva
Olegário Fernandes da Silva
José Ferreira Camargos
Amadeus Ferreira Paulino
Élcio Ferreira Paulino
Teruo Koizumi
Paulo Marques de Oliveira
Esmeraldina Militão das Neves
Jorge Luiz Miranda de Souza
Conceição Nascimento
Francisco Pereira Silva
José Roberval Pereira
Severino Rodrigues de Lima
Augusto César Sampaio Fiorelli
Luiz Carlos Santos
Milton Santos
Valdivino Spinola de Souza
Demerval Vanucchi
Luiz Vidal Filho
Júlio Vieira

Pôsters

Premiações

- Ganhou o prêmio de Melhor Edição, no Cine Ceará.

Curiosidades

- As filmagens ocorreram nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará. Foram percorridos 20 mil kms, entre 40 cidades, durante 2 meses de gravações.

- O Fim do Sem Fim foi concluído em 2001, mas apenas chegou aos cinemas brasileiros 6 anos depois.

Fotos

Momentos Roubados

Após a perda de uma irmã e o possível fim de seu relacionamento, Marcelo, um repórter freelancer de Maringá, tenta voltar a rotina quando descobre que é suspeito de um crime que não lembra ter cometido, um assalto que compromete um amigo de longa data. Este amigo, Edgar, dono de um escritório de investigação para quem Marcelo esporadicamente faz serviços de espionagem. Usando seu faro investigativo e o tempo que lhe resta para desvendar os buracos em sua memória, Marcelo segue fragmentos de prováveis investigações suas e pistas dadas por um possível criminoso até se ver no encalço de uma quadrilha que apaga memórias sob encomenda. Agora, Marcelo tem de desvendar o porquê dele não se lembrar do crime que estão lhe acusando. Será que essa quadrilha está envolvida na amnésia de Marcelo? Porque apagariam sua memória? Está aberta a contagem, Marcelo só tem um ou dois dias no máximo para descobrir tudo, e só ele terá de encarar o orgulho humano que rouba não só momentos, mas também esperanças.

Ficha Técnica

Título original: Momentos Roubados
Gênero: Drama, Suspense
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição:
Direção: Ribamar Nascimento
Roteiro: Ribamar Nascimento
Produção: Ribamar Nascimento, Fábio Mascarin e Victor Machferreh
Assistente de produção: Natália Nascimento
Co-produção: Fantasia Filmes, R Filmes
Música:
Som:
Fotografia: Fábio Mascarin
Câmera: Fábio Mascarin
Direção de Arte: Victor Machferreh
Figurino:
Edição:
Continuidade: Carlos Henrique
making of: Kelvin Henrique
still: Kelvin Henrique

Elenco

Alexandre Penha
Leandro Fóz
Ben Hur Prado
João Souza
Enderson Cristian
Aislan Coope
Andrea Abreu
Andrea Pavesi
José Paulo de Almeida
Vinicio Noda
William Cavazana
José Maldonado
Nerildo Bezerra
Isabela Natário
Victor Machferreh
Reginaldo Arantes
João Vitor Lopes
Kleber Morais

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- As filmagens se extenderam do final de janeiro de 2913 até o mês de julho de 2013. Todas praticamente aos finais de semana. Foram mais de 20 dias de filmagens e mais de 660 minutos (11 horas) de material gravado. A pós produção começou em julho e se estendeu até janeiro.

- O filme foi rodado todo na cidade de Maringá - PR. As locações foram casas redidenciais, clínicas, escritório, edifícios comerciais, algumas cenas no Parque do Ingá, Bosque das Grevilhas, Shopping Maringá Park, Aeroporto de Maringá, estabelecimentos comerciais, delegacia e ruas da cidade.

- O elenco do filme é formado por atores profissionais e não profissionais, todos de Maringá.

- O projeto não será remunerado. Ao final do projeto será calculado o valor que teoricamente custaria o projeto caso fosse totalmente remunerado para se ter noção do valor do trabalho apresentado pelo profissionais envolvidos em todo o processo, valorizando assim mais o trabalho dos mesmos perante o público e imprensa.

Fotos

Fim da Linha

São Paulo. Artur (Leonardo Medeiros) é um jornalista desempregado, que busca fazer matérias para a TV mas tem dificuldade em vendê-las. Um de seus trabalhos recentes é com um grupo de índios, que deseja cobrar pela realização da dança da chuva. A idéia é que, caso a população não pague, os índios não dançarão mais e, com isso, não choverá na cidade. Paralelamente o deputado Ernesto Alves (Rubens de Falco) deseja se livrar de uma grande quantia de dinheiro que, segundo ele, não sabe como surgiu em seu escritório. O deputado possui um esquema com seu filho, que o fez ganhar 1.313 vezes na loteria.

Ficha Técnica

Título original: Fim da Linha
Gênero: Comédia
Duração: 76 min.
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Pandora Filmes
Direção: Gustavo Steinberg
Roteiro: Guilherme Werneck e Gustavo Steinberg
Produção: Gustavo Steinberg
Pré-produção:
Direção de produção:
Assistente de produção:
Colaboração:
Co-produção: Bits Produções Ltda.
Música: Maria Brandt, Guilherme Werneck e Gustavo Steinberg
Som:
Som guia:
Fotografia: Aloysio Raulino
Camera:
Fotografia de cena:
Desenho de produção:
Direção de Arte: Mônica Palazzo
Figurino: Maitê Chasseraux
Edição: Lessandro Sócrates
Eletricista:
Maquinista:
Continuidade:
Contra-regra:
Guarda Roupa:

Elenco

Rubens de Falco (Deputado Ernesto Alves)
Leonardo Medeiros (Artur)
Daniela Camargo (Sandra)
Maria Padilha (Júlia)
Lulu Pavarin (Margarete)
Gisela Reimann (Renata)
Bruno Fagundes (Daniel)
Eucir de Souza (Carlos)
Norival Rizzo (Hermógenes)
Pitotó (Chefe indígena)
Ivan Capua (Catador)
Teca Pereira (Surda-muda)
Ney Piacentini (Assessor)
Odara Carvalho (Assessora)
Turíbio Ruiz (Chefe dos velhinhos)
Serginho Groisman (Apresentador de TV)
Gabriel Victor Tonietti (Bebê)

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Estréia de Gustavo Steinberg na direção.

- Último filme de Rubens de Falco.

- Sinopse extendida:
São Paulo. Artur (Leonardo Medeiros) é um jornalista desempregado, que busca fazer matérias para a TV mas tem dificuldade em vendê-las. Um de seus trabalhos recentes é com um grupo de índios, que deseja cobrar pela realização da dança da chuva. A idéia é que, caso a população não pague, os índios não dançarão mais e, com isso, não choverá na cidade. Paralelamente o deputado Ernesto Alves (Rubens de Falco) deseja se livrar de uma grande quantia de dinheiro que, segundo ele, não sabe como surgiu em seu escritório. O deputado possui um esquema com seu filho, que o fez ganhar 1.313 vezes na loteria. Ao passar ao filho a tarefa de se livrar do dinheiro, este ameaça jogá-lo pela janela. A notícia logo se espalha, gerando boatos sobre onde a quantia seria jogada entre diversos taxistas.

Fotos

Filmefobia

A ficção é mostrada com os mais diferentes tipos de fobias, reúne atores, não atores e atores fóbicos. Permeados pelo medo, a mistura de irrealidade com realidade. Traz fobia de avião, talassofobia (medo do mar), fobia de cobras, fobia de sangue, fobia de agulhas, fobia de pombos, fobia de penetração, fobia de botões.

Ficha Técnica

Título original: Filmefobia
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Kiko Goifman
Roteiro: Hilton Lacerda e Kiko Goifman
Produção: Jurandir Muller, Beto Tibiriçá, Gudula Meinzolt e Paulo de Carvalho
Co-produção: PaleoTV, Plateau Produções, Autentika Films
Música: Livio Tragtenberg
Som: Livio Tragtenberg
Fotografia: Aloysio Raulino
Direção de Arte: Cris Bierrenbach
Edição: Vânia Debs

Elenco

Jean-Claude Bernardet

Pôsters

Premiações

- O Filme recebeu menção especial em Havana (Cuba) e no BAFICI (Argentina).

- Ganhou cinco candangos em Brasília nas categorias de Melhor Filme do Júri Oficial; Melhor Filme da Crítica; Melhor Montagem (Vânia Debs); Melhor Ator (Jean-Claude Bernardet) e Melhor Direção de Arte (Cris Bierrenbach), Festival de Brasília.

- FilmeFobia ganhou o Script Development Award do Fundo Hubert Bals.

- Contemplado com o prêmio de produção do World Cinema Fund, ligado ao Festival de Berlim (Alemanha).

Curiosidades

- Filmefobia, primeiro Longa-Metragem de Ficção de Kiko Goifman.

- Participou do Cinemart Film Market no Festival de Rotterdam.

- Músicas feitas ao vivo Livio Tragtenberg.

- O pesquisador de cinema, Jean-Claude Bernardet participa de FilmeFobia na pele de Jean-Claude, diretor de um documentário que explora os limites psicológicos, contrapondo a doença das pessoas em situações fortes e emocionalmente violentas. A principal idéia do personagem Jean-Claude é promover, de forma inusitada e lúdica, o encontro das pessoas com seus medos. Para ele, a única imagem autêntica - hoje em dia - é a de um ser humano em contato com a sua própria fobia. Os gestos erráticos e fora de controle dos participantes, trazem à tona, a verdade da imagem registrada pela câmera. FilmeFobia se constrói como um making of deste documentário fictício.

Fotos

Filme Demência

Um pequeno industrial de cigarros, falido economicamente e em crise doméstica, é praticamente exilado da casa pela mulher e passa a refugiar-se em visões e alucinações. Como na lenda de Fausto, terá de encontrar seu correspondente Mefisto, que durante a história lhe aparecerá de várias formas e personalidades, ora como traficante noturno, ora como uma cândida velhinha.

Ficha Técnica

Título Original: Filme Demência
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1987
Distribuição: Embrafilme
Direção: Carlos Reichenbach
Argumentos: Carlos Reichenbach
Roteiro: Carlos Reichenbach e Inácio Araújo
Produção: Éder Mazini, Carlos Reichenbach e Aníbal Massaini Neto
Co-produção: E.M. Cinematográfica, Cinearte Filmes, Beethoven Street Filmes e Embrafilme
Música: Manoel Paiva e Luiz Chagas
Fotografia: José Roberto Eliezer
Desenho de produção: Campelo Neto
Edição: Eder Mazzini

Elenco

Ênio Gonçalves
Emílio de Biase
Imara Reis
Fernando Benini
Rosa Maria Pestana
Kátia Lopes
Júlio Calasso Júnior
Cláudio Willer
Benjamin Cattan
Alvamar Taddei
Carina Cooper
Liana Duval
Valeska Canoletti
Renato Máster
Roberto Miranda
Orlando Parolini
John Doo
Benê Silva
Jairo Ferreira
Carlos Reichenbach
Wilson Sampson
Vanessa Alves

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme (prêmio da crítica), Melhor Diretor, Ator Coadjuvante (Emllio de Biase), Atriz Coadjuvante (Imara Reis). Montagem (Eder Mazzini), XIV Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1987;

- Melhor Ator (Ênio Gonçalves) e Trilha Sonora (Manoel Paiva e Luiz Chagas), III Rio-Cine Festival, RJ, 1987;

- Troféu Macunaíma (melhor filme de 1986), Federação Nacional de Cineclubes, 1987;

- Prêmio filme inovador do ano, Festival de Rotterdam, Holanda. 1987.

Curiosidades

- Participou dos festivais internacionais de Salssomagiore. Montreal, Edinburg, Ghent.

