Author Archives: Leo Faria

Fêmeas Em Fuga

Uma jovem de família rica é condenada a 18 anos de prisão por ter matado um traficante de tóxicos e sofre atrocidades na cadeia.

Ficha Técnica

Título original: Fêmeas Em Fuga
Gênero: Drama Erótico
Duração: 102min.
Lançamento (Brasil): 1985
Distribuição: Ouro Filmes e Art Filmes
Direção: Michele Massimo Tarantini
Roteiro: Michele Massimo Tarantini
Direção de produção: Pedro Aurélio Gentil
Produção executiva: Rodrigues Chris
Assistência de produção: Flávio Leandro, Maria Luiza Lorette Dubini e José Leonardo
Co-produção: RPA Brasil Produções Cinematográficas
Música: Remo Usai
Som guia: José Carlos Barbosa
Fotografia: Edson Batista
Figurinos: Lúcia Maria Gutierrez
Cenografia: Lúcia Maria Gutierrez
Montagem: Aida Marques

Elenco

Suzane Carvalho (Silvia Duvall)
Leonardo José (Capitão Bonifácio)
Paulo Guarnieri (Sérgio)
Rossana Ghessa (Denise)
Zaira Bueno
Glória Cristal
Henri Pagnoncelli
Zenith Pereira
Marli Mendes
Sílvia Carvalho
Adele Malheiros
Nedira Campos
Ibanez Filho
Breno Bonin
Gilson Moura
Adalberto Silva
Jairo Galetta
Edson Mourão
Hugo Benevides
Luis Fernando Battistela
Vera Holtz
Fernando de Almeida

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- "Você pode não acreditar…mas isto realmente aconteceu!" - frase extraída da foto original do filme.

- Último filme do maestro, compositor e arranjador carioca Remo Usai (1928- ). Teve especial carreira no cinema, musicando dezenas de filmes, desde 1958, em E o bicho não deu, sua estréia.

- “Conta a história, baseada em fatos verídicos, de uma moça da alta sociedade que se deixa condenar por tráfico de tóxicos para proteger o irmão e fica com marcas irreversíveis de sua permanência na prisão.” (Sinopse do O Globo de 06.06.1985, p. 1, Caderno 2)

- O Globo de 26.11.1985, p. 6, Caderno 2, indica que o título inicial do filme era Feras Em Fuga, modificado para atender a uma sugestão da distribuidora de São Paulo, dando a idéia de que se trata de um produto pornográfico.

Fotos

Uma Fêmea do Outro Mundo

Márcia, uma mulher bonita e inteligente, morando num subúrbio do Rio de Janeiro, tira partido de sua aparência misteriosa e enigmática para aplicar pequenos golpes. Em geral, suas vítimas preferidas são empresários dedicados a empreendimentos escusos, mas estabelecidos com negócios de aparência legal, o que os mantém impunes e imunes às garras da Justiça.

Ficha Técnica

Título original: Uma Fêmea do Outro Mundo
Gênero: Comédia
Duração: 100min.
Lançamento (Brasil): 1979
Distribuição: U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira
Direção: J. Figueira Gama
Assistente de direção: Max Luiz
Roteiro: J. Figueira Gama
Produção Executiva: Altamir Freitas Braga
Direção de Produção: Altamir Freitas Braga e Jair Pereira
Co-produção: Lança Filmes
Fotografia: Roland Henze
Câmera: Roland Henze
Assistente de câmera: Iram Brasileiro
Montagem: George Huntal
Maquiagem: Gilberto Marques
Continuidade: Alberto Cruz

Elenco

Kate Lyra (Márcia)
Milton Vilar
Roberto Pirillo (Edson)
Anilza Leone
Josué Morais
Álvaro Emílio
Wilson Grey (Coveiro)
Erley José
Loren Morais

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Certificado de Produto Brasileiro 282, de 05.1979.Certificado de Censura Federal 102.375, de 29.05.1979, válido até 29.05.84. Censura 18 anos.

- Jornal do Brasil informa: exibição Rian, Odeon, Ópera 1, Carioca, Imperator, Astor, Rosário, Paz-Caxias e Center-Niterói, no Rio de Janeiro.

- Sinopse extendida:
Márcia, uma mulher bonita e inteligente, morando num subúrbio do Rio de Janeiro, tira partido de sua aparência misteriosa e enigmática para aplicar pequenos golpes. Em geral, suas vítimas preferidas são empresários dedicados a empreendimentos escusos, mas estabelecidos com negócios de aparência legal, o que os mantém impunes e imunes às garras da Justiça. Sabedora dessa situação, Márcia os visita, fazendo veladas intimidações e explorando suas consciências culpadas, armando um clima que lhe permite extorquir o que bem deseja. Mesmo não sabendo a procedência de Márcia e os motivos de suas visitas, os empresários a temem, pensando ser ela dotada de estranhos poderes. A cada nova aparição, aumenta o mistério que a cerca e a tensão das suas vítimas. Até que, por fim, a situação se esclarece. Desmascarada, Márcia desaparece sem deixar nenhuma pista.

Fotos

Feliz Natal

Caio tem 40 anos e trabalha em um ferro-velho no interior. Hoje ele possui uma companheira e uma ocupação constante, mas no passado levou uma vida de grande irresponsabilidade, da qual saiu vivo por sorte. A proximidade do Natal faz com que ele faça um balanço de sua vida, decidindo retornar à capital. Ao chegar ele encontra seu irmão Theo, cujo casamento está em crise. Miguel, seu pai, vive com uma mulher de caráter duvidoso e Mércia, sua mãe, vive à base de coquetéis alcóolicos e psicotrópicos. Sua cunhada Fabiana está perdida entre as frustrações do casamento, enquanto que os sobrinhos Neto e Alex estão cada vez mais exigentes.

Ficha Técnica

Título original: Feliz Natal
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Selton Mello
Assistente de Direção:
Roteiro: Selton Mello e Marcelo Vindicatto
Produção: Vânia Catani e Selton Mello
Co-produção: Bananeira Filmes, Mondo Cane Filmes, Quanta, TeleImage, Locall e Europa Filmes
Música: Plínio Profeta
Som: George Saldanha
Edição de som: Beto Ferraz
Fotografia: Lula Carvalho
Direção de arte: Renata Pinheiro
Figurino: Tatiana Rodrigues
Edição: Selton Mello e Marília Moraes
Maquiagem: Uirandê Holanda e Sônia Penna

Elenco

Leonardo Medeiros (Caio)
Darlene Glória (Mércia)
Graziella Moretto (Fabi)
Paulo Guarniere (Theo)
Lúcio Mauro (Miguel)
Selton Mello
Thelmo Fernandes
Emiliano Queiroz
Fabrício Reis
Nathalia Dill
Hossen Minussi
Claudio Mendes
Rose Abdalah
Daniel Torres

Pôsters

Premiações

- Prêmios de Melhor Diretor no 2º Los Angeles Brazilian Film Festival 2009.

- Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante e Menção Especial no I Festival Paulínia de Cinema. -

Curiosidades

É o 1º longa-metragem dirigido por Selton Mello.

- A experiência de Selton Mello na direção cinematográfica começou com o curta-metragem Quando o Tempo Cair, rodado em 2006 e selecionado para as mostras competitivas do Festival de Gramado, Festival do Rio, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e Festival Internacional de Cine em Guadalajara (México). Na TV, Selton dirige e comanda o programa Tarja Preta no Canal Brasil, vencedor do Prêmio Qualidade Brasil na categoria Melhor Programa da TV por Assinatura. Dirigiu também videoclipes para a MTV e documentários para o Canal Brasil e Multishow.

- As filmagens ocorreram em junho e julho de 2007, nas cidades do Rio de Janeiro e de Ipatinga.

- O Filme recebeu os prêmios de Melhor Diretor no 2º Los Angeles Brazilian Film Festival 2009, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante e Menção Especial no I Festival Paulínia de Cinema. Foi selecionado para o Festival do Rio 2008 e para Mostra BR de Cinema de São Paulo 2008.

- Sinopse extendida:
Caio tem 40 anos e trabalha em um ferro-velho no interior. Hoje ele possui uma companheira e uma ocupação constante, mas no passado levou uma vida de grande irresponsabilidade, da qual saiu vivo por sorte. A proximidade do Natal faz com que ele faça um balanço de sua vida, decidindo retornar à capital. Ao chegar ele encontra seu irmão Theo, cujo casamento está em crise. Miguel, seu pai, vive com uma mulher de caráter duvidoso e Mércia, sua mãe, vive à base de coquetéis alcóolicos e psicotrópicos. Sua cunhada Fabiana está perdida entre as frustrações do casamento, enquanto que os sobrinhos Neto e Alex estão cada vez mais exigentes. A presença de Caio faz com que a vida de todos seja alterada, enquanto que ele próprio está em busca de sua identidade.

Fotos

Feliz Ano Velho

Mário, de 20 anos, que teve o pai sequestrado e morto durante a ditadura militar, fica tetraplégico ao bater com a cabeça no fundo de um lago durante um mergulho. Para sobreviver, começa a rememorar fatos do seu passado, gerando um livro, que se torna best-seller.

Ficha Técnica

Título original: Feliz Ano Velho
Gênero: Drama
Duração: 105min.
Lançamento (Brasil): 1988
Distribuição: Embrafilme
Direção: Roberto Gervitz
Roteiro: Roberto Gervitz
Produção: Cláudio Kahnz
Produtor Associado: Josef Kurc, José Mindlin, Victor Rebouças, Sérgio Mindlin, Patrícia M. Caldeira, Reynaldo Catalano e Nelson Atallah
Direção de Produção: Boby Costa
Co-produção: Tatu Filmes, Quanta Filmes, Transvídeo, 5.6 Produções, Embrafilme
Música: Luiz Henrique Xavier
Som: Galileu Garcia Júnior e Roberto Gervitz
Fotografia: César Charlone
Sonografia: José Luiz Sasso e Karin Stuckenschmidt
Direção Artística: Clóvis Bueno
Cenografia: Clóvis Bueno
Figurinos: Clóvis Bueno
Montagem: Galileu Garcia Júnior

Elenco

Marcos Breda (Mário)
Malu Mader (Ângela e Ana)
Marco Nanini (Beto)
Eva Wilma (Lúcia)
Odilon Wagner (Pai de Mário)
Isabel Ribeiro (Gisela)
Carlos Loffler
Alfredo Damiano
Betty Goffman (Soninha)
Augusto Pompeo (Edu)
Júlio Levy
Flávio Santiago
Gabriela Oliveira
Vicente Barcellos
Marcos Kaloi
Leopoldo Pacheco
Mauro Almeida
Miguel Magno
Alexandra Correia
Geisa Gama
Paulo Gorgulho
Nelson Veiga
Nelson Baskerville
Gabriel L. de Mello
Rodrigo A. Fonseca
André Mifano
Jacques Jover
Lizandra Souto
Leila Sanches (Bailarina doublée)

Pôsters

Premiações

- Prêmio Especial do Júri, Melhor Filme (Júri Popular), Roteiro, Fotografia, Figurino, Som e Menção Honrosa para a Música, Festival de Gramado, 1988

- Melhor Atriz Coadjuvante (Eva Wilma), Montagem (Galileu Garcia Júnior) e Diretor (do Júri da Crítica), II Festival de Cinema de Natal, RN, 1988

- Melhor Ator (Marcos Breda), Atriz Coadjuvante (Isabel Ribeiro), Roteiro (Roberto Gervitz) e Produção (Cláudio Kahnz), V Rio-Cine Festival, 1989.