- Ambicioso projeto de Reichenbach, único de seus filmes realizado com financiamento da extinta Embrafilme.

- Uma adaptação pessoalíssima da lenda de Fausto, e sua trágica e eterna busca do conhecimento. Goethe, Marlowe, Coleridge, Murnau e as óperas de Mahler e Gounod, sob a ótica urbana e fractal do cineasta.

- Filme Demência é um anagrama de filme de cinema.

- Inspirado diretamente na experiência existencial do realizador, no caso, a sua relação com a própria extirpe. Reichenbach, filho e neto de industriais gráficos e editores tendo perdido o pai aos 13 anos de idade, assistiu impotentemente a perda de todos os bens de família, inclusive a tradicional e primeira indústria litográfica que seu avô veio, no início do século, instalar no Brasil. Na tela, o mito de Faetonte, o filho de Apolo que perdeu o "carro de fogo" herdado do pai.

- As filmagens foram interrompidas por três vezes devido às dificuldades na liberação do financiamento, e o filme só pode ser concluído graças à dedicação de seus dois atores principais.

- Toda a última parte do filme, as seqüências de estrada e litoral, foram fotografadas pelo próprio Reichenbach, e com o auxílio de uma equipe reduzida pela metade.

- A premiada trilha musical de Manoel Paiva e Luiz Chagas se inspira diretamente na Oitava Sinfonia de Gustav Mahler.

- O filme foi totalmente rodado em São Paulo e nas proximidades de Bertioga.

- Lançamento em São Paulo : dia 19 de Março de 1987, exclusivamente no cine Belas-Artes.

Fotos

Filme de Amor

Três amigos Hilda, Matilda e Gaspar, populares e suburbanos, encontram-se no fim de semana em um pequeno e pobre apartamento no centro da cidade para estarem juntos, conversar, beber e sentir prazer. Algum prazer. Hiato em uma rotina dura e medíocre. Os três amigos pobres, inteligentes e de sensibilidade incomum, projetam seu imaginário em uma espécie de sonho embriaguez que os eleva a um estado de espírito para além do insalubre, do insuficiente, do insulso, dia-a-dia. Este encontro, contra-ponto amoroso à raiva cotidiana, é um antídoto à banalização da existência e um clamor a vida, maneira sutil e intensa de estar presente no mundo.

Ficha Técnica

Título original: Filme de Amor
Gênero:
Duração: 116 min.
Lançamento (Brasil): 2003
Distribuição:
Direção: Júlio Bressane
Roteiro: Júlio Bressane e Rosa Dias
Produção: Tarcisio Vidigal e Lúcia Fares
Produção executiva: Daniela Arantes
Produtora de Finalização: Regina Martinho da Rocha
Música: Guilherme Vaz
Fotografia: Walter Carvalho
Desenho de produção: Moa Batsow
Direção de arte: Moa Batsow
Figurino: Helen Milet
Edição: Virgínia Flores
Animação: Gerald Köhler
Som: Juarez Dagoberto

Elenco

Bel Garcia
Josie Antello
Fernando Eiras

Pôsters

Premiações

- Filme de Amor ganhou os prêmios de melhor filme, fotografia de Walter Carvalho e trilha sonora, de Guilherme Vaz, no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2003.

Curiosidades

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Fotos

Um Filme 100% Brasileiro

A chegada do poeta francês Blaise Cendrars ao Brasil por entre o insinuante relevo montanhoso que contorna a Baía da Guanabara, a bordo do transatlântico moderno e contemporâneo ‘Bohéme’, não é reconstituição da época. É o redescobrimento do Brasil, em ficção-realidade, pelo poeta europeu que desembarca no Rio de Janeiro em pleno carnaval carioca, este recriado para que não se defina em uma época.

Ficha Técnica

Título original: Um Filme 100% Brasileiro
Gênero: Comédia
Duração: 83min.
Lançamento (Brasil): 1986
Distribuição: Embrafilme
Direção: José Sette de Barros
Assistente de direção: Eid Ribeiro, Sílvio Lana e Rolando Monteiro
Roteiro: José Sette de Barros
Produção: Marcus Lage
Produção executiva: Tarcísio Vidigal
Assistente de produção: Guilherme Ricardo (MG), Paulo Valadares (MG), Maria Aparecida (MG), Roberto Junqueira (MG), Reginaldo Faraó(MG), Orlando Bandeira (RJ), Marco Antônio Simas (RJ) e Wank Carmo (RJ)
Co-produção: Grupo Novo Cinema e TV e Embrafilme
Música: Luiz Eça
Som: Dominique Paris e Marta Luz
Ruídos: Antônio César Silva dos Santos
Mixagem: Walter Goulart e Carlos de la Riva
Som direto: Humberto Ribas
Fotografia: José Sette de Barros
Câmera: Lincoln Vasconcelos
Assistente de câmera: Álvaro Novre e Cléber Cruz
Direção de Produção: Marcos Lage e Milon Lana
Figurinos: Juliana Nogueira
Cenografia: Oficina Goeld, Fernando Tavares, Mário Drumond, Paulo Giordano, Oswaldo Medeiros, Roberto Wagner e Gilberto Abreu Maquiagem: Andréa Maia e Fragile
Efeitos especiais: Marcus Lage e Juliana Nogueira
Eletricista: Paulo Roberto de Souza
Maquinista: Paulo Roberto de Souza
Montagem: José Tavares de Barros
Edição: Amaury Alves
Assistente de Montagem: Ana Diniz, Maria Amélia Palhares, Aída Queiroz e Marcus Lage

Elenco

Paulo César Pereio
Odete Lara
Maria Gladys
Wilson Grey
Savério Roppa
Guará Rodrigues
Kimura Schettino
Ana Maria Donnard
Luiza Clotilde
Cida Falabella
Sérgio Lara (Blaise Cendrars)
Sandro
Jesus Campos Velho
Nunes Pereira
Pinto
Ronaldo Brandão
Álvaro Apocalipse
Grupo Giramundo
Marlene Silva
Grupo Afoxé

Pôsters

Premiações

- Melhor Cenografia (Juliana Junqueira), I Festival de Fortaleza do Cinema Brasileiro, CE, 1985.

- Melhor produção e Melhor Linguagem Cinematográfica no Rio-Cine-Festival, 1, 1985, Rio de Janeiro - RJ.

Curiosidades

- Recriação, nos anos 50, das idéias que o poeta francês Blaise Cendrars transferiu para o papel quando visitou o Brasil, em 1924, desembarcando no Rio de Janeiro durante o carnaval, em plena explosão do movimento modernista no país. Deslumbrado com a cidade, ele passa a enxergá-la de forma original.

- Baseado no livro Etc., etc., um livro 100% brasileiro, de Blaise Cendrars

- Locações em Estados da Bahia, Rio de Janeiro e cidades de Tiradentes, Ponte Nova e Belo Horizonte, MG

- "A chegada do poeta modernista francês Blaise Cendrars ao Brasil em 1924 por entre o insinuante relevo montanhoso que contorna a Baía da Guanabara, a bordo do transatlântico moderno e contemporâneo Bohème, não é reconstituição de época. Não é, também, realismo histórico cinematográfico. É o redescobrimento do Brasil, em ficçãorealidade, pelo poeta europeu que desembarca no Rio de Janeiro em pleno carnaval carioca, este recriado para que não se defina em uma época (ou para refletir todas as épocas e de maneira que o relacione, em síntese e essência, à explosão modernista da década de 20 em suas repercussões mais profundas e interligadoras do passado e do futuro, no presente. No interior do Cabaré Moderno (ficção) o poeta e seus amigos modernistas vivem os dias de folia carnavalesca num ambiente fantástico criado por cenários pintados, neons e adereços de fantasia. Ali, Cendrars relembra as histórias (verdadeiras) por ele colhidas no Brasil como jornalista: Febrônio Índio do Brasil, Lobisomen de Minas e Coronel Bento, que são narradas adaptando-se o texto original do livro Etc., Etc., Um Livro 100% Brasileiro. O filme é pontuado com uma encenação de bonecos que representam personagens-síntese de toda a trama e é regido pelo Demônio, ora títere, num transitar com liberdade pelas múltiplas linguagens adotadas, até o encerramento quando o poeta embarca de volta, na quarta-feira de cinzas". Márcio da Rocha Galdino, Minas Gerais, Suplemento Literário, 24/03/84.

- FCaxambu/85 indica que o filme teve exibição especial na festa de encerramento no Festival de Caxambu, 1985, MG, a 14.12.1985.

- Jornal do Brasil de 26.01.1998, Caderno B, p. 5, informa que o filme foi exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, MG, em 28.01.1998.

- Concine/88 indica que o filme recebeu o Certificado de Produto Brasileiro 1.088, de 24.01.1988.

Fotos

Filhos E Amantes

Sílvia, professora de Literatura numa escola secundária e filha de um militar, escreve as lembranças de um feriado prolongado na casa das amigas Bebel e Marta, nas montanhas. No passado, Marta amou Dinho, filho de um político e viciado em drogas. Separaram-se devido ao aborto de um filho que ele queria. Bebel, dando-lhe apoio, convidou-a para morarem longe dos problemas de São Paulo.

Ficha Técnica

Título original: Filhos E Amantes
Gênero: Drama
Duração: 96min.
Lançamento (Brasil): 1981
Distribuição: Ouro Filmes e Art Filmes
Direção: Roteiro: Francisco Ramalho Júnior
Produção: Antônio Polo Galante
Direção de Produção: Tony Jakoska
Co-produção: Galante Filmes
Música: Rogério Duprat
Som: Orlando Macedo
Fotografia: Antônio Luiz Mendes
Cenografia: Miqui Stedile
Figurinos: Miqui Stedile
Assistente de cenografia: Débora Zilber
Montagem: Mauro Alice

Elenco

Lúcia Veríssimo (Sílvia)
Denise Dumont (Marta)
André de Biase (Roberto)
Nicole Puzzi (Bebel)
Hugo della Santa (Dinho)
Walmor Chagas (Cláudio)
Renée de Vielmond
Rosina Malbousian (Carminha)
Silvana Réa
Paulo Gorgulho
Ronaldo Costa
Petê

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Locações em Parque Nacional de Itatiaia e Agulhas Negras

- Certificado de Produto Brasileiro 514 de 30.09.1981.Número de registro da Embrafilme 354/81.Número do processo de entrada no Concine 5755/81.

- Sinopse extendida:
Sílvia, professora de Literatura numa escola secundária e filha de um militar, escreve as lembranças de um feriado prolongado na casa das amigas Bebel e Marta, nas montanhas. No passado, Marta amou Dinho, filho de um político e viciado em drogas. Separaram-se devido ao aborto de um filho que ele queria. Bebel, dando-lhe apoio, convidou-a para morarem longe dos problemas de São Paulo. No feriado, Sílvia chega acompanhada do namorado Roberto, estudante de Engenharia, de quem está grávida, mas não consegue decidir se quer a criança. Coincidentemente, chegam Dinho e Carminha, uma garota muito perturbada. Marta se envolve com Roberto e Sílvia com Dinho, Bebel se distancia do grupo, pois faz artesanato e os feriados são propícios à venda na cidade próxima. Após a tentativa de suicídio de Carminha, que se vê sozinha, Sílvia sofre uma ameaça de aborto. Carminha, com remorsos, vai embora. O encontro acidental com Cláudio, escritor que esteve exilado e anseia por viver apesar do câncer, e com Ruth, sua companheira, transmite ao grupo o gosto pela vida: Dinho reata sua relação com Marta passando a morar nas montanhas, onde também Sílvia espera o filho nascer. Roberto, apesar de continuar em São Paulo, visita Sílvia nos fim-de-semana.

Fotos

Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano

O filme traça um rico panorama da Música Popular Brasileira dos anos 60 e 70, através do revolucionário e inovador grupo musical Novos Baianos.

Particularmente, trata da influência de João Gilberto sobre os rumos musicais do grupo e da importância do mesmo para o aprimoramento da música tocada e composta por eles.

Traz uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado durante algum tempo e a influência sobre os resultados no trabalho. Temas como contracultura, carnaval do Brasil, cinema, tropicalismo, ditadura militar, dentre outros, circulam em torno das vivências do grupo, trazendo necessárias e importantes reflexões para a compreensão da cultura contemporânea no Brasil.

O filme traz raros e inéditos materiais de arquivos, MPB da melhor qualidade e participações especiais de Tom Zé, Rogério Duarte, Orlando Senna, entre outros.

Ficha Técnica

Título original: Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano
Gênero: Documentário
Duração: 75min.
Lançamento (Brasil): 2010
Distribuição:
Direção: Henrique Dantas
Roteiro: Henrique Dantas e Bau Carvalho
Produção: Henrique Dantas
Co-produção: Hamaca Filmes
Música: Novos Baianos e Roberto Barreto
Som: Nicollas Hallet
Fotografia: Hans Herold
Edição: Henrique Dantas e Bau Carvalho

Elenco

Tom Zé
Orlando Sena
Rogério Duarte
Mário Luiz Tompsom de Carvalho
Solano Ribeiro
Joildo Góes
Nonato Freire
Armandinho
Moraes Moreira
Galvão
Baby do Brasil
Pepeu Gomes
Paulinho Boca de Cantor
Dadi
Didi Gomes
Jorginho Gomes
Gato Félix
Bola Moraes
Charles Negrita

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Henrique Dantas - graduado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Administração de Empresas pela UNIFACS. Mestre em Artes Visuais pelo Mestrado Acadêmico da UFBA, onde desenvolveu pesquisa intitulada Apropriações e Intervenções com as Sombras do Cotidiano. Trabalha com audiovisual, atuando como diretor, roteirista e diretor de arte. Entre os seus principais trabalhos estão a direção de arte dos curtas Lotação, Na Terra do Sol, Anjo Daltônico e Apreço, e dos longas Estranhos e Trampolim do Forte, e a direção, concepção e roteiro do documentário Os Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano (2009). Trabalha também nas linguagens de videoclipe e vídeo-arte, realizando inúmeros trabalhos. Publicou artigo denominado Sombras do Cotidiano na Revista da Pós-Graduação da Escola de Teatro da UFBA e artigo denominado Apropriações e Intervenções com as Sombras do Cotidiano no caderno do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFBA. Mantém uma pesquisa que transita entre a gravura e o cinema, passando pelo jornal impresso, o vídeo e a fotografia. Atualmente filma A Peleja do Sertão Cinzento.

Fotos

O Filho do Chefão

Diógenes, desempregado e abandonado pela namorada, tenta sem sucesso o suicídio. Seu sósia Marcelo está sendo perseguido pelo rival, um bicheiro e contrabandista. Quando se encontram, decidem trocar suas vidas. Diógenes, porém, se acostuma com a situação e conhece a filha do bicheiro, que Marcelo raptara. Quando os bandidos se exterminam, Diógenes recomeça uma nova vida.

Ficha Técnica

Título original: O Filho do Chefão
Gênero: Comédia
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 1974
Distribuição: Embrafilme e Distrifilmes
Direção: Victor Lima
Roteiro: Victor Lima
Produção: Jarbas Barbosa
Co-produção: Copacabana Filmes
Fotografia: Antônio Gonçalves
Montagem: Victor Lima

Elenco

Flávio Migliáccio (Marcelo e Diógenes)
Cristina Aché (Rosemary)
Rossana Ghessa (Natália)
Elza de Castro (Bony)
Atila Iório (Chefão)
Carlos Kroeber (Carleto)
Gracinda Freire (Heloísa)
Jorge Cherques (Detetive)
Fernando José (Carleto)
Wilson Grey
Dita Corte Real
Dinah Mezzomo
Lúcia Apache
Maralisi
Tânia Alves
Francisco Silva
Luiz Mendonça
Germano Filho
Cláudio Oliani
Toni Ferreira
Toni Niño
Ed Heath
Sandoval Mota
Edson Faria
Carlos Adier
Raimundo Alencar
Carlos Alberto
Déa Peçanha
Antonio Carlos Pereira
Wandick Wandré
Sérgio Corrêa
Sérgio Panta
Ubiracy Marques
Hélio Guerra
Cirilo Costa

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Estreado em São Paulo a 01.12.1975.

- Sinopse extendida:
Diógenes, sem dinheiro, sem trabalho e abandonado pela namorada, resolve suicidar-se. Porém, até a morte lhe parece ser negada. Tenta o gás, mas por falta de pagamento, a companhia havia cortado o fornecimento, deita no leito da estrada de ferro e nada acontece, utiliza uma carga de dinamite que não explode. Enquanto isso, Marcelo herda a posição de chefão do mundo do jogo do bicho e do contrabando. E seu problema é exatamente o oposto do de Diógenes: corre o risco de ser fuzilado pelo bando de Carleto. Diógenes e Marcelo encontram-se na rua e se surpreendem com a semelhança física. Marcelo, sabendo que o outro quer morrer, propõe que fique em seu lugar até ele exterminar Carleto e seu bando. Mas Diógenes acaba gostando da boa vida que leva e passa a ter os pistoleiros profissionais no seu encalço. Sua vida muda completamente quando conhece Rosemary, filha de Carleto, que Marcelo raptara. Os grupos rivais se exterminam. Carleto e Marcelo são presos e Diógenes começa vida nova com Rosemary.

- Fonte do Poster: Cinemateca Nacional

Fotos

O Filho Adotivo

O velho Isidoro passa os dias amargurado num asilo, na esperança de que um dia Dioguinho, um de seus filhos, volte para tirá-lo de lá. Dioguinho é o único que o preocupa, pois Isidoro sabe que seus seis filhos legítimos estão bem. Onde andará Dioguinho, o filho adotivo? Montado num cavalo xucro, tentando ganhar a vida como peão de rodeio, Dioguinho é observado por Diogo, peão dos mais respeitados nas redondezas. Diogo descobre que Dioguinho é seu filho. Diogo precisa atravessar as terras do Coronel Jatobá, mas entra em conflito com este. Dioguinho apaixonou-se por Marina, filha do coronel. Depois de muitos conflitos, o coronel aceita o romance e todos acabam amigos. Diogo e Dioguinho vão então buscar o velho Isidoro no asilo,que os recebe com os olhos cheios d’água.

Ficha Técnica

Título original: O Filho Adotivo
Gênero: Drama
Duração: 93min.
Lançamento (Brasil): 1984
Distribuição: Madial Filmes e Embrafilme
Direção: Deni Cavalcanti
Roteiro: Benedito Ruy Barbosa
Produção: Deni Cavalcanti e Sérgio Reis
Direção de Produção: Luiz Bavini
Co-produção: Madial Filmes
Música: Caçulinha
Som: Pedro Luiz Nobile
Fotografia: Eliseo Fernandes
Câmera: Eliseo Fernandes
Assistente de câmera: Luiz Rossi Neto
Maquiagem: Frota
Continuidade: Isabel Moura de Souza
Montagem: Máximo Barro

Elenco

Sérgio Reis (Diogo)
Tássia Camargo (Carolina)
Solange Teodoro (Marialina)
Norma Bengell (Maria Rosa)
Francisco di Franco (Neno)
Zé Coqueiro (Zé Coqueiro)
Walter Stuart (Coronel Jatobá)
Eduardo Abbas (Bentão)
Bruno Giordano (Dioguinho)
Filoca (Filoca)
Felipe Levy (Padre Antonio)
Thed Araken (Peão)
Django (Peão)
Jofre Soares

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Último filme da trilogia sertaneja de Sérgio Reis (1940- ). Os dois outros foram O menino da porteira (1977) e Mágoa de boiadeiro (1978).

- Devido ao fracasso total deste filme, em que também é produtor, Sérgio retirou-se do cinema, mas continua fazendo sucesso como cantor sertanejo.

- Certificado de Produto Brasileiro 738 de 15.03.1984.

- Embrafilme/Lista 84 aponta que o lançamento comercial em São Paulo ocorreu a 29.03.1984 e no Rio de Janeiro a 05.11.1984.

Fotos

Vem aí O Candidato Honesto com Leandro Hassum

Terminam as filmagens do novo longa de Leandro Hassum, O Candidato Honesto, nova comédia de Roberto Santucci (De Pernas para o Ar 1 e 2, Até que a Sorte nos Separe 1 e 2). Este é o terceiro filme em que o diretor Roberto Santucci e o ator Leandro Hassum trabalham juntos.

O filme O Candidato Honesto conta a história de João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum), um candidato à presidência da República, mentiroso, que recebe uma mandinga da avó e começa a ser honesto e falar a verdade no pior momento possível: a reta final do segundo turno das eleições, quando ele lidera as pesquisas.

O roteiro é assinado por Paulo Cursino também parceiro de longa data do diretor e do ator. No elenco: Luiza Valdetaro, Júlia Rabello, Ellen Roche, Victor Leal, Flávio Galvão, Henri Pagnoncelli, Flávia Garrafa, Antônio Pedro, Murilo Grossi, Luís Lobianco, Prazeres Barbosa, Jovane Nunes, Bruno Buaiz, Nilton Bicudo, entre outros.

O longa, O Candidato Honesto, foi rodado em Brasília, Rio de Janeiro e Búzios, tem distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes.

O diretor Roberto Santucci é responsável por filmes como De Pernas Pro Ar e Até que a Sorte nos Separe, que geraram continuações, De Pernas Pro Ar 2 e Até que a Sorte nos Separe 2, rodado em Las Vegas e atingiu 4 milhões de espectadores. Na sua filmografia contem os longas Odeio o Dia dos Namorados, Alucinados, Bellini e a Esfinge e Olé, Um Movie Cabra da Peste.

O Candidato Honesto

João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum), um candidato à presidência da República, mentiroso, que recebe uma mandinga da avó e começa a ser honesto e falar a verdade no pior momento possível: a reta final do segundo turno das eleições, quando ele lidera as pesquisas.

Ficha Técnica

Título original: O Candidato Honesto
Gênero: Comedia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes
Direção: Roberto Santucci
Roteiro: Paulo Cursino
Produção:
Produtor executivo:
Direção de produção:
Co-produção: Camisa Listrada, Panorama filmes
Música:
Som:
Som direto:
Fotografia:
Desenho de produção:
Direção de Arte:
Figurino:
Edição:

Elenco

Luiza Valdetaro, Júlia Rabello, Ellen Roche, Victor Leal, Flávio Galvão, Henri Pagnoncelli, Flávia Garrafa, Antônio Pedro, Murilo Grossi, Luís Lobianco, Prazeres Barbosa, Jovane Nunes, Bruno Buaiz, Nilton Bicudo

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Este é o terceiro filme em que o diretor Roberto Santucci e o ator Leandro Hassum trabalham juntos

- O longa, rodado em Brasília, Rio de Janeiro e Búzios.

O Diretor - Roberto Santucci Filho é graduado em Cinema pela UCLA Extension e Columbia College, em Los Angeles, nos EUA, onde também trabalhou para estúdios de cinema como Paramount e Columbia Pictures, Santucci acumulou em menos de 4 anos mais de 16 milhões de ingressos. É o diretor da retomada do cinema nacional com o maior número de ingressos vendidos e desde 2011 seus filmes são as maiores bilheterias do ano. É o diretor responsável pelos maiores sucessos recentes de bilheteria do cinema nacional como De Pernas Pro Ar e Até que a Sorte nos Separe, que geraram continuações e duas das franquias de maior sucesso do cinema recente. De Pernas Pro Ar 2 foi a segunda maior renda da retomada do cinema nacional e Até que a Sorte nos Separe 2, rodado em Las Vegas, atingiu 4 milhões de espectadores. Sua filmografia ainda incluem os longas Odeio o Dia dos Namorados, Alucinados, Bellini e a Esfinge e Olé, um movie cabra da peste.