Curiosidades

- Baseado em história real, ocorrida com Marcelo Rubens Paiva, filho do ex-deputado Rubens Paiva, preso e assassinado durante o regime militar.

- "Eu jamais poderia imaginar que, ao mergulhar, encontraria no fundo do lago meu verdadeiro destino". - extraído do folheto publicitário do filme.

- Certificado de Produto Brasileiro 1.119, de 01.06.1988.

- O filme é dedicado ao “amigo Hugo Gama”.

- Fonte do cartaz, Cinemateca.s

Fotos

Felicidade É…

Comédia em quatro episódios.

Ficha Técnica

Título original: Felicidade É…
Gênero: Comédia
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 1995
Distribuição:
Direção: José Pedro Goulart (Ep.1), José Roberto Torero (Ep.2), Jorge Furtado (Ep.3) e A.S.Cecílio Neto (Ep.4)
Roteiro: José Pedro Goulart (Ep.1), José Roberto Torero (Ep.2), Jorge Furtado (Ep.3) e A.S.Cecílio Neto (Ep.4)
Produção Executiva: Annette Bittencourt (Ep.1), Everson Colossi Nunes (Ep.1) e A.S.Cecílio Neto (Ep.4)
Produção: Zita Carvalhosa (Ep.2) e Paschoal Samora (Ep.2), Leandro Klee (Ep.3), Nora Goulart (Ep.3), Luciana Tomasi (Ep.3) e Daniel "Malandrito" Gomes (Ep.4)
Co-produção: Zeppelin Filmes (Ep.1), Superfilmes (Ep.2), Casa de Cinema de Proto Alegre (Ep.3) e CN Filmes (Ep.4)
Música: Léo Henkin (Ep.1), Léo Henkin (Ep.3)
Som direto: Luiz Adelmo (Ep.4)
Mixagem: José Luís Sasso (Ep.4)
Fotografia: Joel Lopes (Ep.1), Kátia Coelho (Ep.2), Alex Sernambi (Ep.3) e Joel Lopes (Ep.4)
Montagem: Luís Alberto Kley (Ep.1), Paulo Sacramento (Ep.2), Giba Assis Brasil (Ep.3) e Cristina Amaral (Ep.4)

Elenco

Denise Fraga
Cassiano Paiva
Valéria Sândalo
Cassiano Ricardo
Amora Marsulo
Antônio Carlos Falcão
Arnaldo Knijnik
Azemar da Silva
Ivan Pinheiro Machado
Ivo Schwanche
Lauro Pelizzoli
Jofre Soares
Wanda Lacerda
Débora Bloch
Pedro Cardoso
Lila Vieira
Fabiano Post
José Adão Barbosa
José Vitor Castiel
Paulo Autran
Assunta Perez
Karin Rodrigues
Rodrigo Milan Perez

Pôsters

Premiações

- Melhor Atriz (Denise Fraga, episódio O sonho, prêmio dividido com Maitê Proença, por Dezesseis zero sessenta) e Melhor Filme (Júri Popular), XXVIII Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, DF, 1995

- Melhor Filme (episódio: O bolo, de José Roberto Torero), Júri Popular, Festival de Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1995

- Melhor Filme e Melhor Atriz (Wanda Lacerda), Júri Popular, Festival de Cinema de Cuiabá, MT, 1995.

Curiosidades

- Exibido em São Paulo a partir de 15.09.1995, no Espaço Banco Nacional de Cinema.

- Episodios "O bolo" e "Estrada" produzidos em Porto Alegre, RS e "O sonho", "Cruz" em São Paulo, SP.

Fotos

O Feijão É Nosso

Gaspar, soldado da legião estrangeira, e um colega, morrem de sede num deserto. São salvos por uma odalisca que os leva ao harém, onde dançam, até que interrompe a festa Catarina, guarda do harém. Catarina acorda seu sobrinho Gaspar que estava sonhando, na sua modesta casa dos subúrbios cariocas. A tia se queixa de que o sobrinho tem muita imaginação mas pouca disposição para o trabalho e não confia neste emprego de “sanitarista público”.

Ficha Técnica

Título original: O Feijão É Nosso
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 1955
Distribuição: U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira
Direção: Victor Lima
Assistência de direção: Tonico Rocha
Roteiro: Victor Lima
Produção: Alípio Ramos
Produção executiva: Eurides Ramos
Co-produção: Cinelândia Filmes
Música: Radamés Gnatalli
Som: Hélio Barrozo Netto
Fotografia: Hélio Barrozo Netto
Cenografia: Nicolas Lounine
Montagem: Hélio Barrozo Netto

Elenco

Ankito (Gaspar)
Violeta Ferraz (Catarina)
Carlos Tovar (Miguel)
Iris Delmar
Gilberto Martinho
Nancy Montez
Wilson Grey
Wilson Viana
Roberto Duval
Agildo Ribeiro (Cozinheiro francês)
Armando Nascimento
Ângela Maria
Joel de Almeida
Silveira Lima
Zezé Macedo

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Censurado em 21.05.1956, 20 cópias.Censurado em 23.05.1956, 20 cópias, trailer, e em 29.08.1958, 7 cópias, 16mm.Re-censura em 14.01.1966, 7 cópias, 16mm.

- O Feijão É Nosso foi exibido em São Paulo de 25.07 a 31.07.1956, no República, Ritz (São João), Plaza, Regência, Radar, Tropical, Monark, Nilo, Goiás, Ritz (Consolação), Fênix, Itamarati, Cinemar, Glória, Sammarone, Hollywood, Brás Politeama, Icarai e Recreio.

Fotos

Federal

Um perigoso traficante se instala em Brasília, capital federal. Para pegá-lo, a polícia fará o que for preciso. Entre os dois lados, uma população assustada.

Ficha Técnica

Título original: Federal
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Europa Filmes, EuropaCorp e Vereda Filmes
Direção: Erik de Castro
Roteiro: Érico Beduschi, Erik de Castro e Heber Trigueiro
Argumento: Erik de Castro
Produção: Erik de Castro e Christian de Castro
Produtores associados: Fabiano Canosa e Renato Oliveira
Produtores executivos: Christian de Castro, Luis Vidal, Heber Moura e Jayme delCueto
Co-produtores: Paula Jaramillo e Matthias Ehrenberg
Co-produção: Grupo Trebol Comunicaciones, Limite Produções, Riofilme, Quanta, LaboCine e Europa Filmes
Música: Eugênio Matos
Som: Juarez Dagoberto
Edição de som: Waldir Xavier
Fotografia: Cézar Moraes
Direção de Arte: Marco Antônio Rocha
Figurino: Sandra Camacho
Edição: Heber Moura
Efeitos especiais: Allen Hall
Dublês: Alex Aquino

Elenco

Selton Mello (Dani)
Carolina Gómez (Sophia)
Carlos Alberto Riccelli (Vital)
Roberto Cano (Matias)
Eduardo Dusek (Carlos ‘Béque’ Batista)
Adriano Siri (Gallo)
Solange Barros (Paula)
Flávio Cardoso (Vaz)
Similião Aurélio (Ciro)
Christovam Netto (Rocha)
Cesário Augusto (Lua)
Analu Silveira (Leila)
Michael Madsen

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Federal é o primeiro longa de ficção do diretor Erik de Castro, cujo roteiro, baseado em argumento seu, foi escrito em parceria com o curitibano Érico Beduschi e Heber Trigueiro. Foi selecionado para o 5º Laboratório de Roteiros de Sundance/Riofilme 2001.

- Os americanos Giuliano Fiumani e George Zamora (“Homem Aranha”, “Titanic”, “Batman Forever” e “Velozes e Furiosos”) ficaram responsáveis pelos efeitos especiais de cena. Os brasileiros Sérgio Farjalla e Alex Aquino ficaram responsáveis, respectivamente, pelo fornecimento de armas e festins e pela coordenação de dublês.

- O elenco internacional conta com Michael Madsen, ator de filmes de Tarantino (“Kill Bill: vol. 1 e 2”; “Cães de Aluguel”; “Sin City - A Cidade do Pecado”), interpretando Sam Gibson, um agente americano do DEA (Drug Enforcement Administration) e a atriz e ex-Miss Colômbia Carolina Gómez, que interpreta uma diplomata.

- Federal é uma co-produção da BSB Cinema com a Limite Produções (“Maré, Nossa História de Amor”, “Saens Peña”, “A Cobra Fumou”) e com a colombiana Trebol Comunicaciones, do produtor mexicano Matthias Ehrenberg (“Sexo, Pudor y Lágrimas”).

- Também fundamental para o sucesso das filmagens foi o apoio das polícias federal e civil. A consultoria, treinamento dos atores e participação no “Federal” de agentes do COT (Comando de Operações Táticas), da Polícia Federal; e o fornecimento de homens, viaturas, equipamentos e armas da DOE (Divisão de Operações Especiais) da Polícia Civil do DF garantiram a veracidade das cenas e a segurança no set.

- Cineasta, sócio-diretor da BSB Cinema Produções. Graduou-se em Cinema pela Los Angeles City College em junho de 1994. Posteriormente, especializou-se em direção de atores pela Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba. Em 1996, produziu, co-escreveu e co-dirigiu, com o cineasta Heber Trigueiro, o média-metragem “Razão Para Crer”, em 35 mm, agraciado com o prêmio “Excelência Criativa” no 30º Festival de Filme e Vídeo dos Estados Unidos/Chicago. Em 2001, lançou seu 1º longa-metragem, o documentário “Senta a Pua!”, vencedor dos seguintes prêmios: “Menção por Excelência Criativa”, do 33º Festival de Cinema e Vídeo dos Estados Unidos/Chicago; Troféu “Coppa Festival del Cinema di Salerno”, Troféu “Boto de Ouro” para o Melhor Filme, Júris Oficial e Popular, no 1º Festival de Cine-Vídeo da Amazônia e Troféu “Estrela do Mar” - Melhor Filme e Melhor Montagem - no 12º Festival de Cinema de Natal.

Fotos

Fé é um filme documentário de longa-metragem enfocando a religião e a fé no Brasil de hoje. O poder da fé. As grandes festas religiosas, os rituais marcantes das diferentes religiões, seitas e cultos, os pastores e os fiéis. Os realizadores partiram de um princípio básico: religião não é o ópio do povo. A fé tem uma importância decisiva para grande parte da população brasileira, a sua presença é ainda maior do que aparenta. Para conhecer o Brasil e os brasileiros é fundamental livrar-se de preconceitos e vivenciar profundamente a religião e a fé do nosso povo.

Ficha Técnica

Título original:
Gênero: Documentário
Duração: 91 min.
Lançamento (Brasil): 1999
Distribuição: Riofilme
Direção: Ricardo Dias
Roteiro: Ricardo Dias
Produção: Superfilme
Música: Mário Manga
Fotografia: Carlos Ebert e Adrian Cooper
Edição: Eduardo Escorel

Elenco

não divulgado

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

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Fotos

Favela On Blast - Um documentário sobre Funk Carioca

Em julho de 2004, Leandro HBL iniciou uma pesquisa em algumas favelas do Rio de Janeiro, em busca da cultura musical em torno do funk carioca ali estabelecida desde a década de 1970. Esta pesquisa deu origem ao longa-metragem Favela On Blast. O documentário busca, por meio de entrevistas, encontros e vivências junto aos “funkeiros” , montar um quebra cabeça improvável da cultura popular. Favela On Blast foca o Baile Funk no Rio de Janeiro: sua música, seus personagens e a favela–local onde nasceu e onde, geralmente, acontece.