Fotos

Dominguinhos

O sertão está em todo lugar, é do tamanho do mundo, feito do vento do fole, do som da terra, uma imersão na vida e obra, do polegar ao mindinho, nos dedos do genial Dominguinhos.

Ficha Técnica

Título original: Dominguinhos
Gênero: Documentário
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: Espaço Filmes
Direção: Joaquim Castro, Eduardo Nazarian e Mariana Aydar
Roteiro: Di Moretti
Produção: Deborah Osborn, Felipe Briso e Gilberto Topczewski
Produtor executivo: Deborah Osborn
Produção associada: Eduardo Nazarian, Mariana Aydar e Duani
Co-produção:
Música: Eduardo Nazarian, Mariana Aydar e Duani
Som: Joaquim Castro e Edson Secco
Fotografia: Tiago Tambelli, Pedro Urano
Edição: Joaquim Castro

Elenco

não informado

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Pesquisa: Eloa Chouzal

Joaquim Castro: nasceu em São Paulo, é artista audiovisual, dirigiu, montou e fotografou diversos filmes e peças teatrais. Entre eles, fez parte da montagem de Tamboro (Sergio Bernardes), montou Olho Nu (Joel Pizzini), Jards (Eryk Rocha) e Agreste (Paula Gaitan), premiados nacional e internacionalmente e exibidos em museus e bienais. Dirigiu e filmou vídeos de peças de teatro dos grupos Oficina, Companhia dos Atores e Mundana Companhia.

Eduardo Nazarian: pianista, arranjador e compositor, Nazarian nasceu em São Paulo e criou música para diversos musicais e filmes, como Os Sertões, dirigido por José Celso Martinez Correa (e ganhador do Shell Prize por melhor música em um teatro musical). Assinou também a trilha do longa 3.5 OVERPASS (ganhador da 12a edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários). Seu CD Quizomba foi elogiado por críticos especializados como um belo exemplo de mistura entre sons tradicionais e contemporâneos. Seus estudos incluem a graduação em musica pela City University of New York e créditos em Orquestração pela The Juilliard School of Music.

Mariana Aydar: começou sua carreira musical em 2000. Em 2004, depois de anos estudando no Brasil, ela se inscreveu na Berklee College of Music, em Boston, e também viveu em Paris por um ano. Em setembro de 2006, de volta ao Brasil, lançou seu primeiro álbum, Kavita 1. Em 2007 foi indicada ao premio ‘Revelação’ no VMB (Video Music Brasil).

Fotos

Setenta

No dia 7 de dezembro de 1970 grupos de combate à ditadura capturam o embaixador suíço no Brasil. Começava o mais longo sequestro político da história do país. Giovanni Enrico Bucher ficou quarenta dias no cativeiro. Os sequestradores queriam a liberdade de setenta presos políticos. Conseguiram. Os setenta saíram da prisão e foram expulsos do Brasil por decreto presidencial. No dia 14 de janeiro de 1971, foram embarcados num avião para o Chile. Dois dias depois, o embaixador foi libertado. O filme Setenta reencontra 18 personagens desta história, mais de quarenta anos depois. Quem são eles? O que pensam? Como conduzem as suas vidas? O que mudou? O que ficou dos ideais e dos sonhos da juventude? Quem eram eles aos vinte anos? O que pensavam? O que esperavam do futuro? Eles são os protagonistas de uma história não oficial.

Ficha Técnica

Título original: Setenta
Gênero: Documentário
Duração: 96 min
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: LIVRES Filmes
Direção: Emília Silveira
Assistente de direção: Cecilia Figueiredo, Rosane Hatab, Marcia Pitanga
Roteiro: Sandra Moreyra
Produção: Cavi Borges, Emília Silveira, Sandra Moreyra, Jom Tob Azulay
Direção de produção: Rosane Hatab
Coordenação de produção: Marcia Pitanga
Co-produção: Globo Filmes, Cavideo, Canal Brasil, 70 Filmes
Música: Fabio Mondego
Som: François Wolf
Som direto: Márcio Câmara
Fotografia: Vinicius Brum
Câmera: Vinicius Charret, Cecilia Figueiredo
Edição: Joana Collier
Efeitos especiais: Patricia Tebet
Assistente de Roteiro: Patricia Silveira

Elenco

Frei Tito de Alencar
Jaime Cardoso
Marco Maranhão
Carmela Pezzuti
Chico Mendes
Elinor Brito
Reinaldo Guarany
Luís Alberto Sanz
René de Carvalho
Affonso Alvarenga
Mara Curtiss Alvarenga
Jean Marc Von Der Weid
Nancy Mangabeira Unger
Bruno Dauster
Vera Rocha Dauster
Wilson Barbosa
Ismael de Souza
Maria Auxiliadora Lara Barcelos (Dora)

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Pesquisa feita por Antonio Venancio, Margarida Autran, Marcelo Zelic e Maria Fernanda Scelza

- Classificação: 12 anos

Fotos

Entrevista Exclusiva com o Diretor Marcos Horácio Azevedo

O diretor Marcos Horácio Azevedo vem tendo uma grande repercussão no cenário do cinema nacional nos últimos anos com maravilhosos trailers dos principais filmes produzidos no Brasil e exterior. E no ultimo mês conquistou a critica estadunidense com o documentário para a ESPN sobre o nosso Mané, “The Myth of Garrincha”, “O Mito Garrincha”, mostrando uma face até então desconhecida do público internacional.

A ESPN Brasil passa o documentário no dia 25 de Maio, próximo domingo Sábado, dia 31 às 22:00.

Como surgiu a oportunidade de apresentar um documentário no maior canal esportivo dos EUA?
Eu soube que a ESPN Films, que vem desenvolvendo há alguns anos uma das mais premiadas séries de documentários sobre esporte chamada “30 for 30”, estava interessada em abordar temas brasileiros por conta da Copa do Mundo no Brasil. Imediatamente entrei em contato com eles, submeti uma justificativa sobre o por quê de se fazer um doc. sobre o Mané, e uma proposta detalhada de como seria este filme. Eles se amarraram na ideia e me deram o sinal verde.

Qual a maior dificuldade na realização do filme?
Foram dois grandes obstáculos. O primeiro foi localizar as imagens de arquivo e negociar a sua utilização junto aos seus detentores. Muitos dos veículos de comunicação onde foram publicadas as fotos já estão extintos. Aí começa um trabalho de detetive para encontrar os indivíduos ou empresas que herdaram ou adquiriram este acervo fotográfico/audiovisual. Por se tratar de um documentário que será exibido mundialmente, a emissora exige que tudo aquilo que for ao ar tenha sido claramente autorizado por quem é de direito.

O outro grande e mais doloroso obstáculo surgiu há alguns meses com o afastamento do meu co-produtor do “The Myth of Garrincha”, Marcello Serafim, por conta de um grave problema de saúde que acabou culminando com seu falecimento, três semanas antes da estreia do filme. O projeto vinha sendo conduzido a quatro mãos: as minhas, que tocavam a direção e edição do documentário, diretamente de Los Angeles, e as do Marcello, que cuidavam principalmente dessa parte de negociação e aquisição das imagens de arquivo. Há dois meses eu tive que assumir suas responsabilidades e, por conta disso, fiquei muito sobrecarregado - ao mesmo tempo em que preocupado com seu estado de saúde. Infelizmente, o Marcello não resistiu para poder assistir ao filme na TV. O “the Myth of Garrincha” virou, então, não apenas um merecido tributo ao Mané, mas ao Marcello também.

Quanto tempo levou para realização do projeto e como foi feito?
O projeto, desde a pré-produção, levou uns 16 meses. Ele envolveu um trabalho muito grande de pesquisa de imagens que começou imediatamente após o “sinal verde” da ESPN Films, continuou enquanto realizávamos as entrevistas e perdurou até algumas semanas antes da estreia na TV americana. Outro grande obstáculo que precisei superar foi como contar a história da vida de uma pessoa como o Garrincha em apenas 22 minutos. Neste caso, acho que minha experiência como editor de trailers ajudou bastante.

Para os estudantes e pessoas que almejam ser diretores de documentários? Isso dá dinheiro?
Eu não conheço um documentarista brasileiro que ficou rico. Mesmo nos EUA, onde tem gente como o Michael Moore levando milhões de pessoas ao cinemas para assistirem aos seus filmes, não acho que dê pra ficar. Acho que quem faz documentário faz por que quer, por que precisa até, contar sobre algum fato ou personagem que lhe cative.

Com tantos atletas míticos que passaram pelas Copas, por que a escolha pelo gênio das pernas tortas, Garrincha?
O Garrincha virou um mito não apenas pelo que ele fez dentro das quatro linhas, mas por conta também da vida que ele viveu fora delas. Ele é um personagem riquíssimo, que ilustra como ninguém a essência do nosso povo. Ele tinha tudo pra dar errado: era aleijado, não tinha educação, era pobre… havia sido desenganado e desencorajado de seguir carreira no futebol por médicos e técnicos. No entanto, quanto a bola chegava nela na ponta direita, não havia uma pessoa que fizesse o que ele conseguia fazer. Resultado? Ganhou duas copas do Mundo - sendo que uma, a de 62, delas ele praticamente levou o time “nas costas”. Sua vida pessoal também tem todos os ingredientes que o tornam um personagem interessantíssimo: tem romance, traição, tragédia… Não há absolutamente ninguém na história do futebol brasileiro que tenha reunido todas essas características e se transformado num herói nacional como ele.

Diferenças de trabalhar no exterior e no Brasil?
Eu tive uma ótima experiência desenvolvendo este projeto para ESPN. Acho que a maior diferença é a celeridade e objetividade com que as decisões são tomadas e, a partir daí, entra o profissionalismo para que estas mesmas decisões sejam adotadas na prática.

Como funciona a Tatuí Filmes?
A Tatuí nasceu para criar trailers, teasers, promos e spots de TV para o lançamento de filmes no mercado brasileiro. Ao longo de 7 anos, participamos dos lançamentos de mais de 140 títulos, desde Chico Xavier, Lula, Alemão até os mega-sucessos internacionais Crepúsculo, Divergente e Jogos Vorazes e nos tornamos uma referência no mercado. Nós procuramos participar ativamente da discussão sobre o posicionamento de cada filme que participamos para “afinar” a estratégia de nossos clientes (distribuidores e produtores). É um trabalho que mistura a criação publicitária com a realização cinematográfica.

Existe liberdade para criar um trailer ou já recebe as diretrizes do Diretor e/ou produtores?
Nós temos uma “liberdade vigiada”. A gente pode usar praticamente tudo que quisermos do filme que recebemos. Mas precisamos sempre ter em mente o briefing de nossos clientes, em geral os distribuidores. Às vezes, produtores e diretores se envolvem neste processo. É legal que tenhamos o input de quem quem conhece bem o material. Por outro lado, temos o nosso “know-how” que acrescenta muito à estratégia de lançamento de um filme. O mais importante é manter o foco no objetivo principal do nosso trabalho: criar uma peça que comunique, que desperte o interesse junto ao público. Trailer bom é o trailer que vende ingresso. E para que isso aconteça, todas as partes envolvidas precisam se respeitar e fazer o que for melhor para o filme.