Ficha Técnica

Título original: Favela On Blast - Um documentário sobre Funk Carioca
Gênero: Documentário
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Leandro HBL e Wesley Pentz
Roteiro: Leandro HBL e Wesley Pentz
Produção: Mad Decent e Mosquito
Direção de produção: Amiten
Produção executiva: Vânia Catani
Co-produção: Bananeira Filmes, Mosquito Video&Design
Música: Wesley Pentz
Fotografia: Leandro HBL
Direção de Arte: Leandro HBL
Edição: Ricardo Mehedeff

Elenco

Mr Catra
Deise Tigrona
Mc Leleco
Mc Duda
Mc Didô
Mc Fornalha
Dj Sani
Dj Jorginho
Bonde das Danadinhas
Mc Colibri
Brulaine
Mc Pé de Pano
Mcs Júnior e Leonardo
Mcs Gorila e Preto
Bonde das Experimenta
Gaiola das Popozudas
Dj Carlos Machado
Mc Frank
Dj Marlboro

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

- Leandro HBL (fundador e dono da Mosquito Video&Design) formou-se em Comunicação e Ar tes pela PUC-MG em 1999 onde mais tarde lecionou “Linguagem Audiovisual ” . Começou sua car rei ra em Cuba, em 1998, onde estudou cinematograf ia na Escola Internacional de Cinema e Tv e real izou o documentár io “Mi ra” . Em 1998, fundou a Mosquito, t rabalhando como di retor cr iat ivo e comunicador audiovisual. Desde então, desenvolve projetos para as áreas de cinema, vídeo, design gráf ico, fotograf ia, i lust ração e internet . Em 2003 t ransfer iu-se para a Europa l igandose ao Depat ramento de cinema da Fabrica (Treviso, Itál ia) por onde permaneceu 3 anos. No mesmo ano a Mosquito começou a desenvolver t rabalhos em co-produção com a Fabrica, na Itália, e com a produtora alemã Emenes. Muitos de seus t rabalhos autorais foram selecionados para fest ivai s e most ras de ar te, cinema e vídeo no Brasi l e no exter ior, como: Videoex em Zur ich, San Francisco Fi lm Fest ival, VideoBrazi l em São Paulo, Lat in Amer ican DigiFest ; ImageForum e JVC Video Fest ival em Tókio, CineEsquemaNovo em Por to Alegre, Paço Imper ial no Rio. É colaborador da “Colors Magazine”, atuando como fotógrafo e jornal ista. Trabalha como di retor para diversas produtoras do Brasi l e do exter ior como: Emenes (Alemanha), RTSI (Suiça), TV Futura, TV Cultura, Tv Minas, Toscographics, EM Vídeo, Camisa List rada, Brókol is, VT3, entre outras.

= Wesley Pent (Dj Diplo, fundador e dono da Mad Decent. Nasceu em 1978 nos Estados Unidos. Diplo começou seu t rabalho com música elet rônica em 2002. Lecionou o curso “Computadores, música e cultura” na escola elementar de Binery (USA), “Computadores ar te e ciência” e “Fotograf ia Digital ” na Temple Universidade ambas na Phi ladelphia (USA) . Diplo t rabalhou como assistente de produção em alguns vídeo cl ipes como “Me Against the Music” de Madonna e Br itney Spears. El e também produziu e di r igiu seu própr io vídeo cl ipe “Diplo Rhythm” . Em março de 2005, Diplo apareceu como capa da revista Fader magazine como um ar t igo sobre o rapper Maceo. Em 2006 Fundou empresa mult i meios Mad Decent LLC (USA), uma produtora de sons, f i lmes e que também atua como gravadora . Diplo se apresentou em per formances como Dj em muitas cidades ao redor do mundo, como o Rio de Janei ro, Brasi l (TIM fest ival 2006), São Paulo, Brasi l SESC Pompéia 2006, Shanghai, China (Diesel . 35Soul ), Moscow, Russia (Bur ton Snowboards),London, England (Fabr ic), Par is, France (Nouveau Casino, Le Tr iptych), Stockholm, Sweden (Berns), New York, USA (Warsaw), San Francisco, USA (Mezzanine),Phi ladelphia, USA (Transit, UACA, Si lk City), Tokyo, Japan (Mi lk), Barcelona, Spain, and Buenos Ai res, Argent ina (Sonar Fest ival ) . Atualmente Diplo tem se apresentado com bastante sucesso na Kiss FM Radio (London) além de ter uma programação of icial no iTunes (Mad Decent Wor ldwide Radio) com mi lhares de ‘downloads’ por semana.

- Sinopse extendida:
Em julho de 2004, Leandro HBL iniciou uma pesquisa em algumas favelas do Rio de Janeiro, em busca da cultura musical em torno do funk carioca ali estabelecida desde a década de 1970. Esta pesquisa deu origem ao longa-metragem Favela On Blast. O documentár io busca, por meio de entrevistas, encont ros e vivências junto aos “funkeiros” , montar um quebra cabeça improvável da cultura popular.
Favela On Blast foca o Bai le Funk no Rio de Janeiro: sua música, seus personagens e a favela–local onde nasceu e onde, geralmente, acontece. Ali, no baile, tudo se encont ra e se mistura, o motor que rege as interações humanas é o caos, a dança frenética e sensual de homens e mulheres simbol iza uma espécie de êxtase corporal da exper iência cultural do funk.
Fruto da exclusão da sociedade industrial , a favela representa um campo onde a cultura se renova e ao mesmo tempo se cont radiz. É neste espaço “para-urbano”, pivô da reciclagem cultural brasileira, que floresce a cultura do funk carioca.
O filme most ra a realidade popular de comunidades pobres, pouco pr ivi legiadas, mas ext remamente r icas culturalmente. O Bai le Funk, nascido em meio à violência e à pobreza das favelas do Rio de Janei ro, é provavelmente um dos movimentos musicais mais interessantes do mundo. Favela On Blast t raz para o cinema, sem preconceitos ou rotulações, o Bai le Funk, sua música, seus personagens e, sobretudo, a real idade sócio-cultural das favelas.

Fotos

Festa

Um tocador de gaita, um jogador de sinuca e o velho assistente deste são contratados para animar uma festa nema mansão e ficam aguardando um chamado no salão de jogos da casa, sem serem admitidos ao andar superior, onde acontece a festa. Durante a espera, eles discutem sua situação e têm contato com garçons e empregados todos dirigidos por um mordomo autoritário.

Ficha Técnica

Título original: Festa
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 87 min.
Lançamento (Brasil): 1989
Distribuição: Embrafilme
Direção: Ugo Giorgetti
Roteiro: Ugo Giorgetti
Produção: Marçal Souza e Elifas Sueiro
Música: Mauro Giorgetti e Décio Cascatera Filho
Fotografia: Rodolfo Sanchez
Desenho de produção: Nazareth Amaral
Figurino: Nazaré Amaral
Edição: Marc de Rossi

Elenco

Antônio Abujamra
Otávio Augusto
Lala Dehenzelin
Iara Jamra
Ney Latorraca
José Lewgoy
Jorge Mautner
Patrícia Pillar
Adriano Stuart
Marcelo Mansfield

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme, Ator ( Abujamra e Stuart), Roteiro, Figurino, Edição de Som tanto pela crítica, como pelo júri oficial no Festival de Gramado em 1989.

- Melhor Direção, Montagem, Figurino, Roteiro e Ator Coadjuvante (Otávio Augusto) no VI Rio Cine Festival 1990.

Curiosidades

- Foi rodado com orçamento de US$ 300 mil.

- Foi rodado em um único cenário, um salão nos subúrbios de São Paulo.

Fotos

Favela

Narrativa em torno de uma jovem favelada que deixou o morro, na tentativa de ganhar projeção atística, em ambiente compatível com más qualidades artísticas onde deveria obter fama e fortuna.

Ficha Técnica

Título original: Favela
Gênero: Drama
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 1962
Distribuição: Paris Filmes Produção e Distribuição Cinematográfica Ltda
Direção: Armando Bó
Roteiro: Hugo MacDouglal
Produção: Alberto Kaneti
Produção executiva: Emilio Sptiz
Co-produção: Paris Filmes Produção e Distribuição Cinematográfica Ltda, Geralartes (RJ), Motti Filmes (Buenos Aires)
Música: Hector Lagna Fietta
Sonografia: Milton Sales
Fotografia: Inácio Souto
Camera: Francisco Miranda
Cenografia: Osvaldo Teixeira
Maquiagem: Álvares Lamas
Montagem: José Serra

Elenco

Isabel Sarli
Jece Valadão
Ruth de Souza br/> Monsueto Menezes
Iara Jaty
Arnaldo Montel
Adalberto Silvabr/> Carlos Amaury
Moacir Deriquén
Teresinha Lopes

Pôsters

Premiações

- Prêmio do Instituto Nacional de Cinematografia Argentina, Buenos Aires, Argentina, 1962.

Curiosidades

- De acordo com o certificado de censura o filme sofreu três cortes nas seguintes seqüências: 1§) Iemanjá - cena do banho; 2§) Cena de apresentação da moça na zona do baixo meretrício e 3§) Cenas da facada. Os certificados apresentam também uma divergência de cumprimento entre as cópias censuradas que, em vez do filme diminuir com os cortes, aumentou em 170m (6min).

- Certificado de Censura Federal 56.542, de 24.11.1961, 7 cópias, 2.075m, proibido para menores de 10 anos.Certificado de Censura Federal 56.541, de 29.11.1961, 15 cópias, 107m, trailer, censurado para menores de 10 anos na frente e no verso censurado para menores de 18 anos e proibido para a veiculação na TV.Censurado em 30.11.1961 com 3 cópias de 2.075m.Censurado em 15.01.1962 com 6 cópias, 76m, avant-trailer.Censurado em 10.04.1962 com 7 cópias de 2.245m

Fotos

Os Fantasmas Trapalhões

Os amigos Didi, Dedé, Mussum e Zacarias vendem artesanato na beira da estrada quando são surpreendidos por uma perseguição de carros. Após um acidente, socorrem o velho Giovanni que, antes de morrer, revela o esconderijo de uma fortuna. É o dinheiro roubado de um banco na Itália pelo qual é oferecida uma recompensa de cinco milhões de dólares. Com a ajuda do delegado Augusto, os quatro vão em busca do dinheiro em um castelo assombrado e distante.
No encalço deles, estão os bandidos e, durante a aventura, Didi se apaixona pela cigana Ruth e Augusto, pela jovem Leila. Para enfrentar os obstáculos, eles contam com a ajuda do fantasma Nicolas.