Qual clássico do cinema brasileiro gostaria de ter feito um trailer?
Eu gostaria de ter feito o trailer de “Bye Bye Brasil” e de “Os Fuzis”. São filmes bem diferentes mas que eu adoro! O primeiro tem uma música maravilhosa, diálogos muito bons e imagens impressionantes. O segundo, apesar de ter feito parte do Cinema Novo e ser um filme para um público mais seleto, tem elementos de um Western clássico… Acho que com um trailer “vendedor” poderia atrair uma plateia muito maior do que atraiu no seu lançamento original.

Para finalizar quem leva a Copa 2014?
Brasil. Ou a Alemanha, se esta jogar apenas com seu primeiro uniforme.

Veja a lista de alguns Trailers produzidos pela Tatuí Filmes

Iniciam no Rio de Janeiro as Filmagens de Entre Abelhas

Iniciaram nesta semana as fimagens do longa-metragem Entre Abelhas, no Rio de Janeiro, dirigido por Ian SBF e com roteiros de Fábio Porchat.

O filme Entre Abelhas é o primeiro texto e primeira produção de Fábio Porchat (Meu Passado Me Condena, O Concurso e Totalmente Inocentes) para o cinema e a primeira direção de Ian SBF, um dos criadores do canal Porta dos Fundos. O elenco conta com Irene Ravache (Depois Daquele Baile, Amores Possíveis, Até que a Vida nos Separe, Ed Mort, Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!), Giovana Lancelotti, Marcelo Valle (Meu Passado Me Condena), entre outros. Do canal Porta dos Fundos foram importados também os atores Luis Lobianco (Tim Maia, Made in China, Muita Calma Nessa Hora 2) , Marcos Veras (Copa de Elite, Até que a Vida nos Separe) e Leticia Lima.

O filme será rodado no Rio de Janeiro até junho. A produção é da Mixer, com coprodução Telecine e Globo Filmes. Entre Abelhas tem previsão de estreia para o fim do ano, com distribuição da Imagem Filmes.

Sinopse de Entre Abelhas

Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno (Fábio Porchat), um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Letícia Lima). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê e quase sofre um grave acidente – até perceber que as pessoas ao seu redor estão ficando invisíveis, uma a uma. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e do melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará desvendar os mistérios que cercam esse fenômeno.

Ponte Aérea

A abissal diferença e a atração irresistível entre Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin), que se conhecem durante um voo Rio-São Paulo que por conta de uma tempestade tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite em Belo Horizonte. Amanda é uma jovem publicitária paulistana bem resolvida e bem sucedida. Bruno, um pouco mais velho, é um promissor artista plástico carioca que ainda não teve coragem de investir na carreira e se nega a amadurecer.

Ficha Técnica

Título original: Ponte Aérea
Gênero: Romance
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes e Paramount Pictures
Direção: Julia Rezende
Assistente de direção:
Roteiro: L.G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy
Produção: Mariza Leão e Erica Iootty
Produtor executivo: Tathiana Mourão
Co-produção:
Música:
Som: Felipe Machado
Fotografia: Dante Belluti
Direção de Arte: Fabiana Egrejas
Figurino: Mel Akerman
Edição: Maria Rezende

Elenco

Letícia Colin
Caio Blat
Emílio de Melo
Felipe Camargo
Sylvio Zilber
Nicolas Cruz
Gabriela Rocha
Martha Nowill
Silvio Guindane
Cris Flores
Marina Rigueira

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- O roteiro, assinado por L.G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy, com colaboração de Patricia Corso

- Julia Rezende é carioca de 1986. Formada em História na PUC-Rio, estudou roteiro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro com Paulo Halm e Jorge Duran. Estreou na direção de curtas-metragens com Elke (2007), documentário sobre Elke Maravilha. O filme foi exibido nos principais festivais de cinema do país e recebeu três prêmios, entre eles o de Melhor Documentário no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá. Seu primeiro filme de ficção, Nesta Data Querida (2009), foi premiado como melhor curta pelo júri popular no II Festival Paulínia de Cinema.

- Ponte Aérea é o seu segundo longa-metragem de Julia Rezende. O primeiro foi Meu Passado Me Condena que levou 3,2 milhões de espectadores aos cinemas, terceiro filme nacional mais visto em 2013.

Fotos

Conheça a programação dos filmes brasileiros no In-Edit Brasil

A 6ª edição do In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical, acontece de 01 a 11/05, no CineSESC, MIS, Cinemateca Brasileira, Matilha Cultural, Cine Olido e Centro Cultural de São Paulo, com uma seleção de 60 filmes de diversos países.

O Panorama Brasileiro apresenta 23 títulos nacionais entre longas, médias e curtas-metragens, divididos nas mostras Competição Nacional, Mostra Brasil, Brasil.Doc, Curta Um Som e na seção Cine+Música.

Os 5 filmes selecionados para a Competição Nacional agora disputam o prêmio do júri oficial – nas edições anteriores havia apenas júri popular. O vencedor entra no circuito In-Edit de festivais e seu diretor é convidado a apresentar o filme no In-Edit Barcelona. São eles: Cauby – Começaria tudo outra vez, de Nelson Hoineff, o cantor Cauby Peixoto revisita sua vida e sua obra; A Farra do Circo, de Roberto Berliner e Pedro Bronz, que retrata – apenas com imagens de época – a história do Circo Voador no Rio de Janeiro; Olho Nu, de Joel Pizzini, apresenta um dos maiores nomes da MPB, o cantor Ney Matogrosso; A Linha Fria do Horizonte, de Luciano Coelho, que mostra a conexão entre os músicos Vitor Ramil, brasileiro, os uruguaios Daniel e Jorge Drexler e o argentino Kevin Johansen; e Triunfo, de Cauê Angeli e Hernani Ramos, com um retrato de um dos maiores ícones do Hip Hop nacional, Nelson Triunfo.

Na Mostra Brasil, o festival traz 6 títulos de diversos universos musicais. São eles: Aprendendo a Ler Pra Ensinar Meus Camaradas, de João Guerra, uma comovente história de dois músicos angolanos que vêm à Bahia reencontrar elos perdidos de sua tradição africana; Mario Lago, de Marco Abujamra e Markão Oliveira, o retrato do ator e também um dos maiores compositores de sambas da história da música brasileira; A Briga do Cachorro com a Onça, de Hidalgo Romero e Alice Villela, que mostra uma música da cultura popular brasileira, tocada em diferentes versões por banda de pífanos em todo o país; Damas do Samba, de Susanna Lira, que mostra a presença feminina na história do Samba do Rio de Janeiro; Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg, que conta como o time do Corinthians exerceu forte influência no processo da Diretas Já, e a música que acompanhou o movimento; e Âncora do Marujo, de Victor Nascimento, que nos apresenta o último reduto transformista de Salvador.

Já no Brasil.doc, serão exibidos 6 filmes. São eles: GRU-PDX, de Daniel Barosa; São Paulo em Hi-FI, de Lufe Steffen; Geração Baré-Cola, de Patrick Grosner, O Rap pelo Rap, de Pedro Henrique Fávero, Guitarra Baiana: A Voz do Carnaval, de Daniel Talento, e O Diabo Era Mais Embaixo, de Manu Maltez, que será exibido em sessão especial, com intervenção musical ao vivo.

E para fechar o Panorama Brasileiro, o festival apresenta 6 títulos nas sessões que compõem o Curta Um Som. São eles: A Casa de Mario, de Luiz Bargmann; O Canto da lona, de Thiago B. Mendonça; Atenciosamente, Lo Turco, de Debora Guimarães; Eu sou insana?, de Jodele Larcher; Tonny Cajazeira – O Astro do Maranhão, de Dewis Caldas; e O Inimigo USA Tour, de Juliano Peleteiro e Juninho Sangiorgio.

In-Edit Brasil – 6º Festival Internacional do Documentário Musical

De 1 a 11 de maio de 2014
Salas: CineSESC, MIS-SP, Cinemateca Brasileira, Matilha Cultural, Cine Olido e Centro Cultural São Paulo (salas Lima Barreto e Paulo Emilio Salles Gomes)
http://www.in-edit-brasil.com

Ingresso:

Acesso gratuito a todas as sessões e eventos especiais, exceto no CineSESC.
CineSESC: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (idosos, estudantes, usuários Sesc), R$ 2,50 (comerciários).

ANCINE convoca para o debate sobre digitalização e distribuição de filmes para cinemas

AncineA Agência Nacional do Cinema informa a abertura de Consulta Pública, por um período de 60 dias, de Notícia Regulatória que trata de algumas situações observadas no processo de digitalização da projeção cinematográfica e na distribuição de filmes para cinema. A publicação da Notícia visa apresentar esses assuntos aos agentes regulados e à sociedade, com vistas à construção de soluções regulatórias mais adequadas, de modo a facilitar o planejamento e a pactuação de compromissos pelos agentes envolvidos.

Todos os agentes do setor audiovisual e demais interessados estão convidados a participar deste debate pelos próximos 60 dias, até o dia 20 de junho de 2014. Além disso, uma câmara técnica, composta por profissionais e técnicos representativos das atividades do cinema, será formada nos próximos dias para a abordagem e tratamento das matérias elencadas pela Notícia Regulatória.

A digitalização da projeção cinematográfica foi acelerada no Brasil e será concluída nos próximos meses. Exibidores, distribuidores, agentes integradores, fornecedores de equipamentos e serviços estão mobilizados para a definição de suas opções tecnológicas e negociais. Esse processo tende a impactar de forma significativa a distribuição de cinema e permitir oportunidades, em especial aos pequenos exibidores, mas pode trazer distorções pontuais com efeitos sobre a diversidade na oferta de filmes.

Essas situações merecem a atenção da Agência e de todos e são relatadas pela Notícia Regulatória. Entre elas, destacam-se:

(a) os efeitos dos contratos de compromisso de pagamento por cópia virtual (VPF) sobre a atividade das distribuidoras brasileiras independentes;
(b) as diferenças de tratamento obtidas por alguns agentes na negociação de VPF e suas consequências sobre toda a atividade de distribuição;
(c) a classificação das salas para efeito de pagamento de VPF e a necessidade de inclusão dos exibidores e complexos mais vulneráveis no circuito de lançamentos, em especial os pequenos cinemas localizados no interior do país;
(d) a situação especial das pequenas distribuições de filmes brasileiros e estrangeiros;
(e) a necessidade de atenção e alerta para as condutas discriminatórias na relação entre distribuidores e exibidores, devido a acordos de preferência ou pela imposição de condições abusivas;
(f) a prestação de serviço de envio e entrega de conteúdos digitais por satélite e a questão da neutralidade dos agentes prestadores e dos seus protocolos de atuação;
(g) o monitoramento das salas de cinema em face dos contratos de VPF e o acesso da ANCINE às informações coletadas;
(h) o problema dos grandes lançamentos de filmes estrangeiros concentrados em relativamente poucos complexos.

Além da apresentação dos temas, a Notícia apresenta algumas hipóteses regulatórias, na forma de comandos normativos sintéticos, indicadores da conduta sugerida ou do ambiente a construir. Essas hipóteses têm a função de dar referências para o debate e a formulação de sugestões, sem excluir alternativas.

Os temas abordados envolvem movimentos e relações contratuais que podem constituir riscos potenciais à circulação equilibrada e diversificada de filmes brasileiros e estrangeiros no cinema. Desta forma, a Notícia tem também o caráter de alerta e de chamamento às empresas para a produção de soluções comuns e menos intrusivas. A câmara técnica a ser convocada é um dos instrumentos importantes para o alcance deste objetivo.

Para participar da consulta é preciso acessar o Sistema de Consultas Públicas e se cadastrar. Dúvidas sobre o funcionamento do sistema devem ser encaminhadas para [email protected].

O texto da Notícia Regulatória também pode ser acessado aqui, sem necessidade de cadastro.