Ficha Técnica

Título original: Os Fantasmas Trapalhões
Gênero: Comédia/Infantil
Duração: 88 min.
Lançamento (Brasil): 1987
Distribuição: Art Filmes e Ouro Nacional
Direção: J.B. Tanko
Roteiro: Domingos Demasi e J.B. Tanko
Produção: Renato Aragão Produções Artíticas, Demuza Cinema, Art Filmes, Cinematográfica Sul e Ponto Filmes
Música: Ugo Marotta
Fotografia: Nonato Estrela
Direção de arte: Yurika Yamasaki
Figurino: Yurika Yamasaki
Edição: Diana Vasconcellos

Elenco

Renato Aragão (Didi)
Mussum (Mussum)
Dedé Santana (Dedé)
Zacarias (Zacarias)
Carla Daniel (Ruth)
Wilson Grey (Giovanni)
Gugu Liberato (Augusto)
Claudioney Penedo
Paulo Porto (Nicolas)
Dino Santana
Bia Seidl (Leila)

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Espectadores: 2.689.380

Fotos

Fantasma Por Acaso

Vítima de um desastre, um servente de escritório de uma empresa de aviação entrega a alma ao Criador. No céu, o espírito do pobre homem encontra com o espírito do pai do seu patrão, há tempos falecido e que, quando em vida, fora muito seu amigo. Isso oferece oportunidade para que o espírito do servente seja designado para voltar à terra afim de tutelar os passos do seu patrão, que se acha envolvido em dificuldades amorosas. Assim, sob a proteção do pai do jovem, que tudo prevê e provê, o espírito do servente novamente materializado se apresenta como representante de uma grande fábrica de aviões, e, maneirosamente se intromete na vida íntima do seu patrão. Após uma série de coisas, o servente logra cumprir sua missão - faz com que o patrão abandone a amante e passe a viver feliz ao lado de sua esposa - e volta ao céu

Ficha Técnica

Título original: Fantasma Por Acaso
Gênero: Comédia
Duração: 104min.
Lançamento (Brasil): 1946
Distribuição: U.C.B. - União Cinematográfica Brasileira
Direção: Moacyr Fenelon
Assistente de direção: Roberto Machado
Argumento: José Cajado Filho e Carlos Eugênio
Roteiro: Moacyr Fenelon, José Cajado Filho e Paulo Wanderley
Diálogos: Daniel Rocha
Co-produção: Atlântida Cinematográfica
Música: Gaó Gurgel, Ary Barroso e Ernesto Nazareth
Sonografia: Jorge Coutinho
Fotografia: Edgar Brasil
Cenografia: José Cajado Filho e Carlos Eugênio
Montagem: Waldemar Noya e Moacyr Fenelon

Elenco

Oscarito
Grande Otelo
Mário Brasini
Mary Gonçalves
Wanda Lacerda
Luiza Barreto Leite
Renata Fronzi
Mara Rúbia
Edméia Coutinho
Armando Braga
Bidu Reis
Luiza Galvão
Zaquia Jorge
Alberto Sicardi
Armando Ferreira
Ênio Santos
Eugênia Levy
Áurea Gally
Brenda Mitchel
Cyro Monteiro
Orquestra Gaó Gurgel
Nelson Gonçalves

Pôsters

Premiações

- Melhor Filme, Diretor e Atriz (Mary Gonçalves), Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos, RJ, 1946).

Curiosidades

- Estréia de Renata Fronzi (1925- ) no cinema. Natural de Rosário, Argentina, é filha dos atores César e Yolanda Fronzi. Inicia sua carreira aos quinze anos, no teatro, na companhia do pai. Atuou no teatro de revista, em dezenas de peças, em sua maioria comédias. Nos anos 50 brilha nas chanchadas e nos anos 60, faz sucesso na TV Record no humorístico Família Trapo. Foi casada com o locutor César Ladeira, com quem teve dois filhos. Participa também de inúmeras telenovelas, nas Tvs Excelsior, Record, Globo e Manchete, destacando-se De corpo e alma (TV Globo) e Ana Raio e Zé Trovão (TV Manchete).

- Censurado entre 16 e 31.08.1946, em revisão de censura.

- "Moacyr Fenelon vinha de dois grandes desastres financeiros: Vidas Solidárias e Sob A Luz Do Meu Bairro. A situação de Fenelon ficou crítica dentro da Atlântida. Mais uma vez, ele precisaria de um sucesso para apagar o amargor dos insucessos anteriores. A solução poderia vir com Oscarito, que naquele momento era a marca da chanchada e a salvação da Atlântida. Fenelon, Paulo Wanderley, Cajado Filho e outros alinhavaram um argumento que estava na moda no cinema americano: o falecido que não era aceito no céu e vinha penar mais alguns dias na terra. O personagem interpretado por Oscarito, um velho burocrata, acorda, faz ginástica, ouve as notícias do rádio. Chegando ao prédio onde trabalha, vai deixando paletó, gravata, chapéu e transformandose num simples faxineiro, que ainda lá trabalha, movido pela compaixão que o filho do falecido dono da empresa tinha por ele. Mais tarde, ao sair da firma, é atropelado e morto. Vai para um céu de gozação, com cenografias que lembram um Caligari bem comportado. Lá volta a se encontrar com o antigo chefe e amigo, que lhe pede que volte à terra para ajudar o estróina do filho. Relutante ele o faz, com as complicações já esperadas entre uma alma reencarnada e um grupo familiar aturdido com o insólito. A estrutura do filme é rigorosamente teatral, mais parecendo um filme em 20 atos. Toda vez que há a necessidade de uma passagem de tempo, indicando as transformações que os personagens estão sofrendo com a interferência do ‘espírito’, o recurso usado é intervalar as seqüências da mãe. O filme tinha um tom fúnebre, rotineiro, longe da comédia que eles tencionavam realizar. Como em todo filme brasileiro na época, obrigatoriamente cantavase era a forma de obter melhor bilheteria baseado no fato de que muitos iriam assistir ao filme apenas para ver o cantor, que só conheciam do disco ou rádio. Aqui eles eram mostrados através do pior recurso. Oscarito entrava no céu e era recebido por duas vedetes, Renata Fronzi e Mara Rúbia, que o conduziam a um caixão vertical, onde ele via e ouvia a canção ‘Trabalha Nego’. O restante mediava soluções parecidas. A direção burocrática de Fenelon destruiu a leveza que o tema exigia, transformando-o num melodrama insosso. Oscarito, com poucos momentos de exceção, tem uma interpretação pedante e carente do halo histriônico que lhe era inerente. Há uma história do cinema afirmando que os diálogos eram engraçadíssimos, direção soberba e imenso sucesso de crítica e de público. Não acreditem, infelizmente, para o Cinema Brasileiro e para o grande lutador, Moacyr Fenelon." - comentário do professor Máximo Barro.

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Os Famosos e os Duendes da Morte

Um garoto de dezesseis anos, fã de Bob Dylan, acessa o mundo através da Internet, enquanto vê seus dias passarem em uma pequena cidade alemã no interior do Rio Grande do Sul. A chegada de figuras misteriosas na cidade traz lembranças do passado e o leva para um mundo além da realidade. Exibido em Competição no Festival de Locarno em 2009.

Ficha Técnica

Título original: Os Famosos e os Duendes da Morte
Gênero: Drama
Duração: 95min.
Lançamento (Brasil): 2010
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Direção: Esmir Filho
Roteiro: Esmir Filho e Ismael Caneppele
Produção: Sara Silveira e Maria Ionescu
Pós-produção: Gustavo Ribeiro
Co-produção: Dezenove Som e Imagens, Warner Bros. Pictures, Umedia, Ioiô Filmes Etc, Casa de Cinema de Porto Alegre, Patrick Siaretta, Dueto Filme
Música: Nelo Johan
Som: Martin Grignaschi
Fotografia: Mauro Pinheiro Jr.
Desenho de produção: Lili Bandeira
Direção de Arte: Marcelo Escañuela
Figurino: Andrea Simonetti
Edição: Caroline Leone
Maquiagem: Danilo Mazzuca

Elenco

Henrique Larré
Ismael Caneppele
Tuane Eggers
Samuel Reginatto
Áurea Baptista

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Baseado no romance de Ismael Caneppele.

- Selecionado para o Festival do Rio, na Mostra Première Brasil.

- Esmir Filho nasceu em São Paulo em 1982. Dirigiu diversos curtas: Ímpar Par (2005), melhor filme no Festival de Kiev, Alguma Coisa Assim (2006), Melhor Roteiro na Semana da Crítica do Festival de Cannes, e Saliva (2007), exibidos no Festival de Cannes e vencedor do Grande Prêmio do Festival de Curtas do Rio. É realizador do vídeo Tapa na Pantera (2006) e criador e diretor da série Tudo o que é Sólido Pode Derreter da TV Cultura. Este é o seu primeiro longa.

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A Família Lero-Lero

Taveira é um pacato funcionário publico. Em suas mãos passa muito dinheiro. Em casa, a função de pagador continua, para atender os desejos de fama dos seus três filhos, que querem ser, respectivamente, cantor de rádio, estrela de cinema e jogador de futebol, no que são estimulados pela mãe. Após o fracasso dos talentos da família, Taveira é responsabilizado pela esposa, D. Isolina, por não estimular os filhos. Para se livrar da família,dá um golpe e foge para o Guarujá onde, segundo dizem, leva uma grande vida. D. Isolina, enfurecida, persegue o marido fugitivo, juntamente com os filhos e um velho amigo da família. Sem saber, são seguidos por um investigador.

Ficha Técnica

Título original: A Família Lero-Lero
Gênero: Comédia
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 1953
Estúdio: Vera Cruz
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil
Direção: Alberto Pieralisi
Roteiro: Alinor Azevedo e Alberto Pieralisi
Produção: Vera Cruz
Música: Gabriel Migliori
Fotografia: Edgar Eichhorn
Desenho de produção: Luciano Gregory
Edição: Carla Civelli e Oswald Hafenrichter

Elenco

Walter D’Ávila (Taveira)
Marina Freire (Isolina)
Luiz Linhares (Teteco)
Ricardo Bandeira (Janjão)
Helena Barreto Leite (Laurita)
Elísio de Albuquerque (Laranjeira)
Renato Consorte
Tito Livio Baccarin
Marly Bueno
Walfredo A. Caldas
Anna Darsonval
Edgar Eichhorn
Antonio Fragoso
Paulo Geraldo
Anna Guttemberg
Ernest Hack
Artur Herculano
Labiby Madi
Irma da Cunha Mattos
Victor Merinow
Eugênio Montesano
Joaquim Mosca
Cavagnole Neto
Antônio Gomes Netto
Manoel Pinto
Dirce Pires
José Renato
João Ribas
Arnaldo Rosa
Emílio Rossal
Eric Rzepecki
Landa Santis
Délio Santos
Erminio Spalla
Felipe Wagner
Konstantin Warnowski
Rita Cléos

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Comédia derivada da peça teatral de Raimundo Magalhães Jr., adaptada por Maroel Silveira.

Fotos

A Família do Barulho

Uma carioca debochada vive com dois homens. Ela provoca sempre um deles, que trata agressivamente o outro, mais frágil.

Ficha Técnica

Título original: A Família do Barulho
Gênero: Comédia
Duração: 75min.
Lançamento (Brasil): 1970
Direção: Júlio Bressane
Roteiro: Júlio Bressane
Produção: Júlio Bressane e Rogério Sganzerla
Produção executiva: Júlio Bressane
Co-produção: Belair Filmes
Música: Guilherme Magalhães Vaz
Sonografia: Aloysio Vianna e Onélio Mota
Assistente de Som: Walter Goulart
Fotografia: Lauro Escorel e Renato Laclette
Cenografia: Guaracy Rodrigues
Montagem: Amauri Alves e Mair Tavares

Elenco

Helena Ignez
Guará Rodrigues
Maria Gladys
Grande Otelo
Kleber Santos
Poty
Wilson Grey

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- O Estado de S. Paulo de 13.07.1975, informa que “o Diretor da Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal, Rogério Nunes, proibiu a exibição, em todo o território nacional do filme.

- Os letreiros do filme não creditam no elenco como outras fontes.

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A Falta Que Nos Move

13 horas de filmagem. 3 câmeras na mão. 5 atores dirigidos durante a filmagem por torpedo de celular. No dia 23 de dezembro de 2007, depois de 4 anos de trabalho contínuo de pesquisa de linguagem, os atores chegaram na casa da diretora do filme para viverem uma experiência cinematográfica única. Serem filmados ininterruptamente sem deixar de seguir roteiros e cenas. Ficção e realidade se entrelaçaram no limite máximo da tensão. Por trás de tudo são contadas histórias de uma geração que viveu à deriva, e que agora se defronta com a falta que os move.