As Filhas Do Vento

Filhas do Vento aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas numa pequena cidade do interior do Brasil os fantasmas da escravidão e do racismo afetam a vida das personagens de forma sutil. Em uma brilhante peça ficcional de cunho político e social, o diretor substitui os tradicionais papéis estereotipados, comumente interpretados por atores negros nas telenovelas brasileiras, por uma rica e multifacetada construção de personagens, mesmo quando habilmente emprega diversos recursos da dramaturgia da novela para se comunicar com grandes audiências.

Ficha Técnica

Título original: As Filhas Do Vento
Gênero: Drama
Duração: 85 min.
Lançamento (Brasil): 2004
Distribuição:
Direção: Joel Zito Araújo
Assistente de Direção:
Roteiro: Di Moretti
Produção: Marcio Curi
Música: Marcus Viana
Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick
Direção de arte: Andréa Velloso
Edição: Isabela Monteiro de Castro

Elenco

Milton Gonçalves
Rocco Pitanga
Kadú Carneiro
Zózimo Bulbul
Jonas Bloch
Ruth de Souza
Léa Garcia
Taís Araujo
Maria Ceiça
Danielle Ornelas
Thalma de Freitas
Mônica Freitas

Pôsters

Premiações

- Premiado do 32º Festival de Gramado - Cinema Brasileiro e Latino com Joel Zito Araújo - prêmio de melhor diretor; Milton Gonçalves - prêmio de melhor ator; Léa Garcia - prêmio de melhor atriz; Ruth de Souza - prêmio de melhor atriz; Taís Araújo - prêmio de melhor atriz coadjuvante; Thalma de Freitas - prêmio de melhor atriz coadjuvante; Rocco Pitanga - prêmio de melhor ator coadjuvante e Prêmio Da Crítica.

- Filhas do Vento um dos seis roteiros premiados pelo Concurso de Longas de Ficção de Baixo-orçamento do Ministério da Cultura. Dez/2001.

- Vencedor do 8ª Mostra de Cinema de Tiradentes, MG – 2005. - Melhor Filme pelo júri popular, por Filhas do Vento.

- Vencedor do Paratycine – 2º. Festival de Cinema de Paraty, RJ – 2005. - Melhor Roteiro, por Filhas do Vento.

- Vencedor do Festival de Cinema de Macapá, 2005. Melhor ator e melhor atriz, por Filhas do Vento.

Curiosidades

- O primeiro longa metragem de ficção do aclamado documentarista Joel Zito Araújo.

- Filhas do Vento foi convidado Hors Concours para o Festival de Natal 2004; Festival de Curitiba, 2004 Festival de Campo Grande, 2005; Festival de Belém, 2004; MOPAAC, Salvador, BA, 2005; Mostra de Cinema Conquista. BA – 2006; Mostra de Cinema Negro de Cuiabá - 2006.

- Filhas do Vento foi selecionado para Premiére Mundial em Nova York, a convite do MoMA – Museu de Arte Moderna, junho de 2004. Seleção Oficial do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro (outubro/2004). Cape Town World Cinema Festival – nov/2004. 35TH International Film Festival of India – dez/2004. 3 Continents Human Rights Festival 2004- Bombaim/India. 7e Festival du Cinema Bresilien de Paris – 2005. 7e Festival Ecrans Noirs – Camarões. 2005. Brasilcine Gottemburg 2005. 13th New York African Diaspora Film Festival, 2005. Mostra Itinerante de Cinema Brasileiro 2005 (Argentina, Chile e México). Organizada pelo Ministério das Relações Exteriores. 2º. CINEPORT 2006 – Fest. Cinema Paises Lingua Portuguesa, Lagos – Portugal. 2006. HIFF – Hawai International Film Festival, 2005. The 2nd UK Brasilian Film Festival – Londres. Set/2006. Festival du film Brésilien – Bruxelas, Set/2006. Third Brazilian Film Festival – Nicosia, Chipre. Out/2006. Festival de Cinema Ibero-americano de Argel – Argélia. Nov/2006. Santa Barbara Film Festival, Feb. 3, 2006. 19º. Rencontres Cinemas d’Amerique Latine de Tolouse, mar2007. The Women of Color Arts & Film (WOCAF) Festival, Atlanta,GA. 2007. Johns Hopkins Film Festival 2007. Baltimore,EUA. Festival International du Film Panafricain, Cannes, abril 2008. Mostra “Cinema of Brazil: Afro-Brazilian Perspectives”. Org. Barbican Film & Embassy of Brazil in London. Out/2008. Brasilianisches Film Festival (CineBrasil) – Salzburg, Jena, Berlin, Hamburg, Lubeck, Wurzburg, Bern. Nov.2008.

Fotos

As Filhas do Fogo

Ana, jovem estudante de São Paulo, chega a Gramado, RS, para visitar sua amiga Diana, que mora numa mansão com dois empregados e uma governanta. A mãe de Diana morreu há alguns anos e seu pai, viajando frequentemente, pouco permanece em casa. Passeando pelos bosques da mansão, Ana e Diana encontram Dagmar, uma vizinha que se dedica à Parapsicologia, realizando experiências para captar vozes de pessoas mortas. Após o encontro, as amigas passam a viver estranhas situações.

Ficha Técnica

Título original: As Filhas do Fogo
Gênero: Suspense
Duração: 98min.
Lançamento (Brasil): 1978
Distribuição: Embrafilme
Direção: Walter Hugo Khouri
Roteiro: Walter Hugo Khouri
Assistente de direção: Iracema Nogueira Lima
Produção: César Mêmolo Júnior
Direção de Produção: Yara Nesti: Assistente de produção: Paulo Cardoso
Gerente de produção: Lino Bittencourt
Co-produção: Lynx Filmes e Editora Três
Música: Rogério Duprat
Fotografia: Geraldo Gabriel
Câmera: Rupert Khouri
Cenografia: Marcos Weinstock
Figurinos: Ubirajara de Castro e Ronaldo Noerngen
Montagem: João Ramiro Mello
Efeitos Sonoros: Geraldo José
Continuidade: Isabel Amaral

Elenco

Paola Morra (Diana)
Karin Rodrigues (Dagmar)
Rosina Malbousian (Ana)
Maria Rosa (Mariana)
Serafim Gonzalez (Forasteiro)
Selma Egrei (Sílvia)
Maria Husemann (Tia Gertrudes)
Helmut Hosse (Mordomo)
Karin Haas (Costureira)
Rudolf Machalowski (Caseiro)

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Censura Federal 98317 de 15.09.1978, proibido para menores de 18 anos.Certificado de Produto Brasileiro LM/216/78 (Conselho Nacional de Cinema) de 23.08.1978.

- A exibição especial do Cine Sesc ocorreu pela Mostra Melhores Filmes da Década de 70.

- O Parque Knorr foi cedido pela Companhia Tropical de Hoteis.

- Jornal da Tarde de 05.03.1979 informa que a Editora Três promoveu um concurso em que os espectadores enviariam para a Revista Planeta comentários “destacando os aspectos técnicos, artísticos ou científicos” do filme. Os donos dos melhores textos ganhariam uma viagem para qualquer país do mundo, além disso receberiam Cr$ 10 mil para as despesas.

- Sinopse extendida:
Ana, jovem estudante de São Paulo, chega a Gramado, RS, para visitar sua amiga Diana, que mora numa mansão com dois empregados e uma governanta. A mãe de Diana morreu há alguns anos e seu pai, viajando frequentemente, pouco permanece em casa. Passeando pelos bosques da mansão, Ana e Diana encontram Dagmar, uma vizinha que se dedica à Parapsicologia, realizando experiências para captar vozes de pessoas mortas. Após o encontro, as amigas passam a viver estranhas situações. Um mendigo, que procurou a casa em busca de trabalho e comida, aparece morto no bosque. Convidadas para um baile na casa de Dagmar, Ana e Diana encontram a anfitriã na companhia de Sílvia, a falecida mãe de Diana. Durante a festa, Ana morre misteriosamente e Diana, desesperada, mata Dagmar. Tentando fugir da casa, Diana encontra as portas trancadas e as janelas tomadas por estranha vegetação. Quando o dia amanhece, a casa está repleta de folhagens, incorporada à Natureza e ao espetáculo da vida e da morte.

Fotos

A Filha dos Trapalhões

Didi, Dedé, Mussum e Zacarias moram num barco flutuante, na maior miséria. Apesar disto, resolvem ficar e cuidar de um bebê encontrado abandonado por Didi, tratando a criança como se fosse sua própria filha. Anos depois, eles começam a trabalhar em um circo e lá conhecem Júlia, uma trapezista que no passado foi obrigada a vender sua filha para uma quadrilha que vendia bebês no exterior. Com a ajuda dos Trapalhões, Julia reencontra sua filha, mas não sem antes enfrentar os bandidos que a atormentaram no passado.

Ficha Técnica

Título original: A Filha dos Trapalhões
Gênero: Comédia/Infantil
Duração: 107 min.
Lançamento (Brasil): 1984
Distribuição: Embrafilme
Direção: Dedé Santana
Roteiro: Gilvan Pereira, Renato Aragão, Dedé Santana, Arnaud Rodrigues e José Joffily
Produção: Renato Aragão Produções Artísticas e Demuza Produções Cinematográficas
Música: Arnaus Rodrigues e Renato aragão
Fotografia: Antônio Gonçalves
Desenho de produção: Ronaldo Costa
Figurino: Carlos Rangel
Edição: Denise Fontoura

Elenco

Renato Aragão (Didi)
Dedé Santana (Dedé)
Mussum (Mussum)
Zacarias (Zacarias)
Miriam Rios (Júlia)
Vera Gimenez
Fernanda Brasil
Elizer Mota
Jorge Cherques
Ronnie Von (Delegado Walter)
Arnaud Rodrigues
Dino Santana
Felipe Levy
Abel Faustino
Fernando José
Paulo Rodrigues
Carlos Kurt
Roberto Guilherme
Gladstone Barbosa
Déa Peçanha
Olívia Pineschi
Roberto Lee
Paulo Villa
Príncipe Nabor
Vitor Macedo
Baiaco

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- O público de A Filha dos Trapalhões no Brasil foi de 2.476.734 pessoas.

Fotos

A Filha do Padre

Um bando de malfeitores chega a uma cidade primitiva para saqueá-la. Sob o comando de Montserrat fazem do padre, que mandara chamar a polícia, a sua maior vítima. Apache, um caçador de prêmios, chega à cidade carregando uma cruz e é confundido com um feiticeiro. Melinda, filha adotiva do padre, procura-o para tentar salvar o sacerdote e Apache estabelece um plano para capturar Montserrat. Acaba preso, junto com Melinda. Nisso chegam à cidade Coiote e Mundinho, querendo matar Apache, mas, afinal, todos se voltam contra os malfeitores, e Apache, libertado por eles, mata Montserrat. Mundinho fica com a filha do delegado, Apache vai embora prometendo a Melinda retornar um dia. A calma volta à cidade: é a vitória do bem sobre o mal.