Ficha Técnica

Título original: A Falta Que Nos Move
Gênero: Drama
Duração: 95min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Christiane Jatahy
Roteiro: Christiane Jatahy
Produção:
Direção de produção:
Co-produção:
Música: Lucas Marcier e Rodrigo Marçal
Som:
Fotografia: Walter Carvalho
Desenho de produção:
Direção de Arte:
Figurino:
Edição: Sérgio Mekler

Elenco

Marina Vianna
Cristina Amadeo
Daniela Fortes
Pedro Brício
Kiko Mascarenhas

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Selecionado para o Festival do Rio, na Mostra Première Brasil Novos Rumos.

- Christiane Jatahy nasceu no Rio de Janeiro, em 1968 . É diretora teatral desde 1993. Entre seus trabalhos, destacam-se Carícias, de Sergi Belbel e Conjugado, que abriu o Ulls Festival em Barcelona e recebeu o Premio VillaNueva da critica em Cuba e o Prêmio Shell. Leitor por Horas ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio Eletrobrás. A versão teatral de A Falta que nos move, venceu o Prêmio Qualidade Brasil e participou do Wiener Festwochen, da Mostra Internacional de Berlin e do Cena Contemporânea

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A Falta que me Faz

Durante um inverno, rodeadas pela Cordilheira do Espinhaço, quatro meninas vivem o final de sua adolescência. Um romantismo impossível as enlaça com os homens de fora.

A cada sábado, eles se encontram nas festas de forró.

Durante a semana, seguem-se dias de amizade, angústias e contradições da passagem para a idade adulta.

Cada uma busca sua maneira particular de resistir à mudança e existir na contingência.

Ficha Técnica

Título original: A Falta que me Faz
Gênero: Documentário
Duração: 80min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Marília Rocha
Roteiro: Clarissa Campolina e Marília Rocha
Produtor executivo: Luana Melgaço
Co-produção: Teia Música: O Grivo
Fotografia: Alexandre Baxter e Ivo Lopes Araújo
Edição: Francisco Moreira e Marília Rocha

Elenco

Alessandra Ribeiro
Priscila Rodrigues Ribeiro
Shirlene Rodrigues Ribeiro
Valdênia Ribeiro

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Marília Rocha - vive e trabalha em Belo Horizonte. É mestre em Comunicação Social pela UFMG e uma das fundadoras do núcleo audiovisual Teia. Realizou dois documentários de longa metragem, Aboio (2005) e Acácio (2008), ambos exibidos e premiados em importantes festivais e mostras nacionais e internacionais de cinema, como MoMA Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (EUA), 10º É Tudo Verdade (Brasil), 38º Festival de Roterdã, entre outros. A Falta que me Faz é seu terceiro longa.

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Falta Alguém No Manicômio

Por obra do destino, André e Maria Luisa se encontram num navio. Ao desembarcarem, André oferece repouso para a moça, que mesmo com as insistências do rapaz nega o convite. Despedem-se, mas o rapaz -esperançoso - deixa seu telefone. Chegando em casa, André reencontra seus parentes com problemas mentais, que ali residem e tenta convencê-los da não internação. Além do coração bondoso do rapaz, no testamento de seu pai estava explícito que a herança só seria herdada se eles ali permanecem. Em seguida, Maria Luisa, por não conseguir vaga nos hotéis do Rio, telefona ao rapaz pedindo guarida. Lá chegando, se surpreende ao saber de Gastão, o irmão de André, que este possui problemas mentais. Em seguida, após o almoço, André se declara a Maria Luisa que escuta pacientemente, embora desconfiando da lucidez do rapaz. Apaixonada, Maria Luisa vai ao consultório de um amigo pedir auxílio para a resolução de seu “louco amor”. O Dr. Diniz se compromete em ajudar. Percebendo logo a confusão, decide por bem interná-los. Mas após muito insistir, o casal consegue dissuadir o doutor, que surpreendentemente resolve morar na casa… finalmente tudo termina bem com um beijo glorioso do casal.

Ficha Técnica

Título original: Falta Alguém No Manicômio
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 1948
Direção: José Carlos Burle
Assistente de direção: Paulo Machado
Roteiro: José Carlos Burle
Argumento: Hélio do Soveral
Diálogos: José Carlos Burle e Alinor Machado
Co-produção: Atlântida Cinematográfica
Direção musical: Lírio Panicali
Sonografia: Jorge Coutinho
Diretor de Som: Sílvio Rabello
Fotografia: Edgar Brasil
Câmera: George (Jiri) Dusek
Assistente de câmera: Pedro Torre
Cenografia: José Cajado Filho
Montagem: Waldemar Noya e José Carlos Burle

Elenco

Oscarito (Gastão)
Vera Nunes (Maria Luiza)
Modesto de Souza (Jerônimo)
Rocir Silveira (André)
Luiza Barreto Leite (Madalena)
Sérgio de Oliveira (Dr. Diniz)
Ruth de Souza (Júlia)
Grijó Sobrinho
Cecy Medina (Teresa)
Iara Isabel
Anibal A. de Almeida
Edgard Brasil
Hélio de Soveral
Navarro de Andrade
Teresa A. Moura
Aniz Murad
João Giuseppe
Simmy Soares

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- "Oscarito, sem dúvida alguma, é um dos maiores cômicos de todos os tempos do Brasil. Tanto no teatro de revista como no cinema, Oscarito tem marcado interpretações que dispensam elogios. E outra coisa: a popularidade de Oscarito é digna de um registro à parte. Ele e Grande Otelo formam a dupla mais famosa de comediantes brasileiros. Novamente a Atlântida aproveitou Oscarito. O grande cômico vem aí em Falta alguém no manicômio, a mais nova produção da Atlântida". - revista A Cena Muda, 28 de Setembro de 1948.

Fotos

Falsa Loura

Silmara, uma operária especializada de exuberante beleza, que sustenta o pai incendiário, se envolve com dois mitos diferentes da música popular e com cada um deles irá experimentar traumáticas lições de vida.

Ficha Técnica

Título original: Falsa Loura
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2008
Distribuição: Imovision
Direção: Carlos Reichenbach
Assistente de direção: Daniel Chaia
Roteiro: Carlos Reichenbach
Produção: Sara Silveira
Produção executiva: Maria Ionescu
Direção de produção: Josmar Bueno Júnior
Produção de elenco: Vivian Golombek
Co-produção: Dezenove Som e Imagem
Música: Nelson Ayres e Marcos Levy
Som: Gabriela Cunha
Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick (ABC)
Direção de arte: Valdy Lopes Ferreira
Figurino: Cássio Brasil
Edição: Cristina Amaral

Elenco

Rosanne Mulholland
Cauã Reymond
Djin Sganzerla
João Bourbonnais
Léo Áquilla
Vanessa Prieto
Luciana Brites
Maeve Jinkings
Jiddu Pinheiro
Suzana Alves
Emanuel Dórea
Priscila Dias
Naruna Costa
Ingrid Silveira
Pedro Noizyman
Ádria Sandrade
André Guerreiro Lopes
Flávia Lorenzi
Renata Zhaneta
Daniela Christopher
Maurício Madruga
Isaac Ferreira
Júlio Machado
Bertrand Duarte
Luiz Henrique
Bruno de André
Deivy Rose
Maurício Mattar (Luís Ronaldo)

Pôsters

Premiações

- Candango de Melhor Atriz Coadjuvante para Djin Sganzerla, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2007.

Curiosidades

- Apresentado pela primeira vez no FEstiva de Brasilia, no dia 24 de novembro de 2007.

- Originalmente foi um dos quatro roteiros que Carlos Reichenbach escreveu, estimulado pela Bolsa Vitae, que buscavam retratar o seu imaginário a respeito da mulher operária.

- Em Falsa Loura, Reichenbach mergulha novamente no universo das mulheres proletárias e classe média brasileiras, no ambiente de trabalho e no tempo livre, tendo a cidade de São Paulo como cenário e personagem. As semelhanças com “Lílian M.”, “Amor, Palavra Prostituta”, “Anjos do Arrabalde” e “Garotas do ABC” terminam no aspecto social e econômico abordado.

- As filmagens foram encerradas no dia 08 de dezembro de 2006, em uma feira da Vila Maria, SP.

- Seleção Fundação Vitae para elaboração de roteiros 1995

- Seleção Oficial Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2007 - Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante

-Seleção Oficial Festival Internacional del Nuevo Cine. Latinoamericano de La Habana 2007

- O filme foi escolhido para abrir o Festival Sesc dos Melhores Filmes 2008, e a 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

- Canções - Paulo Ricardo, Alexandre Leão, Isolda & Milton Carlos, Carlos Reichenbach e a TRUPE.

- Sinopse extendida
Operária especializada e competente, a bela Silmara (Rosanne Mulholland) sustenta o pai, Antero (João Bourbonnais), um ex-presidiário físicamente deformado pelo fogo e tenta a todo custo reatar relações amigáveis entre o pai e o irmão caçula, o cabelereiro Tê (Léo Áquila). Apesar de atrair e ser atraída pelos homens, Silmara mantém um ambíguo relacionamento com a professora de dança Regina (Luciana Brites). Silmara compensa a deprimente miséria familiar com um comportamento aparentemente agressivo, fútil e despachado. Na fábrica, ela é instada por sua melhor amiga, a também operária Luiza (Vanessa Prieto), a se tornar a “pigmalião” da tímida, desajeitada e solitária Briducha (Djin Sganzerla). Silmara, Briducha e a professora municipal Ligia (Maeve Jinkings), juntam suas economias para assistir o show do grupo “Bruno e seus Andrés”, no Clube Alvorada. Ao se envolver emocionalmente com o ídolo Bruno de André (Cauã Reymond), Silmara passa a representar para suas amigas do trabalho a utópica possibilidade de rápida ascensão econômica e social e se torna um mito entre as colegas Milena (Suzana Alves), Valquíria (Priscila Dias), Fátima (Naruna Costa) e Rosecler (Ingrid Silveira). Somente Luiza, sua confidente, fica sabendo que Bruno a tratou como uma réles prostituta. Ao mesmo tempo, ela desconfia que o pai voltou a atividade de incendiário profissional. Apesar da brutal lição de desprezo com o ídolo pop, Silmara irá repetir o mesmo trajeto abissal quando, através da intermediação do poderoso advogado Dr. Vargas (o cineasta e jornalista Bruno de André), é contratada para passar um final de semana como acompanhante do maior cantor da música romântica brasileira, Luís Ronaldo (Maurício Mattar) e de seu filho Leonel (Emanuel Dórea).

Fotos

A Falecida

Zulmira é obcecada pela idéia da morte e deseja um enterro luxuoso, como compensação pela vida miserável que leva, num subúrbio do Rio de Janeiro. Acreditando padecer de tuberculose, procura um médico, que lhe garante gozar de perfeita saúde. Psicologicamente abalada, acaba por converter sua fantasia em realidade, e a doença se manifesta num ataque de tosse. Certa de que morrerá em breve, pede ao marido, um fanático por futebol, que procure o sr. Guimarães, o homem mais rico do bairro, para extrair-lhe o dinheiro para um funeral de luxo. Guimarães se recusa a contribuir e revela que foi amante de Zulmira. Passa então a ser chantageado pelo marido desempregado. Zulmira morre, o marido encomenda o funeral mais barato e segue para o estádio de futebol, deixando para os vizinhos a incumbência de acompanhar o cortejo.

Ficha Técnica

Título original: A Falecida
Gênero: Drama
Duração: 85min.
Lançamento (Brasil): 1965
Distribuição: Produções Cinematográficas Meta e Produções Cinematográficas Herbert Richers
Direção: Leon Hirszman
Assistente de direção: Francisco de Assis Pereira
Roteiro: Leon Hirszman e Eduardo Coutinho
Produção: Joffre Rodrigues
Produtor Associado: Aluísio Leite Garcia
Produção executiva: J.P.Carvalho
Direção de Produção: Wilmar Menezes
Assistente de produção: Reginaldo K.Dória
Co-produção: Produções Cinematográficas Meta
Música: Radamés Gnatalli
Sonografia: Carlos de La Riva
Fotografia: José Medeiros
Câmera: Dib Lutfi
Cenografia: Régis Monteiro
Maquiagem: Ronaldo Abreu e Germaine Monteuil
Contra-regra: Orlando Bandeira e Ademar Pires
Continuidade: José Antônio Ventura
Eletricista Chefe: Ulisses A. Moura
Maquinista: Ademar Silva
Montagem: Nello Melli
Assistente de Montagem: João Ramiro Mello
Montagem de Negativos: Paula Gracel

Elenco

Fernanda Montenegro
Paulo Gracindo (Guimarães)
Wanda Lacerda
Ivan Cândido
Nelson Xavier
Dinorah Brilhante
Joel Barcellos
Hugo Carvana
Gina Valli
Waldyr Onofre
José Medeiros
Zé Ketti
Joffre Rodrigues
Glória Ladany
Virgínia Valli
Wilmar Menezes
Lucy Costa
Lurdes Freitas
Oswaldo Ferreira
Otolindo Lopes
Eduardo Coutinho
José Wilker
Billy Davis
Aloísio Leite

Pôsters

Premiações

- Melhor Atriz (Fernanda Montenegro), Prêmio "Governador do Estado de São Paulo", SP, 1965.

- Quinto Lugar, Prêmio "Governo do Estado da Guanabara", Comissão de Auxílio à Indústria Cinematográfica do Rio de Janeiro, RJ, 1965.

- Melhor Filme, Diretor, Atriz (Fernanda Montenegro), Ator (Paulo Gracindo) e Autor (Nelson Rodrigues), II Festival de Cinema de Terezópolis, RJ, 1965.

- Prêmio Gaivota de Prata, Festival Internacional do Filme do Rio de Janeiro, RJ, 1965.

- Melhor Atriz (Fernanda Montenegro), I Semana do Cinema Brasileiro, DF, 1965.

Curiosidades

- Baseado na peça teatral homônima de Nelson Rodrigues.

- Estréia de José Wilker (1946- ) no cinema, fazendo uma pequena ponta não creditada. Natural de Juazeiro do Norte, CE, ainda muito jovem muda-se para Recife. Aos 13 anos, em 1959, começa sua carreira de ator infantil na TV Rádio Clube de Recife. Em 1963, já no Rio de Janeiro, faz curso com o cineasta sueco Arne Sucksdorff e solidifica sua carreira, no cinema, teatro e televisão, tornando-se um dos maiores atores brasileiros, com igual competência também na direção, principalmente em televisão. No cinema, participa de importantes momentos, como em Dona flor e seus dois maridos (1976), O homem da capa preta (1986) e Guerra de Canudos (1997). Na televisão, é destaque em inúmeras telenovelas como Bandeira 2 (1971/72), Roque Santeiro (1985), e mais recentemente em Desejos de mulher (2002), todas pela TV Globo.

Fotos

Fala Tu

Macarrão, 33 anos, apontador do jogo do bicho, duas filhas, morador do morro do Zinco e torcedor do Fluminense. Toghum, 32 anos, vendedor de produtos esotéricos, budista e morador de Cavalcante. Combatente, 21 anos, moradora de Vigário Geral, frequentadora da Igreja do Santo Daime e operadora de telemarketing. Durante 9 meses, entre 2002 e 2003, uma equipe filmou o dia-a-dia destes três cariocas da Zona Norte, que batalham e sonham em fazer da sua música, o rap, o seu ganha-pão. O resultado é uma crônica composta pelo cotidiano, letras e dramas deste três personagens.

Ficha Técnica

Título original: Fala Tu
Gênero: Documentário
Duração: 74 min.
Lançamento (Brasil): 2004
Distribuição: Riofilme
Direção: Guilherme Coelho
Roteiro: Nathaniel Leclery
Produção: Mauricio Andrade Ramos, Mano Tales, Nathaniel Leclery e Guilherme Coelho
Co-produção: Matizar e VideoFilmes
Fotografia: Alberto Bellezia
Som: Leandro Lima
Montagem: Márcia Watzl

Elenco

Macarrão
Toghum
Combatente

Pôsters

Premiações

- O prêmio de melhor diretor no Festival do Rio, 2003

Curiosidades

- O documentário foi captado em formato DV Cam e ampliado para 35mm.

- A produtora A Matizar foi criada em 2002 pelos produtores Nathaniel Leclery e Guilherme Coelho, respectivamente roteirista e diretor do Fala Tu.

- Sinopse extendida:
O documentário Fala Tu acompanha o cotidiano de três moradores da Zona Norte carioca que, em comum, têm a paixão pelo rap. O filme é testemunha dos sonhos, dramas e transformações vividas pelos personagens durante os nove meses de filmagem. Macarrão, 34, compositor e cantor de rap do Morro do Zinco, ganha a vida como apontador do jogo do bicho. Vive com a mulher e suas duas filhas e torce pelo Fluminense. Togum, 32, budista e rapper de Cavalcante é um dos pioneiros do movimento rap no Rio. Seu estilo agressivo de cantar esconde sua real personalidade. Ganha a vida vendendo produtos esotéricos de porta em porta. Seu pai, sambista e motorista de ônibus aposentado adoeceu com câncer. Os dois, que se viram muito pouco nos últimos vinte anos, têm tentado se reconciliar - muitas vezes através da música. Combatente, 21, operadora de telemarketing e rapper de Vigário Geral. Confiante no poder transformador do rap, ela versa sobre saúde sexual, paz e igualdade. Recentemente foi iniciada na igreja do Santo Daime. Combatente mora com sua mãe, avó, duas tias e um sobrinho. O filme é um olhar sobre estes três personagens cariocas e sobre o que eles têm a nos dizer. Faz-se assim uma crônica de um Rio de Janeiro de hoje. O documentário Fala Tu de Guilherme Coelho e Nathaniel Leclery é uma co-produção Matizar e VideoFilmes, captado em formato DV Cam e ampliado para 35mm.

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Fala Mulher!

Em São Paulo, 15 mulheres descendentes de africanos falam sobre suas vidas. Trabalhando como manicure, secretária, empregada doméstica, cabeleireira, professora ou cozinheira, elas dividem seu tempo também com seu trabalho na escola de samba Camisa Verde e Branco e incorporando deuses nos barracões do candomblé. Ao mesmo tempo em que acompanha suas vidas, é exibida também a preparação da escola de samba para o próximo desfile de Carnaval.

Ficha Técnica

Título original: Fala Mulher!
Gênero: Documentário
Duração: 80 min.
Lançamento (Brasil): 2005
Co-produção: Dilema Studio
Distribuição:
Direção: Graciela Rodriguez e Kika Nicolela
Roteiro: Graciela Rodriguez e Kika Nicolela
Produção: Graciela Rodriguez e Kika Nicolela
Fotografia: Kika Nicolela
Edição: Kika Nicolela

Elenco

Não divulgado

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

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Fala Baixo, Senão Eu Grito

Solteirona, sem profissão definida, em seu quarto num pensionato de moças. O presente não existe para ela. Vive afogada em lembranças ora dolorosas, ora nostálgicas, de um tempo mítico habitado por amores e esperanças. A solidão de Mariazinha povoa-se de súbito quando irrompe em cena a figura do homem, tipo marginal, que pode muito bem ser apenas uma projeção desejante da personagem. Entre choques e aproximações, constrói-se uma intensa relação entre os dois.

Ficha Técnica

Título original: Fala Baixo, Senão Eu Grito
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 1993
Direção: Júlio Calasso
Roteiro: Reinaldo Moraes e Júlio Calasso
Co-produção: Quarto Crescente Produções Cinematográficas
Fotografia: Carlos Alberto Ebert
Direção Artística: William Moreira Castilho
Figurinos: Ana Maria de Carvalho Morelli

Elenco

Vera Fischer
Selton Melo
Ricardo Petraglia
José Rubens Chassereau
Ary França
Rosi Campos

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Adaptação cinematográfica da peça de Leilah Assunção.

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Faixa de Areia

Um painel sobre as praias do Rio de Janeiro e a diversidade de seus frequentadores.

Ficha Técnica

Título original: Faixa de Areia
Gênero: Documentário
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 2007
Distribuição: Film Connection
Direção: Daniela Kallmann e Flávia Lins e Silva
Roteiro: Daniela Kallmann e Flávia Lins e Silva
Co-produção: DK Filmes
Música: Daniela Kallmann e Flávia Lins e Silva
Fotografia: Marcelo Guru Duarte
Edição: Henrique Tartarotti

Elenco

Luana Piovani
Ruy Castro

Pôsters

Premiações

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Curiosidades

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Eu Transo… Ela Transa

Roberto, de 45 anos e que mora na Zona Sul, é um chefe de família sempre bem disposto e com a simpatia peculiar a certos homens de negócio que costumam resolver facilmente todos os problemas. Vivem ao seu lado Dedé, sua mulher, Maria Inês, a cunhada solteirona e antiquada, Afonso, o sogro aposentado, que perambula pela casa numa cadeira de rodas, criticando tudo e todos, Carlinhos, o filho mais velho, garotão de Ipanema, que jamais enfrentou qualquer problema na vida, Vanda, a filha de dezessete anos, que começa a sentir o problema da afirmação pessoal, e Kiko, de quatorze anos, ainda completamente inconsequente.

Ficha Técnica

Título original: Eu Transo… Ela Transa
Gênero: Comédia
Duração: 100min.
Lançamento (Brasil): 1972
Distribuição: Ipanema Filmes
Direção: Pedro Camargo
Assistente de direção: Luiz Piá
Roteiro: Pedro Camargo
Produção executiva: Mozael Silveira
Gerente de produção: Maurício Nabuco
Co-produção: Produções Cinematográficas R.F.Farias
Música: Carlos Lyra e Aécio Flávio
Sonografia: Alberto Viana
Fotografia: José Medeiros
Cenografia: Artur Maia
Montagem: Waldemar Noya

Elenco

Daisy Lúcidi (Dedé)
Jorge Dória (Roberto)
Sandra Barsotti (Helena)
Sady Cabral
Darlene Glória (Gilda)
Marcos Paulo (Carlinhos)
Suzy Arruda (Maria Inês)
Leda Zeppelin
Fernando Torres (Guimarães)
Rodolfo Arena (Afonso)
Mary Daniel
Rose di Primo (Vanda)
Orlandivo (Bilu)
Arthur Maia
Abel Pêra (Comendador)
Milton Viana
Marcello Marcello
Luiz Tadeu
Almir Gurgel
Moacir Deriquem

Pôsters

Premiações

-

Curiosidades

- Baseado na peça teatral Copacabana S/A, de Jota Gama

- Censura Federal 70069 de 23.10.1972, 12 cópias, 2.800m, proibido para menores de 18 anos.