Ficha Técnica

Título original: A Filha do Padre
Gênero: Faroeste
Duração: 100min.
Lançamento (Brasil): 1975
Distribuição: Art Filmes
Direção: Tony Vieira
Argumento: Mauri Oliveira (Pseudônimo de Tony Vieira)
Diálogos: Mauri Oliveira (Pseudônimo de Tony Vieira)
Roteiro: Rajá de Aragão e Tony Vieira
Produção: Tony Vieira
Co-produção: Mauri de Oliveira Queiroz Produtora e Distribuidora de Filmes Cinematográficos
Fotografia: Wellington Trindade
Efeitos especiais: Miro Reis
Cenografia: Waldir Siebert
Montagem: Walter Wanny
Música: Rodolfo Vila e Mauri Oliveira

Elenco

Tony Vieira (Ramon, o Apache)
Claudette Joubert (Melinda)
Heitor Gaiotti (Coiote)
Teresa Sodré (Dolores)
Francisco Assis Soares (Montserrat)
Wanda Kosmo (Lolita)
Elder Ribeiro (Mudinho)
Idely Costa (Filha do delegado)
Oswaldo Mesquita
Maracy Melo
Benê Silva
Albari Fernando
Antônio Ananias
Arlete Moreira
Ethel Costa
Araken Saldanha
Cavagnole Neto
Elden Ribeiro
Enoque Batista
Jota Moreira
Miro Reis
Armando Pascoalim
Nestor Alves de Lima
Paulo Mander
Waldir Siebert
Tyhana Perckle
Maria Luiza Muller
Hélia Pelitzer
Afonso Brazza
Shirley Ribeiro
Rodolfo Vila

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Mauri Oliveira eh o pseudônimo de Tony Vieira, que tem como nome de batismo Mauri Queiroz.

- Locações em Mogi das Cruzes, SP

- O bangue-bangue A filha do padre é um dos maiores sucessos de Tony Vieira e um dos maiores clássicos do chamado Western-Feijoada. O ator Heitor Gaiotti conta que ele e Tony ficavam esperando o final das sessões para escutar a opinião do público, que deixava o cinema comentando: “esses caras pegam faroeste italiano, dubla e diz que é brasileiro” (fonte: Malditos Filmes Brasileiros).

Fotos

A Filha do Advogado

Helvécio Aragão leva uma vida boêmia sustentada pelo pai, Dr.Paulo Aragão, conceituado advogado, e mantém um noivado com Antonieta Bergamini, estimulado pelo interesse dos pais desta. Em outra casa, no interior, vive Dona Lucinda Correia, amante do Dr. Paulo, com quem tem uma filha, Heloísa. Tendo que viajar para o exterior, o advogado conta esse segredo a seu melhor amigo, o jornalista Lúcio Novais, pedindo-lhe que, em sua ausência, traga Lucinda e Heloísa para Recife, tomando as devidas providências para essa mudança. Lúcio e Heloísa apaixonam-se no primeiro encontro.

Ficha Técnica

Título original: A Filha do Advogado
Gênero: Drama
Duração: 92min.
Lançamento (Brasil): 1926
Direção: Jota Soares
Roteiro: Ary Severo
Produção: João Pedrosa da Fonseca
Co-produção: Aurora Filme
Fotografia: Edson Chagas
Câmera: Edson Chagas

Elenco

Guiomar Teixeira
Norberto Teixeira
Jota Soares
Euclides Jardir
Ferreira Castro
Luiz Marques
Valderez de Souza
Pedro Salgado
Olívia Salgado
Jasmelina de Oliveira
Adelita Monteiro
Carmen Nolasco
Antônio Carvalho
Demétrio Age
Adamastor Guerra
Álvaro Gomes
Creuza Albuquerque
Diamantina Menezes
Dustan Maciel
Durval Nunes
Norma Sales
Sizenanda Pavão
Fred Júnior
Mário Lima
Moacir Campos
Olegário Azevedo
Pedro Neves
Pedro Carvalho
Pepino Maciel
Zacarias Souza
Severino Steves
Normar
Sales
Jazz Band do Jóquei Clube

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Restaurado em 1981 pela Cinemateca Brasileira, A filha do advogado pertence ao Ciclo do Recife, um dos movimentos mais substanciais do Cinema Brasileiro dos anos 20.

- Baseado no romance de Costa Monteiro.

- Exibido no Rio de Janeiro, no Ideal, sem indicação de data, segundo Selecta de 14.09.1927. Exibido em Curitiba a 08.10.1927, no Teatro República. Exibido em Fortaleza a 18.04.1928, no Cinema Moderno. Exibido em São Paulo a 23.03.1928, no São Geraldo e a 17.04.1928 no Santo Antonio. Exibido em Belém no Eden, Moderno e Brasil, sem indicação de datas, segundo Cinearte de 29.08.1928. Exibido em Pernambuco, Bahia e Sergipe sem indicação de locais ou datas, segundo Cinearte de 05.01.1927.

- Segundo Fichário filmográfico da Cinemateca Brasileira a fita foi iniciada por Ary Severo que dirigiu “2 cenas”.

- Sinopse extendida:
Helvécio Aragão leva uma vida boêmia sustentada pelo pai, Dr.Paulo Aragão, conceituado advogado, e mantém um noivado com Antonieta Bergamini, estimulado pelo interesse dos pais desta. Em outra casa, no interior, vive Dona Lucinda Correia, amante do Dr. Paulo, com quem tem uma filha, Heloísa. Tendo que viajar para o exterior, o advogado conta esse segredo a seu melhor amigo, o jornalista Lúcio Novais, pedindo-lhe que, em sua ausência, traga Lucinda e Heloísa para Recife, tomando as devidas providências para essa mudança. Lúcio e Heloísa apaixonam-se no primeiro encontro. Em um baile na casa de Antonieta, Lúcio leva Heloísa, e a beleza da moça desperta a atenção de Helvécio, que tenta conquistá-la. No dia seguinte, auxiliado por um criado da casa, Gerôncio, Helvécio consegue chegar ao quarto da moça. Na luta que se estabelece, Heloísa alcança uma arma, ferindo Helvécio mortalmente. Levada a julgamento, Heloísa tem dificuldade em encontrar algum advogado que aceite defendê-la, em função do prestígio da família da vítima. Surge então um desconhecido de óculos e barba, Dr. Henry Valentim, disposto à façanha. Em meio ao julgamento, o arrependimento de Gerôncio leva-o a confessar sua culpa e a de Helvécio. Heloísa é então absolvida, e seu estranho advogado revela-se como Dr. Paulo Aragão, disfarçado, que aprova a união de sua filha com seu melhor amigo.

Fotos

A Filha de Iemanjá

O cantor Teixeirinha, ao acampar na praia de Torres, com seus filhos, encontra Maria, que está sendo perseguida por bandidos. Ele enfrenta os marginais e socorre a moça, que lhe conta ser filha de Iemanjá e ter sido criada por um canoeiro e sua mulher. Maria passa a morar na casa do cantor e, além de se amarem, começam a fazer shows juntos.

Ficha Técnica

Título original: A Filha de Iemanjá
Gênero: Aventura musical
Duração: 108min.
Lançamento (Brasil): 1981
Distribuição: Embrafilme
Direção: Milton Barragan
Assistente de direção: Gina O’Donnell e Abel Evely de Borba
Roteiro: Milton Barragan
Argumento: Victor Mateus Teixeira “Teixeirinha”
Adaptação Cinematográfica: Milton Barragan
Produção: Victor Mateus Teixeira “Teixeirinha”
Direção de Produção: Rui Favalli Bastide
Assistente de produção: Loreni Munhoz
Co-produção: Teixeirinha Produções Artísticas
Música: Pedro Amaro
Som: Júlio Perez Caballar
Mixagem: Orlando Macedo
Fotografia: Guglielmo Lombardi
Assistente de câmera: Luiz Rossi Neto
Fotografia de Cena: Ervim Rheinheimer
Edição: Milton Barragan
Assistente de Montagem: Gina O’Donnell
Continuidade: Gina O’Donnell
Guarda-Roupa: Ana Paula
Maquiagem: Paulo Lago Alves
Eletricista: Hélio Martins
Maquinista: Sílvio Mozart Blum
Cartaz: Mascarenhas

Elenco

Teixeirinha (Teixeirinha)
Mary Terezinha (Mary Terezinha)
Vânia Elisabeth (Rosalina)
Suely Silva (Mãe Preta)
Gaúcho Alegre (Juvenal)
Zeno Ribeiro (Pescador)
Victor Mateus Teixeira FIlho (Victor)
Alexandre Teixeira (Alexandre)
Darcy Silva
Darcy Fagundes
Antônio Augusto Fagundes
Liane Ledurina Teixeira (Liane)
Tia Eva (Madame Magda)
Luiz Martins (Vavá)
Ricardo José dos Santos (Jirimum)
Margareth Gustafson (Lúcia)
Eugênio Scartezini (Rogério adulto)
Franklin Cardoso (Rogério aos cinco anos)
Walmor Guedes
El Condor (Castelhano Osmar)
EL Cid (Castilhos)
Person A. Fontes (Dr. Ricardo)
João B. Marçal (Dr. Alberto)
Riverbel Boeira (Dr. Roberto)
Renato Arnold (Ricardo)
Abel Evely de Borba (Dr. César)
Gilberto Lima
Alventino Lopes
Arno Borges
Getúlio Martins
Ângelo Prado
Vitorino Pereira
João Castro (Capitão)
Ricardo Aluízio
Gerson Valdez
Ana Paula
Conjunto Os Guavil
Jorge Camargo
Faustino Moraes (Inspetor Federal)
Darcy Fagundes
Antônio Augusto Fagundes

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Último filme de Teixeirinha Teixeirinha (1927-1985), é o primeiro a terminar sem final feliz: a musa Mary Terezinha volta ao mar, seu reino, enquanto o seu amado chora

- Teixeirinha é o nome artístico de Vitor Mateus Teixeira.

- Certificado de Produto Brasileiro 507 de 21.08.1981.Certificado de Censura Federal de 14.12.1981, livre.Número de registro da Embrafilme 323/81.Número do processo de entrada no Concine 4902/81.

- O Estado de S. Paulo de 06.12.1982 indica 04.08.1981 como data de lançamento, sem precisar o local.

- Filme rodado na capital gaúcha e na cidade litorânea de Torres.

- Sinopse extendida:
O cantor Teixeirinha, ao acampar na praia de Torres, com seus filhos, encontra Maria, que está sendo perseguida por bandidos. Ele enfrenta os marginais e socorre a moça, que lhe conta ser filha de Iemanjá e ter sido criada por um canoeiro e sua mulher. Maria passa a morar na casa do cantor e, além de se amarem, começam a fazer shows juntos. Dr. Ricardo, chefe no Brasil de uma quadrilha internacional de tráfico de entorpecentes, encarrega Arnaldo, um dos integrantes do bando, de contratar Teixeirinha para um espetáculo beneficente, visando resgatar uma caixa de heroína, que contém uma lista dos nomes de todos os membros da corja, que Juvenal, empregado do cantor, apanhara por distração quando da fuga da praia. No show, enquanto Teixeirinha e Maria, agora Mary Terezinha, se apresentam, os bandidos raptam Eliana, filha do cantor, mas ela é salva pela polícia, que ainda prende os traficantes. Ao voltar para casa, Teixeirinha encontra uma carta de Mary explicando que, atendendo a chamado de sua mãe, voltara para o mar. Eliana pede ao pai para levá-la à festa de Iemanjá. Na praia, Teixeirinha canta saudando a rainha do mar. Mary Terezinha aparece, dizendo vir representando a mãe, abençoa todos os presentes e pede ao cantor para não ficar triste, pois um dia ela voltará para ele através do carinho de uma outra pessoa.

Fotos

Fiel

A relação entre o torcedor corinthiano e sua paixão pelo time, que tem como pano de fundo os anos de 2007 e 2008. O filme ganhou ares de epopéia quando foi colocada à prova a paixão do torcedor num momento inédito de dificuldade extrema: a queda para a Segunda Divisão do Comapeonato Brasileiro de Futebol.