- Guia de Filmes 42 informa que o filme estreou no Rio de Janeiro em uma sala de exclusividade. Censura 18 anos.

- Sinopse extendida:
Roberto, de 45 anos e que mora na Zona Sul, é um chefe de família sempre bem disposto e com a simpatia peculiar a certos homens de negócio que costumam resolver facilmente todos os problemas. Vivem ao seu lado Dedé, sua mulher, Maria Inês, a cunhada solteirona e antiquada, Afonso, o sogro aposentado, que perambula pela casa numa cadeira de rodas, criticando tudo e todos, Carlinhos, o filho mais velho, garotão de Ipanema, que jamais enfrentou qualquer problema na vida, Vanda, a filha de dezessete anos, que começa a sentir o problema da afirmação pessoal, e Kiko, de quatorze anos, ainda completamente inconsequente. Homem de idéias, Roberto visualiza a oportunidade de uma radical melhoria em suas finanças ao "quebrar o galho" de um industrial às voltas com problemas conjugais por causa de uma jovem amante. Para salvar as aparências, a jovem vai morar com a família de Roberto, cuja casa o industrial terá a justificativa de visitar periodicamente, a pretexto de negócios. Os maiores embaraços, entretanto, perturbam o plano de Roberto.

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Copa de Elite

Copa de Elite é uma paródia aos grandes sucessos do cinema nacional. Na trama, Jorge Capitão (Marcos Veras) é um destemido e individualista Capitão do BOP, e um ídolo brasileiro. Porém, após salvar o maior craque argentino de um sequestro às vésperas da Copa do Mundo, ele acaba virando o inimigo público número 1 do Brasil. Expulso da corporação e desacreditado, ele terá que aprender a trabalhar em equipe para evitar um atentado contra o Papa na final do torneio. Para isso ele conta com a ajuda de uma seleção de craques como a empresária de sex shop Bia Alpinistinha (Julia Rabello), um médium (Bento Ribeiro) que fará a ponte com o além e de sua mãe (Alexandre Frota) que é uma peça. O elenco ainda conta com as participações de .

Ficha Técnica

Título original: Copa de Elite
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: Fox Film
Direção: Vitor Brandt
Roteiro: Vitor Brandt, Pedro Aguilera
Produção: Paulo Boccato, Mayra Lucas
Produtor executivo:
Direção de produção:
Assistente de produção:
Co-produção: Glaz
Música:
Som:
Som direto:
Fotografia: Pablo Baião
Câmera:
Desenho de produção:
Direção de Arte:
Figurino:
Edição:

Elenco

Marcos Veras
Bento Ribeiro
Julia Rabello
Alexandre Frota
Rafinha Bastos
Bruno de Lucca
Anitta
Daniel Furlan
Milton Filho
Rafael Studart
Victor Leal
Thammy Miranda
Antônio Pedro

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Curiosidades

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Getúlio

Agosto de 1954. O jornalista de oposição e dono de jornal Carlos Lacerda, sofre um atentado a bala na porta da sua casa em Copacabana. O pistoleiro erra o tiro e mata o Major da Aeronáutica Rubens Vaz que fazia a segurança de Lacerda. O presidente da República, Getúlio Vargas, é acusado de mandar matar o maior inimigo político do seu governo. Getúlio ¬passa a ser pressionado por lideranças militares e pela oposição para renunciar ao mandato. As investigações mostram que a ordem para o atentado saiu de dentro do Palácio do Catete. O tenente Gregório Fortunado, chefe da guarda pessoal do presidente e seu homem de confiança há anos, é acusado. Ao lado da filha, Alzira Vargas, seu braço direito na presidência, e colaboradores fiéis como Tancredo Neves e o general Zenóbio da Costa, Getúlio tenta se manter no poder e provar sua inocência. Diante das ameaças que pedem a deposição imediata do presidente, Getúlio comete um ato extremo.

Ficha Técnica

Título original: Getúlio
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição:
Direção: João Jardim
Assistente de direção: Gigi Soares
Roteiro: George Moura
Argumento: João Jardim
Produção:
Produtor executivo: Carla Camurati
Direção de produção: Fernanda Neves
Co-produção: Copacabana Filmes, Fogo Azul Filmes, Midas Filmes
Música:
Som direto: Pedro Melo
Fotografia: Walter Carvalho
Direção de Arte: Thiago Marques
Figurino: Marcelo Pires e Valéria Stefani
Edição: Pedro Bronz e Joana Ventura
Maquiagem: MartÍn Macias Trujillo
Trailer: Tatui Filmes

Elenco

Tony Ramos (Getúlio Vargas)
Drica Moraes (Alzira Vargas)
Alexandre Borges (Carlos Lacerda)
Adriano Garib
Marcelo Médici
Alexandre Nero
Jackson Antunes
Leonardo Medeiros
Michel Bercovitch
Fernando Eiras
Daniel Dantas
Clarice Abujamra
Thiago Justino
Fernando Luis
José Raposo

Pôsters

Premiações

Curiosidades

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O Duelo

O Duelo conta a história do comandante Vasco Moscoso de Aragão (Joaquim de Almeida) e de sua agitada chegada em uma cidadezinha balneária, a vila de Periperi, situada nas proximidades de um grande município portuário. Já maduro, este pitoresco forasteiro vem para ficar, buscando repouso depois de uma longa vida de aventuras por todos os mares do globo.

O charmoso navegante conquista rapidamente a simpatia e admiração dos moradores. Os homens se reúnem ao seu redor para ouvir histórias do mar e as mulheres suspiram por sua figura romântica. O que não demora a suscitar o despeito de alguns invejosos, em especial do fiscal Chico Pacheco, até então o cidadão mais admirado do local.José Wilker será Chico Pacheco, que perde popularidade na pacata vila de Periperi com a chegada do comandante Aragão. Desconfiado e enciumado das histórias contadas pelo capitão, Chico resolve investigar sua vida pregressa e o desafia a provar suas habilidades.

Ficha Técnica

Título original: O Duelo
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Marcos Jorge
Roteiro: Marcos Jorge
Produção: Marcos Didonet, Vilma Lustosa, Walkiria Barbosa
Produtor executivo: Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria Barbosa
Co-produtor: Leonel Vieira
Co-produção: Total Entertainment, Warner Bros. Pictures, RioFilme, MGP Filmes, Stopline Films e RTP - Rádio Televisão de Portugal
Música:
Som: Luiz Adelmo
Som direto: Zezé D’Alice
Fotografia: José Roberto Eliezer
Desenho de produção: Rossine A. Freitas
Assistente de cenografia:
Direção de Arte: Marcos Flaksman
Figurino: Inês Salgado e Bia Salgado
Edição: Luca Alverdi
Maquiagem: Lucila Robirosa
Efeitos especiais: Juan Tomicic

Elenco

Joaquim de Almeida
José Wilker
Cláudia Raia
Márcio Garcia
Milton Gonçalves
Patrícia Pillar
Sandro Rocha
Tainá Müller

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- O filme, uma adaptação da obra “Os Velhos Marinheiros” de Jorge Amado.

- Título inicial “As Aventuras de um Capitão”.

- O longa é um dos últimos trabalhos inéditos de Wilker e também uma homenagem ao ator, que faleceu em abril de 2014.

- Sinopse completa:
A pacata vila de Periperi, cidadezinha balneária situada nas proximidades de uma grande cidade portuária, é agitada pela chegada de um pitoresco forasteiro, o comandante Vasco Moscoso de Aragão. Aos sessenta anos, ele chega para ficar, buscando repouso depois de uma longa vida de aventuras pelos mares do globo.

Rapidamente o charmoso navegante conquista a simpatia e a admiração dos moradores com suas histórias entusiasmantes, cheias de aventuras e exotismo. Os homens se reúnem ao seu redor, as mulheres suspiram por sua romântica figura. O que não demora a suscitar o despeito de alguns invejosos, em especial de Chico Pacheco (José Wilker), fiscal aposentado e, até a chegada do comandante, o cidadão mais admirado do local.

Decidido a desmascarar o comandante, Pacheco empreende uma exaustiva investigação na capital e volta com a história de que Vasco não passa de um comerciante arruinado, boêmio inveterado, que conseguiu de modo fraudulento o titulo de capitão. O comandante, naturalmente, nega veementemente esta versão, e afirma ser Pacheco o mentiroso. A pacata cidadezinha se divide e instaura-se a discórdia onde antes imperava a tranquilidade.

Com quem estará a verdade? Com o comandante ou com seu detrator?

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Mundo Deserto de Almas Negras

Em uma São Paulo ficcional, onde o centro rico é negro e a periferia é branca, Oscar, um jovem advogado da elite negra aceita entregar celulares em um presídio para um membro da Fundação do Crime. Oscar é assaltado no trânsito, perde os celulares e se vê perseguido em uma trama complexa e numa fuga implacável, enquanto a Fundação do Crime ataca a cidade. Enquanto Oscar luta pela sua sobrevivência, a cidade de São Paulo se revela um Mundo Deserto.

Ficha Técnica

Título original: Mundo Deserto de Almas Negras
Gênero: Policial
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Ruy Veridiano
Assistente de direção:
Roteiro: Ruy Veridiano>
Produção: Fernando Chiari, Renata Pagliuso e Ruy Veridiano
Produtor executivo:
Direção de produção:
Assistente de produção:
Co-produção:
Música: DJ Zegon
Som:
Som direto:
Fotografia: Alziro Barbosa
Desenho de produção:
Direção de Arte: Pedro di Pietro
Figurino:
Edição: Cadu Silveira
Efeitos especiais: Átomo

Elenco

Sidney Santiago
Naruna Costa
Renaldo Taunay
Marília Moreira
Edson Montenegro
Heitor Goldflus
Aldo Bueno
Janaína Leite
Lucélia Sérgio
Rodrigo Pavon
Paulo Américo
Kenan Bernardes
Alexandra Ucanda
Carlos Morelli
Oswaldo Faustino
Alexsandro Santos
Will Damas
Jimmy Wong
Igor Dib
Carlos De Niggro
Francine Missaka

Pôsters

Premiações

Curiosidades

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Romance Policial

Antonio (Daniel de Oliveira), 30 anos, funcionário público com vocação não assumida para escritor, viaja ao Deserto de Atacama em busca de inspiração para redigir um conto. A paisagem árida e ao mesmo tempo deslumbrante lhe causa tremenda admiração. O conto muda de rumo quando Antonio, passeando pelo deserto, avista fugazmente uma pessoa fugindo. Por curiosidade vai até o lugar onde a avistou e encontra um homem assassinado. Ele é detido por Martinez (Alvaro Rudolphy), policial chileno, que o proíbe de deixar o país. Na vila, conhece Florencia (Daniela Ramirez) com a qual inicia uma relação de atração e desejo. O que ele vivencia transforma sua escrita na forma e no conteúdo. Observando os petróglifos gravados nas rochas, os esparsos vestígios do passado, as formas da natureza bela e inóspita, os vulcões imponentes, “tão calmos por fora, fervendo por dentro”, Antonio chega por fim a entender as motivações do crime. Uma dolorosa investigação pessoal na qual está envolvida a jovem chilena com quem se relaciona, sua amante e inspiradora do seu romance, e o policial chileno. A travessia vivida o torna um escritor consciente do poder da memória, da imaginação no processo de criação e da força da história.