Ficha Técnica

Título original: Fiel
Gênero: Documentário
Duração: 92 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Andrea Pasquini
Roteiro: Serginho Groisman e Marcelo Rubens Paiva
Produção: Gustavo Ioschpe
Co-produção: G7 Cinema
Música: Luiz Macedo
Som: Silas Meir De Souza
Fotografia: Luiz Miyasaka
Edição: André Francioli

Elenco

não divulgado

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- A produtora do filme “Fiel”, a G7 Cinema, tem experiência de sobra na produção de documentários sobre futebol. São dela os mais recentes e exitosos filmes sobre futebol lançados em circuito comercial de cinema: “Inacreditável – a Batalha dos Aflitos” e “Gigante – como o Inter conquistou o mundo”, este último o segundo documentário mais visto no Brasil em 2007 e recordista histórico de venda de DVDs no sul do país, com mais de 50.000 cópias.

Fotos

Fica Comigo Esta Noite (1980)

Guido é um alegre borracheiro que vive na zona norte de São Paulo. Campeão de bocha e zagueiro do time de várzea, tem um mulherão em casa e uma adorável amante, Luci, para a qual montou uma casa. A outra grande alegria de sua vida é seu filho Dirceu, mas percebe que o filho é um tanto "frágil" e se desespera com a situação. Resolve então "emprestar"sua amante para fazer a iniciação sexual do filho, mas o inesperado acontece: os dois se apaixonam.

Ficha Técnica

Título original: Fica Comigo Esta Noite
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 1980
Distribuição:
Direção: Fauzi Mansur
Roteiro: Fauzi Mansur
Produção: Fauzi Mansur
Co-produção: Virgínia Filmes

Elenco

Helena Ramos
Rossana Ghessa
Serafim Gonzalez
Arlindo Barreto
Rosa Maria
Suleiman Daoud

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

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Fotos

Fica Comigo Esta Noite (2006)

Edu e Laura se conheceram ainda jovens. Apaixonados, decidiram se casar e, anos mais tarde, passaram a viver uma crise no casamento. Em meio às turbulências no relacionamento Edu, repentinamente, morre. Decidido a se despedir de Laura de qualquer forma e querendo saber qual era o segredo que ela iria lhe contar pouco antes de morrer, Edu passa a buscar um meio de se comunicar com ela. Só que o único ser que podia ajudá-lo era o fantasma do coração de pedra, uma assombração experiente que detesta a companhia de outras pessoas.

Ficha Técnica

Título original: Fica Comigo Esta Noite
Gênero: Comédia
Duração: 73 min.
Lançamento (Brasil): 2006
Distribuição: Buena Vista International
Direção: João Falcão
Roteiro: João Falcão
Produção: Diler Trindade
Direção de produção:
Co-produção: Diler & Associados, Miravista
Música: Robertinho de Recife
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr.
Desenho de produção: Tiago Marques
Direção de Arte: Marcus Figueroa
Figurino: Kika Lopes
Edição: Natata Ney

Elenco

Vladimir Brichta (Edu)
Alinne Moraes (Laura)
Laura Cardoso (D. Mariana)
Clarice Falcão (D. Mariana - jovem)
Gustavo Falcão (Fantasma do coração de pedra)
Mílton Gonçalves (Padre)
Zéu Brito (Agente funerário)
Alessandra Mestrini (Sensitiva)
Rodrigo Penna (Tomáz)
Marly Bueno (Mãe de Laura)
Bruno Cariati (Edu - jovem)
João Pedro Costas (Edu - 5 anos)
Eduardo Élleres (Músico)
Dênis Duarte (Músico)
Lucas Vasconcelos (Músico)
Emanuelle Araújo (Backing vocal)
Robertinho do Recife (Backing vocal)
Guilherme Miranda (Gêmeo)
Leonardo Miranda (Gêmeo)
Letícia Botelho (Filha de Laura)
Luciano Corrêa (Roadie da banda)

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- O produtor Diler Trindade inicialmente convidou Daniel Filho para dirigir Fica Comigo Esta Noite, que auxiliou no desenvolvimento do roteiro por mais de um ano mas terminou não encontrando tempo para dirigir o filme.

- Após a saída de Daniel Filho veio o convite a Jorge Fernando, que também dirigiu a peça teatral. Porém conflitos de agenda do diretor com os atores Luiz Fernando Guimarães e Débora Bloch, protagonistas da peça, fizeram com que o projeto fosse adiado por 2 anos.

- Após produzir A Máquina , Diler Trindade convidou João Falcão a dirigir Fica Comigo Esta Noite. O diretor topou a empreitada, desde que tivesse liberdade para reescrever o roteiro. O autor Flávio de Souza e Daniel Filho concordaram com a proposta, o que confirmou a presença de Falcão no projeto.

- Este é o 2º filme em que o diretor João Falcão e o ator Gustavo Falcão trabalham juntos. O anterior foi A Máquina (2006).

- Estréia de Alinne Moraes no cinema.

- Gustavo Falcão permanecia quase 4 horas na sala de maquiagem para sua caracterização como o Fantasma do Coração de Pedra.

- Foram necessários 6 meses de preparação do roteiro e pré-produção, antes do início das filmagens.

- As filmagens ocorreram nos bairros da Lapa e de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Há ainda uma cena rodada em uma igreja em Tiradentes, em Minas Gerais. Ao todo foram necessárias 4 semanas para as filmagens.

- Teve um público de 247.835 espectadores.

Fotos

Fica Comigo

Desordem afetiva do mundo de uma adolescente, discutida através da relação de amor de Dora/Bel, 16 anos, com seu pai CH, 48, é a trama que alavanca essa história de muita ação. Ela perdeu a família e foi adotada por um pai de atividades obscuras. Na verdade, trata-se de um filme sobre a conflituosa relação de pais com uma geração de adolescentes: de menores que abandonam, de maiores que são abandonados.

Ficha Técnica

Título original: Fica Comigo
Gênero: Aventura
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 1996
Distribuição: Riofilme
Direção: Tizuka Yamasaki
Roteiro: Jorge Duran
Produção: Villa Vitória Cinematográfica, Ponto Films, Sky Light e Quanta
Música: Ary Sperling
Fotografia: Flávio Ferreira
Direção de arte: Yurika Yamasaki
Edição: Vera Freire

Elenco

Antonio Fagundes
Luciana Rigueira
Vitor Hugo
Lucia Alves
Teresa Seiblitz
Luiz Tadeu Teixeira
Francisco Solano
Sérgio Mais
Eliezer de almeida
Bruno Sobral
Qanderson Miranda
Wagner Barbosa
Liz Botges
Wesley Machado
Rosane Gofman
Adrina Zantelo
Adriana Menezes
Dudu Guimarães
Bianca Vidal
Marcus Vinicius
Thelmo Fernandes
Clecy Coutinho
José Augusto
Bete Casek

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Música tema: Meu sonho não, de Rogério Meanda, interpretada por Vania Abreu.

Fotos

A Festa de Margarette

Pedro sonha em realizar uma grande festa de aniversário para sua esposa, Margarette. Não importam a distância de sua casa à cidade, o recente aviso de desemprego, a dificuldade em receber o fundo de garantia. Seu sonho é maior que qualquer barreira e sua tenacidade inabalável. Mesmo quando o impossível parece cercá-lo, Pedro usa de sua fantasia para alcançar o intransponível.

Ficha Técnica

Título original: A Festa de Margarette
Gênero: Comédia
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 2003
Estúdio: Accorde Cinema e TV
Direção: Renato Falcão
Roteiro: Renato Falcão
Música: Hique Gomez
Fotografia: Renato Falcão
Desenho de produção:
Direção de arte: Rodrigo Lopez
Figurino: Viviane Gil
Edição: Renato Falcão

Elenco

Hique Gomez
Ilana Kaplan
Carmem Silva
Jefferson Silveira
Ísis Medeiros
Pedro Gil
Artur Pinto
Dimitri Sanchez
Leonardo Lentino
Fernanda Carvalho Leite

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Filme mudo, produzido em preto e branco.

- Primeiro longa metragem do cineasta gaúcho Renato Falcão.

- Teve orçamento de U$ 100 mil.

Fotos

A Festa da Menina Morta

Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a festa da menina morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.

Ficha Técnica

Título original: A Festa da Menina Morta
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição:
Direção: Matheus Nachtergaele
Roteiro: Matheus Nachtergaele e Hilton Lacerda
Produção: Vania Catani
Co-produção: Bananeira Filmes, Fado Filmes, Lagarto Cine, Locall, TeleImage
Fotografia: Lula Carvalho
Direção de arte: Renata Pinheiro
Edição:

Elenco

Daniel de Oliveira
Juliano Cazarré
Jackson Antunes
Cássia Kiss
Dira Paes
Matheus Nachtergaele
Conceição Camarotti
Paulo José

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Estréia de Matheus Nachtergaele como diretor e roteirista.

- As filmagens ocorreram na cidade de Barcelos, no Amazonas.

Fotos

As Feras

Desde criança Paulo Cintra tem uma paixão obsessiva por sua prima Sônia, quatro anos mais velha do que ele. Essa paixão, transformada através dos anos num frustrante sentimento de atração e rejeição, o acompanha sempre. Sônia, além de manter-se fora de seu alcance, tem uma atitude e uma conduta amorosa que parece excluir totalmente a presença masculina. Isso, porém, não impede que ela se aproxime da vida de Paulo e que acabe sendo a responsável pelos momentos mais dolorosos e terrivelmente humilhantes sofridos por ele em todas as ocasiões em que se defrontam. Nessas ocasiões sempre há a presença de outra mulher envolvida com Sônia, razão de conflito e sofrimento para Paulo e, da parte dela uma agressão involuntária..

Ficha Técnica

Título original: As Feras
Gênero: Drama
Duração: 97 min.
Lançamento (Brasil): 2001
Distribuição: Riofilme
Direção: Walter Hugo Khouri
Roteiro: Lauro Cezar Muniz
Produção: Cinearte Produções Cinematográficas
Música: Amilson Godoy
Fotografia: Antonio Meliande
Direção de arte: Luis Fernando Pereira e Marineide Massaini
Edição: Luiz Elias

Elenco

Nuno Leal Maia
Claúdia Liz
Lúcia Verissimo
Monique Lafond
Luiz Maçãs
Branca de Camargo
Betty Prado
Jaqueline Cordeiro
Vanusa Sppindler
Áurea Campos
Paulo Cézar de Martino

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- O filme foi concluído em 1995, mas ficou na gaveta por causa de brigas entre o produtor e o diretor, que defendiam para si, direitos ao corte final da produção.

Fotos

Feminices

Quatro atrizes na faixa dos 40 anos tentam escrever um texto de teatro que se chamará Confissões das mulheres de 40. Segundo o diretor da peça, o texto não está bom porque mulheres nesta idade "não confessam". O filme narra uma tarde de trabalho das quatro personagens, um momento em que tudo acontece e o mundo externo invade a criação artística: maridos, filhos, preocupações com a idade etc. Trata-se de um quase-documentário sobre o comportamento feminino, quando elas estão entre elas.

Ficha Técnica

Título Original: Feminices
Gênero:
Tempo de Duração: 72 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 2005
Distribuição:
Direção: Domingos Oliveira
Roteiro: Domingos Oliveira
Produção: Sérgio Rossini
Co-produção:
Fotografia: Dib Lutfi
Edição: Natara Ney

Elenco

Priscilla Rozenbaum
Dedina Bernardelli
Clarice Niskier
Cacá Mourthé
Domingos Oliveira
Luiz Alberto Py
Aderbal Freire Filho
José Bechara

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Baseado na peça "Confissões das mulheres de 40", de Clarice Niskier, e encenado nos palcos do Rio em 2003.

- 11º filme da carreira da carreira do diretor de Todas as Mulheres do Mundo e Separações.

- Selecionado para o Festival do Rio de 2004.

- Lançamento em circuito em 28 de janeiro de 2005.

Fotos

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Atualizado em 27 set 2015

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