Ficha Técnica

Título original: Romance Policial
Gênero: Romance, Policial
Duração: 98min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Jorge Durán
Roteiro: Jorge Durán
Produção:
Produtor executivo:
Direção de produção:
Co-produção: Deserto Filmes, Ceneca Producciones
Música:
Som:
Som direto:
Fotografia: Luís Abramo
Desenho de produção:
Direção de Arte:
Figurino:
Edição:

Elenco

Daniel de Oliveira
Alvaro Rudolphy
Daniela Ramirez

Pôsters

Premiações

Curiosidades

- Primeira vez que o diretor Jorge Durán filma em seu país natal, o Chile, desde o golpe militar de 1973.

- Com locações no Rio de Janeiro e no Deserto de Atacama, Chile.

- Jorge Duran comecou a escrever Romance Policial para ser um livro, porem a trama se encaixava como um roteiro. No início, o personagem ia para a Amazônia e não para o Atacama, mas a terra desolada do Chile era um reflexo do que o diretor/roteirista procurava.

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Muitos Homens Num Só

Rio de Janeiro, início do séc. XX. Este é o palco do improvável caso de amor entre Dr. Antônio, um ladrão solitário que se hospeda nos melhores hotéis da cidade para furtar seus hóspedes. E Eva, uma linda mulher que abriu mão de seu talento como desenhista por um casamento infeliz. O encontro entre Eva e Dr. Antônio mostrará aos dois que nunca é tarde para mudar de vida.

Ficha Técnica

Título original: Muitos Homens Num Só
Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição:
Direção: Mini Kerti
Roteiro: Leandro Assis
Produção: Flávio Ramos Tambellini
Co-produção:
Música: Dado Vilalobos
Som: Sérgio Mekler
Som direto:
Fotografia: Flávio Zangrandi
Desenho de produção:
Assistente de cenografia:
Direção de Arte: Kiti Duarte
Figurino: Marina Franco
Edição: Sérgio Mekler

Elenco

Vladmir Brichta
Alice Braga
Caio Blat
Pedro Brício

Pôsters

Premiações

Curiosidades

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Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!

Fernanda, exemplo da mulher do terceiro milênio, é livre em suas escolhas, independente… e com dificuldade de encontrar um amor. Assim como suas contemporâneas, ela abandonou a vida pessoal para se dedicar à carreira e agora, com 39 anos, acha que a situação afetiva é emergencial. Fernanda aposta tudo em cada relação, se envolve com diferentes tipos de homens - do político sedutor ao hippie gringo - e a cada tentativa acredita ter encontrado seu par ideal.

Ficha Técnica

Título original: Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!
Gênero:
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes
Direção: Marcus Baldini
Co-direção: Susana Garcia
Roteiro: Mônica Martelli, Patricia Corso e Susana Garcia
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho
Produtor Associados: Bruno Wainer, Guel Arraes, Herson Capri, Homero Olivetto, Ilana Brakarz e Mônica Martelli
Direção de produção: Renata Rezende
Produção executiva: Bianca Villar
Co-produção: Biônica Filmes, Paramount Pictures, Globo Filmes, Telecine, Capri Produções, Br3
Música: Plinio Profeta
Som: Miriam Biderman
Fotografia: Pedro Farkas
Direção de Arte: Vera Hamburger
Figurino: Leticia Barbieri
Edição: Marcelo Moraes
Maquiagem: André Anastácio

Elenco

Mônica Martelli
Eduardo Moscovis
Marcos Palmeira
Humberto Martins
Peter Ketnath
José Loreto
Herson Capri
Irene Ravache
Julia Rabelo
Lulu Santos

Pôsters

Premiações

Curiosidades

Mônica Martelli é atriz e autora da peça teatral Os Homens são de Marte…E é pra lá que eu vou, ficou 9 anos em cartaz, levando 2 milhões de pessoas ao teatro. No cinema atuou em O Gatão de Meia Idade, Trair e Coçar é Só Começar, e em Minha mãe é uma peça – o filme.

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B.O. – Boletim de Ocorrência

Com a ocupação das favelas cariocas pelas forças de segurança, os criminosos se refugiam nas cidades do interior. O aumento da criminalidade nessas cidades e a morte brutal de duas crianças em São Judas do Livramento choca a opinião pública brasileira.

O governo convoca o delegado Paulo Fróes (Marcos Caruso), conhecido por sua grande competência e carreira irrepreensível. Ele reúne uma equipe especial para campanha e entre eles está Francis (Cléo Pires), uma investigadora novata que precisa superar seus limites para provar seu valor.

Ficha Técnica

Título original: B.O. – Boletim de Ocorrência
Gênero: Policial
Duração:
Lançamento (Brasil): 2015
Distribuição: Universal Pictures
Direção: Tomás Portella
Roteiro: Tomás Portella, Martina Rupp e Mauro Lima
Produção: Rodrigo Castellar, Pablo Torrecillas e João Queiroz
Produtor executivo:
Direção de produção:
Co-produção: TC Filmes, Universal Pictures
Música:
Som:
Som direto:
Fotografia: Gustavo Hadba
Desenho de produção:
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto
Figurino:
Edição:

Elenco

Marcos Caruso
Cléo Pires
Fabrício Boliveira
Thiago Martins
Fabíula Nascimento

Pôsters

Premiações

Curiosidades

TC Filmes realizou filmes premiados como O Lobo Atrás da Porta de Fernando Coimbra, Riocorrente de Paulo Sacramento, Boca de Flávio Frederico, Raul, O Início, O Fim E O Meio de Walter Carvalho e Marighella de Isa Grinspun Ferraz

- Tem previsão de estreia para o primeiro semestre de 2015.

Fotos

Um Homem Só

Em Um Homem Só, Arnaldo (Vladimir Britcha), que, infeliz no casamento com Aline (Ingrid Guimarães) e no trabalho, procura uma clínica que promete copiar pessoas para livrar-se da vida miserável que leva. Com um clone ocupando seu lugar, ele levaria uma vida nova. Mas, ao ter seu pedido negado, Arnaldo não tem outra opção senão tentar mudar o rumo de sua história. Ao se apaixonar por Josie (Mariana Ximenes), a atendente de um cemitério de animais, Arnaldo acredita que encontrou uma chance de finalmente ser feliz. Mas, talvez, ele esteja enganado.

Ficha Técnica

Título original: Um Homem Só
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2014
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: Cláudia Jouvin
Roteiro: Cláudia Jouvin
Produção: Maria Carneiro da Cunha e Mariana Ximenes
Produtor executivo: Bia Caldas
Co-produção: Giros, Globo Filmes, RioFilme, Telecine
Música: Plínio Profeta
Som: Miriam Biderman, Ricardo Reis
Som direto: Paulo Ricardo Nunes
Fotografia: Adrian Teijido
Animação: Allan Sieber
Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto, Joana Mureb
Figurino: Ana Avelar
Edição: Bruno Lasevicius, Pedro Amorim

Elenco

Ingrid Guimarães
Mariana Ximenes
Vladimir Britcha
Otávio Muller
Eliane Giardini
Natália Lage
Daniel Áraoz
Luiza Mariani
Milhem Cortaz
Sandro Rocha
Aramis Trindade
Cadu Fávero
Letícia Isnard
Debora Lamm
Paulinho Serra
Maurício Rizzo

Pôsters

Premiações

- Um Homem Só conquistou três prêmios na edição 2015 do Festival de Cinema de Gramado, Mariana Ximenes, levou pra casa o Kikito de melhor atriz do festival. Otávio Müller ganhou o troféu de melhor ator coadjuvante. O prêmio de melhor fotografia ficou para Adrian Teijido.

Curiosidades

- Um Homem Só, o primeiro longa de ficção da produtora Giros marca também a estreia da atriz Mariana Ximenes como produtora.

- A diretora de Um Homem Só, Cláudia Jouvin, graduada em cinema, já tendo atuado no roteiro e na direção do curta-metragem Tudo o que você quer ser (2001), premiado no festival do Gongo (festival do Rio 2001) e exibido em festivais como The New Festival (Nova York), Outfest (Los Angeles), entre outros. Seu curta mais conhecido é Velha História (2004), premiado no Anima Mundi, no Festival internacional de curtas de São Paulo, e vencedor da categoria Melhor Fotografia de Filme Estudantil no ABC - Academia Brasileira de Cinematografia, além de outros prêmios em festivais nacionais. É autora do roteiro do longa de ficção O Gorila, de José Eduardo Belmonte - uma adaptação do conto de Sérgio Sant’Anna - que estreou na Première Brasil do Festival do Rio 2012.

Fotos

José Wilker

  • Nome Completo: José Wilker de Almeida
  • Natural de: Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil
  • Nascimento: 1947
  • Falecimento: 05 de Abril de 2014

Filmografia - Ator

2015 - A Hora e A Vez de Augusto Matraga
2013 - A Casa da Mãe joana 2
2013 - Giovanni Improtta
2011 - A Melhor idade
2010 - O Bem Amado
2010 - Elvis e Madona
2009 - O Sonho de Inacim – O Aprendiz do Padre Rolim
2009 - Embarque Imediato
2008 - Romance
2008 - Casa da Mãe Joana
2008 - Sexo com Amor?
2006 - O Maior Amor do Mundo
2006 - Canta Maria
2005 - O guia do mochileiro das galáxias (Hitchhiker’s guide of the galaxy, The) (voz)
2004 - Viva Sapato!
2004 - Redentor
2004 - Onde Anda Você
2003 - Maria - Mãe do Filho de Deus
2003 - O Homem do Ano
2002 - Dead in Water
2000 - Villa-Lobos, Uma Vida de Paixão
1997 - Guerra de Canudos
1997 - For All, O Trampolim da Vitória
1996 - Pequeno Dicionário amoroso
1992 - O Curandeiro da Selva (Medicine man)
1989 - Solidão, uma história de amor
1989 - Dias melhores virão
1989 - Doida demais
1987 - Leila Diniz
1987 - Um Trem para as Estrelas
1987 - Fonte da Saudade
1986 - Besame Mucho
1986 - Baixo Gávea
1985 - O Homem da Capa Preta
1981 - Los crápulas
1981 - Fiebre amarilla
1981 - O rei da vela
1981 - Bonitinha, mas Ordinária
1979 - Bye-bye, Brasil
1979 - O Bom Burguês
1978 - Batalha dos Guararapes
1978 - O golpe mais louco do mundo
1977 - Diamante bruto
1976 - Dona Flor e seus dois maridos
1976 - Xica da Silva
1975 - Confissões de Uma Viúva Moça
1975 - O casal
1975 - Ana, a Libertina
1974 - Amor e medo
1973 - Deliciosas traições de amor
1971 - Os Inconfidentes
1970 - Estranho triângulo
1968 - A vida provisória
1965 - A Falecida

Filmografia - Diretor

Prêmios

Curiosidades

- Com apenas 13 anos de idade, fez teste para ser locutor de televisão, em Recife.

- Chegou a estudar Sociologia e Economia na PUC-RJ, mas largou os dois cursos antes de se formar.

Em 1992 fez sua estréia em Hollywood, participando de O Curandeiro da Selva, filme dirigido por John McTiernan e que tinha no elenco o ator Sean Connery.

- Cinéfilo inveterado, possui mais de 4 mil fitas de vídeo e uma ampla biblioteca sobre cinema e teatro.

- Tomou posse em junho de 2003, como presidente da Riofilme.

Filmes Atualizados

Boi Neon

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Atualizado em 27 set 2015

Beira-Mar

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Atualizado em 27 set 2015

A Morte de J.P.Cuenca

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Atualizado em 27 set 2015

A Floresta Que Se Move

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Atualizado em 26 set 2015

Em Três Atos

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Atualizado em 26 set 2015